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A primeira seleção de textos, realizada pelo grupo de alunos - Cleide Martinez, Jaini da Porciúncula, Marcelo De Andrade Duarte, José Carlos Gonçalves - do projeto de extensão: Perspectivas de Fronteira em audiolivro, para a gravação do primeiro audiolivro foi feita a partir de textos de significativa repercussão na literatura sul-rio-grandense.
CONTRABANDISTA
O conto Contrabandista, de Simões Lopes Neto, que está inserido em sua obra Contos Gauchescos, foi o primeiro a ser gravado pela voz de Eron Vaz Mattos, como Blau Nunes, no dia 18 de outubro do corrente ano, na cidade de Bagé.
Participaram desse momento a coordenadora geral do projeto professora Cátia Goulart e o coordenador musical, Silvério Barcellos. Após esse trabalho foi feita a apresentação da proposta musical e gravação da mesma por Silvério e Ricardo Comasseto no dia 26 de outubro no estúdio Digital, na cidade de Pelotas.
DO AUTOR DO CONTO: João Simões Lopes Neto (1865-1916)
João Simões Lopes Neto foi, segundo estudiosos e críticos de literatura, o maior escritor regionalista do Rio Grande do Sul. Nasceu em Pelotas, em 9 de março de 1865, filho de família abastada da região.
Com treze anos de idade, foi para o Rio de Janeiro, estudar no famoso colégio Abílio. Retornando ao Sul, fixa-se em sua terra natal, Pelotas, então rica e próspera pelas mais de cinqüenta charqueadas que lhe davam a base econômica.
Envolveu-se em uma série de iniciativas de negócios que incluíram uma fábrica de vidros e uma destilaria. Os negócios fracassaram pois a época foi marcada pela devastadora guerra civil no Rio Grande do Sul e a economia local fora duramente abalada. Depois disto, construiu uma fábrica de cigarros. Os produtos, fumos e cigarros, receberam o nome de "Diabo", "Marca Diabo", o que gerou protestos religiosos. Sua audácia empresarial o levou ainda a montar uma firma para torrar e moer café, e desenvolveu uma fórmula à base de tabaco para combater sarna e carrapatos. Fundou ainda uma mineradora, para explorar prata em Santa Catarina.
Casou-se aos 27 anos com Francisca de Paula Meireles Leite, de 19 anos, no dia 5 de maio de 1892. Como escritor, Simões Lopes Neto procurou em sua produção literária valorizar a história do gaúcho e suas tradições. Entre 15 de outubro e 14 de dezembro de 1893, J. Simões Lopes Neto, sob o pseudônimo de "Serafim Bemol", e em parceria com Sátiro Clemente e D. Salustiano, escreveram, em forma de folhetim, "A Mandinga", poema em prosa. Mas a própria existência de seus co-autores é questionada. Provavelmente foi mais uma brincadeira de Simões Lopes Neto.
Em certa fase da vida, empobrecido, sobreviveu como jornalista em Pelotas.
Com ele o regionalismo ultrapassou as aparências nativistas e as limitações localistas, para tornar-se francamente universal, como sempre acontece com os criadores verdadeiramente representativos da sua terra e da sua gente. Dos três livros por ele publicados em vida, dois se encarregariam, postumamente de fazer-lhe a "carreira literária": "Contos Gauchescos" (1912) e "Lendas do Sul" (1913), ambos editados pela Livraria Universal, de Pelotas — RS.
Morreu em 14 de junho de 1916, em Pelotas, aos cinqüenta e um anos.
Sua literatura ultrapassou fronteiras e hoje pertence à literatura universal, tendo sido traduzido para diversas línguas.
Biografia de João Simões Lopes Neto. Disponível em:
NARRAÇÃO NO AUDIOLIVRO: Eron Vaz Mattos
Eron Vaz Mattos nasceu no interior de Bagé, numa localidade chamada Olhos D’água, no dia 15 de dezembro de 1950.
