quinta-feira, 30 de setembro de 2010

5624 - LÍNGUAS DO EQUADOR

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Equador


Geografia
País da América do Sul. Banhado pelo Pacífico a oeste, é limitado a norte pela Colômbia e a leste e sul pelo Peru. O Equador abrange uma área total de 283 560 km2, incluindo o arquipélago das Galápagos (7 844 km2), situado no oceano Pacífico a cerca de 1 100 km a oeste da costa equatoriana.
As principais cidades são Guayaquil, com 2 044 700 habitantes (2004), Quito, a capital (1 466 300 hab.), e Cuenca (290 1 00 hab.). As florestas cobrem cerca de 40% da área total do território. Duas cordilheiras dos Andes atravessam o país de norte a sul e dividem-no em três zonas diferenciadas. A planície costeira onde habita 32% da população tem um clima tropical a norte e bastante seco a sul. A região de La Sierra é formada por dois maciços, entre os quais se estende uma depressão de 2 800 m; é aqui que se situa a capital, Quito, onde residem 60% dos habitantes do Equador. É uma área de clima temperado. O topo das duas cordilheiras está assinalado pelos cones de 51 vulcões, muitos dos quais se encontram em actividade. A terceira área de relevo é a planície amazónica, tem um clima quente e húmido, encontrando-se coberta de florestas tropicais; aqui, o povoamento é reduzido e disperso.

Clima
Na parte oriental do país, o clima é equatorial; nos Andes, o clima é de altitude, com temperaturas baixas durante todo o ano; no litoral, distingue-se uma faixa semidesértica a sul, e uma área de clima tropical húmido a norte.

Economia
A economia do Equador é baseada essencialmente na agricultura. Na região andina, produz-se cevada, batata, milho e feijão. Na região costeira é cultivado arroz, cacau, café, banana e outros frutos tropicais para exportação. A pesca também é uma actividade importante. A principal indústria é a têxtil. Os principais parceiros comerciais do Equador são os Estados Unidos da América, a Colômbia, o Japão e a Venezuela.
Indicador ambiental: o valor das emissões de dióxido de carbono, per capita, (toneladas métricas,1999) é de 1,9.

População
A população é de 13 547 510 habitantes (2006), o que corresponde a uma densidade populacional de 47,13 hab./km2. As taxas de natalidade e de mortalidade são, respectivamente, de 22,29%o e 4,23%o. A esperança média de vida é de 76,42 anos. O valor do Índice do Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,731 e o valor do Índice de Desenvolvimento ajustado ao Género (IDG) é de 0,716 (2001). A população é constituída por ameríndios (25%), mestiços (65%), brancos (7%) e negros (3%). A religião praticada pela grande maioria da população é a católica (93%). A língua oficial é o castelhano.

História
O território actual do Equador fez parte do Império Inca desde a sua conquista por Pizarro em 1532. Este país proclamou a sua independência em 1809, a seguir a um movimento revolucionário, mas seria em 1822 que o general Sucre venceria os espanhóis. A 13 de Maio de 1830 foi proclamada uma república livre e independente. Seguiu-se um período governado alternadamente por conservadores e liberais e generais. A história do Equador ficou marcada pela ditadura tirânica e cruel de Gabriel García Moreno que acabou por ser assassinado em 1875. Os vinte anos seguintes foram de luta entre conservadores e liberais e os golpes de Estado não pararam de suceder. Em 1930 rebentou uma revolução, em Quito, que provocou 200 mortos. Até aos anos 60 o Equador viveu em clima de instabilidade política. Em 1968, conservadores, liberais e socialistas prepararam eleições num clima de violência. Em 1972 a República do Equador contava já com 50 golpes de Estado.
Em 1973 foram descobertas jazidas de hidrocarbonetos, o que tornou o Equador um dos maiores produtores de petróleo da América do Sul. Esta descoberta permitiu desenvolver a economia e a política do país que, pela primeira vez, elegeu um executivo bicéfalo. A filosofia neoliberal, inspiradora de uma política económica traduziu-se numa abertura de fronteiras. As culturas tradicionais e a pesca desenvolveram-se e em 1987 era o primeiro exportador mundial de camarões. Apesar de o petróleo constituir uma garantia de prosperidade, a inflação persistiu elevada e levou à desvalorização da moeda e ao agravamento das condições de vida da maioria da população. O salário mínimo é o mais baixo da América Latina e a isto se juntam problemas de saúde relacionados com a má nutrição. O governo foi ainda confrontado com o ressurgimento de um velho conflito fronteiriço com o Peru devido à implantação nos países de traficantes de droga.




Como referenciar este artigo:
Equador. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2010. [Consult. 2010-09-30].
Disponível na www: .
Ficha Informativa
Capital (habitantes)
Quito (1399814)
Língua oficial
castelhano
Natural ou habitante
Equatoriano
Outras línguas
línguas ameríndias (Quechua)
Regime político
República
Moeda
dólar americano
Localização (continente)
América do Sul
Área em km2
283560
Ponto mais alto (m)
Chimborazo (6267 m)
Ponto mais baixo (m)
Oceano Pacífico (0 m)
População
13547510
Jovens 0-14 (%)
33
Adultos 15-64 (%)
61,9
Idosos +65 (%)
5
Densidade pop.(hab./km2)
47,13
Crescimento pop. (%)
1,5
Esp. média de vida (anos)
76,42
Taxa de natalidade (%o)
22,29
Taxa de mortalidade (%o)
4,23
Tx. de mortal. infantil(por 1000 nados vivos)
22,87
Taxa de desemprego (%)
9,7
Coordenadas geográficas
2 00 S, 77 30 W
Índice de Desenv. Hum. (Ajust. Género)
0,721
Crescimento do PIB (%)
3
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Geografia
País da América do Sul. Banhado pelo Pacífico a oeste, é limitado a norte pela Colômbia e a leste e sul pelo Peru. O Equador abrange uma área total de 283 560 km2, incluindo o arquipélago das Galápagos (7 844 km2), situado no oceano Pacífico a cerca de 1 100 km a oeste da costa equatoriana.
As principais cidades são Guayaquil, com 2 044 700 habitantes (2004), Quito, a capital (1 466 300 hab.), e Cuenca (290 1 00 hab.). As florestas cobrem cerca de 40% da área total do território. Duas cordilheiras dos Andes atravessam o país de norte a sul e dividem-no em três zonas diferenciadas. A planície costeira onde habita 32% da população tem um clima tropical a norte e bastante seco a sul. A região de La Sierra é formada por dois maciços, entre os quais se estende uma depressão de 2 800 m; é aqui que se situa a capital, Quito, onde residem 60% dos habitantes do Equador. É uma área de clima temperado. O topo das duas cordilheiras está assinalado pelos cones de 51 vulcões, muitos dos quais se encontram em actividade. A terceira área de relevo é a planície amazónica, tem um clima quente e húmido, encontrando-se coberta de florestas tropicais; aqui, o povoamento é reduzido e disperso.

Clima
Na parte oriental do país, o clima é equatorial; nos Andes, o clima é de altitude, com temperaturas baixas durante todo o ano; no litoral, distingue-se uma faixa semidesértica a sul, e uma área de clima tropical húmido a norte.

Economia
A economia do Equador é baseada essencialmente na agricultura. Na região andina, produz-se cevada, batata, milho e feijão. Na região costeira é cultivado arroz, cacau, café, banana e outros frutos tropicais para exportação. A pesca também é uma actividade importante. A principal indústria é a têxtil. Os principais parceiros comerciais do Equador são os Estados Unidos da América, a Colômbia, o Japão e a Venezuela.
Indicador ambiental: o valor das emissões de dióxido de carbono, per capita, (toneladas métricas,1999) é de 1,9.

População
A população é de 13 547 510 habitantes (2006), o que corresponde a uma densidade populacional de 47,13 hab./km2. As taxas de natalidade e de mortalidade são, respectivamente, de 22,29%o e 4,23%o. A esperança média de vida é de 76,42 anos. O valor do Índice do Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,731 e o valor do Índice de Desenvolvimento ajustado ao Género (IDG) é de 0,716 (2001). A população é constituída por ameríndios (25%), mestiços (65%), brancos (7%) e negros (3%). A religião praticada pela grande maioria da população é a católica (93%). A língua oficial é o castelhano.

História
O território actual do Equador fez parte do Império Inca desde a sua conquista por Pizarro em 1532. Este país proclamou a sua independência em 1809, a seguir a um movimento revolucionário, mas seria em 1822 que o general Sucre venceria os espanhóis. A 13 de Maio de 1830 foi proclamada uma república livre e independente. Seguiu-se um período governado alternadamente por conservadores e liberais e generais. A história do Equador ficou marcada pela ditadura tirânica e cruel de Gabriel García Moreno que acabou por ser assassinado em 1875. Os vinte anos seguintes foram de luta entre conservadores e liberais e os golpes de Estado não pararam de suceder. Em 1930 rebentou uma revolução, em Quito, que provocou 200 mortos. Até aos anos 60 o Equador viveu em clima de instabilidade política. Em 1968, conservadores, liberais e socialistas prepararam eleições num clima de violência. Em 1972 a República do Equador contava já com 50 golpes de Estado.
Em 1973 foram descobertas jazidas de hidrocarbonetos, o que tornou o Equador um dos maiores produtores de petróleo da América do Sul. Esta descoberta permitiu desenvolver a economia e a política do país que, pela primeira vez, elegeu um executivo bicéfalo. A filosofia neoliberal, inspiradora de uma política económica traduziu-se numa abertura de fronteiras. As culturas tradicionais e a pesca desenvolveram-se e em 1987 era o primeiro exportador mundial de camarões. Apesar de o petróleo constituir uma garantia de prosperidade, a inflação persistiu elevada e levou à desvalorização da moeda e ao agravamento das condições de vida da maioria da população. O salário mínimo é o mais baixo da América Latina e a isto se juntam problemas de saúde relacionados com a má nutrição. O governo foi ainda confrontado com o ressurgimento de um velho conflito fronteiriço com o Peru devido à implantação nos países de traficantes de droga.




