domingo, 27 de junho de 2010

1261 - HISTÓRIA DO LIVRO

Colégio Santo Agostinho
Educando e Crescendo com AlegriaEducação Infantil Ensino Fundamental Ensino Médio Período Integral Pastoral Tutoria Procurar ok
login:
senha: ok Home Quem Somos
Apresentação Histórico Identidade Objetivos Galeria de Diretores Vida Santo Agostinho Ordem Sto Agostinho Equipe Pedagógica A História em Fotos Tour de Fotos Infraestrutura
Ambulatório Biblioteca Chácara Restaurante e Lanchonete Sala de Multimídia Laboratórios Serviços
Consultas On-line Segurança Transporte Uniformes Web Mail Convênios Consultas
Agenda de classe Atividades Avaliadas Comunicados Controle de Acesso Notas e Faltas Calendário E-mail Educadores Informativos em PDF Lista de Materiais Carta à Comunidade Cursos Opcionais
Badminton Ballet Judô Teatro Treinamento Xadrez Dicas de Saúde Hor. Cursos Opcionais Contato
Endereço, Fone, Fax Por departamento E-mail Educadores Críticas ou Sugestões Fale conosco Localização Web Mail
Uma pequena história do livro
Quando entramos numa livraria e ficamos folheando um livro, dificilmente nos pegamos pensando na maneira como ele foi feito. É mais comum ficarmos curiosos sobre quem escreveu o livro, quem ilustrou a história que está sendo contada, quem fez as fotos... Você, que está aí lendo agora este texto, já se perguntou como surgiu o livro?

Há cerca de 5.500 anos, em Sumer, na Mesopotâmia (Ásia), o homem inventou o alfabeto. E quando o inventou, já se sentia pronto para escrever e registrar os seus pensamentos e as suas descobertas.

No século 15, os registros do homem ganharam a forma de livros como conhecemos hoje. Mas até isso acontecer, ele escreveu em pedras, ossos e "tábuas" (também chamadas tijolos) de argila. Aliás, os primeiros livros foram mesmo escritos nas tais "tábuas" de argila. Depois das pedras e das "tábuas de argila", o homem passou a usar o papiro. Essa planta, comum no Egito, era umedecida e ligeiramente amassada, para ficar com uma consistência grudenta. Depois, suas fibras eram trançadas e colocadas para secar, produzindo um papel rústico. Nele, anotava-se a contabilidade das lojas do reino egípcio. Muitas cartas e livros também foram escritos em papiro.

Usando o couro de animais - raspado, lavado, esticado e seco -, o homem inventou o pergaminho. E não demorou para ter a idéia de costurar vários pedaços de pergaminho, formando livros razoavelmente parecidos com os de hoje. Nas folhas de couro, assim como no papel da atualidade, se escrevia de um lado e de outro. Isso aconteceu entre os séculos 2 e 4 da nossa era.

Por falar em papel... Este material tão comum nos nossos dias foi uma invenção dos chineses, no ano 105. Dos chineses, o segredo do papel foi passado para os árabes até que chegou aos europeus. A primeira fábrica de papel da Europa foi instalada em uma cidade chamada Jativa, na Espanha, em 1150. Surgiram, então, os primeiros livros com o formato que conhecemos hoje - só que escritos à mão! Gastava-se um tempo enorme para fazê-los. Por isso, os livros eram caros e pouca gente sabia ler.

Em 1450, o alemão Johann Gutenberg deu forma à tão sonhada máquina de impressão: o prelo. Houve uma revolução! Afinal, tornou-se possível fabricar um número maior de livros a um custo menor. Assim, as idéias passaram a se propagar com muito mais rapidez. Imagine que Gutenberg, com a ajuda de um mecânico, aperfeiçoou uma prensa de espremer uvas para criar a tal máquina, que funcionava assim: uma alavanca girava uma rosca de madeira, que abaixava uma tábua, que apertava o papel úmido, que estava colocado sobre as letrinhas, que arrumadas em palavras e frases e sujas de tinta iam imprimindo as páginas uma a uma. Ufa! Era como se para cada página fosse preparado um grande carimbo. Só que era possível desmanchar esse carimbo, tirando as letras e reorganizando-as para cada página nova.

O livro, naquela época, não saía pronto, com capa. Suas folhas eram vendidas num mesmo pacote, mas soltas. Cada um que comprava um livro mandava pôr a capa que queria. Às vezes, ela era de couro, com enfeites dourados. Outras vezes tinha até pedras preciosas decorando. Alguns reis mandavam fazer as capas de seus melhores livros assim.

No começo, como o prelo não imprimia desenhos, estes eram feitos por artistas contratados pelos chefes das oficinas. Depois, as ilustrações passaram a ser feitas a partir de uma matriz de madeira. Tratava-se de um "carimbo" com o desenho, chamado até hoje de xilogravura. Algum tempo depois, essa matriz de madeira foi substituída por outra, de metal, mais rápida e detalhista.

O invento de Gutenberg ficou cerca de 300 anos sendo usado sem grandes alterações. Só quando surgiu a impressora construída em metal é que se pode dizer que houve uma grande transformação. Mas este é outro capítulo da história da imprensa e da fabricação de livros...
Acompanhe a seguir uma exposição virtual onde poderemos conhecer um pouquinho mais sobre a “história do livro”.

Início << Voltar Próximo >>

A.P.M. | Ex-alunos | Grêmio Estudantil | Espaço Cultural | Paróquia
XHTML 1.1

CSS Válido
Copyright 2002 - 2010 - Colégio Santo Agostinho Colégio Santo Agostinho @

Praça Santo Agostinho, 79 - Liberdade, São Paulo - SP / Brasil - 01533-070 lat: -23.56836327603561, long: -46.639355421066284
Fone: 11 3388-2588 / Fax: 11 3388-2578



COPYRIGHT DEVIDO A COLÉGIO SANTO AGOSTINHO.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Contador de visitas