sábado, 26 de novembro de 2011

A LUZ DO DIA INCOMODA OS ´PODEROSOS: JORNALISMO INDEPENDENTE (VAMOS FALAR VERDADE: A IDEOLOGIA DOS RICOS DOMINA O MUNDO)

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Um prego no caixão da democracia
Publicado em 06/08/2009 por Träsel
Rodrigo Alvares, o último membro da orquestra a abandonar o navio, decidiu hoje encerrar o blog A Nova Corja. Por um ou dois anos fui membro da trupe, certamente um dos menos dedicados, mas pude ao menos compartilhar a alegria de fazer reportagem política incondicional, no melhor estilo “jornalismo é oposição, o resto é balcão de secos e molhados”. Desejo a todos os jornalistas que tenham essa experiência ao menos uma vez na vida.

O motivo principal para o encerramento das operações é o desânimo causado pelos processos de Políbio Braga, Felipe Vieira e Banrisul. Não que os processos metessem medo. O problema é que eles custam dinheiro, mesmo quando o juiz decide a seu favor, e, principalmente, tomam muito tempo. Todos os membros atuais e antigos da Corja têm empregos e famílias para cuidar. O jornalismo político era algo como uma prestação de serviços à sociedade, um voluntariado. Quando os poderosos foram perturbados e resolveram se aproveitar do Judiciário para tentar calar a Corja, porém, a sociedade mostrou-se incapaz de ajudar. O tempo livre antes dedicado ao jornalismo passou a ser dedicado a defender-se da litigância de má-fé. Algumas famílias até mesmo sofreram ameaças.

Algumas lições importantes podem ser tiradas desse caso. Primeiro, percebe-se que o bom jornalismo ainda faz diferença. A luz do dia incomoda aos poderosos e, no contexto da comunicação em rede mediada por computador, está ao alcance de qualquer cidadão expor os fatos ao sol. É o que chamo de webjornalismo cidadão, uma prática cada vez mais incensada como panacéia para os problemas do jornalismo. Pois bem, esse caso mostra os limites do webjornalismo cidadão.

Expostos ao sol, os políticos e sua entourage costumam sentir-se acuados e apelam ao Judiciário para tentar calar seus inimigos. Não precisam nem mesmo vencer um processo: os trâmites legais em si mesmos já têm um enorme poder disruptivo sobre o trabalho de pessoas que não vivem para a política e precisam se dedicar à vida real. Repórteres funcionários de empresas de comunicação podem contar com o setor jurídico para defendê-los nestes processos e seguir com sua rotina produtiva. Também não precisam pagar os custos judiciais. Repórteres amadores ou sem apoio institucional, por outro lado, são alvos fáceis para a intimidação jurídica.

Casos desse tipo de intimidação têm se acumulado. À medida que os canais disponíveis para a manifestação do cidadão se multiplicam e ganham influência, políticos e empresas — especialmente aqueles envolvidos em atitudes imorais, antiéticas ou ilegais — passam a combater a liberdade de expressão com o instrumento favorito dos canalhas: a Justiça. É lamentável que as leis possam ser usadas em prejuízo da democracia, mas o Estado de Direito ainda é preferível à barbárie. Cabe à sociedade fiscalizar e organizar-se para impedir ou diminuir esse tipo de tramóia.

Desde o primeiro processo iniciado contra a Corja, cristalizou-se em meu ponto de vista a necessidade de uma organização como a Electronic Frontier Foundation no Brasil. Seu objetivo seria a educação da sociedade quanto aos direitos e deveres do cidadão na Internet e também o apoio técnico e jurídico a repórteres amadores e demais vítimas de litigância de má-fé e outras injustiças. Um dia, quem sabe, a idéia sai do papel.