Com uma infância no interior, sempre teve contato com o campo e o cavalo, fazendo com que a admiração por eles viesse à tona em seus versos. Admirado no cenário musical gaúcho e latino americano, Eron acredita que o melhor dos festivais que se realizam no Rio grande do sul está nos bastidores onde se reúnem os autores, músicos e interpretes... “Nesses momentos em que as pessoas consolidam amizades, conhecem novos amigos”.
Obras do autor:
MATTOS, Eron Vaz. Romance de Estrada Longa – Poemas - Edição: Martins Livreiro-1995.
________. Aqui -Ensaio Etnográfico - Impressão: Cecom- URCAMP- 2003.
________. Meu Canto - Poemeto de campo. Impressão: Cecom- URCAMP- 2004.
________. Vida Adentro, tempo afora -Versos de Campo -Impressão: Gráfica Instituto de Menores - Bagé - 2009.
_______. Estampas do Pampa - Fotos – Inédito.
_______. Meu Canto II Poemeto de campo - Inédito.
O livro Meu Canto - poemeto de campo ganha gravação em audiolivro na voz de Xiru Antunes e música de Silvério Barcelos no ano de 2008. Belíssimo trabalho em que os três artistas sureños se encontram.
Biografia composta a partir de informações do site: http://quartoderonda.blogspot.com e Bibliografia de sua obra Vida Adentro, tempo afora.
A DAMA DO SALADEIRO
DO AUTOR DO CONTO: Cyro Martins
Cyro dos Santos Martins nasceu em 5 de agosto de 1908, em Quaraí - RS, filho de Apolinário e Felícia dos Santos Martins. Em 1917 freqüenta o Colégio Municipal e recebe aulas do professor Caravaca, personagem em Rodeio e O professor. Em 1920 deixa a Campanha e vem para o internato do então Ginásio Anchieta, em Porto Alegre, vivência imortalizada em Um menino vai para o colégio.
Escreve seus primeiros artigos e contos aos 15 anos. Em 1928, com 19 anos, ingressa na Faculdade de Medicina de Porto Alegre. Retorna a Quaraí, em 1934, já formado, para fazer a "prática da medicina", como dizia, sobretudo nos bairros e vilas da cidade. Nesse mesmo ano estréia com Campo fora (contos), impregnado do imaginário da campanha e da fronteira. Morre seu pai, Bilo Martins.
Em 1935, casa com Suely de Souza e utiliza, em conferência, pela primeira vez, o termo gaúcho a pé, origem e leitmotiv de sua trilogia (Sem rumo, Porteira fechada, Estrada nova). Em 1937, vai estudar Neurologia no Rio de Janeiro, onde publica Sem rumo pela Ariel, primeiro romance da trilogia do gaúcho a pé. Em 1938, já em Porto Alegre, presta concurso para Psiquiatria do Hospital São Pedro e, no ano seguinte, participa da fundação da Sociedade de Neurologia, Psiquiatria e Medicina Legal no Hospital São Pedro e vê publicado seu romance Enquanto as águas correm, pela Globo. Também abre seu primeiro consultório. Mensagem errante surge em 1942, em plena II Guerra Mundial e, em 1944, Porteira fechada, segundo romance da trilogia do gaúcho a pé.
Em 1949, casa com Zaira Meneghello. Dois anos após, vai fazer sua formação psicanalítica em Buenos Aires. Em 1954 aparece o terceiro romance da trilogia do gaúcho a pé, Estrada nova, que a crítica literária do Rio Grande do Sul elegeu como o melhor e mais sólido romance do autor. Retorna, em 1955, de Buenos Aires, já como membro da Associação Psicanalítica Argentina. Traz a Porto Alegre, entre outros, o analista argentino Arnaldo Rascovsky, de quem se tornara amigo, para debates sobre psicoterapia analítica de grupo. Em 1957, é eleito presidente da Sociedade de Neurologia, Psiquiatria e Neurocirurgia, quando inicia sua atividade como professor no Instituto de Psicanálise. Ainda nesse ano sai Paz nos campos, reunindo contos e novelas que depois ele desdobrará em outras publicações.
