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De Nova York a Columbine – Os 250 anos de massacres nas escolas e universidades americanas por Gustavo Chacra
08.abril.2011 09:48:56
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no twitter @gugachacra
No Rio pode ser novidade, mas massacres de estudantes em escolas e universidades começaram nos Estados Unidos doze anos antes da independência do país. Em 1764, guerreiros indígenas invadiram uma escola maternal de colonos brancos e mataram dez crianças e dois professores na Pennsylvania. Ao longo dos mais de dois séculos seguintes, episódios similares se repetiram do Pacífico ao Atlântico.
O mais célebre de todos os ataques, em abril de 1999, é o de Columbine, que se tornou tema de documentário de Michael Moore e inspirou o cineasta Gus Van Sant para produzir o seu filme Elephant. Eric Harris e Dylan Klebold mataram outros 13 alunos nesta High School (Ensino Médio) do Colorado antes de se suicidar. Na ação, planejada ao longo de meses, eles usaram armas de fogo e bombas.
Oito anos mais tarde, semanas antes da formatura dos alunos, o mais sangrento massacre da história universitária americana ocorreu quando o estudante de literatura inglesa Seung Hui Cho assassinou 27 colegas e cinco professores na Universidade Virginia Tech. Assim como os criminosos de Columbine, ele se matou em vez de se entregar para as autoridades.
Ao estudar estes casos e outros que tiveram menos repercussão, autoridades americanas ainda tentam definir um padrão para estes assassinos. Em geral, eles seria vítimas de bullying com problemas psicológicos. Outros acrescentam ainda a facilidade para se adquirir armas de fogo em muitos Estados americanos, onde praticamente não existe restrição.
Uma das saídas para tentar impedir novos ataques é descobrir os planos dos assassinos antes de eles levarem adiante os ataques. Os dois atiradores de Columbine já haviam sido encaminhados para prisões juvenis e passado por atendimentos psiquiátricos. Anos antes dos assassinatos, eles escreviam em um site sobre as ameaças contra outros estudantes da escola.
Logo depois destes episódios, as universidades e escolas costumam anunciar medidas para tentar coibir ações violentas. A Universidade Columbia, em Nova York, na época do ataque na Virginia Tech, chegou a cogitar colocar detector de metais. Quatro anos depois, qualquer pessoa tem acesso durante o dia às instalações universitárias, menos à biblioteca, sem precisar sequer mostrar documentos ou passar por qualquer forma de inspeção. O mesmo se aplica à NYU (Universidade de Nova York).
Em algumas escolas públicas da cidade existe detector de metal. Mas o objetivo é mais combater crimes comuns do que tentar impedir que algum aluno cometa um massacre. No ano passado, devido ao bullying, também foi registrado um aumento no número de suicídios de estudantes homossexuais.
Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista
O jornalista Gustavo Chacra, mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia, é correspondente de “O Estado de S. Paulo” em Nova York. Já fez reportagens do Líbano, Israel, Síria, Cisjordânia, Faixa de Gaza, Jordânia, Egito, Turquia, Omã, Emirados Árabes, Yemen e Chipre quando era correspondente do jornal no Oriente Médio. Participou da cobertura da Guerra de Gaza, Crise em Honduras, Crise Econômica nos EUA e na Argentina, Guerra no Líbano, Terremoto no Haiti e crescimento da Al Qaeda no Yemen. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires. Este blog foi vencedor do Prêmio Estado de Jornalismo em 2009, empatado com o blogueiro Ariel Palacios
Comentários (59) | comente
59 Comentários Comente também
08/04/2011 - 10:12
Enviado por: eduardo issa
o q mais me incomoda, e ver, apos esses massacres , pessoal especialista em cerebros humanos, sei la, psicologos, psiquiatras, e afins, tentando achar uma razao pra essas carnificinas
isso e pura maldade, bestialidade, nao existe explicaçao
por q o mardito nao se mata antes de levar os outros
pode ser ignorancia minha, mas acho tudo isso balela
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08/04/2011 - 10:57
Enviado por: Gustavo Chacra
Eduardo, sempre ajuda identificar a causa para tentar evitar novos massacres
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08/04/2011 - 11:49
Enviado por: Mateus Caruccio
“Pura maldade” é algo que não existe naturalmente. Ela é forjada, normalmente, com uma infância de abusos e negligência. Sugiro que assista a primeira parte do filme “Zeitgeist: Moving Forward” (gratuito na internet) para argumentos mais bem embasados.
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08/04/2011 - 13:12
Enviado por: Ageu
Assino embaixo. Concordo plenamente
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08/04/2011 - 13:47
Enviado por: MarioS
Nem tanto ao mar nem tanto a terra. Ajuda a identificar a causa, mas não contribui em NADA para evitar novas ocorrências.
Por exemplo: descobre-se que o assassino fez o que fez porque foi podado do time de futebol da escola. E daí? Começa-se a aceitar todo mundo no time?
Estou mais com o eduardo, perde-se tempo e dinheiro para nada, ou quase nada, apenas para que se publique um paper a respeito.
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08/04/2011 - 15:10
Enviado por: Eduardo
O que deveríamos fazer então? Conviver com essas ocorrências de pura maldade?
A escuridão nada mais é que a ausência de luz.
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08/04/2011 - 10:30
Enviado por: Rodolfo
Ataques como esse chocam, mesmo em uma sociedade violenta como a nossa. Já estamos resignados em enfretar arrastões, assaltos em sinal de trânsito e até tiroteios entre policiais e traficantes em vias públicas, mas não um ataque direcionado a crianças. Principalmente dentro da escola, onde, mesmo em um país sem uma cultura educacional, a escola sempre foi um lugar respeitado. Mesmo por traficantes.