Esta entrada foi publicada em jornalismo, política e marcada com a tag ativismo, Banrisul, blog, Felipe Vieira, Judiciário, liberdade de expressão, Nova Corja, Políbio Braga, Rio Grande do Sul, webjornalismo participativo. Adicione o link permanenteaos seus favoritos.
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37 respostas a Um prego no caixão da democracia
zani disse:
06/08/2009 às 20:10
quer dizer que a diferença entre o “jornalismo profissional” e o “webjornalismo cidadão” é suporte jurídico?
onde é que eu dôo a minha colaboração? isenta de IR rs.

triste fim mesmo. abs

Cardoso disse:
07/08/2009 às 14:54
Só acho que não precisava TAXAR Políbio e Felipe Vieira de PODEROSOS. Muito PORTO ALEGRE STATE OF MIND.

Yuri Almeida disse:
07/08/2009 às 15:30
É uma pena, o fim da Corja…
Mas, realmente, a questão jurídica influencia muito o tipo de cobertura possível de ser realizada, ainda mais se falando de jornalismo colaborativo.

Mauricio Caleiro disse:
07/08/2009 às 15:41
Em primeiro lugar, lamento e me solidarizo com o pessoal do Nova Corja.

O fim da Nova Corja revela o quanto é necessária a criação de alguma forma institucional de representação entre blogueiros independentes, sobretudo no sentido de se constituir uma malha de proteção jurídica à atividade deles (com advogados voluntários, talvez?). Do contrário, é isso: um blog que teve grande importância na denúncia dos desmandos no RS, cai ante os primeiros processos judiciais.

Porque, ainda mais num momento em que políticos estão contratando profissionais de toll para atuar contra blogueiros e colunistas, seria muita ingenuidade achar que “os poderosos” vão ficar inertes vendo suas falcatruas serem reveladas.

É triste, é lamentável, mas é essa a realidade.

Um outro ponto que gostaria de abordad: partir da premissa (atribuída a Millôr Fernandes) de que “jornalismo é oposição, o resto é balcão de secos e molhados” me parece um equívoco. É a mesmíssima desculpa que a Folha usa pra só bater no governo Lula.

Jornalismo não é partido político, pra ser situação (como a Folha é em relação a Serra) nem oposição; jornalismo é apuração a mais fiel possível dos fatos: um programa social tira milhões de pessoas da miséria?O jornalismo deve reportar isso, saudando como um fato positivo. Esse mesmo programa tem aspectos negativos, como fraudes? O jornalismo teve retratar isso também, e de forma crítica.

Do contrário, não é jornalismo, é ativismo político (o que é perfeitamente lícito, desde que assumido como tal).

marcelo da silva duarte disse:
07/08/2009 às 16:21
A Nova Corja incomodando poderosos?

O caixão poderia ter sido fechado sem essa pérola.

o que aconteceu entre a Nova Corja e os jornalistas citados foi mero conflito de interesses corporativos.

Esta semana está mesmo divertida.

Träsel disse:
07/08/2009 às 16:29
Teoria interessante, Marcelo. Quais seriam os interesses corporativos da Nova Corja?

marcelo da silva duarte disse:
07/08/2009 às 17:16
Ora, Träsel, que interesses mais seriam, a não ser os do jornalismo-padrão gaúcho? Precisas de um desenho para entenderes uma ironia?

Pensava que, para bom entendedor, meia palavra bastava.

Träsel disse:
07/08/2009 às 17:28
Sim, preciso de um desenho. Até porque:

“Enquanto figura, a ironia, no seu uso mais corrente, postula significar o contrário do que se diz, tanto no contexto como no texto, dizer o contrário do que se pensa ou do que se quer seja pensado.”

http://www.gel.org.br/estudoslinguisticos/volumes/31/htm/comunica/CiII40a.htm

marcelo da silva duarte disse:
07/08/2009 às 17:40
Não entendeste o que “no seu uso mais corrente” significa ou precisas de outro desenho?