Como referenciar este artigo:
Equador. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2010. [Consult. 2010-09-30].
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Capital (habitantes)
Quito (1399814)
Língua oficial
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Regime político
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Moeda
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Área em km2
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Ponto mais alto (m)
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Ponto mais baixo (m)
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População
13547510
Jovens 0-14 (%)
33
Adultos 15-64 (%)
61,9
Idosos +65 (%)
5
Densidade pop.(hab./km2)
47,13
Crescimento pop. (%)
1,5
Esp. média de vida (anos)
76,42
Taxa de natalidade (%o)
22,29
Taxa de mortalidade (%o)
4,23
Tx. de mortal. infantil(por 1000 nados vivos)
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Taxa de desemprego (%)
9,7
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Crescimento do PIB (%)
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COPYRIGHT PORTO EDITORA

5622 - HISTÓRIA DAS LÍNGUAS DO EQUADOR

O quê? Onde? Porquê? Quando?

Onde se fala a língua portuguesa?
Com uma pequena excepção - constituída pelo território de Portugal continental e insular (e pelas comunidades emigrantes de França, Canadá, Estados Unidos, etc.) -, a língua portuguesa é falada na zona compreendida entre as duas linhas tropicais. (mapa)
Entre o trópico de Câncer e o Equador encontram-se Cabo Verde, Guiné, Goa e Macau. Nestas regiões, o português é falado por uma parte mais europeizada da população, a par de outras línguas, como os crioulos africanos, o concanim (dialecto do marata) e o cantonês (língua do sul da China). Aí também se encontram Diu e Damão, onde a manutenção do português não está assegurada; mas os crioulos aí desenvolvidos seguirão um processo de desenvolvimento análogo ao que ocorreu no Sri-Lanka e em Malaca. Do outro lado do mundo, na Guiana Holandesa, a província de Surinam alberga uma outra relíquia do passado colonial: o papiamento.
Entre o Equador e o trópico de Capricórnio, o panorama é muito mais amplo e mais complexo. Em São Tomé, português e crioulos mantêm um convívio semelhante ao de Cabo Verde, enquanto em Timor um português de implantação relativamente recente não teve tempo de crioulizar.
Ao lado destas pequenas unidades linguísticas, acham-se os maiores espaços lusofalantes do mundo:


a) o Brasil, país de reduzida variedade dialectal, onde nenhuma outra língua faz concorrência à portuguesa como veículo de comunicação nacional ou regional (ao passo que nos Estados Unidos o inglês reparte essa função com o castelhano e no Canadá com o francês);


b) Angola e Moçambique, onde o português reparte a sua influência com numerosas línguas nacionais e é falado como língua materna por uma parte não maioritária da população. Nestes dois grandes países, a sua importância e as suas perspectivas de futuro vêm-lhe do papel como língua de administração, cultura e ensino, como língua de relação internacional e, principalmente, como língua de relação inter-étnica (papel que, na Guiné-Bissau, por exemplo, cabe ao crioulo).





COPYRIGHT AUTOR DO TEXTO

5621 - HISTÓRIA DAS LÍNGUAS EQUADOR

Equador
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Nota: Se procura pela linha, veja Linha do Equador.
Nota: Este artigo é sobre o país. Para outros significados, veja Equador (desambiguação).
República del Ecuador
República do Equador

Bandeira Brasão de armas

Lema: Dios, patria y libertad
Hino nacional: Salve, Oh Patria
Gentílico: equatoriano



Capital Quito
Cidade mais populosa Guayaquil
Língua oficial Espanhol
Governo República presidencialista
- Presidente Rafael Correa
Independência da Espanha
- Declarada 24 de Maio de 1822
Área
- Total 256 370 km² (71.º)
- Água (%) 8,8
População
- Estimativa de 2007 13 810 000 hab. (65.º)
- Densidade 53,8 hab./km² (147.º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2006
- Total US$ 61,7 bilhões USD (70.º)
- Per capita US$ 4 776 USD (111.º)
Indicadores sociais
- IDH (2007) 0,806[1] (80.º) – elevado
- Esper. de vida 75,0 anos (61.º)
- Mort. infantil 21,1/mil nasc. (100.º)
- Alfabetização 91,0% (90.º)
Moeda Dólar americano (USD)
Fuso horário (UTC−5)
Cód. Internet .ec
Cód. telef. +593
Website governamental http://www.presidencia.gov.ec/



O Equador, oficialmente República do Equador (em espanhol: República del Ecuador) é um país da América do Sul, limitado a norte pela Colômbia, a leste e sul pelo Peru e a oeste pelo Oceano Pacífico. É um dos dois países da América do Sul que não fazem fronteiras com o Brasil, além do Chile. Além do território continental, o Equador possui também as ilhas Galápagos, a cerca de 960 km do território continental, sendo o mais próximo daquelas ilhas. Seu território de 256 370 km² é cortado ao meio pela Linha do Equador. A sua capital é Quito, todavia a maior cidade e a mais importante economicamente é Guayaquil.

Índice [esconder]
1 Etimologia
2 História
2.1 Período pré-colombiano e colonização
2.2 Independência
2.3 Período após a Segunda Guerra Mundial
2.4 Período recente
3 Geografia
3.1 Parques nacionais
4 Demografia
4.1 Religião
5 Política
5.1 Os três poderes
6 Subdivisões
7 Economia
7.1 História monetária
8 Infraestrutura
8.1 Educação
9 Cultura
9.1 Feriados
10 Ver também
11 Referências
12 Ligações externas


[editar] Etimologia
O nome Equador vem do substantivo comum equador, do espanhol ecuador, um dos círculos máximos da Terra, que atravessa o país em toda a sua extensão; daí a atribuição do nome, ocorrida entre 1830 e 1832, quando o país se separou da Grande Colômbia, em espanhol Gran Colombia. O substantivo comum equador, em latim aequator, "verificador, aferidor", é em latim medieval "o que iguala, aquele que nivela", em expressões como (circulus) aequator diei et noctis, (círculo), igualador do dia e da noite, derivado do latim aequare "igualar", de aequus, "igual".[2]

[editar] História
Ver artigo principal: História do Equador
[editar] Período pré-colombiano e colonização
Culturas indígenas avançadas floresceram no Equador mesmo antes de a região ser conquistada pelo Império Inca do século XV. Em 1534, chegaram os espanhóis que, derrotando os exércitos incas, iniciaram a colonização europeia. Nas primeiras décadas de dominação espanhola a população indígena foi dizimada pelo contágio de doenças às quais os nativos não eram imunes, tempo em que os nativos também foram forçados ao trabalho para os proprietários de terras espanhóis no sistema de trabalho de encomienda. Em 1563, a cidade de Quito foi elevada à categoria de distrito administrativo da monarquia espanhola.

[editar] Independência
Em 1822 forças locais se organizaram e derrotaram o exército monarquista se unindo à "Gran Colômbia", república fundada por Simón Bolívar, da qual só veio a separar-se no dia 13 de maio de 1830. A República do Equador é um dos três países que emergiram do colapso da "Grã-Colômbia" em 1830 (os outros são a Colômbia e a Venezuela).

O século XIX foi marcado por instabilidades, com rápidos movimentos políticos e institucionais. O conservador Gabriel García Moreno unificou o país nos anos de 1860 com o apoio da Igreja católica.

Com o aumento da demanda mundial de cacau, desde o início de 1800, produziu-se uma migração dos altiplanos em direção à fronteira agrícola da costa do Pacífico.

Entre 1904 e 1942, o Equador perdeu territórios em uma série de conflitos com seus vizinhos.

Em 1941, um conflito territorial entre o Equador e o Peru conduziu as partes ao "Protocolo do Rio de Janeiro" homologado em 29 de janeiro de 1942, estabelecendo fronteiras provisórias. O estado de guerra perdurou entre os dois países até 26 de outubro de 1998, quando os presidentes Jamil Mahuad (do Equador) e Alberto Fujimori (do Peru) assinaram o acordo denominado "Ata Brasília", pelo qual o Peru concedeu um quilômetro quadrado de seu território no lugar chamado "Tiwintza", onde 14 soldados do Equador haviam sido sepultados.

Ambos os países assinaram ainda tratados de comércio e acordos de navegação pelos quais o Equador tem o direito de navegação irrestrita pelo Rio Amazonas.

[editar] Período após a Segunda Guerra Mundial
Depois da Segunda Guerra Mundial, a recuperação do mercado agrícola e o crescimento da indústria da banana ajudaram a restabelecer a prosperidade e paz política. De 1948 a 1960, três presidentes, iniciando por Galo Praça Laço, foram eleitos livremente e completaram seus mandatos.

Num ambiente em que quase toda a América do Sul foi palco de golpes militares, o retorno de políticas populistas provocou inquietações que foram motivo de intervenções militares domésticas nos anos sessenta, época em que a descoberta de petróleo atraíram companhias estrangeiras e foi fundada a "Amazônia Equatoriana".

Em 1972, um golpe militar derrubou o regime de José María Velasco Ibarra passando a utilizar a riqueza do petróleo e empréstimos estrangeiros para custear um programa de industrialização, reforma agrária, e subsídios para consumidores urbanos.