De 1958 a 1964 tem vários trabalhos científicos traduzidos para o espanhol e o alemão. Em 1990 realiza seu incomum livro de memórias, em parceria com Abrão Slavutzky, Para início de conversa. E, em 1991, seu último trabalho de ficção, a novela Um sorriso para o destino. Ainda publicaria uma série de ensaios psicanalíticos, em Caminhos. (1993) e, quando seria de esperar que falasse de si mesmo, surpreende discorrendo sobre seus amigos poetas, pintores e ficcionistas, em Páginas soltas (1994).
A vida deu-lhe cancha para reformular, com seu editor, toda a sua obra de ficção e ciência, antes de falecer em 15 de dezembro de 1995, em Porto Alegre.
Zaira Meneghello, sua mulher, e os filhos Maria Helena, Cecília e Cláudio, acompanhados por amigos, médicos e escritores, instituíram em novembro de 1997, o Centro de Estudos de Literatura e Psicanálise Cyro Martins, que vai cuidar da vasta obra que Cyro Martins nos legou e promover estudos a partir dela. É como se estivéssemos cumprido a tarefa que ele, entre amável e irônico, costumava vaticinar para sua filha Maria Helena: "Não se preocupe: se ocupe"
(Este é um trecho da Síntese biobliográfica de Cyro Martins escrita por Carlos Jorge Appel, que encontras-se na íntegra no site do Celp Cyro).
NARRAÇÃO NO AUDIOLIVRO: Martim César
Natural de Jaguarão, RS, Brasil, fronteira com o Uruguai, vencedor do I Concurso Nacional de Poesia “Rua dos Cataventos” da Sociedade Mário Quintana de Poesia, com o poema “Da terra...o mar...” e também do II Concurso da mesma entidade, com o poema “Quando os índios invadiram a Europa”.
Vencedor (como letrista) do III CIRIO (Canto Interunivesrsitário Riograndense) da cidade de Pelotas-RS, com a música “Chacarera Libertária” bem como vencedor do I Festival Nacional da Reforma Agrária, com a música “Procissão dos Retirantes” além de outras premiações paralelas em diversos outros festivais.
Autor dos livros “Poemas Ameríndios” e “Poemas do Baú do Tempo”, e da peça Don Quijote de la Mancha (adaptação da obra de Miguel de Cervantes) e “Dez sonetos delirantes e um Quixote sem cavalo”.
Vencedor do festival Ramada de Encruzilhada do Sul com a canção “Quem traz no olhar uma saudade” e do I Laçador de Canão de Porto Alegre com a canção Paisano, este rio sou eu.
Co – autor dos trabalhos discográficos “Caminhos de si”, Maria Conceição canta Martim César e Paulo Timm e canções de a(r)mar e desa( r)mar.
Disponível no site: www.martimcesar.com.br
ANDARENGO
DO AUTOR DO CONTO: Darcy Azambuja
Darcy Azambuja nasceu em 1903 na cidade de Encruzilhada do Sul, passou a adolescência no Colégio Militar em Porto Alegre. Filho de um estancieiro falido, precisou trabalhar para se sustentar enquanto fazia o curso de Direito em Porto Alegre. Festejado como um talento precoce em 1925, quando a Livraria Globo lançou seu “No Galpão”, uma coletânea de contos sobre a vida campeira gaúcha. Trabalhou na imprensa, aos 30 anos conquistou a cátedra de Direito Constitucional da Faculdade de Direito de Porto Alegre, rascunhou a Constituição gaúcha de 1935 e atuou na política como braço direito do governador Flores da Cunha até 1937, quando Getúlio Vargas deu o golpe do Estado Novo. Ganhou, aos 36 anos de idade, o prêmio da Prefeitura de Porto Alegre para a melhor monografia sobre os 200 anos da cidade – escreveu um romance tendo como personagem central uma mulher. Aos 39 anos, lançou um livro entitulado “Teoria Geral do Estado”, amplamente adotado em escolas de Direito de todo o Brasil. Atou por longos anos como professor na faculdade de Direito e Filosofia de Porto Alegre. Faleceu vítima de enfarto aos 67 anos no dia 14 de março de 1970 na capital gaúcha onde residia.