O grande problema desses ataques é, além das vítimas, claro, a paranóina que se impregna socialmente após o atentado. Devaneios passam a ganhar força, planos mirabolantes começam a ser traçados. Todos passam a buscar uma explicação ao que aconteceu e algo a ser culpado. Não há. Propuseram gastar fortunas comprando aparelhos detectores de metal, semelhantes aos dos aeroportos. Para que estes sejam eficazes, seriam necessários dois ou três guardas armados para guardá-los e retaliar contra uma pessoa flagrada armada. Em pouco tempo teríamos escolas com cara de prisão, criando um ambiente repressor ao invés de seguro, talvez até estímulando um possível ataque apenas pelo desafio e publicidade. Torraríamos verbas públicas que poderiam ser direvcionadas a compra de materiais realmente necessários à educação e ainda teriámos escolas vulneráveis em caso do número de agressores ser maior do que um.
Campanhas pelo desarmamento já foram deflagradas. Nem parece que discutimos isso e tivemos um plesbicito há pouco mais de 5 anos, onde a população se posicionou contrário ao desarmamento. Eu sempre questiono: bandido compra arma em loja?
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08/04/2011 - 10:56
Enviado por: Gustavo Chacra
Rodolfo, bem lembrado, tivemos o plebiscito e seria triste mesmo as escolas virarem prisões
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08/04/2011 - 12:24
Enviado por: Henrique
Caro Rodolfo,
Entendo seu ponto de vista com os gastos publicos em manter segurança e detectores, mas como nos EUA em algumas localidades estrategicas sim o governo do Rio e de São Paulo devia instalar detectores e segurança, mas não para evitar um ataque desse e sim o crime comum, fazendo a instituição educacional um lugar mais seguro.
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08/04/2011 - 23:48
Enviado por: Priscila Pacheco
A venda de armas pode até ser proibida, mas o tráfico delas continuaria. Este é o problema que fará com que os criminosos continuem tendo não apenas um simples revólver, mas um armamento bastante potente.
Observei que os crimes relatados foram cometidos por homens. Será que a psiquiatria tem uma explicação para isso?
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08/04/2011 - 10:31
Enviado por: José Antonio
Muito se fala sobre o comércio de armas nos USA, qualquer pessoa tem o direito de comprar uma arma. No Brasil isto é muito dificil legalmente, mas muito fácil no mercado negro. Os USA tem quase o dobro da população brasileira, ocorrem em média 11.000 homicidios por ano, no Brasil 50.000 por ano. Na Suiça todos os habitantes tem armas de fogo, trazidas do exército, baixo percentual de homicidios. Parece que não é a disponibilidade de armas que faz a violência e sim a injustiça social, e o descaso do governo.
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08/04/2011 - 10:55
Enviado por: Gustavo Chacra
José Antonio, bom ponto na questão das armas. Mas tenho duas perguntas. 1) Os EUA seriam menos violentos hoje se houvesse menos armas de fogo? Você comparou EUA e Brasil, mas o correto seria comparar EUA com armas de fogo e EUA sem armas de fogo. 2) Você cita a desigualdade social. Mas a Índia e o Egito possuem enorme desigualdade social sem a mesma violência urbana que o Brasil. Como explicar isso?
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08/04/2011 - 11:56
Enviado por: José Antonio
Acho que esse numero sem armas de fogo nem existe, eles sempre tiveram. Sei que na época do velho oeste onde todo mundo andava armado o índice de homicidios era muito baixo. O bandido sabe que se todo mundo andar armado ele pode se dar mal. Aqui o cara já sabe que vai dar certo, pelo menos na rua. Somos os patinhos do parque de diversão. Como falaram aí em cima, os bandidos não compram armas em lojas, mas nos tirar o direito de te-las aí vai ser o fim do mundo.
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08/04/2011 - 12:29
Enviado por: Henrique
O que falta no Brasil é uma reforma judiciaria e penal. Aqui o criminoso é tratado como rei, só na Italia o prisioneiro tem tratamento melhor. Com bom comportamento 1/3 da pena, não importa o que o sujeito fez e qual o tempo de carcere que ele pegou sempre tem um jeito de sair antes. Na cadeia todo mundo é santo. Nem vou falar das saidas para as festividades no final do ano…….o Brasil é uma festa.
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08/04/2011 - 10:44
Enviado por: Jair Almansur
“Em 1764, guerreiros indígenas invadiram uma escola maternal de colonos brancos e mataram dez crianças e dois professores na Pennsylvania. Ao longo dos mais de dois séculos seguintes, episódios similares se repetiram do Pacífico ao Atlântico”.
Penso que estes fatos mencionados por você demonstra que muitas vezes o terrorismo é uma triste e inútil tentativa de resistência ao colonialismo. O terrorismo é compreensível do ponto de vista da patologia psíquica de um povo ferozmente agredido, mas além de desumano é inútil do ponto de vista militar.