Com o desvanecimento de ciclo econômico do petróleo, o Equador voltou a democracia em 1979, sob o primeiro presidente da Constituição equatoriana de 1979, Jaime Roldós Aguilera, candidato de uma grande frente partidária, a "Concentração de Forças Populares" ou "CFP" que obteve expressiva vitória sobre Sixto Durán Ballén do Partido Cristão Social "(PSC)".

Depois de uma discordância de liderança com Asaad Bucaram, o líder de então do CFP, Roldós, deixou a coligação para fundar com sua esposa um partido próprio denominado "Mudança e Democracia" levando consigo grande número de partidários. Com isto, o PCD, se tornou o terceiro partido em importância política .

Em 1981 ocorreu novo episódio de conflito de fronteira com o Peru, na região de Paquisha, com algumas recorrências posteriores.

Ao final de 1981 o vice-presidente Osvaldo Hurtado Larrea do partido Democracia Popular "DP" sucedeu o presidente Roldós depois que este morreu num acidente aéreo na selva amazônica.

Devido à pressão econômica da guerra sobre o mercado (particularmente do petróleo), o governo de Osvaldo Hurtado enfrentou uma crise econômica crônica em 1982, com crescente inflação, déficits de orçamento com efeitos desvalorizadores da moeda, acúmulo do serviço da dívida e parque industrial não competitivo.

Em 1984 as eleições presidenciais foram vencidas por León Febres Cordero Rivadeneira do PSC por estreita margem de votos. Durante os primeiros anos da sua administração dele, Febres Cordero orientou sua política econômica para o livre-mercado, fortaleceu o combate à produção de drogas e terrorismo, no que foi auxiliado pelos Estados Unidos da América.

Seu mandato foi prejudicado por disputas políticas dentro do governo e pelo seu breve sequestro por elementos do exército. Em março de 1987 um terremoto devastador suspendeu a exportação de petróleo piorando assim os problemas econômicos do país.

Em 1988 Rodrigo Borja Cevallos do partido da Esquerda Democrática "ID" elegeu-se presidente, concorrendo contra Abdalá Bucaram do "POR". Sua proposta era de melhorar a proteção de direitos humanos e levou a cabo algumas reformas, notavelmente uma abertura de Equador para comércio estrangeiro. O governo de Borja concluiu também um acordo com o pequeno grupo terrorista "Alfaro Vive, Carajo" porém a continuidade de problemas econômicos no país acabou arruinando sua popularidade, permitindo que a oposição obtivesse maioria no Congresso de 1990.

Em 1992, Sixto Durán Ballén ganhou sua terceira concorrência para a presidência da república. As medidas de ajuste de macroeconômicas duras que ele impôs eram impopulares, mas obtiveram sucesso mediante iniciativas de modernização do Congresso. O vice-presidente de Durán Ballén, Alberto Dahík, foi o arquiteto das políticas econômicas de administração, mas em 1995, Dahík fugiu o país para evitar processo por corrupção impulsionado pela ferrenha oposição. Uma guerra com o Peru (chamada Guerra de Cenepa, na área do rio com este nome) estourou em janeiro e fevereiro de 1995 em função de atrito sobre as fronteiras estabelecidas em 1942 e foi solucionada Protocolo de Rio.

[editar] Período recente
Abdalá Bucaram, do POR, foi eleito presidente em 1996 com uma plataforma populista prometendo reformas econômicas e sociais e o rompimento do que chamou de poder da oligarquia nacional. Durante o seu curto mandato, a administração de Bucaram criticou a corrupção sendo deposto em 1997 pelo Congresso sob alegação de incompetência mental, sendo nomeado em seu lugar o presidente interino Fabián Alarcón, então Presidente de Congresso e líder do pequeno partido Frente de Alfarista Radical "FRA".

Em maio de 1997 a presidência interina de Alarcón foi endossada por um referendo popular. Durante a presidência de Alarcón, foi escrita a nova Constituição do país (1979) que só entrou em vigor no dia 5 de junho de 1998, depois das eleições presidenciais e de membros do Congresso de 31 de maio de 1988.

Como nenhum candidato à presidência obteve maioria, no dia 12 de julho de 1998 seguiu-se uma eleição de segundo turno entre os dois candidatos mais votados, o prefeito de Quito Jamil Mahuad do "DP" e Álvaro Noboa Pontón do Partido Cristão Social. Mahuad foi eleito por uma estreita margem de votos assumindo o cargo no dia 10 de agosto de 1998, mesmo dia em que a nova Constituição do Equador entrou em vigor.

Mahuad concluiu um acordo de paz com o Peru em 26 de outubro de 1998, mas com as crescentes dificuldades econômicas, fiscais e financeiras do país, a sua popularidade foi diminuindo até quando, inesperadamente, substituiu a moeda corrente indígena, o sucre (homenagem póstuma de um herói venezuelano na guerra revolucionária contra a Espanha), obsoleto, pelo dólar norte-americano (política monetária chamada de dolarização).

Esta reforma monetária causou grave desassossego nas classes de baixo poder aquisitivo que tentava converter seus sucres em dólar com muita perda no câmbio, enquanto as classes mais abastadas, que já possuíam grandes volumes desta moeda e já faziam negócios com ela, capitalizaram grandes lucros.

Nas manifestações populares de grupos indígenas de 21 de janeiro de 2000 em Quito, o exército e a polícia se recusaram reprimir os manifestantes e em seguida a Assembleia Nacional Constituinte, num golpe de estado semelhante aos muitos já ocorridos no Equador, instituiu uma junta de tripartite para intervir na administração do país.

Oficiais militares graduados declararam seu apoio à intervenção e, durante uma noite de confusão, depois de fracassarem as conversações, o presidente Mahuad foi forçado a fugir do palácio presidencial, encarregando, por decreto, o seu Vice-presidente Gustavo Noboa como responsável pela administração.

Na manhã seguinte, Mahuad endossou Noboa como seu sucessor por uma rede nacional de televisão e o triunvirato militar, que efetivamente já dirigia o país, também o endossou.

Assim, na reunião de emergência do mesmo dia 22 de janeiro, em Guayaquil, o Congresso do Equador ratificou Noboa como Presidente da República.

A política de dolarização ainda permaneceu sob a liderança de Noboa. Embora a dolarização tenha mitigado seus efeitos e iniciado uma ligeira melhoria sobre a economia, o governo de Noboa foi acusado pela manutenção da dolarização e descuido com problemas sociais e outros assuntos importantes da política Equatoriana.

Em 15 de janeiro de 2003, o Coronel aposentado Lúcio Gutiérrez, membro da junta militar que subverteu presidente Jamil Mahuad em 2000, assumiu a presidência do Equador com uma plataforma de combate à corrupção. O partido de Gutiérrez, tendo poucos assentos no Congresso, o força a negociar com outros partidos para mudar a legislação, já tendo ensaiado algumas reformas econômicas.

Lucio Gutiérrez deixou o poder em 2005 diante da falta de apoio das Forças Armadas e no meio de fortes protestos, o que conduziu a que seu vice-presidente, Alfredo Palacio, assumisse a presidência. Nas eleições seguintes, Rafael Corrêa foi eleito e assumiu o cargo em 15 de janeiro de 2007, sendo o atual presidente do país.

Em 28 de setembro de 2008 foi adotada uma nova Constituição.

[editar] Geografia
Ver artigo principal: Geografia do Equador

Vulcão Chimborazo, o maior do país.O Equador é um dos menores países da América do Sul e, com o Chile, o único que não partilha fronteira com o Brasil. A paisagem é dominada pelos Andes, que atravessam o centro do país no sentido norte-sul, com altitudes que chegam aos 6310 m no Chimborazo (praticamente no centro do país). A leste dos Andes, cerca de um quarto do território está integrado na bacia amazônica, e a oeste estende-se uma das mais extensas planícies costeiras da costa sul-americana do Pacífico.

A capital, Quito, localiza-se nos Andes e não é a maior cidade do país. Esse título cabe a Guayaquil, um porto de mar no golfo de Guayaquil, no sudoeste.

O clima varia com a altitude, sendo tropical no litoral e na Amazônia e tornando-se cada vez mais frio à medida que a altitude aumenta, nos Andes.

O Equador também possui o arquipélago das Galápagos (Ilhas Galápagos) situado a cerca de 1000 km ao oeste do continente.

No Equador se distinguem fundamentalmente quatro zonas:

A Costa: faz parte do "Chocó biogeográfico". Localiza-se ao oeste do país, é região plana e fértil de escassa altitude. Nesta zona encontra-se a maior cidade do Equador: Guayaquil.
A Serra: corresponde à parte equatoriana dos Andes, divide de norte a sul o país em duas partes. De grande altitude, com alguns picos com mais de 6000 metros, possui também vários vulcões ainda ativos como o Tungurahua cuja última erupção teve lugar em 1999. Sobre a cordilheira andina assentam-se algumas das mais importantes cidades equatorianas: sua capital Quito, Cuenca, Ambato, Riobamba, Loja, etc.
O Oriente: ao leste do Equador encontra-se uma parte da floresta Amazônica. De clima úmido e quente.
Ilhas Galápagos.
[editar] Parques nacionais
Parque Binacional El Cóndor
Parque Nacional Cajas
Parque Nacional Cotopaxi-El Boliche
Parque Nacional Cuyabeno
Parque Nacional Galápagos
Parque Nacional Ilinizas
Parque Nacional Llanganates
Parque Nacional Machalilla
Parque Nacional Sangay
Parque Nacional Sumaco-Napo-Galeras
Parque Nacional Podocarpus
[editar] Demografia
Cidades mais populosas do Equador ver • editar
Posição Cidade Província População Posição Cidade Província População
Guaiaquil

Quito

Cuenca


1 Guaiaquil Guayas 2 306 479 11 Quevedo Los Ríos 181 544
2 Quito Pinchincha 2 151 993 12 Loja Loja 199 121
3 Cuenca Azuay 405 772 13 Ibarra Imbabura 176 642
4 Santo Domingo Santo Domingo 291 325 14 Milagro Guayas 121 055
5 Machala El Oro 269 351 15 Esmeraldas Esmeraldas 96 265
6 Durán Guayas 241 924 16 La Libertad Santa Elena 85 750
7 Manta Manabí 235 700 17 Babahoyo Manabí 89 421
8 Portoviejo Manabí 89 421 18 Tulcán Carchi 89 534
9 Ambato Tungurahua 212 541 19 Sangolquí Pichincha 71 830
10 Riobamba Chimborazo 181 588 20 Latacunga Cotopaxi 51 727
Estimativas para 2010.
[editar] Religião
Aproximadamente 75% dos equatorianos são católicos romanos. As outras religiões perfazem 25% da população.