Farei melhor, mas iluminarei teu caminho. Prestes atenção no 3º (terceiro) significado do termo:

“[Do gr. eironeía, 'interrogação', 'dissimulação', pelo lat. ironia.]
S. f.
1. Modo de exprimir-se que consiste em dizer o contrário daquilo que se está pensando ou sentindo, ou por pudor em relação a si próprio ou com intenção depreciativa e sarcástica em relação a outrem: Voltaire foi um mestre da ironia.
2. Contraste fortuito que parece um escárnio: ironia do destino.
3. Sarcasmo, zombaria”.

Termines o doutorado e conversamos.

Träsel disse:
07/08/2009 às 17:52
Sigo sem entender. Talvez eu seja muito burro para compreender uma afirmação quando não é fundamentada em argumentos consistentes. Esperarei pelo desenho.

marcelo da silva duarte disse:
07/08/2009 às 18:14
Não é uma hipótese a ser descartada, afinal de contas uma ironia é um belo exemplo de uma afirmação não fundamentada em argumentos consistentes.

Fim de papo.

Träsel disse:
07/08/2009 às 18:21
Agradeço pela contribuição iluminadora ao debate. Bom ver que o movimento da ultra-esquerda ainda consegue fazer afirmações com substância, não apenas acusações superficiais e paranóicas. Fico feliz em saber que intelectuais tão preparados estão zelando pela democracia.

Claudio Lopes disse:
07/08/2009 às 19:24
Faltou só uma coisinha…Quem realmente tem um firme compromisso com a verdade, a qual é fundamental para um jornalismo sério?

Respondo: NINGUÉM – TODOS TÊM APENAS INTERESSES PRÓPRIOS E MAIS NADA…

Mas hein!!!

Tiago disse:
07/08/2009 às 20:13
Vocês são uns coitados mesmo…
3 processinhos e abrem as pernas…
Políbio, entre outros, penou anos sofrendo DE VERDADE dezenas de processos como essas mentirinhas que vcs superlativam aqui. O processo que vcs sofreram do Políbio foi rapidamente decidido e acabado. Que piada é essa??

Bem vindo ao mundo real, o qual já é conhecido desses que vc chamou de ‘poderosos’ desde a época do Fidel Dutra: processo em cima de processo. Vocês trabalharam, ingenuamente é óbvio, a favor da camarilha que processa jornalistas por vocação (Tarso Genro, Olivio, Luciana Periguete..)… mesmo que mintam a si mesmos achando que fizeram o contrário.

Enfim, espero que o papai renove a mesada e possibilite continuidade a essse silviço que vcs prestam… o humor é a melhor contribuição que os megalomaníacos como vc podem nos dar.

marcelo da silva duarte disse:
08/08/2009 às 00:09
Disponha, Träsel.

Mas não te acabrunhes, pois isso tudo não há de ser nada. Existem coisas bem piores. Cátedras de Comunicação, por exemplo, são entregues a analfabetos políticos.

Träsel disse:
08/08/2009 às 00:10
Prezado Tiago M. Neumann,

Sugiro ler o diálogo acima, no qual o Marcelo Duarte mostra com argumentos irrefutáveis que a Nova Corja era comprometida com os interesses corporativistas dos poderosos — algo difícil de concilar com fazer parte da camarilha petista.

Apesar de ele não ter fornecido o desenho prometido, tenho certeza de que um rapaz esperto como você será capaz de compreender.

Pingback: A Nova Corja acaba e (quase) ninguém na “blogosfera” grita | Trezentos

Rodrigo Alvares disse:
09/08/2009 às 19:04
“O que aconteceu entre a Nova Corja e os jornalistas citados foi mero conflito de interesses corporativos.”

“Enfim, espero que o papai renove a mesada e possibilite continuidade a essse silviço que vcs prestam… o humor é a melhor contribuição que os megalomaníacos como vc podem nos dar.”

Até fico embevecido que as pessoas pensem que o A Nova Corja era movido por algum interesse corporativo (não faço ideia do que querem dizer com isso) ou que todo mundo que participou do blog seja sustentado pelos pais, o que é de um absurdo demente.