Os palestinos são os ‘peles vermelhas’ do OM. Vencer é abandonar o terrorismo e passar para formas superiores de luta. Termos como ‘vingança’ e ‘destruição’ cevem ser substituidos por palavras de ordem positiva ‘construção da pátria’, ‘libertação do povo’, ‘libertação da palestina’
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08/04/2011 - 10:52
Enviado por: Gustavo Chacra
Jair, por favor, postei o texto há alguns minutos, falando do Rio e dos EUA, e já vem a comparação com os palestinos? Não há condições de todos os assuntos serem ligados a Israel. Fica cansativo e desvia do debate. Publiquei o comentário porque está relacionado ao tema
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08/04/2011 - 17:10
Enviado por: Jair Almansur
Caro Gustavo. Minhas sinceras desculpas, sempre procurei me ater ao tema. Todavia como o seu blog está ligado ao OM. Não consegui deixar de linkar a sina dos pele vermelhas com a dos palestinos. Não ficarei ofendido se voce retirar.
Um abraço.
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08/04/2011 - 20:52
Enviado por: Ezequiel-SP
Jair.
Verbo novo ???
Linkar
Você é daqueles que gostam do “briefinzinho”
Abraços
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08/04/2011 - 10:54
Enviado por: Glúon
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Novas advertências
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Comentários islamofóbicos
Comentários anti-semitas
Comentários anti-árabes
Ataques entre leitores ou contra o blogueiro
Palestras
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09/04/2011 - 08:28
Enviado por: Lilly
Mas os comentarios anti-americanos por mais virulentos e idioticos que sejam passam facilmente.
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08/04/2011 - 11:06
Enviado por: MARCIO REIS
Caro Chacra mas no caso do Rio, não tinha jeito, o cara nunca teve antecedentes criminais, sempre foi um bom aluno, nunca apresentou problemas de mal comportamento, ainda se declarou como ex aluno e palestrante, nem o Mossad, nem o FBI, nem a Scotland Yard conseguiriam prever essa tragédia.
Estou bastante triste com isso, aqui no Brasil toda midia, até a de esporte só fala nisso é muito comovente.
Abraço
Marcio
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08/04/2011 - 11:12
Enviado por: Gustavo Chacra
Marcio, verdade. Tem casos difíceis de impedir
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08/04/2011 - 13:51
Enviado por: MarioS
MARCIO REIS!
CONCORDO COM VOCE! Soem as trombetas!!!!!!!!!!!!!!!! Se tomarem as providencias sugeridas por tantos, o que impedirá outro maluco de fuzilar alunos e pais na entrada/saida do colégio?????
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08/04/2011 - 11:19
Enviado por: trju
Masacres e/ou crimes parecidos com esse existem no Brasil como em todos os Países no mundo talveiz variando a frequência e o motivo. Podemos nos lembrar do cara que disparou balas no cinema , maniaco que saiu matando um monte até ser morto numa cidade do interior do Rio grande do Norte, maniaco da bicicleta etc.. agora depois das tragédias como essa começam a fazer umas associações que a meu ver distorcem a realidade , como por exemplo facilidade de aquisição de armas de fogo = facilidade de acontecer massacres no Brasil,Sou capaz de apostar que esse louco não conseguiu as armas legalmente… Não existe essa facilidade, essa campanha de desarmamento que querem armar com base nesse motivo que estão alegando é balela
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08/04/2011 - 11:25
Enviado por: Alexandre
Gustavo, há alguns pontos importantes para se explicar o problema:
1) Os EUA são uma sociedade altamente heterogênea e competitiva. Obviamente, em sociedades assim, sempre existirão um grande número de marginalizados e, consequentemente, manifestações de preconceito e bullying são muito mais frequentes, dando ensejo a atos extremos como esses. Dividir as pessoas entre losers e winners, termos como “white trash”, dentre outros, demonstra bem as características da sociedade americana. A Suíça vem se tornando heterogênea e não por acaso a violência e segregação estão aumentando… entretanto, é um Estado de Bem-Estar Social e não uma selva que cobra o sucesso e a competitividade 24 horas por dia. O Brasil também é heterogêneo e a cobrança por sucesso individual só aumenta com o crescimento econômico, “losers” como o atirador de Realengo se sentem mais excluídos ainda.
2) A desigualdade social, de fato, incentiva a violência urbana. Os países latino-americanos são muito mais desiguais até que os africanos e, coincidentemente, são de maior índice de violência urbana no mundo. A presença de uma numerosa classe média (que praticamente não existe na África) sem um grande aparato de segurança de que usufruem os ricos mais um número imenso de excluídos é uma combinação bombástica nas cidades latino-americanas.
3) Países como Egito e Índia são muito desiguais, contudo, os preceitos religiosos estão muito mais presentes no dia-a-dia das pessoas do que no Brasil ou nos EUA. A Índia é hindu, mas veja o caso dos países islãmicos, são bem desiguais mas com índices muito baixos de violência.
Abraços!
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08/04/2011 - 11:28
Enviado por: Alexandre
Complementando meu post anterior: escolas e universidades são locais de fácil acesso por sua própria natureza, de grande concentração de pessoas, de difícil fuga (não é como um rua, um lugar aberto), os atiradores normalmente possuem traumas ligados a esses lugares e elas tem e nem deveriam ter aparato de segurança de base militar.
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08/04/2011 - 11:54
Enviado por: Fabio de Israel
Esse fato abre um precedente muito perigoso.Ha pouco tempo liamos nos jornais
do Brasil que EX Maridos, e EX namorados,matavam suas EX namoradas e EX
esposas,nao sei se continua,mas a imprensa dava muita enfase a isto,o que na
minha opiniao pioram as coisas.Ainda penso que todos (maioria) vem de dentro de
casa.Pai que bebe,Mae que nao da bola ou nunca tem tempo,familias que nao
sentam junto para almocar ou para conversar.Com certeza sao fatos que pioram
ainda mais o equilibrio de um jovem.Se falarmos entao de dinheiro e desemprego
a coisa piora ainda mais.Pela carta que ele deixou se ve que ele sabia escrever
e muito bem,mas o problema e a DOENCA MENTAL que nao foi percebida.