[editar] Política
Ver artigo principal: Política do Equador

Rafael Correa, atual presidente do Equador.O Equador é uma república presidencialista unitária. Segundo a constituição de 1979, o presidente e o vice-presidente são eleitos por voto popular direto e secreto para um período de quatro anos. Não é permitida a reeleição para um segundo mandato. O presidente escolhe seus ministros e governadores das províncias.

[editar] Os três poderes
Poder Executivo
Regime: República presidencialista
Chefe de estado e de governo: Presidente Rafael Correa (desde 15 de janeiro de 2007).

Poder Legislativo
O Equador tem um Congresso unicameral formado por 100 membros, eleitos diretamente por voto popular, nas províncias, para um período de 4 anos. O Equador é dividido em 24 províncias, divididas em municípios.

Poder Judiciário
A Suprema Corte do Equador é composta de 31 juízes. O país não aceita jurisdição compulsória da Corte Internacional de Justiça. Os novos membros da Suprema Corte são escolhidos pelos membros atuais da corte. Há também uma Corte Eleitoral e uma Corte Constitucional. Numa crise política em 2004, membros da Corte Eleitoral e da Corte Constitucional foram substituídos pelo Congresso. Em 2005, foi a vez do Congresso substituir 27 dos 31 juízes da Suprema Corte.

[editar] Subdivisões
Ver artigo principal: Subdivisões do Equador
O Equador se divide geograficamente em 4 regiões: Serra, Costa, Amazônica e Insular.

Política e administrativamente o Equador se divide em 24 províncias, que, por sua vez, estão subdivididas em 219 cantões.

Os cantões estão divididos em paróquias, que são classificadas em paróquias urbanas e paróquias rurais.




Map Key Província Capital
1 Azuay Cuenca
2 Bolívar Guaranda
3 Cañar Azogues
4 Carchi Tulcán
5 Chimborazo Riobamba
6 Cotopaxi Latacunga
7 El Oro Machala
8 Esmeraldas Esmeraldas
9 Galápagos Puerto Baquerizo Moreno
10 Guayas Guayaquil
11 Imbabura Ibarra
12 Loja Loja
13 Los Ríos Babahoyo
Map Key Província Capital
14 Manabí Portoviejo
15 Morona-Santiago Macas
16 Napo Tena
17 Orellana Puerto Francisco de Orellana
18 Pastaza Puyo
19 Pichincha Quito
20 Santa Elena Santa Elena
21 Santo Domingo de los Tsáchilas Santo Domingo de los Colorados
22 Sucumbíos Nueva Loja
23 Tungurahua Ambato
24 Zamora-Chinchipe Zamora






[editar] Economia
Ver artigo principal: Economia do Equador

Vista do centro de Quito, capital administrativa e financeira do Equador.O Equador tem importantes reservas de petróleo que respondem por cerca de 40% das exportações do país e por 1/3 das receitas do governo há vários anos. Consequentemente, flutuações no preço desta commodity afetam significativamente a economia do país. No final da década de 1990 o país sofreu sua pior crise, quando desastres naturais que coincidiram com quedas no preço do barril de petróleo levaram o país ao colapso econômico.

A economia melhorou quando Gustavo Noboa, que assumiu a presidência do país em janeiro de 2000, foi capaz de fazer passar reformas económicas substanciais e de melhorar as relações com as instituições financeiras internacionais. Noboa promoveu a substituição da moeda do país, o sucre, pelo dólar americano em março de 2000.

Em fevereiro de 2003, o novo presidente eleito Lucio Gutiérrez encontrou um défice orçamental e uma grande dívida externa. Prometeu usar as receitas do petróleo e procurar mais ajuda junto do FMI.

No dia 15 de janeiro de 2007, posse do atual presidente Rafael Correa, foi convocado um referendo para mudanças constitucionais que podem afetar a economia do Equador e revisar o pagamento da dívida externa. Recentemente no ano de 2008, o atual presidente Correa questionou uma divida financiado pelo BNDES- Banco Nacional de Desenvolvimento do Brasil em 2000 para a construção da Usina Hidrelétrica de San Francisco em território equatoriano. Correa questionou o fato de o empréstimo ter sido direcionado diretamente a construtora brasileira Odebrecht, mas "legalmente" aparecer como dívida do Equador com o Brasil. Com uma potência prevista de 230 megawatts e com capacidade de abastecer 12% de energia do Equador, a central San Francisco foi construída pelo Consórcio Odebrecht - Alstom - Vatech (empresas européias) e inaugurada em junho de 2007.

[editar] História monetária
O Equador adotou, quando de sua independência o real (designação de moeda adotada em várias nações sul-americanas). No século XX foi criado o sucre, que homenageava o libertador Antonio José de Sucre (1795-1830).

A grande inflação, o descrédito da moeda local decorrente de frequentes desvalorizações e medidas econômicas desencontradas por governos sucessivos, levou a população a adotar informalmente o dólar como forma de assegurar minimamente o poder de compra - e a substituição oficial pela moeda norte-americana finalmente ocorreu após a crise da década de 90, sendo o sucre apenas utilizado como unidade fracionada.

[editar] Infraestrutura
[editar] Educação
Ver artigo principal: Educação no Equador
A educação no Equador é gratuita e obrigatória até completarem o "nível básico de educação", dos 5 aos 14 anos.[3] Os custos da educação primária e secundária são pagos pelo governo, mas as famílias normalmente possuem despesas adicionais como taxas e custos de transporte. As provisões das escolas públicas estão a um nível bem menor do que o necessário, e em 2000 os recursos continuaram a diminuir, tanto em termos reais como na proporção do produto interno bruto.[3]. O tamanho das turmas normalmente é bem grande. Apesar de gratuito as famílias de poucos recursos normalmente acham necessário pagar pela educação.

[editar] Cultura
Ver artigo principal: Cultura do Equador
[editar] Feriados
Data Nome em português Nome local Observações
1 de Janeiro Ano Novo Año Nuevo -
variável Sexta-feira Santa Viernes Santo Festa Móvel
1 de Maio Dia do Trabalhor Día del Trabajor -
10 de Agosto Aniversário do 1º dia da Independência Aniversario Primer Día de la Independencia Festa cívica nacional
12 de Outubro Dia da Raça Día de la Raza Festa nacional. Celebra-se a chegada dos espanhóis à América.
25 de Dezembro Natal Navidad -
31 de Dezembro Noite de Ano novo La noche del Ano nuevo Os bailes e desfiles culminam com a queima de bonecos em tamanho real que representam figuras públicas e o ano que passou.

[editar] Ver também
Lista de países
Missões diplomáticas do Equador
Referências
↑ PNUD, http://www.pnud.org.br/pobreza_desigualdade/reportagens/index.php?id01=3324&lay=pde, 05 de Outubro de 2009
↑ Origem do nome Equador. Etimologias. Página visitada em 20 de abril de 2010.
↑ a b "Ecuador". Findings on the Worst Forms of Child Labor (2001). Bureau of International Labor Affairs, U.S. Department of Labor (2002). This article incorporates text from this source, which is in the public domain.
[editar] Ligações externas
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Equador
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crioulos e
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Ver também Congressos Internacionais • Instituto Cervantes

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5620 - HISTÓRIA DAS LÍNGUAS DO EQUADOR

Língua castelhana
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Castelhano ou espanhol (Castellano o español)
Falado em: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Guiné Equatorial, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai, Venezuela
Total de falantes: 390 milhões nativos, 110 milhões segunda língua, 500 milhões total[1]
Posição: 3
Família: Indo-europeia
Itálica
Românica
Ítalo-ocidental
Ocidental
Galo-ibérica
Ibero-românica
Ibero-ocidental
Castelhano ou espanhol
Escrita: Alfabeto latino
Estatuto oficial
Língua oficial de: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Guiné Equatorial, Honduras, México, Nicarágua, Novo México (EUA), Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico (EUA), República Dominicana, Uruguai e Venezuela
Minorias em predomínio: Nos Estados Unidos Escassas minorias em: Andorra, Belize e Gibraltar.

Núcleos de imigrantes em: Alemanha, Arábia Saudita, Brasil, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Kuwait, República Checa e Suíça.

Códigos de língua
ISO 639-1: es
ISO 639-2: spa
SIL: SPN

██ Países onde o espanhol tem status de língua oficial.

██ Países ou regiões onde o castelhano é falado sem reconhecimento oficial, ou onde se falam línguas crioulas de origem castelhana (chabacano das Filipinas, etc.) com ou sem reconhecimento oficial, e áreas de forte influência hispânica.

██ Estados dos Estados Unidos onde o castelhano não possui status de língua oficial, mas é falado por 25% ou mais da população.

██ Estados dos Estados Unidos da América onde o castelhano não possui status de língua oficial, mas é falado por algo entre 10% a 20% da população.

██ Estados dos Estados Unidos da América onde o castelhano não possui status de língua oficial, mas é falado por algo entre 5% a 9,9% da população.

