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« Willi Bolle vem debater e lançar livro sobre a AmazôniaTRÂNSITOS E FLUXOS: A ARTE DE ARMANDO QUEIROZ E MARCONE MOREIRA »LITERATURA NA AMAZÔNIA, OU LITERATURA AMAZÔNICA?
outubro 22nd, 2010 | Author: Luciana
Por Márcio Souza
Uma literatura amazônica parece ser algo tão improvável quanto uma literatura regionalista. Ambos os conceitos são invenções recentes. O regionalismo, por exemplo, é uma invenção nordestina, um rótulo geográfico e ideológico que os nordestinos – que nunca inventaram a idéia de uma cultura do latifúndio, embora certas manifestações da literatura daquela região tenham um caráter tipicamente latifundiário – fomentaram para se contrapor ao esforço varguardista do modernismo paulista e carioca.
Modernismo, aliás, que partcipamos na primeira hora. Abguar Bastos, Pereira da Silva e Bruno de Menezes que o digam. Trata-se de um rótulo tão pouco cultural e histórico que os sulistas acabaram por entender que regionalismo é tudo o que é produzido da Bahia para cima. A explicação é que talvez essa história de regionalismo tenha mais a ver com o vigor econômico de cada região geográfica, com o tamanho da pobreza, com a quantidade de políticos corruptos e folclóricos, enfim, esses índice do subdesenvolvimento físico e mental.
Quando me sinto exposto a rótulos desse tipo, logo me vem à mente o outro carimbo não menos preconceituoso: o de Latino-Americano. Eu tenho o maior orgulho de me declarar latino-americano quando podemos incluir os artistas e os escritores da Guiana Francesa, do Quebec, do Haití, da Martinica; ou quando podemos reivindicar para o campo latino autores como Mário Puzzo ou John dos Passos.
Ao fazer isso, veremos o espanto dos que usam o termo latino americano como rótulo geo político. O que precisamos é fugir do risco de nos deixar capturar em guetos, onde que os parâmetros de recepção de nossas obras não são de excelência literária mas fruto da condescência porque somos pobres e moramos longe.
De minha parte, durante muito anos recusei, e continuo recusando editoras estrangeiras que queiram me colocar em coleções latino-americanas, porque autor latino-americano, na Alemanha, por exemplo, é analisado não pelo melhor crítico literário do jornal, mas pelos jornalistas que resenham livros sobre o turismo sexual na Tailândia.
É para as mesas desses últimos que são encaminhados os livros exóticos que chegam do Terceiro Mundo, outro rótulo que se cola automaticamente à pele do latino-americano. Não sei quem inventou a expressão literatura amazônica, mas ela tem inegavelmente uma conotação restritiva, uma roupagem ideológica que mais parece uma desculpa por antecipação.
Estes guetos geopolíticos é que nós temos por obrigação rechaçar. É claro que há povos latinos, com há amazônidas. Eu mesmo sou amazonense de Manaus, filho de paraense de Alenquer, com muito orgulho, mas me considero cidadão do mundo e, espero, autor inscrito na grande vertente da litartura brasileira, braço possante da cultura de língua portuguesa, esta por sí uma rica floração da cultura latina. Estamos situados na outra margem do ocidente e postos como os principais guardiões de seus valores.
Parece hoje pacífico que aqui na Amazônia se formou uma cultura nova, uma forma de viver que é própria da região. Na perspectiva de quinhentos anos, há na Amazônia uma intensa produção cultural, de música de extração popular, que não é música ameríndia mas originada nas diversas fusões culturais. Há uma música clássica, inciada na segunda metade do século XIX e que prossegue no século XX.
Há uma tradição de arquitetura, de costumes, alimentação, uma tradição nas artes plásticas e uma intensa atividade na literatura. Mas embora devamos nos orgulhar dessa trajetória, não podemos perder o senso crítico do que significou esse processo, não podemos perder o sentido verdadeiro do quanto custou esta formação.
Desse modo, mesmo que seja para nos impor nos contextos nacionais ou internacionais, não podemos fazer deste processo histórico uma espécie de jogo de cartas que se lança à mesa para formar uma tradição a qualquer custo. Isto é, não podemos perder o senso crítico ao observar este passado, aprendendo com ele, mas pondo-o em seu devido lugar. Porque compreender este passado não é transformá-lo numa viseira que complique a fabricação do nosso futuro.
A Amazônia tem experiências humanas extraordinárias, que vem de muito antes da chegada dos europeus. Essas experiências estão em sua grande maioria ainda disponível, nas fontes originais, mas temos que tomar precauções para não continuarmos repetindo essa tradição de escritores sem leitores, de pintores sem apreciadores de quadros, de grupos de teatro sem espectadores.
É hora de superarmos essa mania de escritores preferirem uma noite de autógrafos e pagarem de seu bolso um livro, a ir batalhar a edição numa editora profissional. A Amazônia já deu sinais de que pode produzir autores de qualidade e com projeção nacional e internacional, o que precisa ser feito agora é a construção de uma real opção para os artistas da região.
No caso da literatura, ela não pode mais ser encarada como capital social e como subproduto da vaidade individual. Literatura tem de ser feita para ser lida, o escritor tem que estabelecer um compromisso com os leitores, porque não existe literatura sem leitores. O compromisso com o leitor é tão fundamental, que nem mesmo importa a questão da região ou a necessidade do escritor da Amazônia falar de sua própria região.
Somente fará sentido ser escritor da Amazônia, quando for possível um escritor ser lido não apenas no território de sua língua – se você escreve em espanhol, na Bolívia, no Peru, na Colombia, na Venezuela, no Equador, ou inglês, se é da República da Guiana, ou francês, de é da Guiana, ou papiamento, se é do Surinan -, mas estar presente nas livrarias do grande vale Amazônico, seja qual for a soberania política.
O fundamental é os escritores da Amazônia conquistem os leitores da Amazônia, numa verdadeira integração literária, ou seja, que tenhamos uma literatura verdadeira, significativa e num permanente diálogo com o seus leitores.
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
6284 - ESCRITORES DA GUIANA FRANCESA
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DADOS PRINCIPAIS:
Nome oficial: Departamento de ultramar da França.
Capital: Caiena.
Idioma: Francês (oficial) e crioulo.
GEOGRAFIA:
Localização: América do Sul.
Hora local: a mesma de Brasília.
Área: 91.000 km².
Clima: Equatorial.
Limites: Oceano Atlântico (norte), Brasil (sul e leste) e Suriname (oeste).
Características: Litoral baixo e pantanoso (concentra 90% da população), colinas baixas e escarpadas (interior).
POPULAÇÃO:
Total: 150.000 habitantes (2000).
Densidade: 1,64 hab/km².
ECONOMIA:
Moeda: Franco francês.
Atividades principais: silvicultura, pesca, extração de ouro e turismo.
RELAÇÕES EXTERIORES:
Embaixada: Vide França - Brasília (DF).
Departamento de Ultramar da França
Os demais dados estão inclusos aos da França
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Guiana Francesa
Tristemente célebre no passado por suas colônias penais, a Guiana Francesa desenvolveu na segunda metade do século XX uma economia florescente, estimulada pela atividade do centro espacial de Kourou. A Guiana Francesa, situada na costa norte da América do Sul, faz parte, como departamento ultramarino, da França, em cuja Assembléia Nacional está representada por um senador e um deputado. Ocupa uma superfície de 86.504km2 e limita-se ao norte com o oceano Atlântico, a oeste com o Suriname (antiga Guiana Holandesa), ao sul e a leste com o Brasil.
Duas regiões se distinguem: a planície costeira, de dez a cinqüenta quilômetros de largura, e o interior montanhoso.
Geologicamente, o território faz parte do maciço das Guianas e, ao longo da fronteira com o Brasil, alguns picos alcançam 700m de altitude. O clima é quente e úmido, devido à proximidade da linha do equador (de dois a seis graus de latitude norte).
Os rios mais importantes são o Oiapoque, na fronteira com o Brasil, o Maroni, que limita com o Suriname, o Orapu, o Comté e o Mana. A selva equatorial cobre quase noventa por cento do território. A fauna inclui antas, tatus, jacarés (do tipo caimão) e grande variedade de aves, répteis, roedores, peixes e insetos.
A maioria da população é constituída pelos creoles ou mulatos, como resultado da contínua mestiçagem dos grupos procedentes da Europa, da Ásia e África, assim como de outras partes da América do Sul. Os índios, reduzidos a pequenas tribos, vivem na costa (caribes, aruaques e palicurs) e no interior (wayanas, oiampis e emérilons). Nas proximidades do rio Maroni, descendentes de escravos foragidos no século XVIII conservaram seu modo de vida africano.
O idioma oficial é o francês, mas também se falam o dialeto taki-taki, das comunidades negras, várias línguas ameríndias e as das minorias imigradas. A religião católica predomina. O programa denominado Plan Vert (Plano Verde) objetiva desenvolver a agricultura, a pecuária e a exploração florestal, e se baseia na imigração de colonos franceses. A pesca, principalmente de camarões, cresceu a partir de meados do século XX. As exportações incluem açúcar, mandioca, coco, banana, rum e madeira. A Guiana Francesa explora seus recursos minerais, sobretudo ouro e bauxita.
O centro espacial de Kourou, construído a partir de 1968 pela Agência Espacial Européia, contribuiu decisivamente para o desenvolvimento econômico da Guiana Francesa, não só por gerar empregos, mas também por introduzir tecnologia de ponta e informática, de que o país se tornou um dos mais importantes usuários da América Latina. O sistema de transportes concentra-se no litoral. Há um aeroporto internacional em Rochambeau, perto de Caiena.