( Texto retirado do livro “Darcy Azambuja Vida e Obra”. Volume 1, JÁ Editores. Porto Alegre, 2005. Organizado por Geraldo Hasse.)
NARRAÇÃO NO AUDIOLIVRO: Lisandro Amaral
Cantor e poeta de Bagé, mostra em seus trabalhos a fusão entre a tradição gaúcha e a contemporaneidade, o que vem chamando a atenção da critica e do público, começou a compor em 1995, influenciado pelos versos de Jayme Caetano Braun, Eron Vaz Matos, Aureliano de Figueiredo Pinto e o estilo musical simples e enraizado de Noel Guarany, Cenair Maicá, Pedro Ortaça e Luiz Marenco.
Em 2001, Lisandro Amaral reuniu algumas de suas composições e lançou o CD "À moda antiga", com o qual conquistou um grande público jovem e despertou nos mais velhos admiração e respeito, por falar do passado preocupado com o futuro, mesclando emoção e autenticidade, além de demonstrar dessa maneira seu compromisso com os rumos da cultura musical gaúcha. Lançou outros cds, participou de inúmeros festivais, alcançando expressivas premiações. Além disso, suas composições já foram gravadas e interpretadas por cantores renomados como Joca Martins, César Oliveira, Luiz Marenco, Jari Terres, Robledo Martins.
Disponível no site: http://quartoderonda.blogspot.com
Biobibliografia de Escritores e Narradores do 2º Audiolivro
IDA E VOLTA
DO AUTOR DO CONTO: Aldyr Garcia Schlee
Aldyr Garcia Schlee (Jaguarão, 22 de novembro de 1934) é escritor, jornalista, tradutor, desenhista e professor universitário brasileiro. As suas especialidades são a criação literária, a literatura uruguaia e gaúcha, a identidade cultural e as relações fronteiriças.
Doutor em Ciências Humanas, publicou vários livros de contos e participou de antologias, de contos e de ensaios. Alguns livros seus foram primeiramente publicados no Uruguai pela editora Banda Oriental. Traduziu a importante obra "Facundo", do escritor argentino Domingos Sarmiento, fez a edição crítica da obra do escritor pelotense João Simões Lopes Neto, quando estabeleceu a linguagem. Foi planejador gráfico do jornal Última Hora, repórter e redator. Criou o jornal Gazeta Pelotense; ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo, foi fundador da Faculdade de Jornalismo da Universidade Católica de Pelotas -UCPel, de onde foi expulso após o golpe militar de 1964 quando foi preso e respondeu a vários IPMs; foi professor de Direito Internacional da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pelotas - UFPel, por mais de trinta anos onde foi também pró-reitor de Extensão e Cultura. É torcedor do Brasil de Pelotas, clube que chegou a ser tema do conto "Empate", publicado em "Contos de futebol".
Criou o uniforme verde e amarelo da seleção brasileira de futebol, mais conhecido como Camisa Canarinho. Em 1953, aos 19 anos, desenhando e fazendo caricaturas para jornais de Pelotas, ele venceu 201 candidatos no concurso promovido pelo jornal carioca Correio da Manhã para a escolha do novo uniforme da seleção. Após o concurso, a então Confederação Brasileira de Desportos (CBD) oficializou o uniforme. Como prêmio, Aldyr ganhou o equivalente a vinte mil reais e um estágio no Correio da Manhã, no Rio de Janeiro, onde pode conhecer e conviver com figuras expoentes do jornalismo da época como Nélson Rodrigues, Antonio Calado, Millor fernandes e Samuel Wayner.
Recebeu duas vezes o prêmio da Bienal Nestlé de Literatura Brasileira e foi três vezes premiado com o Prêmio Açorianos de Literatura. Tem dois livros prontos que deverão ser publicados ainda em 2009: o romance "Don Frutos" e "Contos Gardelianos".
Atualmente vive em um sítio em Capão do Leão, município vizinho de Pelotas. Tem três filhos, três netos e seu passatempo é o futebol de botão, cujo time "veste" a camiseta do Esporte Clube Cruzeiro de Porto Alegre, seu time do coração, escalado com jogadores dos anos 6o.