NOTA: Para informações detalhadas sobre as fontes utilizadas na criação de mapa, ver sua página de descrição

Espanhol ou castelhano (em espanhol: español ou castellano) é uma língua românica do grupo Ibero-Românico que se originou no norte da Espanha e gradualmente espalhou pelo Reino de Castela, evoluindo para a língua principal de governo e de comércio na Península Ibérica. O idioma foi levado especialmente para as Américas, África e Ásia-Pacífico com a expansão do Império Espanhol entre os séculos XV e XIX.

Hoje, 329 milhões de pessoas falam espanhol como idioma nativo. É a segunda língua mais falada no mundo em termos de falantes nativos, depois do Mandarim Chinês.[2][3] O México contém a maior população de falantes de espanhol. O espanhol é uma das seis línguas oficiais das Nações Unidas.[4]

Índice [esconder]
1 Distribuição geográfica
1.1 Dialetos
2 Línguas derivadas
3 Diferenças
3.1 Glossário
4 Fonemas
5 História
5.1 Latim vulgar
5.2 Glosas medievais
5.3 Árabe
5.4 Primeira gramática moderna europeia
6 Gramática
6.1 Verbo
6.2 Verbos regulares
7 Vocabulário
8 Sistema de escrita
9 Referências
10 Ver também
11 Ligações externas


[editar] Distribuição geográfica
Ver artigo principal: Distribuição geográfica da língua espanhola
Enquanto na lista mundial de línguas mais faladas figure na segunda, terceira ou quarta posição segundo a fonte consultada (os censos da Índia e América do Sul variam muito segundo o organismo consultado), o que fica claro é que em importância ocupa a segunda posição atrás do Inglês, com quase quatrocentos milhões de falantes nativos.

Embora o castelhano seja uma língua principalmente americana, é falada nos seis "continentes", embora em alguns de forma quase residual:

É oficial em:
Argentina
Bolívia
Chile
Colômbia
Costa Rica
Cuba
Equador
Espanha
El Salvador
Guatemala
Honduras
México
Nicarágua
Panamá
Paraguai
Peru
Porto Rico
República Dominicana
Uruguai
Venezuela
mas sua presença também é importante no
Belize
Estados Unidos.
África: Canárias, Ceuta, Melilha, Guiné Equatorial. Em 11 de julho de 2001, o espanhol (castelhano) foi declarado uma das línguas oficiais da Organização da Unidade Africana (OUA), junto com o árabe, francês, inglês, português e kiSwahili.
Europa: é oficial na Espanha e se fala também em Andorra e Gibraltar. Núcleos de imigrantes na Alemanha, França, Itália, República Checa e Suíça. É uma das línguas oficiais da União Europeia.
Oceania: Ilha da Páscoa (Chile). Núcleos de imigrantes na Austrália.
Também é uma das seis línguas oficiais da Organização das Nações Unidas (ONU).[4]

País Número de falantes
México 106.682.500[5]
Estados Unidos 55.000.000[6] (44.321.038 no censo)[7]
Espanha 46.063.511[8]
Colômbia 44.500.000[9]
Argentina 39.745.613[10]
Peru 28.750.770[11]
Venezuela ~27.000.000
Chile 16.763.470[12]
Equador 13.363.593[13]
Guatemala 13.354.000[14]
Cuba 11.286.000
Bolívia 10.027.643[15]
República Dominicana 9.760.000[16]
Honduras 7.146.118
El Salvador 6.992.000
Nicarágua 5.603.000[17]
Costa Rica 4.468.000[17]
Paraguai 6.127.000[17]
Porto Rico 3.991.000[17]
Uruguai 3.341.000[17]
Panamá 3.343.000[17]
Guiné Equatorial 1.137.143[18]
Canadá 1.000.000[19]
França 440.106[20]
Brasil 409.564[21]
Alemanha 140.000[22]
Israel 130.000[23]
Suíça 123.000[24]
Reino Unido 107.654[25]
Belize 106.795[26]
Austrália 106.517[27]
Suécia 101.472[28]
Itália 89.905[29]
Bélgica 85.990[30]
Japão 76.565[31]
Andorra 41.644[32]
Nova Zelândia 21,645[33]
Marrocos 20.000[34]
Países Baixos 19.978[35]
Ilhas Virgens Americanas 16.788
Noruega 12.573[36]
Portugal 9.744[37]
Jamaica 8.000
Trinidad e Tobago 4.100
Rússia 3.320
Luxemburgo 3.000
Filipinas 2.658[38]
Argélia 379[39]

[editar] Dialetos

Mapa cronológico mostrando o desenvolvimento das línguas do sudoeste da Europa entre as quais o castelhano.Dialeto andaluz
Dialeto canário
Dialeto churro
Dialeto murciano
Dialeto extremenho
Espanhol amazônico
Espanhol andino
Espanhol boliviano
Espanhol caribenho
Espanhol cubano
Espanhol dominicano
Espanhol portorriquenho
Espanhol centro-americano
Espanhol chileno
Espanhol colombiano central
Espanhol colombiano-equatoriano ribeirinho
Espanhol mexicano
Espanhol mexicano setentrional
Espanhol mexicano meridional
Espanhol peruano ribeirinho
Espanhol venezuelano
Espanhol venezuelano central
Espanhol venezuelano guaro-maracucho
Espanhol rioplatense
Espanhol da Guiné Equatorial
Espanhol das Filipinas
Espanhol neotradicional
[editar] Línguas derivadas
Entre as línguas crioulas e outras línguas derivadas desta língua se podem citar o ladino e o chabacano, falado em algumas localidades das Filipinas.

[editar] Diferenças
Castelhano da Espanha Castelhano da América Latina Tradução ao Português
acera vereda (Arg.)/banqueta (Mex.) calçada, passeio
aguacate palta / aguacate abacate
alquilar rentar (Mex.)/arrendar (Col.) alugar, arrendar
alquiler renta (Mex. e Chile)/arriendo (Col.) aluguel, aluguer ou renda (em Portugal)
apresurar apurar apressar
arcén banquina (Arg. Parag. e Urug.) acostamento, berma da estrada
ascensor elevador / ascensor (Col.) elevador
calabaza zapallo / ayote (Méx e Amér. Central) / calabaza (Col.) abóbora
calabacín chilacayote (Méx e Amér. Central) / Calabacín (Col.) abobrinha, courgette
coche (automóvil) auto / carro (automóvil) carro (automóvel)
coger tomar / agarrar / sujetar / coger (Col.) pegar, segurar
chaval chavo (Méx.) / pibe (Arg.) / chino (Col.) rapaz, garoto, menino, moço, miúdo, chavalo (em Portugal)
chófer conductor / chofer motorista, condutor, chofer
eh / ey / oye che (Arg.) / oye / eh ei / aê / aí
judías frijoles, porotos (Arg.) feijão
móvil (teléfono) celular (teléfono) celular (telefone), telemóvel
ordenador computadora / computador computador
Papá Noel Santa Claus (Méx e Amér. Central) / Viejito Pascuero (Chile) / Papá Noel (Col.) Papai Noel, Pai Natal
prisa apuro pressa
puchero olla panela
vídeo video vídeo
zapatillas (deportivas) tenis / zapatillas tênis (Brasil), ténis (calçado), sapatilhas (em Portugal)

[editar] Glossário
Amér. Central = América Central
Arg. = Argentina
Méx. = México
Urug. = Uruguai
Col. = Colômbia
[editar] Fonemas
Tem semelhanças com o português. Contudo, existem diferenças, sendo as principais, ("letra castelhana/espanhola" = "letra portuguesa"): Ll = Lh, Ñ = Nh, Ch = Tch, B e V = B, X = /ks/ (nem sempre, como em México, que soa como méjico). Não há, no espanhol, o som da letra X como em xadrez. As letras K (/ca/, /que/, /qui/, /co/, /cu/), W (/v/ em palavras de origem alemã e /u/ em de origem inglesa) e Y (/i/) fazem parte do alfabeto castelhano/espanhol, a i grega (Y) pode ser consoante ou vogal, quando consoante tem um som mais forte. O "J" é um caso à parte: tem um som inexistente em português (o som que chega mais perto é o do R forte brasileiro e dalgumas zonas de Portugal - como em carro). O som correspondente ao "J" português é representado por "LL" no espanhol platino, e inexistente noutros dialectos. Fora isso não há acentos graves, til (Ñ não conta) ou circunflexo. Assim como no português ge = je e gi = ji, e também há o gue e gui, a letra Q segue o mesmo esquema (que = ke, qui = ki) e também há trema. Em castelhano/espanhol o costume é encerrar palavra com N e não com M. O Ç apesar de ter nascido do castelhano/espanhol foi abolido, tal como o SS. Já RR existe no castelhano/espanhol e usa-se da mesma forma que no português. Vale ressaltar que a pronúncia é de 'dois erres', ou seja, /r/,/r/, e não de /ř/ como em carro /kařo/. O Z e o C, este último antes de E ou I, em Espanha pronunciam-se de forma similar ao "th" inglês em "think" ou "something".

[editar] História
A língua castelhana é o idioma da Espanha, da América do Sul e Central (excepto Brasil, Haiti, Guianas e várias ilhas caribenhas), das Filipinas e da Guiné Equatorial, na África. Conta com cerca de duzentos e cinquenta milhões de falantes. Também é chamada de ”castelhano”, nome da comunidade linguística (Castela) que lhe deu origem nos tempos medievais. Na Espanha também são falados o catalão, o asturiano, o aragonês e o galego (idiomas de tronco românico), e o basco, uma língua cujas origens ainda são estudadas.