História. Vicente Yáñez Pinzón foi o primeiro explorador da costa das Guianas, em 1500. Iludidos pela mítica cidade do ouro (Eldorado), numerosos aventureiros buscaram inutilmente fortuna na região. Comerciantes franceses abriram um centro comercial em Sinnamary, em 1624, e outro em Caiena, fundada em 1637.
Depois, Caiena foi tomada pelos holandeses que, expulsos em 1664, voltaram a assentar-se em 1676. O Tratado de Breda, de 1667, legitimou a posse do território pela França, e o Tratado de Utrecht fixou as fronteiras com o Brasil em 1713. Os jesuítas foram expulsos em 1762, o que provocou a dispersão dos índios que viviam nas missões. Na expedição colonizadora de Kourou (de 1763 a 1765), morreram cerca de 14.000 pessoas, a maioria europeus. A revolução francesa pouco repercutiu na colônia, onde a escravidão foi abolida em 1794 e restabelecida em 1802. Em 1809, a Guiana foi ocupada pelos portugueses, e devolvida em 1817.
A abolição definitiva da escravidão, em 1848, arruinou as plantações, situação agravada com o descobrimento de jazidas de ouro em 1855, pois a escassa mão-de-obra abandonou a agricultura. Em 1852, estabeleceu-se o primeiro presídio em Saint-Laurent-du-Maroni e, entre 1852 e 1939, mais de setenta mil franceses foram deportados e confinados nas penitenciárias. O problema dos limites com o Brasil foi resolvido definitivamente quando o barão do Rio Branco provou que "o rio de Vicente Pinzón", delimitador da fronteira, era o Oiapoque.
Quanto à questão do Amapá, foi solucionada em 1900 por laudo arbitral do presidente do Conselho Federal da Suíça. Com isso, terminaram as investidas francesas na fronteira. Uma experiência colonizadora positiva foi empreendida entre 1827 e 1846, em Mana, pela madre Anne-Marie Javouhey, que criou uma comunidade para a educação cristã de escravos libertados. Os habitantes tornaram-se cidadãos franceses em 1848 e desde 1887 têm representação na assembléia. Em 1946, a Guiana tornou-se departamento da França.
Fonte: www.universidadenet.com
Guiana Francesa
Guiana Francesa, ou Guiana, é departamento ultramar francês. A capital, Caiena, está numa península saída do Rio Cayanne, foi fundada por comerciantes franceses por volta do século XVII, todavia seu nome foi dado por um índio-americano. O país ainda é extremamente dependente de investimento e de turismo indo da nação guardiã - visitado por 10,000 turistas anuais, porém sendo na sua grande parte por franceses e belgas.
Embora o turismo esteja enraizado, os turistas que amam a natureza podem encontrar aventura por todas as partes e por lugares pouco conhecidos da América Latina, coberta por florestas tropicais exuberantes e tranqüilas. Santo-Laurent Maroni, perto da fronteira com o Suriname, estão as Cachoeiras de Voltaire perto da cidade de São Lourenço. Há 7km ao sul de São Lorenço está a vila Indígena da Terra Vermelha (Tere Rouge) onde canoas podem ser alugadas para passeios subindo o Rio Maroni. Na região central encontra-se o remoto acampamento de mineradores de ouro de Saül - acessível, devido ao sistema eficaz de marcação das trilhas.
Um lugar que atrai um grande número de visitantes é o Centro Espacial das Guianas, em Kourou, há 60km ao oeste da capital. Pode-se aprender sobre naves espaciais no Museu Espacial, e até presenciar um lançamento espacial.
Em alto mar estão o Îles du Salut, encontra-se conhecido presídio. Atualmente, macacos, tartarugas marítimas, araras e palmeiras são os seus únicos habitantes. Considera-se que a Ilha do Diabo, é a ilhota mais segura e inacessível do acordo - o único preso que escapou foi Henri Charrière, que velejou em uma jangada até a Venezuela em 1944.
O caminho que Charrière percorreu vai até a costa de Awala-Yalimopo, onde atualmente pode-ser presenciar as gigantes tartarugas marinhas colocando os seus ovos ao luar, ou ver as jovens tartarugas marítimas indo ao caminho do mar.
Capital: Cayenne
Tamanho: 91,250 km²
População: 134,000
Moeda: Euro
Idioma: Francês
Visto: Não é necessário para os cidadãos da Comunidade Europea.
Festivais: Embora não seja tão famoso como a dos seus vizinhos, Brasil e o Caribe, o carnaval da Guiana é alegre e interessante. As comemorações começam em Janeiro com festas em todos os fins-de-semana, e terminando com desfiles coloridos, com músicas, e danças durante os quatro dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Cada dia tem o seu próprio motivo, e as fantasias são minuciosamente elaboradas.
Fonte: www.lata.org
Guiana Francesa
Nome Oficial: Departamento de ultramar da França
Capital da Guiana Francesa: Caiena
Área: 86.504 km²
População: 178,000 mil (2003)
Idiomas Oficiais: Francês
Moeda: Euro
Principal Cidade: Caiena, Saint-Laurent du Maroni, Kourou
Fonte: www.webbusca.com.br
Guiana Francesa
Nome oficial: Departamento de ultramar da França.
Capital: Caiena.
Idioma: Francês (oficial) e crioulo.
Geografia da Guiana Francesa
Localização: América do Sul.
Hora local: a mesma de Brasília.
Área: 91.000 km².
Clima: Equatorial.
Limites: Oceano Atlântico (norte), Brasil (sul e leste) e Suriname (oeste).
Características: Litoral baixo e pantanoso (concentra 90% da população), colinas baixas e escarpadas (interior).
População da Guiana Francesa
Total: 150.000 habitantes (2000).
Densidade: 1,64 hab/km².
Economia da Guiana Francesa
Moeda: Franco francês.
Atividades principais: silvicultura, pesca, extração de ouro e turismo.
Fonte: www.portalbrasil.net
Guiana Francesa
No meio do século 19, o governo francês se propos reduzir os custos das prisões em casa mandando os indesejáveis ás colonias. Em procura de um lugar muito distante, eles chegaram a Guiana.
Apesar de que a última prisão colonial fechou em 1953, hoje a terra tropical toma prisioneiros de outro jeito. Muito cuidado para os visitantes que gostam de economizar: a Guiana Francesa é um dos destinos mais caros da América do Sul.
Altamente subsidiada pela mãe França, a Guiana Francesa arroja a qualidade de vida mais alta de América do Sul, mais basta olhar fora da capital que você encontrará casinhas de madeira pertencentes a povos locais que basicamente sobrevivem. Viajar na Guiana Francesa não é fácil, mas faz parte da aventura.
A Guiana Francesa é oficialmente parte da França e o país utiliza a colonia como centro espacial ou Centre Spatial Guyanais.
Alguns Dados Principais
Nome completo: Guiana Francesa
Área: 91.250 km²
População: 134 mil
Capital: Cayenne ( população 40 mil )
Povo: 70% crioulos (descendentes de africanos e europeus), 10% europeus, 8% de asiáticos, 8% brasileiro, 4% descendente de americanos e índios.
Idioma: Francês, Francês crioulo das guianas e outras linguas indígenas.
Religião: Predominantemente Católica
Governo: Responde a França
Geografia da Guiana Francesa
Localizada na costa nordeste da América do Sul, a Guiana Francesa tem o tamanho aproximando da Irlanda. Limita com o Brazil no leste e sul, com o Atlántico no norte e com Suriname no oeste, onde os rios Maroni e Litane fecham uma área de límites muito disputada. Aproximadamente 90% do país esta coberto por selvas tropicais levemente povoadas. O terreno começa a apresentar elevações a medida que saímos das costas e nos dirigimos para a fronteira com o Brasil. A maior parte dos habitantes se encontram nas costas do Atlántico, e esta área detém quase a totalidade da infraestrura rodoviaria do país. A costa do país esta basicamente composta de muitos pântanos e algumas praias com areia. A fauna inclui macacos, jacarés, tapirs e outros. A Guiana Francesa é um país molhado, e até quando não chove sente-se o ar muito pesado e uma umidade constante. As chuvas fortes acontecem no período de Janeiro a Junho, sendo Maio o pior mês de todos.
História da Guiana Francesa
Os habitantes originais da Guiana Francesa eram índios Caribenhos e Arawak. Até o século 17, os ingleses, holandeses e franceses tinham estabelecido colonias na região. Apesar de que os acordos territoriais e comerciais mudavam com frequencia, a França consolidou o controle da região em 1817. O açucar e a madeira da região impulsavam a economia da colonia. Escravos trazidos da Africa trabalhavam nas plantações de cana de açucar, mas o sucesso destes foi limitado pelas doenças tropicais e a hostilidade dos índios locais. A economia das plantações nunca se igualou ás outras colonias francesas no caribe, e depois da abolição da escravidão em 1848, a indústria local entrou em colapso. No mesmo período, foi decidido que as prisões locais da Guiana Francesa iriam reduzir o custo das prisões da França e ao mesmo tempo contribuir para o desenvolvimento da colonia. Em torno de 70.000 prisioneiros- incluindo Alfred Dreyfus e Henri Papillon Charrière- chegaram entre 1852 e 1939. Aqueles que sobreviveram a sua sentença initial foram forçados a ficar exiliados na Guiana Francesa pelo mesmo período de tempo, mas como 90% morreu de malária ou febre amarela, a política não ajudou muito a aumentar a população da colonia. A Guiana Francesa permaneceu como colonia penal até depois da segunda guerra mundial, e desde então passou a ser um departamento francês.
Desde então, muitos nativos tem se manifestado a favor de maior autonomia, mas somente 5% esta a favor da independência da França, principalmente devido aos grandes subsídios que o país recebe do governo francês. O Centro Espacial Europeu em Kourou trouxe um pequeno canto da Guiana Francesa para o mundo moderno e atraiu uma força externa de trabalho considerável.