Bibliografia
2000: "Contos de Verdades", contos (ed. Mercado Aberto)
1998: "Linha Divisória" (contos, ed. Melhoramentos)
1997: "Contos de Futebol" (contos, ed. Mercado Aberto)
1983: "Contos de Sempre" (contos, ed. Mercado Aberto)
1991: "El dia en que el papa fue a Melo" (contos, ed. de la Banda Oriental) (republicado em português como "O Dia em que o Papa foi a Melo", ed. Mercado Aberto, 1999) [1]
1984: "Uma Terra Só" (contos, ed. Melhoramentos)
Participações em antologias
2003: “Melhores Contos do Rio Grande do Sul” (contos, ed. IEL)
1999: “Para Ler os Gaúchos” (contos, ed. Novo Século)
1996: “Nós os Teuto-gaúchos” (ensaios, ed. Da Universidade/UFRGS)
1994: “Nós os Gaúchos 2” (ensaios, ed. Da Universidade/UFRGS)
1988: “Autores Gaúchos 20: Aldyr Garcia Schlee” (antologia, ed. IEL)
1977: “Histórias Ordinárias” (contos, ed. Documento)
Os limites do impossível- contos gardelianos. Porto Alegre: ardotempo, 2009.
Disponivel em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Aldyr_Schlee
NARRAÇÃO NO AUDIOLIVRO: Xirú Antunes
Nascido em 14 de junho de 1961, residente em Pelotas, com formação em técnicas agrícolas, é poeta, compositor recitador, premiado em diversos festivais.
Lançou seu primeiro CD pela gravadora Vozes entitulado "Aos Olhos da Terra", trazendo a marca e o engajamento cultural refletido em seu trabalho, embasado nas raízes, no folclore e nas tradições, numa mecla onde o cheiro de terra confunde-se com os princípios filosóficos onde o pampa deixa de ser apenas um ponto geográfico no planeta, passando a ser princípio fundamental de todas as questões que envolvem o homem e o universo onde vive.
Retirado do site: http://www.paginadogaucho.com.br
HOMBRE
DO AUTOR DO CONTO: Sérgio Faraco
SERGIO FARACO nasceu em Alegrete, no Rio Grande do Sul, em 1940. Nos anos 1963-5 viveu na União Soviética, tendo cursado o Instituto Internacional de Ciências Sociais, em Moscou. Mais tarde, no Brasil, bacharelou-se em Direito. Em 1988, seu livro A dama do Bar Nevada obteve o Prêmio Galeão Coutinho, conferido pela União Brasileira de Escritores ao melhor volume de contos lançado no Brasil no ano anterior. Em 1994, com A lua com sede, recebeu o Prêmio Henrique Bertaso (Câmara Rio-Grandense do Livro, Clube dos Editores do R.G.S. e Associação Gaúcha de Escritores), atribuído ao melhor livro de crônicas do ano. No ano seguinte, como organizador da coletânea A cidade de perfil, fez jus ao Prêmio Açorianos de Literatura - Crônica, instituído pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre. Em 1996, foi novamente distinguido com o Prêmio Açorianos de Literatura - Conto, pelo livro Contos completos. Em 1999, recebeu o Prêmio Nacional de Ficção, atribuído pela Academia Brasileira de Letras à coletânea Dançar tango em Porto Alegre como a melhor obra de ficção publicada no Brasil em 1998. Em 2000, a Rede Gaúcha SAT/RBS Rádio e Rádio CBN 1340 conferiram ao seu livro de contos Rondas de escárnio e loucura o troféu Destaque Literário (Obra de Ficção) da 46ª Feira do Livro de Porto Alegre (Juri Oficial). Em 2001, recebeu mais uma vez o Prêmio Açorianos de Literatura - Conto, por Rondas de escárnio e loucura. Em 2003, recebeu o Prêmio Erico Veríssimo, outorgado pela Câmara Municipal de Porto Alegre pelo conjunto da obra, e o Prêmio Livro do Ano (Não-Ficção) da Associação Gaúcha de Escritores, por Lágrimas na chuva, que também foi indicado como Livro do Ano pelo jornal Zero Hora, em sua retrospectiva de 2002, e eleito pelos internautas, no site