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Xintoísmo
Autor : Artigo enviado por email. Publicado em : Quarta, 20/06/2007
Conjunto de crenças e práticas expressas em manifestações sociais e atitudes individuais, o xintoísmo preservou seu espírito ao longo dos tempos embora não tenha fundador, escrituras sagradas oficiais ou dogmas.
Xintoísmo é a religião nacional do Japão, que se constitui de crenças e práticas religiosas de tipo animista. De origem chinesa, o termo xinto significa "caminho dos deuses". O xintoísmo reconhece um poder sagrado cuja natureza não pode ser explicada em palavras, o kami, e que se acha difundido na natureza sob a forma do Sol (Amaterasu), da Lua (Tsukiyomi), da tempestade (Susanoo) e muitas outras. Os espíritos dos antepassados também são considerados deuses tutelares da família ou do país, motivo pelo qual os ritos fúnebres possuem grande relevo.
Origens
A tradição religiosa do xintoísmo formou-se no período anterior ao budismo, que ganhou força no Japão no século VI. A partir de então, contatos entre o xintoísmo e o budismo modificaram ambas as religiões. Os budistas adotaram divindades dos xintoístas, e estes, que consideravam seus deuses espíritos invisíveis e sem formas precisas, aprenderam com o budismo a erigir imagens e templos votivos. Houve quem proclamasse que as duas religiões eram manifestações diferentes da mesma verdade, o que originou uma tendência sincretista.
As narrativas míticas da tradição xintoísta foram registradas por escrito no Kojiki (712; Anais das coisas antigas), e no Nihongi (720; Crônicas do Japão), as mais antigas fontes literárias. Os mitos referem-se a um caos primordial em que os elementos se mesclam em massa amorfa e indistinta, "como num ovo". Os deuses surgiram desse caos.
A partir do final do século XVII teve início um movimento nacionalista que pretendeu restaurar o xintoísmo mediante a promoção das práticas antigas e a proclamação de uma ética nacional e de ritos patrióticos que originaram o xintoísmo estatal (Kokka Xinto). Os principais teóricos desse movimento foram Mabuqui, estudioso do Kojiki e do Nihongi, e Motoori Norinaga, que sistematizou as correntes religiosas de modo a combinar o culto da natureza com o dos heróis. Com a instauração do imperador Meiji, em 1868, o xintoísmo estatal foi proclamado religião oficial, liberto tanto das influências budistas como dos costumes do xintoísmo popular. O xintoísmo nacionalista exaltava a raça japonesa e divinizava o imperador, mas no final da segunda guerra mundial os Estados Unidos obrigaram o imperador a desfazer o mito de sua divindade.
Os deuses
Segundo o Kojiki, o advento dos deuses iniciou-se com cinco divindades: Amenominakanushi (Senhor do augusto centro do céu), Takamimusubi (Alto gerador do deus prodigioso), Kamimusubi (Divino gerador do deus prodigioso), Umashiashikabihikoji (O mais velho soberano do cálamo) e Amenotokotachi (O que está eternamente deitado no céu).
A seqüência prossegue com as "sete gerações divinas", dois deuses e mais cinco pares: Kuminotokotachi (Eternamente deitado sobre a terra); Toyokumonu (Senhor da integração exuberante); Uhijini (Senhor da lama da terra); e Suhijini (Senhora da lama da terra); Tsunuguhi (Embrião que integra) e Ikuguhi (Aquela que integra a vida); Ohotonoji (O mais velho da grande morada) e Ohotonobe (Senhora mais velha da grande morada); Omodaru (Aspecto perfeito) e Ayakashikone (Majestosa); Izanagi (Varão que atrai) e Izanami (Mulher que atrai). Essas entidades recebem a designação de kami ou "espíritos divinos".
O último casal da série teogônica, Izanagi e Izanami, desempenha na cosmogonia xintoísta o papel da criação e, como tal, é a partir dele que se estrutura o corpo de mitos etiológicos que mostram, por exemplo, o aparecimento das ilhas japonesas e das divindades secundárias associadas a cada uma destas. A catábase (descida aos infernos) de Izanagi, realizada após a morte de sua mulher em conseqüência do parto do fogo, faz parte dessa categoria de mitos. Segundo a narrativa tradicional, Izanagi contemplou o corpo putrefato de Izanami e se purificou num rio ao retornar ao mundo dos vivos. De seus trajes abandonados e das impurezas que lhe saíram do corpo nasceram as divindades maléficas, além da deusa solar Amaterasu e dos deuses Susanowo e Tsukiyomi (Lua).
As relações entre o culto dos mortos e o culto dos kami manifestam-se no Kashikodokoro, santuário do palácio imperial de Tóquio, onde o imperador e sua corte rendem homenagens aos antepassados kami durante as grandes festas nacionais. O Kashikodokoro constitui, no Japão moderno, o centro onde se preservam as remotas tradições do xintoísmo.
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