Perfil Econômico
PIB: US$ 800 milhões
PIB per capita: US$ 6.000
Inflação: 2,5%
Indústrias Principais: Camarão, produtos forestais, mineração, base de lançamentos de satélites
Principais parceiros econômicos: USA, França
Cultura
A Guiana Francesa é predominantemente Católica, e o francês é a lingua oficial. A maior parte dos habitantes também fala o francês guianes crioulo, enquanto os Marons (descendentes de escravos que fugiram e se estabeleceram no interior) e índios americanos conservam as suas religiões e falam Arawak, Caribenho, Emerillon, Oyapi, Palicur e Wayana. O estilo dos cafes e calçadas francesas se misturam com as costumes locais e música e dança caribenha , assim fornecendo um estilo diferente aos dos outros paises latino americanos.
Eventos
O Carnaval é o evento mais importante do país, na medida em que os desfiles e festas caribenhas se misturam com um certo ar francês. O carnaval acontece no final de fevereiro, e o melhor local para disfrutar desta festa é Cayenne.
Dicas para o Viajante
Vistos: Todos os visitantes precisam de uma visto para entrar ao país. Riscos de doença: Cólera, dengue, hepatitis, malária, febre amarela.
Dinheiro e Custos
Moeda: Franco francês
Quarto Básico: US$ 25-50
Hotel Moderado: US$ 50-100
Hotel de primeira: US$ 100 ou mais
Refeição básica: US$ 2-7
Restaurante moderado: US$ 7-20
Restaurante de primeira: US$ 20 ou mais
A Guiana Francesa é um país caro, com os custos comparáveis àquilos da França. Inclusive os viajantes que gostam de poupar terão muitos problemas em gastar menos que US$ 45 por dia. Se comidas em restaurantes estão nos seus planos, planeje em gastar US$ 100 por dia.
O transporte, especialmente para o interior do país, é muito caro. É facil trocar dólares no país, mas o câmbio e 5% mais baixo que a taxa oficial, por isso pode ser conveniente entrar ao país com francos. Em geral, cartões de créditos conhecidos ( Visa, Mastercard, Diners) são bem aceitos.
Quando Ir A Guiana Francesa é um país tropical com uma temporada de chuvas muito forte. O período seco de julho a dezembro pode ser o melhor momento para ir, mas o evento mais importante do país, o Carnaval, acontece no final de fevereiro, sendo esta a atração cultural mais forte do país.
Chegando lá e saindo de lá
A Guiana Francesa tem conexões aéreas decentes com a Europa, principalmente a França. Na América do Sul, existem voôs para o Brasil, Equador, Suriname e Venezuela. A maioria dos voôs para os Estados Unidos são para Miami via Guadeloupe e Martinica. A taxa para voôs internacionais esta em alredor dos US$ 20, com exeção dos voôs para França, que são considerados domésticas e não tem taxas. É possível atravessar ao Suriname desde St. Laurent por meio de uma balsa que vai até Albina. Desde Albina, existem estradas que vão até a capital, Paramaribo.
Locomovendo-se Internamente
Air Guiana tem voôs frequentes para St. Georges, Regina, Saul e Maripasoula desde Cayenne. Existem ônibus que partem diariamente desde Cayenne a São Laurent du Maroni via Kourou, Sinnnamary e Iracoubo. Existem minibuses que fazem o mesmo percurso , sendo estes muito mais confortáveis e só um pouco mais caros. Carros e motocicletas podem ser alugados em Cayenne, Kourou e São Laurent. É possível viajar ao interior pelos ríos, mas a menos que você pegue um tour caro, este percurso exigirá muita paciencia.
Fonte: www.giro2000.com.br
Guiana Francesa
A Guiana Francesa é território francês desde 1644. No entanto, entre 1809 e 1817, esteve ligada ao Brasil. Atualmente, a Guiana Francesa é mais conhecida porque a base de lançamento de foguetes e satélites da Agência Espacial Européia fica lá. A capital do país é Caiena. A língua oficial é o francês, e a população é de 157.213 habitantes, segundo o censo de 1999. A moeda é o euro.
Cada região tem um Conselho Regional , eleito por 6 anos. Quanto ao Presidente de Região, ele coordena a ação do governo nos diferentes departamentos.
Fonte: www.plenarinho.gov.br
Guiana Francesa
A Guiana Francesa não parece um país sul-americano - e de fato não é um país, mas um Departamento Ultramarino da França. O idioma oficial é o francês, a moeda é o euro, os habitantes têm nacionalidade francesa e passaporte europeu, o nível de vida é muito superior ao de qualquer outra nação do continente (e o custo de vida também...). Ao mesmo tempo, é evidente que este território não faz parte da Europa... o clima é quente e úmido a maior parte do ano, a vegetação típica é a Selva Amazônica, e a maior parte da população é constituída por negros e mestiços, apesar de que a parcela de brancos é considerável. Enfim, este é o único lugar da América do Sul em que é possível assistir ao desfile do Dia da Bastilha, em 14 de julho, e partir em seguida para uma excursão pela selva.
O território da Guiana Francesa abrigou, entre 1852 a 1953, uma colônia penal famosa pelas más condições impostas aos prisioneiros. Após a desativação desta penitenciária, a Guiana ganhou importância como base de lançamentos de satélites da França. Como resultado, muitos profissionais de alto nível fixaram-se no território, e assim a capital Caiena transformou-se em uma pequena França tropical. Apesar do desenvolvimento recente, o interior permanece quase que completamente selvagem e inabitado, e por isso é objeto de estudo de várias expedições científicas. Para o turista, uma visita ao interior representa uma oportunidade única de conhecer uma parte da Amazônia ainda intocada pelo homem.
Caiena
A capital do Departamento da Guiana Francesa está localizada em uma ilha na foz do Rio Caiena.
É uma cidade agradável, com uma atmosfera que mistura influências francesas e caribenhas.
O coração da cidade é a Place des Palmistes, decorada com várias palmeiras plantadas em 1837.
É um bom lugar para uma caminhada tranqüila, e bem perto estão cinco salas de cinema e o principal museu da Guiana, o Musée Departemental Franconie, com uma interessante mostra sobre a fauna, flora e história locais - inclusive com farta informação sobre a colônia penal.
Outra agradável praça de Caiena é a Place des Amendiers, também chamada de Place Auguste Horth, e está localizada junto ao mar.
Existem algumas praias nas proximidades de Caiena, as águas têm uma coloração barrenta pouco atraente. Recomenda-se aos banhistas que tenham muito cuidado com os tubarões, que infestam a costa do território. A melhor praia de Caiena se chama Montjoly.
Os edifícios de Caiena não impressionam tanto quanto os de Georgetown ou Paramaribo, porque sua arquitetura não segue um estio colonial ou caribenho. Um prédio que merece ser visto é o Hotel de Ville (a Prefeitura), localizado na Place de Grénoble, que foi uma antiga residência de padres jesuítas construída no século XIX.
Há um zoológico muito interessante localizado na cidade de Montsinéry, a 43 km de Caiena, uma boa introdução à fauna e flora amazônicas.
Kourou
Kourou é a cidade que abriga o Centro Spatial Guyannais (o Centro Espacial Guianês). É uma cidade agradável, com uma população majoritariamente branca. A atração turística principal é, naturalmente, o Centro Espacial, que ocupa uma zona costeira de 30 km de extensão. São realizadas visitas guiadas de segunda a quinta, que devem ser agendadas com antecedência.
O Centro Espacial foi criado em 1964, e a primeira sonda a ser lançada foi a Veronique, em 1968. A Guiana Francesa foi escolhida para abrigar o Centro Espacial por vários motivos: a proximidade com a linha do Equador, a estabilidade sísmica, a larga zona costeira e a baixa densidade populacional. Atualmente este é o principal Centro Espacial europeu, base do Projeto Ariane.
Além de visitar a Base de Lançamentos, também há um interessante museu que vale a pena conhecer, o Musée de l’Espace, que dispõe de fotografias e objetos que contam a história da exploração espacial.
Îles du Salut
O arquipélago das Ilhas de Salut é constituído por três ilhas: Île Royale, Ile St. Joseph e a Île du Diable. As ilhas foram a sede da colônia penal francesa construída em 1852. A colônia permaneceu em atividade até 1953, e durante este período mais de 90 mil homens e mulheres foram prisioneiros neste lugar. O mais famoso dos prisioneiros foi Henri Cherrière, que conseguiu escapar para a Venezuela, onde escreveu o livro Papillon, em que descreve as péssimas condições de vida na prisão.
A única ilha aberta para visitas é a Île Royale, que pode ser conhecida em uma excursão de um dia de duração a partir de Kourou. São realizadas visitas guiadas, mas apenas em francês. É possível passar a noite na ilha, hospedando-se na excelente pousada que existe lá. No entanto, as refeições são muitos caras, por isso recomenda-se aos visitantes que pernoitam levar o seu próprio lanche.
Fonte: www.odysseysouthamerica.com.br
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Equador
Guiana
Guiana Francesa
Paraguai
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Suriname
Uruguai
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COPYRIGHT ESCRITORES DA GUIANA FRANCESA
Guiana Francesa
Tristemente célebre no passado por suas colônias penais, a Guiana Francesa desenvolveu na segunda metade do século XX uma economia florescente, estimulada pela atividade do centro espacial de Kourou. A Guiana Francesa, situada na costa norte da América do Sul, faz parte, como departamento ultramarino, da França, em cuja Assembléia Nacional está representada por um senador e um deputado. Ocupa uma superfície de 86.504km2 e limita-se ao norte com o oceano Atlântico, a oeste com o Suriname (antiga Guiana Holandesa), ao sul e a leste com o Brasil.
Duas regiões se distinguem: a planície costeira, de dez a cinqüenta quilômetros de largura, e o interior montanhoso.