Aliás, adoraria que alguém me apontasse em qual parte do último post eu escrevi que fechei o blog por causa dos processos.

Ninguém ali leu “Por conta de compromissos profissionais, não posso mais manter atualizações como gostaria, e prefiro fechar o blog a fazer um trabalho meia boca.”?

Camilo disse:
10/08/2009 às 18:01
Analfabetismo funcional pega forte, Suruba.

Nem desenho resolveria.

Aliás, esse Tiago Neumann comentou algumas vezes n’ANC, não?

Marcelo Amorim disse:
11/08/2009 às 08:47
É uma pena. Visitava o NC quase todos os dias. Nem sempre concordei com o que era escrito, mas considerava o melhor blog de política do RS. O resto é lixo, ou patrocinado por estatais gaúchas, ou tocados por esquerdistas que consideram Cuba um modelo de democracia.

Olair Vaz disse:
11/08/2009 às 14:18
Trasel, acho que em parte o outro Marcelo tem razão. Por várias vezes vi o pessoal da NC desenvolver matérias para a RBS e agora por último parece que o RA estava iniciando um trabalho na Folha. Caso isso seja verdadeiro, é de se esperar que esses compromissos profissionais acabem inviabilizando um trabalho independente e por vezes contra os interesses desses grupos.

martina disse:
11/08/2009 às 23:22
Grande Marcelo da Silva Duarte! Disse tudo.
Eis a finada Nova Corja (que Deus a tenha). Vai lá: http://ow.ly/jKKh

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Pingback: isabela (isabela) 's status on Wednesday, 12-Aug-09 23:24:16 UTC - Identi.ca

Pingback: Achados na web #63 | Ladybug Brasil

Marcus Padilha disse:
16/08/2009 às 13:36
Ué, processar jornalistas não era coisa do Petê???

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Pingback: Global Voices em Português » Brasil: Processos levam popular blog político a fechar

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Lucas C. disse:
23/08/2009 às 12:16
Curto muito o trabalho da EFF.
Se um dia quiser começar, conte comigo.

Pingback: Global Voices ??? » ?????????????????

Pingback: BLOG CELLA » Blog Archive » Liberdade de expressão no Brasil?

Almanakut Brasil disse:
12/03/2010 às 04:40
Pensar com o mouse, para não pensar com o spray!

De volta aos muros brancos?

Pingback: Jornalista da Band processa blogueiro por texto “ofensivo” | Blog dos Alunos da Metô

Pingback: Nem assim tão nova « LA VIEJA BRUJA

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André disse:
08/10/2010 às 13:54
Puxa, que perda! (ironia – sem desenho)

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Marcelo Träsel é jornalista, professor e coordenador da especialização em Jornalismo Digital da Famecos/PUCRS, consultor em novas mídias. Faz doutorado no PPGCOM/PUCRS. Além deste blog, mantém o Garfada, O Pai Nerd e o Conversas Furtadas. Para entrar em contato, clique aqui.

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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

11688 - PALÁCIOS DE PORTUGAL

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Etiquetas: aciprestes, história, história de portugal, palácio, palácio e quinta dos aciprestes, palácios, palácios de portugal, quinta

O Palácio dos Aciprestes encontra-se situado em Linda-a-velha, no concelho de Oeiras, distrito de Lisboa, na Antiga Quinta do Acipreste. Esta Quinta é o mais importante e mais antigo vestígio da história de Linda-a-Velha, existindo referência à mesma desde 1254, sendo que, é quase certo que a Quinta existia já antes deste ano. Este é também o mais significativo exemplar do património que foi edificado na vila de Linda-a-velha.

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SetPalácio dos Arcos
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Localizado no lado nascente da freguesia de Paço de Arcos (Paço d’Arcos), em pleno centro histórico da vila, o Palácio dos Arcos é o cartão desta freguesia, a mais importante do concelho de Oeiras, distrito de Lisboa.

