segunda-feira, 30 de agosto de 2010

2900 - história do pára-raio

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1752: Benjamin Franklin inventa o para-raios

Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: No dia 15 de junho de 1752, em meio a uma tempestade, o norte-americano Benjamin Franklin (1706-1790) resolveu provar algumas de suas suposições científicas.

O cientista, também escritor e diplomata Benjamin Franklin (1706-1790) usou um fio de metal para empinar uma pipa de papel. Este fio estava preso a uma chave, também de metal, manipulada por um fio de seda. Franklin soltou o “brinquedo” junto com o filho e observou que a carga elétrica dos raios descia pelo dispositivo.

A perigosa experiência, realizada em 15 de junho de 1752, comprovou à comunidade científica da época que o raio é apenas uma corrente elétrica de grandes proporções. Como cientista voltado à praticidade e à utilidade de suas descobertas, Franklin demonstrou ainda que hastes de ferro ligadas à terra e posicionadas sobre ou ao lado de edificações serviriam de condutores de descargas elétricas atmosféricas. Estava inventado o para-raios.

Em uma carta enviada a um amigo em Londres, Franklin sugeriu a ampla instalação dessas estacas de proteção contra a ação dos raios. A idéia espalhou-se rapidamente e, apenas um ano depois, um padre construía o primeiro para-raios na Europa. Na Alemanha, a invenção chegaria alguns anos mais tarde, tendo sido o primeiro dispositivo instalado em Hamburgo no ano de 1769.

Um para-raios construído hoje é composto por hastes e cabos metálicos, colocados no ponto mais alto do local a ser protegido. Estes cabos, que ligam o topo de um prédio ao solo, recebem as descargas dos raios, direcionando-as para a terra. A outra extremidade do fio condutor é ligada a uma barra metálica enterrada no solo, que recebe a corrente elétrica.

Mais de dois séculos de polêmica

Desde a invenção do para-raios, não havia consenso entre os cientistas sobre a melhor forma de construir o dispositivo. Franklin sugeria um objeto pontiagudo, enquanto na Inglaterra foram confeccionados para-raios arredondados, por decreto do rei Jorge 3º. Segundo ordens da corte, um dispositivo pontiagudo iria atrair ainda mais os raios. Somente em junho de 2000 (!), ou seja, 248 anos após a invenção de Franklin, a polêmica foi encerrada.

Experiências precisas provaram que a forma arredondada é mais eficaz no transporte das correntes elétricas. Isso não implica, no entanto, qualquer espécie de elogio ao rei Jorge 3º. O monarca não dispunha nem de conhecimentos básicos sobre o tema e só defendeu a forma arredondada devido a desavenças políticas com o inventor norte-americano.

Desde 1747, Franklin ocupara-se de estudos sobre a teoria da eletricidade, tendo desenvolvido conceitos que, em seus parâmetros básicos, são válidos até hoje. Embora fosse conhecida anteriormente, a hipótese de que o raio é um fenômeno elétrico só veio a ser constatada por ele, o que muito contribuiu para sua reputação entre a comunidade científica européia da época.

Importante atuação política

Mas seria injusto limitar os feitos de Franklin ao campo científico. Sua atuação política foi essencial para os destinos das colônias norte-americanas. Foi ele quem fundou a primeira biblioteca pública da América, no ano de 1731. Seis anos mais tarde, seria designado deputado no estado da Filadélfia. Entre 1750 e 1764, foi deputado na Pensilvânia.

Entre outras atividades, defendeu várias vezes os interesses das colônias norte-americanas, como enviado oficial destas a Londres e Paris. Em 1790, na função de presidente da Sociedade para Abolição da Escravatura da Pensilvânia, Franklin pediu ao Congresso a libertação urgente dos escravos. Foi este seu último ato público.



Carsten Heinisch

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