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08/04/2011 - 14:36
Enviado por: eduardo issa
essa , na minha opiniao e a mais pura verdade,
acertou em cheio
quem hj perde tempo pra ir almoçar com os pais???
essa juventude nao vale nada
valorizam mais a namorada do q a mae
fazer filho e facil, dificil e criar
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08/04/2011 - 16:59
Enviado por: José Paulo
Fabio de Israel, aqui no Brasil um dos piores males contra a infância é a desagregação familiar causada pela bebida alcoólica. Em conselhos tutelares, pude acompanhar casos de violência contra crianças e consequente dano psicológico nelas: TODOS os casos tiveram como causa o uso de álcool.
E também falta diálogo e interação entre velhos e jovens. Falta convivência social que aí em Israel é tão típica do kibutz, que eu gostaria mais de conhecer do que muitos pontos turísticos de seu país.
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08/04/2011 - 20:59
Enviado por: Ezequiel-SP
Fábio.
Aqui em terra brasilis o que impera na sociedade é o tudo pode, tudo é bem vindo, tudo é aceito e quanto mais formos emburrecendo o próximo, maiores os dividendos futuros.
O brasil necessita de um “choque” de vergonha na cara, onde o exemplo de moralidade tem de partir de cima prá baixo e vice-versa.
Aqui se construirmos 600 presídios, em tempo recorde estarão cheios. Só não estão porque a polícia faz vista grossa para pequenos delitos. Enfim, pioramos nos últimos anos.
Esse é o legado do populismo. A tendência é piorar.
Abraços
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09/04/2011 - 06:00
Enviado por: Fabio de Israel
Jose Paulo,Eduardo Issa e Ezequiel SP,
Na minha familia desde pequeno tinhamos uma lei,pelo menos uma refeicao do
dia todos tinham que estar juntos,todos os dias,menos em caso de viagens ou
obrigacoes,e claro.Fora isto toda sexta feira (Shabat) eram reunidos toda a familia
com filhos e netos,etc….Hoje a coisa mudou muito porque cada um vive em um lugar do Mundo,mas pelo menos uma vez por semana todos se falam entre si.
Mas o que e importante e o convivio,mesmo que ha divergencias tem que ser ditas
para saber o que esta passando.Isto chama-se EQUILIBRIO.
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08/04/2011 - 12:17
Enviado por: Paulo Mello
Gustavo, apesar das semelhanças com Columbine e Virginia Tech, a tragédia de Realengo guarda características próprias: Nos casos americanos existia a intenção de vingança contra os atletas, cheerleaders e winners em geral. Os executores tinham alvos por vingança, conheciam estes alvos e conviviam com eles (não que isto justifique os atos). Pelo que posso entender em Realengo o agressor já havia deixado a escola há quase 10 anos, então por que esta escolha? Por que nenhum professor foi ferido? Por que não entrar em um shopping ou lanchonete e fazer o mesmo. Não sou expert no assunto, mas acho que este caso dificilmente seria evitado, mesmo com proibição de venda de armas, com testes periódicos nos “alunos estranhos”…. Me faz lembrar de um epidódio do “Everybody hates Chris” onde o amigo nerd dele ia à nova escola com uma capa preta e olhar sombrio, para se proteger dos valentões… Não dá para pregar uma corrida armamentista nos moldes da guerra fria, só que em caráter individual… mas se os psicopatas temerem suas futuras vítimas…. pode ser uma idéia.
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08/04/2011 - 12:33
Enviado por: Henrique
E ai Gustavo com a fusão ESPN-Estadao já liberaram o sinal da ESPNBrasil pra vc ai em New York ???
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08/04/2011 - 13:21
Enviado por: Gustavo Chacra
Henrique, ainda não. Mas tem a espanhol
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08/04/2011 - 13:06
Enviado por: Silvia
Discordo respeitosamente daqueles que acham que sujeitos que matam crianças são frutos da sociedade competitiva ou vítimas de bullying. Eles são psicopatas – se não tivessem sofrido preconceito ou se estivessem numa sociedade mais igualitária, matariam assim mesmo porque essa é a natureza do psicopata.
Aliás, gostaria de ver uma análise mais profunda sobre por que ele ter mirado primordialmente em meninas. Se ele sofria bullying de garotos, matou as meninas essencialmente por que?
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08/04/2011 - 13:21
Enviado por: Gustavo Chacra
Silvia, não sei bem do caso do brasileiro. Apenas relatei os episódios americanos
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08/04/2011 - 13:15
Enviado por: Almirante Negro
Sim, antes dos irracionais índios terem atacada a tal escola de colonos, tiveram estes mesmos irracionais índios suas terras invadidas, suas mulheres estupradas, seus filhos degolados e seus velhos jogados ao fogo!!!!!!!
Quanto ao Louco do Rio de Janeiro, este estava cheio de Dogma Religioso
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08/04/2011 - 13:24
Enviado por: Seu Madruga
As religiões são úteis para evitar esse tipo de tragédias, porém a psique humana esta ficando cada vez mais abalada com todo tipo de deformações culturais, políticas, de comportamento, ambientais.