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SetPalácio do Conde de Castro Guimarães
Etiquetas: castro, conde, guimarães, palácio, palácio do conde de castro guimarães

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SetPalácio do Marquês de Pombal Conde de Oeiras
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Situado na freguesia de Oeiras e São Julião da Barra, encontra-se o Palácio do Marquês de Pombal, também conhecido como Palácio do Conde de Oeiras. Este é um solar típico do século XVIII, construído na segunda metade desse século sob a vigia do arquiteto húngaro Carlos Mardel, que serviu de residência oficial do primeiro ministro de Portugal D. Sebastião José de Carvalho e Melo, o primeiro Conde de Oeiras, mais conhecido como Marquês de Pombal. Daí o nome que foi dado ao Palácio.

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Etiquetas: mafra, nacional, palácio, palácio nacional de mafra

O Palácio Nacional de Mafra, como o próprio nome indica, fica situado no concelho de Mafra, no distrito de Lisboa, a uns 25 quilómetro de distância da capital portuguesa. Este conjunto arquitetónico é constituído pelo palácio e também por um mosteiro monumental de estilo barroco.

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Etiquetas: história, história de portugal, história de sintra, palácio, parque, parque e palácio da pena, pena, sintra

Situado em Sintra, na freguesia de São Pedro de Penaferrim, encontra-se o Palácio Nacional da Pena e também o Parque da Pena. Estes representam uma das melhores expressões do romantismo arquitetónico do século XIX, sendo mesmo o primeiro palácio da Europa construído nesse estilo. A 7 de julho de 2007, o Palácio Nacional da Pena foi eleito como uma das 7 maravilhas de Portugal.

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Etiquetas: belém, palácio, palácio de belém

É no n.º 11 da Calçada da Ajuda, na Praça Afonso de Albuquerque, em Belém, Lisboa que fica situado o Palácio Nacional de Belém. Outrora palácio de reis, o Palácio de Belém é hoje monumento nacional e também a sede da Presidência da República Portuguesa, bem como a residência oficial do Presidente da República.

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Etiquetas: história, história de portugal, palácio de monserrate, palácios de portugal, portugal

Sintra é um dos lugares de Portugal classificados como Património da Humanidade. Para isso muito contribui o ambiente mágico que conjuga a paisagem natural com os seus vários monumentos. Um desses monumentos é o Palácio de Monserrate, produto do romantismo com fortes influências inglesas.

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Etiquetas: história de lisboa, história de portugal, lisboa, palácio da foz, palácios de portugal, portugal

O Palácio Foz, inicialmente chamado de Palácio Castelo Melhor foi projetado no século XVIII, mas a sua construção estendeu-se até meados do século XIX. A fachada e a estrutura geral do palácio é de estilo setecentista, enquanto que o interior que foi remodelado posteriormente tem uma decoração de caráter revivalista, caraterística da segunda metade do século XIX.

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Lisboa é uma das mais belas cidades do mundo. Para quem procura uma estadia de luxo, cheia de charme e glamour, então o Hotel Avenida Palace é uma excelente opção. Situado na Rua 1 de Dezembro, no n.º 123, este hotel tem a localização perfeita para quem quer aproveitar a riqueza monumental e histórica, a diversidade cultural e os seus contrastes.

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1l687 - PELOURINHOS DE PORTUGAL

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Etiquetas: pelourinho, pelourinho de sintra, pelourinhos

O Pelourinho de Sintra no centro da Vila Velha em Sintra dá ênfase à relevância histórica de Sintra. Construído em 1940 pelo canteiro José Fonseca. Composto por três degraus hexagonais escalonados, aba onde é elevada a coluna hexagonal de faces côncava estrelada.

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O Pelourinho de Lisboa é um pelourinho localizado na Freguesia de São Nicolau, em Lisboa, mesmo ao lado da Praça do Comércio. Este pelourinho está classificado como Monumento Nacional desde 1910.