Geologicamente, o território faz parte do maciço das Guianas e, ao longo da fronteira com o Brasil, alguns picos alcançam 700m de altitude. O clima é quente e úmido, devido à proximidade da linha do equador (de dois a seis graus de latitude norte).
Os rios mais importantes são o Oiapoque, na fronteira com o Brasil, o Maroni, que limita com o Suriname, o Orapu, o Comté e o Mana. A selva equatorial cobre quase noventa por cento do território. A fauna inclui antas, tatus, jacarés (do tipo caimão) e grande variedade de aves, répteis, roedores, peixes e insetos.
A maioria da população é constituída pelos creoles ou mulatos, como resultado da contínua mestiçagem dos grupos procedentes da Europa, da Ásia e África, assim como de outras partes da América do Sul. Os índios, reduzidos a pequenas tribos, vivem na costa (caribes, aruaques e palicurs) e no interior (wayanas, oiampis e emérilons). Nas proximidades do rio Maroni, descendentes de escravos foragidos no século XVIII conservaram seu modo de vida africano.
O idioma oficial é o francês, mas também se falam o dialeto taki-taki, das comunidades negras, várias línguas ameríndias e as das minorias imigradas. A religião católica predomina. O programa denominado Plan Vert (Plano Verde) objetiva desenvolver a agricultura, a pecuária e a exploração florestal, e se baseia na imigração de colonos franceses. A pesca, principalmente de camarões, cresceu a partir de meados do século XX. As exportações incluem açúcar, mandioca, coco, banana, rum e madeira. A Guiana Francesa explora seus recursos minerais, sobretudo ouro e bauxita.
O centro espacial de Kourou, construído a partir de 1968 pela Agência Espacial Européia, contribuiu decisivamente para o desenvolvimento econômico da Guiana Francesa, não só por gerar empregos, mas também por introduzir tecnologia de ponta e informática, de que o país se tornou um dos mais importantes usuários da América Latina. O sistema de transportes concentra-se no litoral. Há um aeroporto internacional em Rochambeau, perto de Caiena.
História. Vicente Yáñez Pinzón foi o primeiro explorador da costa das Guianas, em 1500. Iludidos pela mítica cidade do ouro (Eldorado), numerosos aventureiros buscaram inutilmente fortuna na região. Comerciantes franceses abriram um centro comercial em Sinnamary, em 1624, e outro em Caiena, fundada em 1637.
Depois, Caiena foi tomada pelos holandeses que, expulsos em 1664, voltaram a assentar-se em 1676. O Tratado de Breda, de 1667, legitimou a posse do território pela França, e o Tratado de Utrecht fixou as fronteiras com o Brasil em 1713. Os jesuítas foram expulsos em 1762, o que provocou a dispersão dos índios que viviam nas missões. Na expedição colonizadora de Kourou (de 1763 a 1765), morreram cerca de 14.000 pessoas, a maioria europeus. A revolução francesa pouco repercutiu na colônia, onde a escravidão foi abolida em 1794 e restabelecida em 1802. Em 1809, a Guiana foi ocupada pelos portugueses, e devolvida em 1817.
A abolição definitiva da escravidão, em 1848, arruinou as plantações, situação agravada com o descobrimento de jazidas de ouro em 1855, pois a escassa mão-de-obra abandonou a agricultura. Em 1852, estabeleceu-se o primeiro presídio em Saint-Laurent-du-Maroni e, entre 1852 e 1939, mais de setenta mil franceses foram deportados e confinados nas penitenciárias. O problema dos limites com o Brasil foi resolvido definitivamente quando o barão do Rio Branco provou que "o rio de Vicente Pinzón", delimitador da fronteira, era o Oiapoque.
Quanto à questão do Amapá, foi solucionada em 1900 por laudo arbitral do presidente do Conselho Federal da Suíça. Com isso, terminaram as investidas francesas na fronteira. Uma experiência colonizadora positiva foi empreendida entre 1827 e 1846, em Mana, pela madre Anne-Marie Javouhey, que criou uma comunidade para a educação cristã de escravos libertados. Os habitantes tornaram-se cidadãos franceses em 1848 e desde 1887 têm representação na assembléia. Em 1946, a Guiana tornou-se departamento da França.
Fonte: www.universidadenet.com
Guiana Francesa
Guiana Francesa, ou Guiana, é departamento ultramar francês. A capital, Caiena, está numa península saída do Rio Cayanne, foi fundada por comerciantes franceses por volta do século XVII, todavia seu nome foi dado por um índio-americano. O país ainda é extremamente dependente de investimento e de turismo indo da nação guardiã - visitado por 10,000 turistas anuais, porém sendo na sua grande parte por franceses e belgas.
Embora o turismo esteja enraizado, os turistas que amam a natureza podem encontrar aventura por todas as partes e por lugares pouco conhecidos da América Latina, coberta por florestas tropicais exuberantes e tranqüilas. Santo-Laurent Maroni, perto da fronteira com o Suriname, estão as Cachoeiras de Voltaire perto da cidade de São Lourenço. Há 7km ao sul de São Lorenço está a vila Indígena da Terra Vermelha (Tere Rouge) onde canoas podem ser alugadas para passeios subindo o Rio Maroni. Na região central encontra-se o remoto acampamento de mineradores de ouro de Saül - acessível, devido ao sistema eficaz de marcação das trilhas.
Um lugar que atrai um grande número de visitantes é o Centro Espacial das Guianas, em Kourou, há 60km ao oeste da capital. Pode-se aprender sobre naves espaciais no Museu Espacial, e até presenciar um lançamento espacial.
Em alto mar estão o Îles du Salut, encontra-se conhecido presídio. Atualmente, macacos, tartarugas marítimas, araras e palmeiras são os seus únicos habitantes. Considera-se que a Ilha do Diabo, é a ilhota mais segura e inacessível do acordo - o único preso que escapou foi Henri Charrière, que velejou em uma jangada até a Venezuela em 1944.
O caminho que Charrière percorreu vai até a costa de Awala-Yalimopo, onde atualmente pode-ser presenciar as gigantes tartarugas marinhas colocando os seus ovos ao luar, ou ver as jovens tartarugas marítimas indo ao caminho do mar.
Capital: Cayenne
Tamanho: 91,250 km²
População: 134,000
Moeda: Euro
Idioma: Francês
Visto: Não é necessário para os cidadãos da Comunidade Europea.
Festivais: Embora não seja tão famoso como a dos seus vizinhos, Brasil e o Caribe, o carnaval da Guiana é alegre e interessante. As comemorações começam em Janeiro com festas em todos os fins-de-semana, e terminando com desfiles coloridos, com músicas, e danças durante os quatro dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Cada dia tem o seu próprio motivo, e as fantasias são minuciosamente elaboradas.
Fonte: www.lata.org
Guiana Francesa
Nome Oficial: Departamento de ultramar da França
Capital da Guiana Francesa: Caiena
Área: 86.504 km²
População: 178,000 mil (2003)
Idiomas Oficiais: Francês
Moeda: Euro
Principal Cidade: Caiena, Saint-Laurent du Maroni, Kourou
Fonte: www.webbusca.com.br
Guiana Francesa
Nome oficial: Departamento de ultramar da França.
Capital: Caiena.
Idioma: Francês (oficial) e crioulo.
Geografia da Guiana Francesa
Localização: América do Sul.
Hora local: a mesma de Brasília.
Área: 91.000 km².
Clima: Equatorial.
Limites: Oceano Atlântico (norte), Brasil (sul e leste) e Suriname (oeste).
Características: Litoral baixo e pantanoso (concentra 90% da população), colinas baixas e escarpadas (interior).
População da Guiana Francesa
Total: 150.000 habitantes (2000).
Densidade: 1,64 hab/km².
Economia da Guiana Francesa
Moeda: Franco francês.
Atividades principais: silvicultura, pesca, extração de ouro e turismo.
Fonte: www.portalbrasil.net
Guiana Francesa
No meio do século 19, o governo francês se propos reduzir os custos das prisões em casa mandando os indesejáveis ás colonias. Em procura de um lugar muito distante, eles chegaram a Guiana.
Apesar de que a última prisão colonial fechou em 1953, hoje a terra tropical toma prisioneiros de outro jeito. Muito cuidado para os visitantes que gostam de economizar: a Guiana Francesa é um dos destinos mais caros da América do Sul.
Altamente subsidiada pela mãe França, a Guiana Francesa arroja a qualidade de vida mais alta de América do Sul, mais basta olhar fora da capital que você encontrará casinhas de madeira pertencentes a povos locais que basicamente sobrevivem. Viajar na Guiana Francesa não é fácil, mas faz parte da aventura.
A Guiana Francesa é oficialmente parte da França e o país utiliza a colonia como centro espacial ou Centre Spatial Guyanais.
Alguns Dados Principais
Nome completo: Guiana Francesa
Área: 91.250 km²
População: 134 mil
Capital: Cayenne ( população 40 mil )
Povo: 70% crioulos (descendentes de africanos e europeus), 10% europeus, 8% de asiáticos, 8% brasileiro, 4% descendente de americanos e índios.
Idioma: Francês, Francês crioulo das guianas e outras linguas indígenas.
Religião: Predominantemente Católica
Governo: Responde a França
Geografia da Guiana Francesa
Localizada na costa nordeste da América do Sul, a Guiana Francesa tem o tamanho aproximando da Irlanda. Limita com o Brazil no leste e sul, com o Atlántico no norte e com Suriname no oeste, onde os rios Maroni e Litane fecham uma área de límites muito disputada. Aproximadamente 90% do país esta coberto por selvas tropicais levemente povoadas. O terreno começa a apresentar elevações a medida que saímos das costas e nos dirigimos para a fronteira com o Brasil. A maior parte dos habitantes se encontram nas costas do Atlántico, e esta área detém quase a totalidade da infraestrura rodoviaria do país. A costa do país esta basicamente composta de muitos pântanos e algumas praias com areia. A fauna inclui macacos, jacarés, tapirs e outros. A Guiana Francesa é um país molhado, e até quando não chove sente-se o ar muito pesado e uma umidade constante. As chuvas fortes acontecem no período de Janeiro a Junho, sendo Maio o pior mês de todos.