Note que Christian de Duve é um nonagenário bioquímico inglês que resultou foi premiado com o Nobel de medicina em 1974. Acabo de ler uma breve entrevista no New Scientist na qual este sábio, ligeiramente pessimista sobre o futuro da espécie humana, diz que a seleção natural terminará por nos destruir.
Somos uma espécie bem sucedida, a que mais altas cotas atingiu em nosso planeta, mas ao custo de acabar com seus recursos naturais e morais. Isto está nos levando a uma destruição sem precedentes de tudo o que existe. Se perseguirmos nesta direção, afirma de Duve, a humanidade terá que enfrentar provas terríveis, quando não à extinção.
Quando lhe perguntam como é possível que a seleção natural aja contra nós, ele responde:
Porque não conta com capacidade de previsão. A seleção natural tem traços codificados em nossos genes, como o egoísmo grupal, que resultaram de utilidade a nossos ancestrais sob as condições em que eles viveram, mas que se converteram em algo prejudicial para nós na atualidade.
Para que a seleção natural pudesse nos ajudar a preservar nosso ambiente, deveríamos ter desenvolvido traços que nos permitissem sacrificar o presente pelo bem do futuro. É necessário sabedoria para sacrificar algo que supõe uma vantagem imediata, em troca de algo que será importante no futuro, e a seleção natural não faz isso. Só “vê” o que acontece na atualidade. Não se preocupa com seus netos, ou com os netos de seus netos.
A seleção natural será o nosso fim? O que você acha?
Em tempo:
Asteroide com 400 m de diâmetro passa pela Terra em novembro
Um asteróide com 400 metros de diâmetro vai passar perto da Terra no início de novembro, provavelmente no dia 8, segundo previsões iniciais.
“A aproximação com a Terra do asteróide 2005 YU55 é incomum pela curta distância e pelo seu tamanho. Em média, ningúem esperaria que um objeto deste porte passasse tão perto em 30 anos”, comenta Don Yeomans, da Nasa.
HASTA LA VISTA BABIES
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08/04/2011 - 13:30
Enviado por: Fabio Nog
Eu concordo com a teoria do Alexandre sobre o excesso de competitividade na sociedade americana. Esse é um traço forte e característico dos americanos, que explica muito do sucesso econômico deles mas também explica muitos dos problemas sociais e psicológicos que eles vivenciam. A segmentação dos americanos entre loosers e winners é tão corriqueira que até mesmo crianças pequenas escutam isso de colegas quando perdem uma competição ou tiram F em alguma prova. A meu ver esse é um dos aspectos mais negativos da cultura americana. Se uma criança diferente, quieta, introvertida, tímida ou com dificuldades de se comunicar ficar exposta a esse tipo de comentário com frequencia, é grande a chance dela se tornar um adulto desajustado. Em caso extremo, adulto psicopata.
No Brasil, a sociedade tem muitos defeitos mas não existe essa visão de que os indivíduos se dividem entre vencedores e perdedores. Na verdade, os nossos problemas são de outra natureza. Todo mundo aqui quer ser um vencedor passando por cima de princípios, e não sendo melhor que o colega. É o sujeito que quer arrumar um cargo público pra não trabalhar. É o outro que ultrapassa pelo acostamento. É o outro que paga propina pra ganhar uma concorrência, etc. Em contrapartida, existe a visão de que a nossa sociedade, como um todo, é perdedora na competição contra outros povos e é perdedora na luta contra os maus políticos, os maus empresários, os maus cidadãos, os maus exemplos.
Esse rapaz do Rio era tímido, fechado, introvertido, com dificuldades de comunicação e foi descrito por alguns colegas como estranho, e por outros como o “bobo da sala”. Talvez não sejam necessários muitos psicólogos para se concluir como foi que ele se tornou um assassino
Por fim, eu absolutamente não concordo com a teoria de que pobreza conduz à violência. O que conduz à violência é a ausência do estado, seja na forma de polícia ativa, seja na forma de aplicação da lei pelo judiciário. E também ajuda na violência a própria conivência da sociedade com ela. Se ninguém, absolutamente ninguém, reclama de sujeitos que dirigem em alta velocidade pelo acostamento de uma estrada (e basta um começar pra todo mundo fazer a mesma coisa), é claro que não se pode reclamar depois do atropelamento de pessoas e ciclistas
A violência urbana era baixa no Brasil nos anos 70 e aumentou substancialmente nos anos 80. A explicação na época é que o Brasil saiu de uma situação de amplo progresso e pleno emprego para desemprego em massa e falta de perspectiva. Assim, começou-se a aceitar todos os tipos de violação da lei. Quem roubava era “necessitado”. Trombadinha tinha de ser recolhido em “instituições de reeducação” e, mesmo assim, apenas de noite. As pessoas deixaram de respeitar a sinalização de tráfego à noite porque tinha assalto no farol. E assim por diante
Hoje o país melhorou muito a sua economia, cresce a 8% ao ano, estamos em pleno emprego e continuamos a ter violência, roubo de carro, assalto, todo tipo de agressão no trânsito, etc. Porque? … porque a justiça não pune ninguém. Não é a riqueza que impede violência. É polícia que prende e judiciário que pune, e não um que solta todo mundo em menos de 24 horas (se for juiz, é solto na hora).
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08/04/2011 - 15:07
Enviado por: Alexandre
Fábio, não disse que a pobreza gera violência, mas sim a desigualdade social. Em um lugar onde todos tem mais ou menos a mesma renda, seja pouca ou muita, os indivíduos se comparam muito menos, há menos competição e necessidade de ascensão social a qualquer custo. Por que vc acha que no Brasil existe essa sede por ser vencedor mesmo passando por cima de todos os princípios? Aqui a desigualdade sempre foi enorme, não estar no topo implica em estar na massa, ou seja, em uma posição social de desvalorização. A cobrança aqui não é por ser classe média mas por ser rico, e para alcançar isso muitas vezes deve-se usar de meios não muito corretos, certo?