ClicRBS, como o melhor livro rio-grandense publicado no ano anterior. Em 2004, a reedição ampliada de Contos completos é distinguida com o Prêmio Livro do Ano no evento O Sul e os Livros, patrocinado pelo jornal O Sul, TV Pampa e Supermercados Nacional. No mesmo evento, é agraciada como o Destaque do Ano a coletânea bilíngüe Dall’altra sponda/Da outra margem, em que participa, ao lado de Armindo Trevisan e José Clemente Pozenato. Ainda em 2004, seu conto “Idolatria” aparece na antologia Os cem melhores contos brasileiros do século, organizada por Ítalo Moriconi. Em 2007, assina contrato com a Rede Globo para a realização de uma microssérie baseada no conto “Dançar tango em Porto Alegre”, com direção de Luiz Fernando Carvalho. No mesmo ano, recebe o prêmio de Livro do Ano - Categoria Não-Ficção, da Associação Gaúcha de Escritores, pelo livro O crepúsculo da arrogância, e o Prêmio Fato Literário - Categoria Personalidade, atribuído pelo Grupo RBS de Comunicações. Em 2008, recebe a Medalha Cidade de Porto Alegre, concedida pela Prefeitura Municipal, e tem seu conto “Majestic Hotel” incluído na antologia Os melhores contos da América Latina, organizada por Flávio Moreira da Costa. Em 2009, seu conto “Guerras greco-pérsicas” integra a antologia Os melhores contos brasileiros de todos os tempos, organizada por Flávio Moreira da Costa. Seus contos foram publicados nos seguintes países: Alemanha, Argentina, Bulgária, Chile, Colômbia, Cuba, Estados Unidos, Luxemburgo, Paraguai, Portugal, Uruguai e Venezuela. Reside em Porto Alegre.
Disponível no site: http://www.sergiofaraco.com.br
NARRAÇÃO NO AUDIOLIVRO: Sérgio Carvalho Pereira e Fabiano Bacchieri
Sérgio Carvalho Pereira
Sérgio Carvalho Pereira nascido em Pedro Osório, vive na cidade de Rio Grande, onde é cirurgião dentista há 25 anos. Sérgio foi membro fundador do grupo musical “Seiva da Terra’’ que na década de 1980 foi responsável em grande parte pela retomada dos valores culturais terrunhos em Rio Grande e em toda zona sul do Rio Grande do Sul.
Sérgio é poeta tendo seus trabalhos premiados nos inúmeros festivais de música e poesia nativista que se realizam no seu estado e fora dele. Também tem sido convidado a atuar como jurado na maioria desses eventos.
Conta com um número expressivo de seus textos gravados pelos principais intérpretes da música gaúcha atual. Sérgio também é fotógrafo tendo algumas das suas fotos escolhidas para capas de trabalhos discográficos do mesmo gênero. Está em fase de acabamento do seu livro Sul - Ensaio poético e fotográfico.
Atualmente desenvolve o programa Continente Pampa, na rádio da Universidade Federal de Rio Grande.
Fabiano Bacchieri
Sua trajetória na música gaúcha começou em 1985.
Seu cantar amadureceu com o tempo e estrada e hoje é presença marcante nos festivais nativistas obtendo várias premiações. Foi vencedor dos principais festivais do estado, tendo mais de 150 composições gravadas além de inúmeras participações especiais, como convidado, em diversos trabalhos de músicos gaúchos.
Junto de sua família, viveu por muito tempo do lombo do cavalo, o que fortificou sua ideologia de campo e serviu de amadurecimento e inspiração para muitas de suas composições.
Seu canto ultrapassou fronteiras. Representou a cultura gaúcha no maior evento eqüestre do Chile, levando sua música para a Semana Internacional Criolla de Rancágua, além de vários países da Europa e América do Sul. É um integrante assíduo de grandes projetos em prol da música Riograndense.