Na formação do castelhano/espanhol, podem-se distinguir três períodos: o medieval ou castelhano antigo (dos séculos X ao XV), o espanhol moderno (entre os séculos XVI e XVII) e o contemporâneo, que vai da fundação da Real Academia Espanhola até nossos dias.

Apesar de ser um idioma falado em regiões tão distantes, a ortografia e as normas gramaticais asseguram a integridade da língua, daí a colaboração entre as diversas Academias da Língua de Espanha e as dos países americanos no intuito de preservar esta unidade. Espanha elaborou o primeiro método unitário de ensino do idioma que é difundido por todo o mundo através do Instituto Cervantes.

[editar] Latim vulgar
Como disse Menéndez Pidal: “a base do idioma é o latim popular, propagado na Espanha a partir do final do século III a.C. até se impor às línguas ibéricas”. Entre os séculos III e VI, a língua que evoluía em Espanha assimilou germanismos através do latim falado pelos povos bárbaros romanizados que invadiram a península. Com o domínio muçulmano de oito séculos, a influência do árabe — idioma dos conquistadores berberes — foi decisiva na configuração das línguas ibéricas, entre as quais se incluem o castelhano/espanhol e o português.

[editar] Glosas medievais
O nome da língua procede da terra dos castelos, Castela. A esta época pertencem as Glosas Silenses e as Emilianenses, do século X, anotações em romance dos textos latinos no Monastério de Yuso (San Millán de la Cogolla), convertendo-se em centro medieval de cultura, mas a mais antiga referência ao idioma vem do Cartulário de Valpuesta, nos primeiros anos do século IX

O primeiro passo para converter o castelhano em língua oficial do reino de Castela e Leão foi dado por Afonso X. Foi ele quem mandou compor em romance, e não em latim, as grandes obras históricas, astronômicas e legais. O castelhano era a língua dos documentos notários e da Bíblia traduzida sob as ordens de Afonso X. Graças ao Caminho de Santiago, entraram na língua escassos galicismos que foram propagados pela ação dos trovadores da poesia cortesã e provençal.

[editar] Árabe
No sul, sob domínio árabe, as comunidades hispânicas que conviviam com as comunidades judaica e árabe falavam moçárabe. Esta é a língua na qual foram escritos os primeiros poemas, as Jarchas, que conservam uma forma estrófica de clara origem semítica, a moasajas.

Em quase oito séculos de interação (711-1492), os povos falantes de Árabe deixaram no castelhano um abundante vocabulário de cerca de quatro mil termos. Com o tempo foram caindo em desuso mas há vestígios modernos, palavras de uso comum como tambor, adobe, alfombra, zanahoria, almohada, e a expressão ojalá, como em português "oxalá" que significa "queira Deus" (literalmente: queira Alá). Cabe assinalar que penetrou na gramática castelhana a preposição árabe hatta (حتى), que se converteu na preposição espanhola hasta.

[editar] Primeira gramática moderna europeia
A publicação da primeira gramática castelhana, escrita por Elio Antonio de Nebrija em 1492, ano do descobrimento da América, estabelece o marco inicial da segunda etapa de conformação e consolidação do idioma. O castelhano adquire grande quantidade de neologismos, pois o momento coincidiu com a expansão de Castela que, pela força política, conseguiu consolidar seu dialeto como língua dominante. O castelhano é a língua dos documentos legais, da política externa e a que chega à América pela mão da grande empreitada realizada pela Coroa de Castela. Nesta mesma época os judeus sefarditas foram expulsos de Castela e Aragão, levando consigo a fala que daria lugar ao ladino, uma língua que ouvida parece castelhano.

Num primeiro momento, os realistas não mostraram interesse em difundir a língua castelhana na América e nas Filipinas, realizando-se a evangelização nas línguas nativas.

Na França, Itália e Inglaterra são editados gramáticas e dicionários para o ensino do castelhano/espanhol, que ganha o status de língua diplomática até a primeira metade do século XVIII. O léxico incorporou palavras originárias de tantas línguas quantos contatos políticos possuía o Império: italianismos, galicismos e americanismos.

No ano 1713 fundou-se a Real Academia Espanhola. Como primeira tarefa, a Academia fixou as mudanças feitas pelos falantes do idioma, o que permitiu grande variedade de estilos literários: da liberdade das alterações sintáticas do barroco, no século XVII, às contribuições dos poetas da geração de 1927. No primeiro terço do século XX apareceram novas modificações gramaticais que, ainda hoje, estão em processo de assentamento. Paralelamente, é contínua a criação de neologismos provenientes das inovações técnicas e dos avanços científicos.

No século XIX, os Estados Unidos da América adquirem a Luisiana de França e a Flórida de Espanha, e conquistam do México os territórios que actualmente formam o Arizona, Califórnia, Colorado, Nevada, Novo México, Texas, Utah e Wyoming. Desta forma, o castelhano passou a ser uma das línguas dos Estados Unidos, ainda que estas variedades primitivas só sobrevivam até o início do século XXI em Paróquia de St. Bernard e uma faixa que se estende do norte do Novo México ao sul de Colorado.

Depois da guerra hispano-americana de 1898, os Estados Unidos apoderaram-se também de Cuba, Porto Rico, Filipinas e Guam. No arquipélago asiático, impôs um sistema de ensino para substituir o castelhano pelo inglês como veículo de comunicação dos filipinos.

No século XX, milhões de mexicanos, cubanos e porto-riquenhos emigraram aos Estados Unidos, convertendo-se na minoria mais numerosa do país: 34.207.000 pessoas, em novembro de 2001.

[editar] Gramática
[editar] Verbo
Os verbos se dividem em três conjugações, que podem ser identificadas segundo as duas últimas letras do infinitivo: -ar, -er ou -ir.

Os verbos conjugam-se em quatro modos verbais: indicativo, subjuntivo, imperativo e potencial. Ainda, existem três formas impessoais: infinitivo, gerúndio e particípio, que entram na composição dos verbos compostos e perífrases verbais.

Os tempos verbais podem ser simples ou compostos. Para cada tempo simples há um que é composto, que se forma antepondo o tempo simples correspondente do verbo "haber" ao particípio do verbo que se está a conjugar.

Indicativo

tempos simples

Presente - por exemplo, "(yo) hablo"
Pretérito imperfecto - "hablaba"
Pretérito perfecto simple ou pretérito indefinido - "hablé"
Futuro - "hablaré"
Condicional - "hablaría"
tempos compostos:

Pretérito perfecto compuesto - "he hablado"
Pretérito pluscuamperfecto - "había hablado"
Pretérito anterior - "hube hablado"
Futuro compuesto - "habré hablado"
Condicional compuesto - "habría hablado"
O pretérito anterior é pouco usado.

Há situações onde se emprega o futuro para expressar dúvida: "serán las tres": serão umas três [horas].

Subjuntivo / Conjuntivo

tempos simples

Presente - "yo hable"
Pretérito imperfecto - "hablara" ou "hablase"
Futuro - "hablare"
tempos compostos

Pretérito perfecto compuesto - "haya hablado"
Pretérito pluscuamperfecto[Pretérito mais-que-perfeito] - "hubiera hablado" ou "hubiese hablado"
Futuro compuesto[Futuro composto] - "hubiere hablado"
O futuro do conjuntivo é um tempo arcaico que só se emprega hoje em dia em documentos legais. Muitos hispanófonos desconhecem a existência deste tempo verbal. Na Argentina a fala vulgar está-se a generalizar o uso do condicional em substituição do pretérito imperfeito nas frases condicionais ("si yo hablaría", significando "si yo hablara", ou "si yo hablase").

Imperativo: habla (tú), hablad (vosotros)

Para outras pessoas ou em frases negativas, o presente do conjuntivo vale por imperativo.

[editar] Verbos regulares

Tempo Simples Primeiro Segundo Terceiro

Infinitivo: Comprar Vender Vivir

Gerúndio: Comprando Vendiendo Viviendo

Particípio passado: Comprado Vendido Vivido

Indicativo Primeiro Segundo Terceiro

Presente: Compro
Compras
Compra
Compramos
Compráis
Compran Vendo
Vendes
Vende
Vendemos
Vendéis
Venden Vivo
Vives
Vive
Vivimos
Vivís
Viven

Pretérito: Compré
Compraste
Compró
Compramos
Comprasteis
Compraron Vendí
Vendiste
Vendió
Vendimos
Vendisteis
Vendieron Viví
Viviste
Vivió
Vivimos
Vivisteis
Vivieron

Imperfeito: Compraba
Comprabas
Compraba
Comprábamos
Comprabais
Compraban Vendía
Vendías
Vendía
Vendíamos
Vendíais
Vendían Vivía
Vivías
Vivía
Vivíamos
Vivíais
Vivían

Futuro: Compraré
Comprarás
Comprará
Compraremos
Compraréis
Comprarán Venderé
Venderás
Venderá
Venderemos
Venderéis
Venderán Viviré
Vivirás
Vivirá
Viviremos
Viviréis
Vivirán

Potencial: Compraría
Comprarías
Compraría
Compraríamos
Compraríais
Comprarían Vendería
Venderías
Vendería
Venderíamos
Venderíais
Venderían Viviría
Vivirías
Viviría
Viviríamos
Viviríais
Vivirían

[editar] Vocabulário
Devido às prolongadas conquistas às quais Espanha foi submetida ou que submeteu outras nações, a língua castelhana foi invadida por uma enorme quantidade de vozes "adquiridas" de línguas de diversos grupos. É possível encontrar palavras celtas, iberas, ostrogodas, visigodas, latinas, gregas, árabes, francesas, italianas, germanas, caribes, aztecas, quéchuas, guaranis e outras. A influência relativa de cada um destas "aquisições" varia de acordo com o país falante.