Quanto ao crescimento econômico, repare como nos grandes centros, como São Paulo e Rio, o índice de homicídios despencou nos últimos anos… estamos em um estado de pleno emprego similar ao dos anos 70.
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08/04/2011 - 16:17
Enviado por: Fabio Nog
Alexandre
Quem comentou sobra relação entre pobreza e violência foi o Gustavo, numa resposta ao José Antônio, se não me engano. O meu comentário referiu-se parte ao seu, na questão do excesso de competitividade, e parte ao do José Antonio / Gustavo
De toda sorte, eu concordo com sua opinião de que a desigualdade é um motivador da violência. Ainda assim, eu mantenho meu ponto de vista de que a ausência de penalizações é um fator de importância maior. Há paises mais pobres e/ou mais desiguais que o nosso e nem todos experimentam o nivel de violência que temos aqui. A meu ver, isso se deve ao fato de se prender e manter os meliantes na cadeia. Essa medida, além de tirar o bandido da rua, desestimula o surgimento de outros. Aqui acontece o contrário. O bandidão vai pra rua, todo mundo vê que ele só foi tomar um café na delegacia enquanto aguardava o advogado, e isso acaba trazendo mais gente para o mundo do crime
O povo brasileiro não tem nada de cordial, como gosta de dizer o humorista José Simão. Eu concordo plenamente. O brasileiro é um povo selvagem, que expressa sua selvageria através de qualquer instrumento de poder que lhe seja dado: cargo público, carro, cargo empresarial, presença em mídia, força física, etc. É assim que o político dá carteirada, que o motorista passa por cima dos outros, que o motoqueira acha que calçada é playground, que lutador de karatê vai pra balada pra arrumar encrenca, que artistas querem passar na frente dos outros no restaurante, etc. E o pobre, que não tem esses poderes aí, bate na mulher ou no filho.
Nós somos selvagens. Precisamos nos conscientizar disso para podermos evoluir
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08/04/2011 - 18:28
Enviado por: otavio
Fabio Nog,
Perfeito teu texto. Concordo com tudo que falastes.
As-Salāmu `Alaykum
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08/04/2011 - 13:39
Enviado por: eduardo issa
“Pura maldade” é algo que não existe naturalmente
sr mateus, a maldade existe sim naturalmente, como a bondade, ou nao?
eu nao preciso ver Zeitgeist: Moving Forward, para mudar meus argumentos
eu vivo no ano de 2011
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08/04/2011 - 13:58
Enviado por: Carolina
Uma correção: na verdade o que tivemos foi um referendo, não um plebiscito. São coisas diferentes.
Não sei se concordo com a Silvia quando diz que ele teria cometido o crime tivesse sido vítima de bullying ou não. É claro que a maior parte das pessoas que já foi vítima de bullying em algum momento da vida supera o trauma e segue adiante. Já fui chamada de macaca no colégio e nem por isso saí atirando nas pessoas. A maior parte das pessoas que passou por constrangimentos ou humilhações na escola simplesmente supera. Isso, contudo, não quer dizer que o bullying, tendo sido identificado como denominador comum a alguns casos de massacres em escolas, não deva ser olhado com mais atenção. Acho ótimo que haja cada vez mais discussão sobre o assunto. A escola tem de ser um ambiente que represente aconchego e segurança, sobretudo psicológica e afetiva.
Chacra, uma curiosidade: você viu que o rapaz se definia como muçulmano?
Muito triste essa história. Só espero que meu “ilustre” governador não queira, para variar, faturar em cima de mais essa tragédia.
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08/04/2011 - 14:23
Enviado por: Fabio Nog
Não sei se o governador irá explorar politicamente esse triste evento mas eu já começo a ver manifestações de políticos na velha linha de tratar as consequência ao invés de remover as causas: para evitar novas tragédias, alguns governadores estão falando em aumentar substancialmente o controle de acesso às escolas, o que exigirá a contratação de mais seguranças, a colocação de portas especiais na entrada dos colégios, muita burocracia, etc. Imagine o tormento que será para um pai retirar um aluno do meio da aula se a criança não estiver se sentindo bem.
Isso me lembra dos Correios e da Caixa Econômica Federal. Quando se começou a reclamar das filas de horas em ambas as estatais, em meados dos anos 90, a solução foi colocar bancos e cadeiras nas agências para as pessoas esperarem de forma mais confortável. Enquanto essa mentalidade vigorar, nenhum problema relevante será efetivamente atacado neste país
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08/04/2011 - 15:43
Enviado por: Carolina
Tomara que não, mas do Cabral eu espero quase tudo. Se ele tentar sair de grande herói da reconstrução moral dessas famílias eu não vou ficar nem um pouco surpresa.
Quanto ao que você disse, concordo em gênero, número e grau.
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08/04/2011 - 15:12
Enviado por: Lilly
Wikipedia: …embora o Brasil tenha 100 milhoes de cidadoes menos do que os Estados Unidos e leis mais restritas, as taxas de homicidio com armas de fogo s@o 25% maiores do que nos EUA, algumas fontes indicam que s@o quatro vezes maiores. ….
………………………………………………………………………………………………………..