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1l686 - PELOURINHOS DE PORTUGAL

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O Pelourinho de Sintra no centro da Vila Velha em Sintra dá ênfase à relevância histórica de Sintra. Construído em 1940 pelo canteiro José Fonseca. Composto por três degraus hexagonais escalonados, aba onde é elevada a coluna hexagonal de faces côncava estrelada.

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11685 - PONTES DE PORTUGAl

Início Wiki Acerca Promover Parcerias Contactos Glossário JulPonte 25 de Abril
Etiquetas: ponte 25 de abril, ponte salazar

Aquela que hoje é conhecida como ponte 25 de Abril era inicialmente conhecida como Ponte Salazar, apesar de a sua designação oficial ser Ponte sobre o Tejo. Actualmente é uma ponte rodo-ferroviária, mas nem sempre foi assim. É o elo de ligação entre Lisboa e Almada, atravessando o estuário do Tejo na sua parte mais estreita (o chamado gargalo do Tejo). Esta é uma ponte tipo pênsil.

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JunPonte de Sacavém
Etiquetas: ponte de sacavém, sacavém

A Ponte de Sacavém une as freguesias de Sacavém e da Bobadela, e nela passa a conhecida Estrada Nacional n.º 10. Durante séculos existiu neste local uma ponte romana, sendo na altura uma das imagens de marca da freguesia de Sacavém. Esta ponte romana subiste agora no brasão da freguesia e também na memória popular, [...]

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11684 - MONUMENTOS DE PORTUGAL

Início Wiki Acerca Promover Parcerias Contactos Glossário AgoPraça de D. Pedro IV
Etiquetas: história de lisboa, história de portugal, história portugal, lisboa, praça de d. pedro iv

Situada na zona do Rossio, a praça conhecida pela maioria das pessoas pelo mesmo nome do local onde está situada, ou seja, Praça do Rossio, leva na verdade o nome do personagem representado na estátua que se ergue no seu centro (o rei D. Pedro IV). Desde há mais de seis séculos que a Praça D. Pedro IV tem assistido a diversos acontecimentos memoráveis da cidade de Lisboa. Aí se realizaram festivais, autos-de-fé (durante a Inquisição), paradas militares e até touradas. Nos nossos dias, esta praça tem sido por diversas vezes o palco de vários comícios políticos e de algumas manifestações.

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JulPraça do Comércio
Etiquetas: 1511, 1755, 1775, 1910, praça do comércio

A Praça do Comércio, também conhecida por Terreiro do Paço, é uma das maiores praças da Europa com cerca de 36 000 m² (180m x 200m), situada na Baixa de Lisboa e com acesso directo ao Rio Tejo através do Cais das Colunas.

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11683 - POLÍTICOS PORTUGUESES

Início Wiki Acerca Promover Parcerias Contactos Glossário JulAníbal Cavaco Silva
Etiquetas: anibal cavaco silva, cavaco silva, história de portugal, presidente da républica
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A 15 de julho de 1939, nascia em Boliqueime, Loulé, Anibal António Cavaco Silva, o filho mais velho de Teodoro Gonçalves da Silva e de Maria do Nascimento Cavaco.

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JulÓscar Carmona
Etiquetas: história de portugal, óscar carmona, portugal, presidente da républica

António Óscar de Fragoso Carmona, filho de Inácio Maria Machado de Morais Carmona e de Maria Inês Fragoso Corte Real, nasceu em Lisboa em 1869. Recebeu formação no Colégio Militar entre 1882 e 1888 e na Escola do Exército entre1889 e 1892, seguindo assim o desejo do seu pai que era general do exército.

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JunAntónio de Spínola
Etiquetas: antónio, spínola

António Sebastião Ribeiro de Spínola teve uma actividade militar apreciada na guerra colonial em Angola. Na Guiné-Bissau, experimenta uma orientação inovadora como comandante-chefe e notou-se ai mesmo pela política de tentativa de integração social que empreendeu.

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