Os países da América, principalmente nas regiões rurais, conservam um grande número de arcaísmos: no extremo sul (Argentina e Uruguai) é frequente no trato coloquial o uso do "vos" em lugar do "tú" tradicional nos restantes países hispanófonos. A forma "vos" provém do trato formal da segunda pessoa do singular de antigamente, e sobrevive em Espanha na forma do trato informal para a segunda pessoa do plural (vosotros). O trato formal actual é "Usted" para a segunda pessoa do singular e "Ustedes" para a segunda pessoa do plural (também utilizados em Espanha).

[editar] Sistema de escrita
Ver artigo principal: Ortografia da língua espanhola
O castelhano/espanhol escreve-se mediante o alfabeto latino. Tem uma letra adicional, Ñ, embora no passado ch e ll fossem consideradas letras (ver dígrafo). As vogais podem levar um acento agudo para marcar a sílaba tónica quando esta não segue o padrão habitual, ou para distinguir palavras que, de outra forma teriam a mesma grafia (ver acento diacrítico).

O u pode levar trema (ü) para indicar que este se pronuncia nos grupos "güe", "güi". Na poesia, as vogais i e u podem levar trema para romper um ditongo e ajustar convenientemente a métrica de um verso determinado (por exemplo, ruido tem duas sílabas, mas ruïdo tem três).

Referências
↑ Instituto Cervantes (Noticias de "El País",Noticias en "Terra"), Universidad de México (uam.es, educar.org), Babel-linguistics
↑ Spanish language total. Ethnologue. Página visitada em 14 August 2009.
↑ Ethnologue: Languages of the World, 16th Edition, ed. M. Paul Lewis 2009
↑ a b What are the official languages of the United Nations? (em inglês). Organização das Nações Unidas (Dezembro de 2002). Página visitada em 02/01/2009.
↑ Estimativa do INEGI, 30 de junho de 2008..
↑ Univisión.
↑ U.S. Census Bureau (1/7/2006)[1]
↑ INE (1/1/2008) in Diario ABC
↑ Censo DANE (Ago-2008).
↑ Censo INDEC (2008) [2]
↑ INEI (30-jun-2007).
↑ Censo de 30 de junho de 2007 - Instituto Nacional de Estadisticas de Chile.
↑ Censo oficial, 1 de julho] de 2005
↑ Organização das Nações Unidas, 30 de junho de 2007
↑ Estimativa para 2008 do Instituto Nacional de Estadisticas de Bolivia
↑ Estimativa da Organização das Nações Unidas para julho de 2007
↑ a b c d e f Estimativa da Organização das Nações Unidas para julho de 2007.
↑ Censo (2008).
↑ PMB Statistics, citado em Media in Canada 2006. tlntv (em 2006 quase 1 milhão de falantes do espanhol vivem no Canadá), broadcastdialogue.com (página 3), comunidadhispanahoy.ca
↑ 1% da população maior de 15 anos do país, que em 2005 era de 44.010.619 (Anexo:Falantes do espanhol na União Europeia segundo o Eurobarómetro (2006))
↑ Página 32 de [3] (50% dos 733.000 estrangeiros são do Mercosul, e 43.064 imigrantes espanhóis).
↑ Anuário da Enciclopédia Britânica de 1997 CVC anuario del 99
↑ BBY (1997) (50.000 sefarditas)[4] + 80.000 íbero-americanos [5]
↑ Anuario da Enciclopédia Britânica de 1997 CVC anuario del 99
↑ 59.017 espanhóis (censo 2001) e 48.637 colombianos (estimativa da Open Channels e do consulado colombiano em 1999) [6]. Os colombianos são grupo mais numeroso de latino-americanos, depois dos brasileiros, no Reino Unido
↑ Pág. 32 do estudo. Demografía de la Lengua española.
↑ Pág. 32 do estudo. Demografía de la Lengua española. , dado que se aproxima aos 104.000 dados pela Enciclopédia Britânica.
↑ Censo sueco SCB, (2002)
↑ Dos quais 14.905 são espanhóis (censo 2001) e 75.000 equatorianos [7] (o maior grupo de latinoamericanos na Itália)
↑ 1% da população da Bélgica maior de 15 años, que em 2005 era de 8.598.982 (Anexo:Falantes do espanhol na União Europeia segundo o Eurobarómetro (2006))
↑ Título não preenchido, favor adicionar. (75.300 latino-americanos não-brasileiros + 1.265 espanhóis Censo 2001)
↑ Censo 2001 (espanhóis em Andorra].
↑ Statistics New Zealand Censo demográfico de 2006.
↑ Ethnologue.
↑ Residentes espanhóis na Holanda segundo o censo de 2001
↑ Instituto Cervantes.
↑ Residentes espanhóis em Portugal segundo o censo de 2001.
↑ Ethnologue.
↑ Registro de Matrícula de residentes de los Consulados Españoles. Ministério de Assuntos Exteriores da Espanha, 1999-2001.
[editar] Ver também
Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
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Cognato
Espanhol da América
Polêmica em torno das denominações espanhol e castelhano
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[editar] Ligações externas
Relatório Etnológico para a Língua
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Dicionário Português ←→ Espanhol
Wikilibro da língua espanhola (Em baixo nível de desenvolvimento)
A página do idioma espanhol
A língua espanhola , de Sergio Zamora B.
A língua castelhana na Encarta
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Hispanofonia Regiões: Hispano-América (Antilhas espanholas) • Hispanidade
Estados: Argentina • Bolívia • Chile • Colômbia • Costa Rica • Cuba • Equador • El Salvador • Espanha • Guatemala • Guiné Equatorial • Honduras • México • Nicarágua • Panamá • Paraguai • Peru • República Dominicana • Uruguai • Venezuela
Dependência: Novo México • Porto Rico
Dialetos,
crioulos e
variações Dialetos: Andaluz • Canário • Churro • Murciano • Extremenho • Americano • Amazônico • Andino • Boliviano • Caribenho (Cubano • Dominicano • Portorriquenho) • Centro-americano • Chileno • Colombiano central • Colombiano-equatoriano ribeirinho • Mexicano (Setentrional • Meridional) • Peruano ribeirinho • Venezuelano (Central • Guaro-maracucho) • Rioplatense • Guinéu-equatoriano • Filipino • Neotradicional

Variações: Portunhol • Espanglês • Llanito • Judeu-espanhol • Alemanhol • Euskañol • Franhol • Guaranhol

Crioulo: Chavacano • Llanito
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Advanced indigenous cultures flourished in Ecuador long before the area was conquered by the Inca empire in the 15th century. culturas indígenas avançadas floresceram no Equador desde antes que a área foi conquistada pelo Império Inca no século 15. In 1534, the Spanish arrived and defeated the Inca armies, and Spanish colonists became the new elite. Em 1534, os espanhóis chegaram e derrotaram os exércitos do Inca, e os colonos espanhóis se tornaram a nova elite. The indigenous population was decimated by disease in the first decades of Spanish rule--a time when the natives also were forced into the "encomienda" labor system for Spanish landlords. A população indígena foi dizimada pela doença nas primeiras décadas de domínio espanhol - um momento em que os nativos também foram forçados ao "trabalho sistema de encomienda" para os proprietários espanhóis. In 1563, Quito became the seat of a royal "audiencia" (administrative district) of Spain. Em 1563, Quito tornou-se sede de um "real" audiencia (circunscrição administrativa) de Espanha.

After independence forces defeated the royalist army in 1822, Ecuador joined Simon Bolivar's Republic of Gran Colombia, only to become a separate republic in 1830. Depois que as forças de independência derrotaram o exército monarquista em 1822, o Equador se juntou a Simon Bolívar, República da Gran Colômbia, apenas para se tornar uma república independente em 1830. The 19th century was marked by instability, with a rapid succession of rulers. O século 19 foi marcado pela instabilidade, com uma rápida sucessão de governantes. The conservative Gabriel Garcia Moreno unified the country in the 1860s with the support of the Catholic Church. O conservador Gabriel Garcia Moreno unificou o país em 1860 com o apoio da Igreja Católica. In the late 1800s, world demand for cocoa tied the economy to commodity exports and led to migrations from the highlands to the agricultural frontier on the coast. No final de 1800, a demanda mundial de cacau amarrado a economia às exportações de commodities e provocou migrações das montanhas da fronteira agrícola sobre a costa.

A coastal-based liberal revolution in 1895 under Eloy Alfaro reduced the power of the clergy and opened the way for capitalist development. The end of the cocoa boom produced renewed political instability and a military coup in 1925. A revolução liberal baseado costeiras em 1895 sob Eloy Alfaro reduziu o poder do clero e abriu o caminho para o desenvolvimento capitalista. O fim do boom do cacau produziu nova instabilidade política e um golpe militar em 1925. The 1930s and 1940s were marked by populist politicians such as five-time president Jose Velasco Ibarra. Os anos de 1930 e 1940 foram marcados por políticos populistas como cinco vezes o presidente José María Velasco Ibarra. In January 1942, Ecuador signed the Rio Protocol to end a brief war with Peru the year before. Em janeiro de 1942, o Equador assinaram o Protocolo do Rio para acabar com uma breve guerra com o Peru no ano anterior. Ecuador agreed to a border that conceded to Peru much territory Ecuador previously had claimed in the Amazon. Equador concordaram em uma fronteira que concedeu ao Peru quanto do território do Equador já tinha afirmado na Amazônia. After World War II, a recovery in the market for agricultural commodities and the growth of the banana industry helped restore prosperity and political peace. Após a Segunda Guerra Mundial, uma recuperação no mercado de commodities agrícolas e do crescimento da indústria da banana ajudaram a restabelecer a prosperidade e paz política. From 1948-60, three presidents--beginning with Galo Plaza--were freely elected and completed their terms. A partir de 1948-1960, três presidentes - começando com Galo Plaza - foram eleitos livremente e completaram seus mandatos.