História da Guiana Francesa
Os habitantes originais da Guiana Francesa eram índios Caribenhos e Arawak. Até o século 17, os ingleses, holandeses e franceses tinham estabelecido colonias na região. Apesar de que os acordos territoriais e comerciais mudavam com frequencia, a França consolidou o controle da região em 1817. O açucar e a madeira da região impulsavam a economia da colonia. Escravos trazidos da Africa trabalhavam nas plantações de cana de açucar, mas o sucesso destes foi limitado pelas doenças tropicais e a hostilidade dos índios locais. A economia das plantações nunca se igualou ás outras colonias francesas no caribe, e depois da abolição da escravidão em 1848, a indústria local entrou em colapso. No mesmo período, foi decidido que as prisões locais da Guiana Francesa iriam reduzir o custo das prisões da França e ao mesmo tempo contribuir para o desenvolvimento da colonia. Em torno de 70.000 prisioneiros- incluindo Alfred Dreyfus e Henri Papillon Charrière- chegaram entre 1852 e 1939. Aqueles que sobreviveram a sua sentença initial foram forçados a ficar exiliados na Guiana Francesa pelo mesmo período de tempo, mas como 90% morreu de malária ou febre amarela, a política não ajudou muito a aumentar a população da colonia. A Guiana Francesa permaneceu como colonia penal até depois da segunda guerra mundial, e desde então passou a ser um departamento francês.
Desde então, muitos nativos tem se manifestado a favor de maior autonomia, mas somente 5% esta a favor da independência da França, principalmente devido aos grandes subsídios que o país recebe do governo francês. O Centro Espacial Europeu em Kourou trouxe um pequeno canto da Guiana Francesa para o mundo moderno e atraiu uma força externa de trabalho considerável.
Perfil Econômico
PIB: US$ 800 milhões
PIB per capita: US$ 6.000
Inflação: 2,5%
Indústrias Principais: Camarão, produtos forestais, mineração, base de lançamentos de satélites
Principais parceiros econômicos: USA, França
Cultura
A Guiana Francesa é predominantemente Católica, e o francês é a lingua oficial. A maior parte dos habitantes também fala o francês guianes crioulo, enquanto os Marons (descendentes de escravos que fugiram e se estabeleceram no interior) e índios americanos conservam as suas religiões e falam Arawak, Caribenho, Emerillon, Oyapi, Palicur e Wayana. O estilo dos cafes e calçadas francesas se misturam com as costumes locais e música e dança caribenha , assim fornecendo um estilo diferente aos dos outros paises latino americanos.
Eventos
O Carnaval é o evento mais importante do país, na medida em que os desfiles e festas caribenhas se misturam com um certo ar francês. O carnaval acontece no final de fevereiro, e o melhor local para disfrutar desta festa é Cayenne.
Dicas para o Viajante
Vistos: Todos os visitantes precisam de uma visto para entrar ao país. Riscos de doença: Cólera, dengue, hepatitis, malária, febre amarela.
Dinheiro e Custos
Moeda: Franco francês
Quarto Básico: US$ 25-50
Hotel Moderado: US$ 50-100
Hotel de primeira: US$ 100 ou mais
Refeição básica: US$ 2-7
Restaurante moderado: US$ 7-20
Restaurante de primeira: US$ 20 ou mais
A Guiana Francesa é um país caro, com os custos comparáveis àquilos da França. Inclusive os viajantes que gostam de poupar terão muitos problemas em gastar menos que US$ 45 por dia. Se comidas em restaurantes estão nos seus planos, planeje em gastar US$ 100 por dia.
O transporte, especialmente para o interior do país, é muito caro. É facil trocar dólares no país, mas o câmbio e 5% mais baixo que a taxa oficial, por isso pode ser conveniente entrar ao país com francos. Em geral, cartões de créditos conhecidos ( Visa, Mastercard, Diners) são bem aceitos.
Quando Ir A Guiana Francesa é um país tropical com uma temporada de chuvas muito forte. O período seco de julho a dezembro pode ser o melhor momento para ir, mas o evento mais importante do país, o Carnaval, acontece no final de fevereiro, sendo esta a atração cultural mais forte do país.
Chegando lá e saindo de lá
A Guiana Francesa tem conexões aéreas decentes com a Europa, principalmente a França. Na América do Sul, existem voôs para o Brasil, Equador, Suriname e Venezuela. A maioria dos voôs para os Estados Unidos são para Miami via Guadeloupe e Martinica. A taxa para voôs internacionais esta em alredor dos US$ 20, com exeção dos voôs para França, que são considerados domésticas e não tem taxas. É possível atravessar ao Suriname desde St. Laurent por meio de uma balsa que vai até Albina. Desde Albina, existem estradas que vão até a capital, Paramaribo.
Locomovendo-se Internamente
Air Guiana tem voôs frequentes para St. Georges, Regina, Saul e Maripasoula desde Cayenne. Existem ônibus que partem diariamente desde Cayenne a São Laurent du Maroni via Kourou, Sinnnamary e Iracoubo. Existem minibuses que fazem o mesmo percurso , sendo estes muito mais confortáveis e só um pouco mais caros. Carros e motocicletas podem ser alugados em Cayenne, Kourou e São Laurent. É possível viajar ao interior pelos ríos, mas a menos que você pegue um tour caro, este percurso exigirá muita paciencia.
Fonte: www.giro2000.com.br
Guiana Francesa
A Guiana Francesa é território francês desde 1644. No entanto, entre 1809 e 1817, esteve ligada ao Brasil. Atualmente, a Guiana Francesa é mais conhecida porque a base de lançamento de foguetes e satélites da Agência Espacial Européia fica lá. A capital do país é Caiena. A língua oficial é o francês, e a população é de 157.213 habitantes, segundo o censo de 1999. A moeda é o euro.
Cada região tem um Conselho Regional , eleito por 6 anos. Quanto ao Presidente de Região, ele coordena a ação do governo nos diferentes departamentos.
Fonte: www.plenarinho.gov.br
Guiana Francesa
A Guiana Francesa não parece um país sul-americano - e de fato não é um país, mas um Departamento Ultramarino da França. O idioma oficial é o francês, a moeda é o euro, os habitantes têm nacionalidade francesa e passaporte europeu, o nível de vida é muito superior ao de qualquer outra nação do continente (e o custo de vida também...). Ao mesmo tempo, é evidente que este território não faz parte da Europa... o clima é quente e úmido a maior parte do ano, a vegetação típica é a Selva Amazônica, e a maior parte da população é constituída por negros e mestiços, apesar de que a parcela de brancos é considerável. Enfim, este é o único lugar da América do Sul em que é possível assistir ao desfile do Dia da Bastilha, em 14 de julho, e partir em seguida para uma excursão pela selva.
O território da Guiana Francesa abrigou, entre 1852 a 1953, uma colônia penal famosa pelas más condições impostas aos prisioneiros. Após a desativação desta penitenciária, a Guiana ganhou importância como base de lançamentos de satélites da França. Como resultado, muitos profissionais de alto nível fixaram-se no território, e assim a capital Caiena transformou-se em uma pequena França tropical. Apesar do desenvolvimento recente, o interior permanece quase que completamente selvagem e inabitado, e por isso é objeto de estudo de várias expedições científicas. Para o turista, uma visita ao interior representa uma oportunidade única de conhecer uma parte da Amazônia ainda intocada pelo homem.
Caiena
A capital do Departamento da Guiana Francesa está localizada em uma ilha na foz do Rio Caiena.
É uma cidade agradável, com uma atmosfera que mistura influências francesas e caribenhas.
O coração da cidade é a Place des Palmistes, decorada com várias palmeiras plantadas em 1837.
É um bom lugar para uma caminhada tranqüila, e bem perto estão cinco salas de cinema e o principal museu da Guiana, o Musée Departemental Franconie, com uma interessante mostra sobre a fauna, flora e história locais - inclusive com farta informação sobre a colônia penal.
Outra agradável praça de Caiena é a Place des Amendiers, também chamada de Place Auguste Horth, e está localizada junto ao mar.
Existem algumas praias nas proximidades de Caiena, as águas têm uma coloração barrenta pouco atraente. Recomenda-se aos banhistas que tenham muito cuidado com os tubarões, que infestam a costa do território. A melhor praia de Caiena se chama Montjoly.
Os edifícios de Caiena não impressionam tanto quanto os de Georgetown ou Paramaribo, porque sua arquitetura não segue um estio colonial ou caribenho. Um prédio que merece ser visto é o Hotel de Ville (a Prefeitura), localizado na Place de Grénoble, que foi uma antiga residência de padres jesuítas construída no século XIX.
Há um zoológico muito interessante localizado na cidade de Montsinéry, a 43 km de Caiena, uma boa introdução à fauna e flora amazônicas.
Kourou
Kourou é a cidade que abriga o Centro Spatial Guyannais (o Centro Espacial Guianês). É uma cidade agradável, com uma população majoritariamente branca. A atração turística principal é, naturalmente, o Centro Espacial, que ocupa uma zona costeira de 30 km de extensão. São realizadas visitas guiadas de segunda a quinta, que devem ser agendadas com antecedência.
O Centro Espacial foi criado em 1964, e a primeira sonda a ser lançada foi a Veronique, em 1968. A Guiana Francesa foi escolhida para abrigar o Centro Espacial por vários motivos: a proximidade com a linha do Equador, a estabilidade sísmica, a larga zona costeira e a baixa densidade populacional. Atualmente este é o principal Centro Espacial europeu, base do Projeto Ariane.