Possui 3 CDS gravados, "Mais pampa... menos povo", "Marca" e "Se indo pro campo" que refletem a autenticidade do homem gaúcho, sua vida, seu trabalho, seu pensar e o amor pela querência que tanto lhe orgulha.
Atualmente, retorna aos velhos e bons tempos de início de carreira junto ao cantor Joca Martins com o objetivo claro de valorizar e defender cada vez mais a verdadeira música gaúcha.
Retirado do site: http://www.artistasgauchos.com.br/
DIOSMA
DO AUTOR DO CONTO: Ignacio Olmedo
Ignacio Olmedo nació en Artigas en 1927 y actualmente reside en Maldonado. Es también artista plástico, y hasta ahora publicó Yarao (1991), un volumen de cuentos que obtuvo un importante reconocimiento crítico. El resto de su obra narrativa ha ido apareciendo en antologías o en publicaciones periódicas como Graffiti, La República, o el suplemento del Diario del Litoral (Santa Fé, Argentina). Cuentos suyos han obtenido premios en Uruguay y Argentina.
Obras:
Yarao
Editorial: BIEN SE LAME – Editor
Año y lugar de Edición: 1991, Maldonado – Uruguay
Depósito Legal: 254.492/91
ISBN:
La Venganza de la Diosma
Editorial: Trilce
Año y lugar de Edición: 2004, Montevideo – Uruguay
Depósito Legal: 332200
ISBN: 997432368-1
Cuentos de boliche
Editorial: Trilce
Año y lugar de Edición: 1997, Montevideo – Uruguay
Depósito Legal: 9
ISBN: 3
Hombres de mucha monta
Editorial: Arca
Año y lugar de Edición: 1995, Montevideo – Uruguay
Depósito Legal: 2
ISBN: 3
Disponivel no site: www.portaluruguaycultural.gub.uy/es/2009/12/ignacio-olmedo/
CAMBÁ HONORIO SE ENAMORA
DO AUTOR DO CONTO: Jose Gabriel Ceballos
Nació ( en 1955) y vive en Alvear (Corrientes), Argentina, pequeño pueblo de 7.000 habitantes, en la frontera con el Brasil. Ha editado poesía y cuento, aunque en la última década sólo publicó en el género mencionado en segundo término. Tiene dos novelas inéditas. También ha hecho trabajos de traducción del portugués.
Algunos de sus libros. En poesía : El color del humo (1978), Otras reincidencias (1978). En narrativa : El Oidor (1985), Allá siempre baila la muerte (1989), Las condesas también sueñan (1991), Interior de los Pájaros (1993) Angel de la guarda (1996), El Patrón del Chamamé (1998), Complicaciones intelectuales (2000), Entre Eros y tanatos . Madrid: 2009.
Publicado con obra individual en Brasil (una antología personal, Made in Buenavista, traducción de Sergio Faraco, Editorial Tché ), en España (con el libro Tiempos de culpa, Editorial La Xara) y en Costa Rica (El Patrón del Chamamé, EDUCA). En revistas y antologías ha sido publicado también en México, Puerto Rico y Uruguay.
Obtuvo varios premios regionales y nacionales, como el premio Juan Torres de Vera y Aragón otorgado por el Gobierno de Corrientes, el premio Peirotén de poesía otorgado por la Asociación Santafesina de Escritores y el premio Sol de América concedido a la trayectoria por el Instituto Guaynamérica de Posadas (Misiones). En 1997 su libro de relatos El Patrón del Chamamé ganó el Premio Unico de Narrativa Latinoamericana EDUCA, de la Editorial Universitaria Centroamericana (organismo editorial de 15 universidades públicas de Centroamérica, con sede en San José, Costa Rica). En mayo del 2000 se le adjudicó mención de honor en la Bienal de Literatura Latinoamericana de Valencia, Venezuela (Premio José Rafael Pocaterra), por el libro Complicaciones Intelectuales. En diciembre del mismo año obtuvo el Premio Alberto Lista, otorgado por la Fundación El Monte y el diario ABC de Sevilla, España, por su cuento "Los hijos de Rivas".
Es abogado.
Disponível no site: http://www.ficticia.com/autores/jgceballossem.html
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