terça-feira, 28 de setembro de 2010

5423 - LINGUAS DA COSTA RICA

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Línguas de Costa Rica
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Ficheiro:Mapa Geral.jpg Reservas indígenas de Costa RicaO idioma oficial de Costa Rica e o de uso mais comum é o idioma espanhol; no entanto, Costa Rica é um país lingüísticamente diverso, pois apesar de sua pequena extensão geográfica, em seu território falam-se cinco línguas autóctonas, a saber, maleku, cabécar, bribri, guaymí e bocotá. Ademais, em região Atlántica, habitada maioritariamente pela etnia [[África|afro[[]]Caraíbas|caribeña]], fala-se uma variedad de inglês criollo conhecida com o nome de mekatelyu.

Tradicionalmente, Costa Rica não tem tido uma política de aceitação de sua multiculturalidad. O maior avanço que se deu ao respecto foi a reforma ao artigo 76 de sua Constituição Política, o qual actualmente indica o seguinte: O espanhol é o idioma oficial da Nação. Não obstante, o Estado velará pela manutenção e cultivo das línguas indígenas nacionais.

Índice
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1 Línguas indígenas vivas
2 Línguas indígenas recentemente extintas
3 Línguas indígenas extintas durante a colónia
4 O inglês criollo
5 Outras línguas
6 Enlaces externos


Línguas indígenas vivas
Ficheiro:Mapa de as línguas autóctonas de Costa Rica.png Possível distribuição geográfica das línguas indígenas costarricenses dantes da chegada dos espanhóisActualmente, em Costa Rica falam-se cinco línguas indígenas, todas elas pertencentes às família chibcha. Estas línguas são as seguintes:

Maleku: Também se lhe conhece com o nome de idioma guatuso|guatuso]]. É falado por cerca de 800 pessoas na região noroeste da província de Alajuela. Esta língua, junto com o ramo pertence ao grupo vótico da família linguística chibcha.
Cabécar: Fala-se na cordillera de Talamanca e na região do Pacífico sul. Pertence, junto com o bribri, ao subgrupo viceíta da família linguística chibcha.
Bribri: Fala-se ao sul da vertente atlántica (província de Limão, na na cordillera de Talamanca e na região do Pacífico sul. Forma junto com o cabécar o subgrupo viceíta.
Guaymí: Fala-se em diversos territórios indígenas localizados ao sudeste da província de Puntarenas, colindando com Panamá. Pertence junto com o bocotá ao subgrupo guaymíico da família linguística chibcha.
Bocotá: Fala-se nos mesmos territórios que o guaymí, língua com a que se encontra estreitamente relacionada.
Línguas indígenas recentemente extintas
A princípios do século XXI, extinguiram-se duas línguas indígenas:

Térraba: Falou-se na reserva indigena de Térraba, ao sudeste da província de Puntarenas. Tratava-se em realidade de uma variedad de idioma téribe|téribe]].
Boruca: Falou-se nas reservas de Boruca e Curré, ao sudeste da província de Puntarenas.
Línguas indígenas extintas durante a colónia
À chegada dos espanhóis, no território costarricense existia uma diversa quantidade de grupos indígenas, a grande maioria dos quais se extinguiu durante a colónia ou nos primeiros anos posteriores à proclamación da independência. Devido a isto, o material que se dispõe para conhecer estas línguas é escasso ou inexistente. Algumas línguas das que se tem constancia são os seguintes:

Chorotega: À chegada dos espanhóis, ocupavam a península de Nicoya e a província de Guanacaste e estendiam-se por Nicarágua e Honduras. Do Chorotega conservam-se cerca de 300 palavras e algumas frases. Graças a estes materiais sabe-se que, ao igual que o chiapaneco, pertenció à família otomangue.
Huetar: Foi a língua mais importante da Costa Rica procolombina. Falou-se ao longo de todo o Vale Central até a região pacífico central e a cordillera de Guanacaste. Durante a colónia, foi considerada língua geral da província de Costa Rica e, de facto, vários misioneros aprenderam-na. Sabe-se que se redigiu um catecismo, o qual até a data não tem aparecido. Actualmente, só se conservam algumas palavras tomadas de documentos coloniales (sobe todo nomes próprios) e alguns termos de sustrato. Graças a este material, sabe-se que o huetar foi uma língua chibcha.
Suerre: Falou-se na região norte da província de Heredia até a margem do rio San Juan. Seu nome pervive em um hidrónimo, o rio Suerre. Desta língua só ficaram quatro palavras recolhidas em um relato de Girolamo Benzoni.
Corobicí: Falou-se na banda oriental do Golfo de Nicoya, entre os rios Tempisque e Abangares. Desta língua não ficou nenhum dado e, portanto, seu filiación só pode conjeturarse. Tradicionalmente, tem-se-lhes relacionado com o guatuso e com ramo, isto é, com o subgrupo vótico das línguas chibchas.
Caibo: Falou-se nas inmediaciones do que hoje é a cidade de Parrita. Desta língua só conservou uma palavra, chiro ou chirob 'certa especiaria'. Existe, ademais, uma lista de 93 antropónimos. Destes dados não se pôde sacar nenhuma conclusão sobre sua afinidad linguística.
Coctu
Quequexque
O inglês criollo
Na zona caribeña do país fala-se o que academicamente se conhece como criollo limonense ou, popularmente, como mekatelyu. Este nome é uma sorte de onomatopeya formada a partir da pronunciación da frase May I tell you nesta variante do inglês.

Outras línguas
No século XIX, importantes grupos de chineses emigraram a Costa Rica e instalaram-se principalmente nas províncias de Limão, Puntarenas e Guanacaste, conservando seu idioma.

Enlaces externos
Fundação para o Desenvolvimento Social e Cultural das Etnias costarricensesem:Languages of Costa Rica não:Språk i Costa Rica

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Categoria: Línguas de Costa Rica

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