Além de visitar a Base de Lançamentos, também há um interessante museu que vale a pena conhecer, o Musée de l’Espace, que dispõe de fotografias e objetos que contam a história da exploração espacial.
Îles du Salut
O arquipélago das Ilhas de Salut é constituído por três ilhas: Île Royale, Ile St. Joseph e a Île du Diable. As ilhas foram a sede da colônia penal francesa construída em 1852. A colônia permaneceu em atividade até 1953, e durante este período mais de 90 mil homens e mulheres foram prisioneiros neste lugar. O mais famoso dos prisioneiros foi Henri Cherrière, que conseguiu escapar para a Venezuela, onde escreveu o livro Papillon, em que descreve as péssimas condições de vida na prisão.
A única ilha aberta para visitas é a Île Royale, que pode ser conhecida em uma excursão de um dia de duração a partir de Kourou. São realizadas visitas guiadas, mas apenas em francês. É possível passar a noite na ilha, hospedando-se na excelente pousada que existe lá. No entanto, as refeições são muitos caras, por isso recomenda-se aos visitantes que pernoitam levar o seu próprio lanche.
Fonte: www.odysseysouthamerica.com.br
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Guiana Francesa
Tristemente célebre no passado por suas colônias penais, a Guiana Francesa desenvolveu na segunda metade do século XX uma economia florescente, estimulada pela atividade do centro espacial de Kourou. A Guiana Francesa, situada na costa norte da América do Sul, faz parte, como departamento ultramarino, da França, em cuja Assembléia Nacional está representada por um senador e um deputado. Ocupa uma superfície de 86.504km2 e limita-se ao norte com o oceano Atlântico, a oeste com o Suriname (antiga Guiana Holandesa), ao sul e a leste com o Brasil.
Duas regiões se distinguem: a planície costeira, de dez a cinqüenta quilômetros de largura, e o interior montanhoso.
Geologicamente, o território faz parte do maciço das Guianas e, ao longo da fronteira com o Brasil, alguns picos alcançam 700m de altitude. O clima é quente e úmido, devido à proximidade da linha do equador (de dois a seis graus de latitude norte).
Os rios mais importantes são o Oiapoque, na fronteira com o Brasil, o Maroni, que limita com o Suriname, o Orapu, o Comté e o Mana. A selva equatorial cobre quase noventa por cento do território. A fauna inclui antas, tatus, jacarés (do tipo caimão) e grande variedade de aves, répteis, roedores, peixes e insetos.
A maioria da população é constituída pelos creoles ou mulatos, como resultado da contínua mestiçagem dos grupos procedentes da Europa, da Ásia e África, assim como de outras partes da América do Sul. Os índios, reduzidos a pequenas tribos, vivem na costa (caribes, aruaques e palicurs) e no interior (wayanas, oiampis e emérilons). Nas proximidades do rio Maroni, descendentes de escravos foragidos no século XVIII conservaram seu modo de vida africano.
O idioma oficial é o francês, mas também se falam o dialeto taki-taki, das comunidades negras, várias línguas ameríndias e as das minorias imigradas. A religião católica predomina. O programa denominado Plan Vert (Plano Verde) objetiva desenvolver a agricultura, a pecuária e a exploração florestal, e se baseia na imigração de colonos franceses. A pesca, principalmente de camarões, cresceu a partir de meados do século XX. As exportações incluem açúcar, mandioca, coco, banana, rum e madeira. A Guiana Francesa explora seus recursos minerais, sobretudo ouro e bauxita.
O centro espacial de Kourou, construído a partir de 1968 pela Agência Espacial Européia, contribuiu decisivamente para o desenvolvimento econômico da Guiana Francesa, não só por gerar empregos, mas também por introduzir tecnologia de ponta e informática, de que o país se tornou um dos mais importantes usuários da América Latina. O sistema de transportes concentra-se no litoral. Há um aeroporto internacional em Rochambeau, perto de Caiena.
História. Vicente Yáñez Pinzón foi o primeiro explorador da costa das Guianas, em 1500. Iludidos pela mítica cidade do ouro (Eldorado), numerosos aventureiros buscaram inutilmente fortuna na região. Comerciantes franceses abriram um centro comercial em Sinnamary, em 1624, e outro em Caiena, fundada em 1637.
Depois, Caiena foi tomada pelos holandeses que, expulsos em 1664, voltaram a assentar-se em 1676. O Tratado de Breda, de 1667, legitimou a posse do território pela França, e o Tratado de Utrecht fixou as fronteiras com o Brasil em 1713. Os jesuítas foram expulsos em 1762, o que provocou a dispersão dos índios que viviam nas missões. Na expedição colonizadora de Kourou (de 1763 a 1765), morreram cerca de 14.000 pessoas, a maioria europeus. A revolução francesa pouco repercutiu na colônia, onde a escravidão foi abolida em 1794 e restabelecida em 1802. Em 1809, a Guiana foi ocupada pelos portugueses, e devolvida em 1817.
A abolição definitiva da escravidão, em 1848, arruinou as plantações, situação agravada com o descobrimento de jazidas de ouro em 1855, pois a escassa mão-de-obra abandonou a agricultura. Em 1852, estabeleceu-se o primeiro presídio em Saint-Laurent-du-Maroni e, entre 1852 e 1939, mais de setenta mil franceses foram deportados e confinados nas penitenciárias. O problema dos limites com o Brasil foi resolvido definitivamente quando o barão do Rio Branco provou que "o rio de Vicente Pinzón", delimitador da fronteira, era o Oiapoque.
Quanto à questão do Amapá, foi solucionada em 1900 por laudo arbitral do presidente do Conselho Federal da Suíça. Com isso, terminaram as investidas francesas na fronteira. Uma experiência colonizadora positiva foi empreendida entre 1827 e 1846, em Mana, pela madre Anne-Marie Javouhey, que criou uma comunidade para a educação cristã de escravos libertados. Os habitantes tornaram-se cidadãos franceses em 1848 e desde 1887 têm representação na assembléia. Em 1946, a Guiana tornou-se departamento da França.
Fonte: www.universidadenet.com
Guiana Francesa
Guiana Francesa, ou Guiana, é departamento ultramar francês. A capital, Caiena, está numa península saída do Rio Cayanne, foi fundada por comerciantes franceses por volta do século XVII, todavia seu nome foi dado por um índio-americano. O país ainda é extremamente dependente de investimento e de turismo indo da nação guardiã - visitado por 10,000 turistas anuais, porém sendo na sua grande parte por franceses e belgas.
Embora o turismo esteja enraizado, os turistas que amam a natureza podem encontrar aventura por todas as partes e por lugares pouco conhecidos da América Latina, coberta por florestas tropicais exuberantes e tranqüilas. Santo-Laurent Maroni, perto da fronteira com o Suriname, estão as Cachoeiras de Voltaire perto da cidade de São Lourenço. Há 7km ao sul de São Lorenço está a vila Indígena da Terra Vermelha (Tere Rouge) onde canoas podem ser alugadas para passeios subindo o Rio Maroni. Na região central encontra-se o remoto acampamento de mineradores de ouro de Saül - acessível, devido ao sistema eficaz de marcação das trilhas.
Um lugar que atrai um grande número de visitantes é o Centro Espacial das Guianas, em Kourou, há 60km ao oeste da capital. Pode-se aprender sobre naves espaciais no Museu Espacial, e até presenciar um lançamento espacial.
Em alto mar estão o Îles du Salut, encontra-se conhecido presídio. Atualmente, macacos, tartarugas marítimas, araras e palmeiras são os seus únicos habitantes. Considera-se que a Ilha do Diabo, é a ilhota mais segura e inacessível do acordo - o único preso que escapou foi Henri Charrière, que velejou em uma jangada até a Venezuela em 1944.
O caminho que Charrière percorreu vai até a costa de Awala-Yalimopo, onde atualmente pode-ser presenciar as gigantes tartarugas marinhas colocando os seus ovos ao luar, ou ver as jovens tartarugas marítimas indo ao caminho do mar.
Capital: Cayenne
Tamanho: 91,250 km²
População: 134,000
Moeda: Euro
Idioma: Francês
Visto: Não é necessário para os cidadãos da Comunidade Europea.
Festivais: Embora não seja tão famoso como a dos seus vizinhos, Brasil e o Caribe, o carnaval da Guiana é alegre e interessante. As comemorações começam em Janeiro com festas em todos os fins-de-semana, e terminando com desfiles coloridos, com músicas, e danças durante os quatro dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Cada dia tem o seu próprio motivo, e as fantasias são minuciosamente elaboradas.
Fonte: www.lata.org
Guiana Francesa
Nome Oficial: Departamento de ultramar da França
Capital da Guiana Francesa: Caiena
Área: 86.504 km²
População: 178,000 mil (2003)
Idiomas Oficiais: Francês
Moeda: Euro
Principal Cidade: Caiena, Saint-Laurent du Maroni, Kourou
Fonte: www.webbusca.com.br
Guiana Francesa
Nome oficial: Departamento de ultramar da França.
Capital: Caiena.
Idioma: Francês (oficial) e crioulo.
Geografia da Guiana Francesa
Localização: América do Sul.
Hora local: a mesma de Brasília.
Área: 91.000 km².
Clima: Equatorial.
Limites: Oceano Atlântico (norte), Brasil (sul e leste) e Suriname (oeste).
Características: Litoral baixo e pantanoso (concentra 90% da população), colinas baixas e escarpadas (interior).
População da Guiana Francesa
Total: 150.000 habitantes (2000).
Densidade: 1,64 hab/km².
Economia da Guiana Francesa
Moeda: Franco francês.