Fonte: Portal.cnm.org.br TITULO: HOMICIDIOS POR ARMA DE FOGO NO BRAZIL (Relatorio tem 28 paginas)
Comparac@o do numero e da taxa de homicidios no Brasil e nos Estados Unidos em 2007 e 2008:
2007 2008
Obitos Populac@o Taxa Obitos Populac@o Taxa*
Brasil 47.707 181.076.937 26,3 48.610 189,612.814 25,6
Estados Unidos 14.831 301.621.157 4,9 14.180 304.059.724 4,7
* Taxa a cada 100,000 habitantes (calculos realizados pela CNM)
Fontes: SIM/SVS/MS (Obitos Brasil); IBGE (populac@o Brasil); FBI – Federal Bureau of Investigation (Obitos EUA); U.S. Census Bureau (Populac@o EUA).
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08/04/2011 - 15:21
Enviado por: Lilly
Ficou obvio que o formato tabela n@o deu certo. Os numeros deveriam estar uns em linha com os outros. O portal e interessante e espero que eu tenha adicionado as informacoes corretas.
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08/04/2011 - 15:21
Enviado por: GabrielL
O problema disso é que, tal como alguns lugares do mundo, criaremos uma sociedade de pessoas estressadas e neuróticas pelo medo, passando até em detectores de metal para ir para escola ou padaria. Como carioca, fico muito entristecido com os fatos ocorridos e com a falta de aparato do Estado no que tange ao porte de armas, segurança pública e ao próprio atendimento de saúde.
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08/04/2011 - 15:28
Enviado por: Rone
Vai perder a chance de falar da Libia li agora no site da globo , Unicef relatou que rebeldes mercenarios estão atirando em crianças e desse jeito que as super potencias querem a Libia promovendo indiretamente o que aconteceu na escola do Rio!
Lamentavel terrorismo de estado praticado por super potencias”EUA. Inglaterra, França saqueadoras”, e mandam seus sentimentos para as cianças que aqui foram mortas por um retardado mental e promovem o mesmo na Libia agem igual a ele indiretamente!
Será que o Kadafi é tão pior que Obama. Cameron e Sarkozi ou não chega aos pés desses enganadores, por que o primeiro a gente sabe ó que é!
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09/04/2011 - 01:09
Enviado por: Marcio
Gustavo;
“Quatro anos depois, qualquer pessoa tem acesso durante o dia às instalações universitárias, menos à biblioteca, sem precisar sequer mostrar documentos ou passar por qualquer forma de inspeção. O mesmo se aplica à NYU (Universidade de Nova York).”
Mas e’ claro que nao! Sao universidades! Onde ja’ se viu pedir documentos para entra rem uma universidade por causa de alguns doidos.
Estatisticamente sao despresivieis.
Seria o equivalente de pedir identidade para entrar em shoppings pois algum shopping foi assaltado!
Nao faz o menor sentido!
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09/04/2011 - 09:38
Enviado por: Gustavo Chacra
Marcio, quando fiz um curso de verão na Universidade Hebraica de Jerusalém, precisava passar por detector de metais e apresentar documentos. Um ano antes, haviam cometido um atentado terrorista em uma lanchonete da universidade. E lembro que não defendi a exigência de documentos na Columbia. A universidade que falou que tomaria estas medidas. Mas, no fim, não fez nada. Eu apenas relatei
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09/04/2011 - 10:15
Enviado por: Fabio de Israel
Gustavo,aqui em Israel voce nao entra em nenhum lugar publico sem ser revistado
e as bolsas das mulheres tambem,mas ha excecoes e claro,as vezes escapa
e ja aconteceu,pois quem esta com a vontade de fazer algo dependendo o lugar
e as circunstancias nao ha como impedir,nao mesmo.Tudo por causa de quem?
aqui no caso nao ha lunaticos,mas os Arabes mal intencionados ha de montao,
e muito diferente de todos os outros lugares do Mundo.Aqui neste sentido e muito
mais perigoso.Mas ninguem sente nada,pois a vida aqui e mais segura 1.000.000
vezes mais que em Nova York ou SP ou Paris,pode apostar.E posso falar,pois conheco muito bem todos estes lugares.
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09/04/2011 - 14:45
Enviado por: Fey
Primeiro, acho injusto comparar os episódios de indígenas que atacaram as escolas por volta de 1700. Não tenho conhecimento das causas, mas creio eu que sejam circunstâncias totalmente diferentes, em uma outra conjuntura. Muito provavelmente os indígenas acreditavam racionalmente que estavam em uma guerra lá contra invasores com suas crenças já estabelecidas dentro daquele grupo.
Segundo, não creio que pedir identidade e equipar todas as portas de todas as instituições de educação com detector de metais irá resolver o problema. Lembremos que os atiradores foram os próprios alunos e ex-alunos em todos esses casos, que diferença iria fazer mostrar a sua carteira de indentidade na porta sendo que você é um estudante do local? Esses crimes foram premeditados, oque significa que o assassino embora tivesse seus problemas mentais soube planejar com cuidado os seus atos. Um detector ou um guarda seria apenas um obstáculo insignificante a mais no seu plano que seria executado de um jeito ou doutro, pois está todos os dias a pensar em como cometer a chacina. No último caso ele/ela simplesmente esperaria os alunos saírem das escolas para matar. Ou seja, se não acontece dentro de uma escola mas fora dela apenas com um único aluno, o problema não seria mais tão grave?