Recession and popular unrest led to a return to populist politics and domestic military interventions in the 1960s, while foreign companies developed oil resources in the Ecuadorian Amazon. Recessão e agitação popular levou a um retorno à política populista e intervenções militares domésticas nos anos 1960, enquanto as empresas estrangeiras desenvolvidos recursos de petróleo na Amazônia equatoriana. In 1972, a nationalist military regime seized power and used the new oil wealth and foreign borrowing to pay for a program of industrialization, land reform, and subsidies for urban consumers. Em 1972, um regime militar nacionalistas tomaram o poder e usou a riqueza do petróleo e empréstimos estrangeiros para custear um programa de industrialização, reforma agrária, e subsídios para consumidores urbanos. With the oil boom fading, Ecuador returned to democracy in 1979, but by 1982, the government faced an economic crisis, characterized by inflation, budget deficits, a falling currency, mounting debt service, and uncompetitive industries. Com o boom do petróleo desvanecimento, o Equador voltou a democracia em 1979, mas por volta de 1982, o governo enfrenta uma crise econômica, caracterizada pela inflação, os défices orçamentais, uma moeda em queda, a montagem do serviço da dívida, e as indústrias não competitivas.

The 1984 presidential elections were narrowly won by Leon Febres-Cordero of the Social Christian Party (PSC). Em 1984 as eleições presidenciais foram, venceu por estreita margem por Leon Febres Cordero, do Partido Social Cristão (PSC). During the first years of his administration, Febres-Cordero introduced free-market economic policies, took strong stands against drug trafficking and terrorism, and pursued close relations with the United States. Durante os primeiros anos de sua administração, Febres Cordero livre-mercado das políticas económicas, assumiu posições fortes contra o narcotráfico eo terrorismo e estabeleceu estreitas relações com os Estados Unidos. His tenure was marred by bitter wrangling with other branches of government and his own brief kidnapping by elements of the military. Seu mandato foi prejudicado por disputas políticas com outros ramos do governo e seu breve seqüestro por elementos próprios dos militares. A devastating earthquake in March 1987 interrupted oil exports and worsened the country's economic problems. Um devastador terremoto março 1987 as exportações de petróleo e interrompeu agravou os problemas econômicos do país.

Rodrigo Borja of the Democratic Left (ID) party won the presidency in 1988. Rodrigo Borja da Esquerda Democrática ID) parte (ganhou a presidência em 1988. His government was committed to improving human rights protection and carried out some reforms, notably an opening of Ecuador to foreign trade. Seu governo se comprometeu a melhorar a protecção dos direitos humanos e levou a cabo algumas reformas, notavelmente uma abertura de Equador para comércio estrangeiro. The Borja government concluded an accord leading to the disbanding of the small terrorist group, "Alfaro Lives." O governo de Borja concluiu também um acordo conducente à dissolução do grupo terrorista de pequeno porte, "Vidas Alfaro". However, continuing economic problems undermined the popularity of the ID, and opposition parties gained control of congress in 1990. No entanto, continuando os problemas econômicos minaram a popularidade do ID, e os partidos da oposição ganharam o controle do Congresso em 1990.

In 1992, Sixto Duran-Ballen won in his third run for the presidency. His government succeeded in pushing a limited number of modernization initiatives through Congress. Em 1992, Sixto Durán Ballen, venceu em sua terceira para a presidência. Seu governo conseguiu empurrar um número limitado de iniciativas de modernização do Congresso. Duran-Ballen's vice president, Alberto Dahik, was the architect of the administration's economic policies, but in 1995, Dahik fled the country to avoid prosecution on corruption charges following a heated political battle with the opposition. Ballen-vice-presidente Duran, Alberto Dahik, foi o arquiteto das políticas econômicas de administração, mas em 1995, Dahik fugiu do país para evitar ser processado por acusações de corrupção política na sequência de uma batalha ferrenha com a oposição. A war with Peru erupted in January-February 1995 in a small, remote region where the boundary prescribed by the 1942 Rio Protocol was in dispute. Uma guerra com o Peru entrou em erupção em janeiro-fevereiro de 1995, em uma remota região pequena, onde o limite fixado pelo Protocolo de 1942 Rio estava na disputa.

Abdala Bucaram, from the Guayaquil-based Ecuadorian Roldosista Party (PRE), won the presidency in 1996 on a platform that promised populist economic and social policies and the breaking of what Bucaram termed as the power of the nation's oligarchy. Abdala Bucaram, a partir da base equatoriana de Guayaquil-Partido Roldosista (PRE), ganhou a presidência em 1996, sobre uma plataforma que prometia populistas e políticas sociais e econômicas que a quebra de Bucaram denominado como o poder da nação a oligarquia. During his short term of office, Bucaram's administration drew criticism for corruption. Durante seu curto mandato, de administração de Bucaram, foram criticadas por corrupção. Bucaram was deposed by the Congress in February 1997 on grounds of alleged mental incompetence. Bucaram foi destituído pelo Congresso em fevereiro de 1997 em razão da alegada incapacidade mental. In his place, Congress named interim President Fabian Alarcon, who had been president of Congress and head of the small Radical Alfarist Front party. Alarcon's interim presidency was endorsed by a May 1997 popular referendum. Em seu lugar, o Congresso nomeou o presidente interino Fabián Alarcón, que havia sido presidente do Congresso e chefe da Alfarist Radical pequeno partido Frente. Provisórias Presidência Alarcón foi endossada por um referendo popular de Maio de 1997.

Congressional and first-round presidential elections were held on May 31, 1998. Congresso e no primeiro turno das eleições presidenciais foram realizadas em 31 de maio de 1998. No presidential candidate obtained a majority, so a run-off election between the top two candidates--Quito Mayor Jamil Mahuad of the Popular Democracy party and Alvaro Noboa of the Ecuadorian Roldosista Party (PRE)--was held on July 12, 1998. Nenhum candidato presidencial obteve a maioria, para um segundo turno eleitoral entre os dois principais candidatos - o prefeito de Quito Jamil Mahuad do partido Democracia Popular e Álvaro Noboa, do Partido Roldosista Equatoriano (PRE) - foi realizada em 12 de julho de 1998. Mahuad won by a narrow margin. Mahuad foi eleito por uma margem estreita. He took office on August 10, 1998. Ele tomou posse em 10 de agosto de 1998. On the same day, Ecuador's new constitution came into effect. No mesmo dia, a nova Constituição do Equador entrou em vigor.

Mahuad concluded a well-received peace with Peru on October 26, 1998, but increasing economic, fiscal, and financial difficulties drove his popularity steadily lower. Mahuad concluiu um bem-recebido a paz com o Peru em 26 de outubro de 1998, mas crescente, fiscal e financeira dificuldades económicas levou sua popularidade cada vez mais baixos. On January 21, 2000, during demonstrations in Quito by indigenous groups, the military and police refused to enforce public order. Demonstrators entered the National Assembly building and declared a three-person "junta" in charge of the country. Em 21 de janeiro de 2000, durante as manifestações em Quito por grupos indígenas, os militares e policiais se recusaram a cumprir a ordem pública. Manifestantes entrou no prédio da Assembléia Nacional e decretou três pessoas "junta" no comando do país. Field-grade military officers declared their support for the concept. Campo de grau oficiais militares declararam o seu apoio para o conceito. During a night of confusion and negotiations, President Mahuad was obliged to flee the presidential palace. Durante uma noite de confusão e de negociações, o presidente Mahuad foi obrigado a fugir do palácio presidencial. Vice President Gustavo Noboa took charge; Mahuad went on national television in the morning to endorse Noboa as his successor. O vice-presidente Gustavo Noboa assumiu; Mahuad foi à televisão nacional no período da manhã para endossar Noboa como seu sucessor. Congress met in emergency session in Guayaquil the same day, January 22, and ratified Noboa as President of the Republic in constitutional succession to Mahuad. Congresso se reuniu em sessão de emergência na cidade de Guayaquil no mesmo dia, 22 de janeiro, e ratificou Noboa como Presidente da República na sucessão constitucional de Mahuad.

By completing Mahuad's term, Noboa restored some stability to Ecuador. He implemented the dollarization that Mahuad had announced, and he obtained congressional authorization for the construction of Ecuador's second major oil pipeline, this one financed by a private consortium. Ao preencher o termo de Mahuad, Noboa restaurado alguma estabilidade para o Equador. Ele aplicou a dolarização Mahuad, que tinha anunciado, e obteve autorização do Congresso para a construção do segundo maior oleoduto do Equador, esta é financiada por um consórcio privado. Noboa turned over the government on January 15, 2003, to his successor, Lucio Gutierrez, a former army colonel who first came to the public's attention as a leader of the January 2000 events that led to Mahuad's departure from the presidency. He campaigned against corruption. Noboa entregou o governo em 15 de janeiro de 2003, ao seu sucessor, Lucio Gutierrez, um ex-coronel que primeiro veio a público a atenção como um líder de janeiro de 2000 eventos que levaram a partida Mahuad da presidência. Fez campanha contra a corrupção . Gutierrez's party has a small fraction of the seats in Congress. do partido de Gutierrez tem uma pequena fração das cadeiras do Congresso. He therefore depends on the support of other parties in Congress to pass legislation. Ele, portanto, depende do apoio de outros partidos no Congresso para aprovar legislação. He has attempted some economic reforms. Ele tentou algumas reformas econômicas.

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Texto original em inglês:
The indigenous population was decimated by disease in the first decades of Spanish rule--a time when the natives also were forced into the "encomienda" labor system for Spanish landlords.
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