Atividades principais: silvicultura, pesca, extração de ouro e turismo.
Fonte: www.portalbrasil.net
Guiana Francesa
No meio do século 19, o governo francês se propos reduzir os custos das prisões em casa mandando os indesejáveis ás colonias. Em procura de um lugar muito distante, eles chegaram a Guiana.
Apesar de que a última prisão colonial fechou em 1953, hoje a terra tropical toma prisioneiros de outro jeito. Muito cuidado para os visitantes que gostam de economizar: a Guiana Francesa é um dos destinos mais caros da América do Sul.
Altamente subsidiada pela mãe França, a Guiana Francesa arroja a qualidade de vida mais alta de América do Sul, mais basta olhar fora da capital que você encontrará casinhas de madeira pertencentes a povos locais que basicamente sobrevivem. Viajar na Guiana Francesa não é fácil, mas faz parte da aventura.
A Guiana Francesa é oficialmente parte da França e o país utiliza a colonia como centro espacial ou Centre Spatial Guyanais.
Alguns Dados Principais
Nome completo: Guiana Francesa
Área: 91.250 km²
População: 134 mil
Capital: Cayenne ( população 40 mil )
Povo: 70% crioulos (descendentes de africanos e europeus), 10% europeus, 8% de asiáticos, 8% brasileiro, 4% descendente de americanos e índios.
Idioma: Francês, Francês crioulo das guianas e outras linguas indígenas.
Religião: Predominantemente Católica
Governo: Responde a França
Geografia da Guiana Francesa
Localizada na costa nordeste da América do Sul, a Guiana Francesa tem o tamanho aproximando da Irlanda. Limita com o Brazil no leste e sul, com o Atlántico no norte e com Suriname no oeste, onde os rios Maroni e Litane fecham uma área de límites muito disputada. Aproximadamente 90% do país esta coberto por selvas tropicais levemente povoadas. O terreno começa a apresentar elevações a medida que saímos das costas e nos dirigimos para a fronteira com o Brasil. A maior parte dos habitantes se encontram nas costas do Atlántico, e esta área detém quase a totalidade da infraestrura rodoviaria do país. A costa do país esta basicamente composta de muitos pântanos e algumas praias com areia. A fauna inclui macacos, jacarés, tapirs e outros. A Guiana Francesa é um país molhado, e até quando não chove sente-se o ar muito pesado e uma umidade constante. As chuvas fortes acontecem no período de Janeiro a Junho, sendo Maio o pior mês de todos.
História da Guiana Francesa
Os habitantes originais da Guiana Francesa eram índios Caribenhos e Arawak. Até o século 17, os ingleses, holandeses e franceses tinham estabelecido colonias na região. Apesar de que os acordos territoriais e comerciais mudavam com frequencia, a França consolidou o controle da região em 1817. O açucar e a madeira da região impulsavam a economia da colonia. Escravos trazidos da Africa trabalhavam nas plantações de cana de açucar, mas o sucesso destes foi limitado pelas doenças tropicais e a hostilidade dos índios locais. A economia das plantações nunca se igualou ás outras colonias francesas no caribe, e depois da abolição da escravidão em 1848, a indústria local entrou em colapso. No mesmo período, foi decidido que as prisões locais da Guiana Francesa iriam reduzir o custo das prisões da França e ao mesmo tempo contribuir para o desenvolvimento da colonia. Em torno de 70.000 prisioneiros- incluindo Alfred Dreyfus e Henri Papillon Charrière- chegaram entre 1852 e 1939. Aqueles que sobreviveram a sua sentença initial foram forçados a ficar exiliados na Guiana Francesa pelo mesmo período de tempo, mas como 90% morreu de malária ou febre amarela, a política não ajudou muito a aumentar a população da colonia. A Guiana Francesa permaneceu como colonia penal até depois da segunda guerra mundial, e desde então passou a ser um departamento francês.
Desde então, muitos nativos tem se manifestado a favor de maior autonomia, mas somente 5% esta a favor da independência da França, principalmente devido aos grandes subsídios que o país recebe do governo francês. O Centro Espacial Europeu em Kourou trouxe um pequeno canto da Guiana Francesa para o mundo moderno e atraiu uma força externa de trabalho considerável.
Perfil Econômico
PIB: US$ 800 milhões
PIB per capita: US$ 6.000
Inflação: 2,5%
Indústrias Principais: Camarão, produtos forestais, mineração, base de lançamentos de satélites
Principais parceiros econômicos: USA, França
Cultura
A Guiana Francesa é predominantemente Católica, e o francês é a lingua oficial. A maior parte dos habitantes também fala o francês guianes crioulo, enquanto os Marons (descendentes de escravos que fugiram e se estabeleceram no interior) e índios americanos conservam as suas religiões e falam Arawak, Caribenho, Emerillon, Oyapi, Palicur e Wayana. O estilo dos cafes e calçadas francesas se misturam com as costumes locais e música e dança caribenha , assim fornecendo um estilo diferente aos dos outros paises latino americanos.
Eventos
O Carnaval é o evento mais importante do país, na medida em que os desfiles e festas caribenhas se misturam com um certo ar francês. O carnaval acontece no final de fevereiro, e o melhor local para disfrutar desta festa é Cayenne.
Dicas para o Viajante
Vistos: Todos os visitantes precisam de uma visto para entrar ao país. Riscos de doença: Cólera, dengue, hepatitis, malária, febre amarela.
Dinheiro e Custos
Moeda: Franco francês
Quarto Básico: US$ 25-50
Hotel Moderado: US$ 50-100
Hotel de primeira: US$ 100 ou mais
Refeição básica: US$ 2-7
Restaurante moderado: US$ 7-20
Restaurante de primeira: US$ 20 ou mais
A Guiana Francesa é um país caro, com os custos comparáveis àquilos da França. Inclusive os viajantes que gostam de poupar terão muitos problemas em gastar menos que US$ 45 por dia. Se comidas em restaurantes estão nos seus planos, planeje em gastar US$ 100 por dia.
O transporte, especialmente para o interior do país, é muito caro. É facil trocar dólares no país, mas o câmbio e 5% mais baixo que a taxa oficial, por isso pode ser conveniente entrar ao país com francos. Em geral, cartões de créditos conhecidos ( Visa, Mastercard, Diners) são bem aceitos.
Quando Ir A Guiana Francesa é um país tropical com uma temporada de chuvas muito forte. O período seco de julho a dezembro pode ser o melhor momento para ir, mas o evento mais importante do país, o Carnaval, acontece no final de fevereiro, sendo esta a atração cultural mais forte do país.
Chegando lá e saindo de lá
A Guiana Francesa tem conexões aéreas decentes com a Europa, principalmente a França. Na América do Sul, existem voôs para o Brasil, Equador, Suriname e Venezuela. A maioria dos voôs para os Estados Unidos são para Miami via Guadeloupe e Martinica. A taxa para voôs internacionais esta em alredor dos US$ 20, com exeção dos voôs para França, que são considerados domésticas e não tem taxas. É possível atravessar ao Suriname desde St. Laurent por meio de uma balsa que vai até Albina. Desde Albina, existem estradas que vão até a capital, Paramaribo.
Locomovendo-se Internamente
Air Guiana tem voôs frequentes para St. Georges, Regina, Saul e Maripasoula desde Cayenne. Existem ônibus que partem diariamente desde Cayenne a São Laurent du Maroni via Kourou, Sinnnamary e Iracoubo. Existem minibuses que fazem o mesmo percurso , sendo estes muito mais confortáveis e só um pouco mais caros. Carros e motocicletas podem ser alugados em Cayenne, Kourou e São Laurent. É possível viajar ao interior pelos ríos, mas a menos que você pegue um tour caro, este percurso exigirá muita paciencia.
Fonte: www.giro2000.com.br
Guiana Francesa
A Guiana Francesa é território francês desde 1644. No entanto, entre 1809 e 1817, esteve ligada ao Brasil. Atualmente, a Guiana Francesa é mais conhecida porque a base de lançamento de foguetes e satélites da Agência Espacial Européia fica lá. A capital do país é Caiena. A língua oficial é o francês, e a população é de 157.213 habitantes, segundo o censo de 1999. A moeda é o euro.
Cada região tem um Conselho Regional , eleito por 6 anos. Quanto ao Presidente de Região, ele coordena a ação do governo nos diferentes departamentos.
Fonte: www.plenarinho.gov.br
Guiana Francesa
A Guiana Francesa não parece um país sul-americano - e de fato não é um país, mas um Departamento Ultramarino da França. O idioma oficial é o francês, a moeda é o euro, os habitantes têm nacionalidade francesa e passaporte europeu, o nível de vida é muito superior ao de qualquer outra nação do continente (e o custo de vida também...). Ao mesmo tempo, é evidente que este território não faz parte da Europa... o clima é quente e úmido a maior parte do ano, a vegetação típica é a Selva Amazônica, e a maior parte da população é constituída por negros e mestiços, apesar de que a parcela de brancos é considerável. Enfim, este é o único lugar da América do Sul em que é possível assistir ao desfile do Dia da Bastilha, em 14 de julho, e partir em seguida para uma excursão pela selva.
O território da Guiana Francesa abrigou, entre 1852 a 1953, uma colônia penal famosa pelas más condições impostas aos prisioneiros. Após a desativação desta penitenciária, a Guiana ganhou importância como base de lançamentos de satélites da França. Como resultado, muitos profissionais de alto nível fixaram-se no território, e assim a capital Caiena transformou-se em uma pequena França tropical. Apesar do desenvolvimento recente, o interior permanece quase que completamente selvagem e inabitado, e por isso é objeto de estudo de várias expedições científicas. Para o turista, uma visita ao interior representa uma oportunidade única de conhecer uma parte da Amazônia ainda intocada pelo homem.