Terceiro, solução muito mais precisa e duradoura seria atacar o problema pela raiz detectando aqueles que possuem desequilibrio mental, esquizofrenia, etc. para serem monitorados com mais cuidado tanto pelos familiares como pelos médicos e autoridades policiais e seus amigos. Infelizmente a psicologia e psiquiatria no Brasil tem sido uma piada devido a um número considerável de pseudo-médicos receitando qualquer remédio que venha a cabeça sem escutar direito os anseios de seus pacientes, a sociedade considerando tal doença como “frescura” a o invés de levar a sério, e a polícia, bom a polícia como sempre funcionando de maneira eficiente quando o crime sai nos jornais, mas sem a menor vontade quando o caso é “pequeno”.
E por último, não quero soar um chato conservador, mas é fato que casos semelhantes a este episódio tem ocorrido cada vez com mais frequencia a o redor do mundo. Não há como negar. Suspeito que parte dessa onda venha da “maravilha” do mundo conectado a redes sociais e “amigos” virtuais que ensinam como atirar ou instigam a raiva e promovem o bullying cibernético a o invés da presença real de pessoas que dão suporte de verdade a o indivíduo carregando seus problemas. Se isso vem acompanhado de uma desestruturação familiar e isolamento, pode não ser a causa única, mas é inegável também que cria aí um grande potencial para problemas psicológicos. A carta que o atirador de Realengo deixou, mostra a sua parte “humana” a o escrever sobre a sua preocupação por animais indefesos. Como alguém que matou 11 crianças pode ter a o mesmo tempo esse lado generoso? Está na hora de largarmos o maniqueísmo de etiquetar monstros e mocinhos.
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09/04/2011 - 15:53
Enviado por: Marcio
E tambem acho que a manchete foi sensasionalista e exagerada.
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09/04/2011 - 23:03
Enviado por: Marcio
Gustavo,
analise meu ponto de vista.
Se ,depois de um homem bomba se explodir em israel, voce colocasse uma manchete:
“de novayork a palestina 30 anos d ehomens bombas”.
Voce nao acha que seria sensacionalista e exagerda?
Isso da’ espaco para os extremistas como esse Clauduio Alves (08/04/2011 – 13:12
Enviado por: Cláudio Alves) ofender o povo americano.
—
Alias, ele colocou o povo brasileiro como superio ao americano:
1)”Como o povo brasileiro tem muito mais moral e decência que o dos Estados Unidos”
2)”ao fato desse país ser habitado por um povo desavergonhado e irresponsável, que é burro demais ”
Claramente ofende o povo e nao a politica e/ou governo o que vai de frente contra as normas do blog.
Pensei que pessoas assim estavam aos poucos sendo eliminadas deste blog.
Devo lembrar que mues filhos, cidadaos americanos, varios dos meus melhores amigos, tambem americanos nao sao nada disso que esse sujeito falou. Desta forma sinto-me extremamente ofenido por suas palavras.
Obrigado.
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10/04/2011 - 10:16
Enviado por: Gustavo Chacra
Marcio, 1) não acho, mas não sou 30 anos. Os primeiros homens-bomba palestinos são do início dos anos 1990. 2) Realmente, este comentário do Claudio é inaceitável e vou apagar. Obrigado por avisar
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10/04/2011 - 15:55
Enviado por: Lilly
Acho interessante que o Gustavo so bloqueiou o comentario do Claudio Alves depois de voce se manifestou. Eu jah havia perguntado ha ele (Guga) por que
meu comentario foi barrado (eu so chamei o C.A. de “Yosemite Sam” porque, como o personagem do “cartoon”, ele sai atirando para todos os lados). O comentario foi um ingles, mas era so uma linha, uma piada. Eu leio paragrafos inteiros de comentarios em ingles nesse blog que n@o s@o vedados. O Fabio Nog descreveu o povo brasileiro como “selvagem” (n@o estou criticando o comentario), eu, no entanto, so mencionei para ele (Claudio) que o povo brasileiro t@o bravo, etc., etc. so existe na cabeca dele, porque, COMO BRASILEIRA, conheco o meu povo muito bem. Meu comentario n@o foi aprovado. Eu ja havia feito uma resposta a um comentario do Claudio, que o Gustavo editou, embora n@o houvesse uma palavra que insultasse o C.A. pessoamente (ha menos que perguntar se a pessoa vive na Finlandia agora eh insulto) e considerando que ele mesmo fez uma pergunta semelhante ao Fabio Nog dois posts atras e o comentario dele passou. (Ele perguntou ao Fabio em que Estados Unidos ele morou. Talvez,se alguns dos meus comentarios daqui por diante -se eu n@o desistir- passarem, devo perguntar em que Brasil a pessoa vive). Tambem fiz um comentario sobre o Bashar Assad em que o Gluon pergunta sobre a sua especialidade em ofttalmologia e adicionei :f) Pink Eye que eh conjuntivite em portugues. Era uma piada, como todas que o gluon faz. Eu achei engracado e cabia dentro do assunto. Meu comentario n@o foi publicado. O problema em responder aos comentarios de uma pessoa como o Claudio e que ele claramente so tem uma agenda, demonizar os EUA. Se voce responde a um comentario, ele joga um outro no meio que n@o tem relac@o direta com o assunto, mas se voce n@o responde, voce esta se “desviando”. Quando alguem salpica no meio de uma discuss@o sobre armas que prostituic@o no Brasil e “legal” para ilustrar quanto o Brasil e mais progressista do que o EUA, fica bem claro que n@o ha interesse nenhum em trocar ou discutir ideias, so o ponto vista dele e que conta. Isso e que eu considero INUTIL.
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