Caiena
A capital do Departamento da Guiana Francesa está localizada em uma ilha na foz do Rio Caiena.
É uma cidade agradável, com uma atmosfera que mistura influências francesas e caribenhas.
O coração da cidade é a Place des Palmistes, decorada com várias palmeiras plantadas em 1837.
É um bom lugar para uma caminhada tranqüila, e bem perto estão cinco salas de cinema e o principal museu da Guiana, o Musée Departemental Franconie, com uma interessante mostra sobre a fauna, flora e história locais - inclusive com farta informação sobre a colônia penal.
Outra agradável praça de Caiena é a Place des Amendiers, também chamada de Place Auguste Horth, e está localizada junto ao mar.
Existem algumas praias nas proximidades de Caiena, as águas têm uma coloração barrenta pouco atraente. Recomenda-se aos banhistas que tenham muito cuidado com os tubarões, que infestam a costa do território. A melhor praia de Caiena se chama Montjoly.
Os edifícios de Caiena não impressionam tanto quanto os de Georgetown ou Paramaribo, porque sua arquitetura não segue um estio colonial ou caribenho. Um prédio que merece ser visto é o Hotel de Ville (a Prefeitura), localizado na Place de Grénoble, que foi uma antiga residência de padres jesuítas construída no século XIX.
Há um zoológico muito interessante localizado na cidade de Montsinéry, a 43 km de Caiena, uma boa introdução à fauna e flora amazônicas.
Kourou
Kourou é a cidade que abriga o Centro Spatial Guyannais (o Centro Espacial Guianês). É uma cidade agradável, com uma população majoritariamente branca. A atração turística principal é, naturalmente, o Centro Espacial, que ocupa uma zona costeira de 30 km de extensão. São realizadas visitas guiadas de segunda a quinta, que devem ser agendadas com antecedência.
O Centro Espacial foi criado em 1964, e a primeira sonda a ser lançada foi a Veronique, em 1968. A Guiana Francesa foi escolhida para abrigar o Centro Espacial por vários motivos: a proximidade com a linha do Equador, a estabilidade sísmica, a larga zona costeira e a baixa densidade populacional. Atualmente este é o principal Centro Espacial europeu, base do Projeto Ariane.
Além de visitar a Base de Lançamentos, também há um interessante museu que vale a pena conhecer, o Musée de l’Espace, que dispõe de fotografias e objetos que contam a história da exploração espacial.
Îles du Salut
O arquipélago das Ilhas de Salut é constituído por três ilhas: Île Royale, Ile St. Joseph e a Île du Diable. As ilhas foram a sede da colônia penal francesa construída em 1852. A colônia permaneceu em atividade até 1953, e durante este período mais de 90 mil homens e mulheres foram prisioneiros neste lugar. O mais famoso dos prisioneiros foi Henri Cherrière, que conseguiu escapar para a Venezuela, onde escreveu o livro Papillon, em que descreve as péssimas condições de vida na prisão.
A única ilha aberta para visitas é a Île Royale, que pode ser conhecida em uma excursão de um dia de duração a partir de Kourou. São realizadas visitas guiadas, mas apenas em francês. É possível passar a noite na ilha, hospedando-se na excelente pousada que existe lá. No entanto, as refeições são muitos caras, por isso recomenda-se aos visitantes que pernoitam levar o seu próprio lanche.
Fonte: www.odysseysouthamerica.com.br
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Guiana Francesa
Tristemente célebre no passado por suas colônias penais, a Guiana Francesa desenvolveu na segunda metade do século XX uma economia florescente, estimulada pela atividade do centro espacial de Kourou. A Guiana Francesa, situada na costa norte da América do Sul, faz parte, como departamento ultramarino, da França, em cuja Assembléia Nacional está representada por um senador e um deputado. Ocupa uma superfície de 86.504km2 e limita-se ao norte com o oceano Atlântico, a oeste com o Suriname (antiga Guiana Holandesa), ao sul e a leste com o Brasil.
Duas regiões se distinguem: a planície costeira, de dez a cinqüenta quilômetros de largura, e o interior montanhoso.
Geologicamente, o território faz parte do maciço das Guianas e, ao longo da fronteira com o Brasil, alguns picos alcançam 700m de altitude. O clima é quente e úmido, devido à proximidade da linha do equador (de dois a seis graus de latitude norte).
Os rios mais importantes são o Oiapoque, na fronteira com o Brasil, o Maroni, que limita com o Suriname, o Orapu, o Comté e o Mana. A selva equatorial cobre quase noventa por cento do território. A fauna inclui antas, tatus, jacarés (do tipo caimão) e grande variedade de aves, répteis, roedores, peixes e insetos.
A maioria da população é constituída pelos creoles ou mulatos, como resultado da contínua mestiçagem dos grupos procedentes da Europa, da Ásia e África, assim como de outras partes da América do Sul. Os índios, reduzidos a pequenas tribos, vivem na costa (caribes, aruaques e palicurs) e no interior (wayanas, oiampis e emérilons). Nas proximidades do rio Maroni, descendentes de escravos foragidos no século XVIII conservaram seu modo de vida africano.
O idioma oficial é o francês, mas também se falam o dialeto taki-taki, das comunidades negras, várias línguas ameríndias e as das minorias imigradas. A religião católica predomina. O programa denominado Plan Vert (Plano Verde) objetiva desenvolver a agricultura, a pecuária e a exploração florestal, e se baseia na imigração de colonos franceses. A pesca, principalmente de camarões, cresceu a partir de meados do século XX. As exportações incluem açúcar, mandioca, coco, banana, rum e madeira. A Guiana Francesa explora seus recursos minerais, sobretudo ouro e bauxita.
O centro espacial de Kourou, construído a partir de 1968 pela Agência Espacial Européia, contribuiu decisivamente para o desenvolvimento econômico da Guiana Francesa, não só por gerar empregos, mas também por introduzir tecnologia de ponta e informática, de que o país se tornou um dos mais importantes usuários da América Latina. O sistema de transportes concentra-se no litoral. Há um aeroporto internacional em Rochambeau, perto de Caiena.
História. Vicente Yáñez Pinzón foi o primeiro explorador da costa das Guianas, em 1500. Iludidos pela mítica cidade do ouro (Eldorado), numerosos aventureiros buscaram inutilmente fortuna na região. Comerciantes franceses abriram um centro comercial em Sinnamary, em 1624, e outro em Caiena, fundada em 1637.
Depois, Caiena foi tomada pelos holandeses que, expulsos em 1664, voltaram a assentar-se em 1676. O Tratado de Breda, de 1667, legitimou a posse do território pela França, e o Tratado de Utrecht fixou as fronteiras com o Brasil em 1713. Os jesuítas foram expulsos em 1762, o que provocou a dispersão dos índios que viviam nas missões. Na expedição colonizadora de Kourou (de 1763 a 1765), morreram cerca de 14.000 pessoas, a maioria europeus. A revolução francesa pouco repercutiu na colônia, onde a escravidão foi abolida em 1794 e restabelecida em 1802. Em 1809, a Guiana foi ocupada pelos portugueses, e devolvida em 1817.
A abolição definitiva da escravidão, em 1848, arruinou as plantações, situação agravada com o descobrimento de jazidas de ouro em 1855, pois a escassa mão-de-obra abandonou a agricultura. Em 1852, estabeleceu-se o primeiro presídio em Saint-Laurent-du-Maroni e, entre 1852 e 1939, mais de setenta mil franceses foram deportados e confinados nas penitenciárias. O problema dos limites com o Brasil foi resolvido definitivamente quando o barão do Rio Branco provou que "o rio de Vicente Pinzón", delimitador da fronteira, era o Oiapoque.
Quanto à questão do Amapá, foi solucionada em 1900 por laudo arbitral do presidente do Conselho Federal da Suíça. Com isso, terminaram as investidas francesas na fronteira. Uma experiência colonizadora positiva foi empreendida entre 1827 e 1846, em Mana, pela madre Anne-Marie Javouhey, que criou uma comunidade para a educação cristã de escravos libertados. Os habitantes tornaram-se cidadãos franceses em 1848 e desde 1887 têm representação na assembléia. Em 1946, a Guiana tornou-se departamento da França.
Fonte: www.universidadenet.com
Guiana Francesa
Guiana Francesa, ou Guiana, é departamento ultramar francês. A capital, Caiena, está numa península saída do Rio Cayanne, foi fundada por comerciantes franceses por volta do século XVII, todavia seu nome foi dado por um índio-americano. O país ainda é extremamente dependente de investimento e de turismo indo da nação guardiã - visitado por 10,000 turistas anuais, porém sendo na sua grande parte por franceses e belgas.
Embora o turismo esteja enraizado, os turistas que amam a natureza podem encontrar aventura por todas as partes e por lugares pouco conhecidos da América Latina, coberta por florestas tropicais exuberantes e tranqüilas. Santo-Laurent Maroni, perto da fronteira com o Suriname, estão as Cachoeiras de Voltaire perto da cidade de São Lourenço. Há 7km ao sul de São Lorenço está a vila Indígena da Terra Vermelha (Tere Rouge) onde canoas podem ser alugadas para passeios subindo o Rio Maroni. Na região central encontra-se o remoto acampamento de mineradores de ouro de Saül - acessível, devido ao sistema eficaz de marcação das trilhas.
Um lugar que atrai um grande número de visitantes é o Centro Espacial das Guianas, em Kourou, há 60km ao oeste da capital. Pode-se aprender sobre naves espaciais no Museu Espacial, e até presenciar um lançamento espacial.
Em alto mar estão o Îles du Salut, encontra-se conhecido presídio. Atualmente, macacos, tartarugas marítimas, araras e palmeiras são os seus únicos habitantes. Considera-se que a Ilha do Diabo, é a ilhota mais segura e inacessível do acordo - o único preso que escapou foi Henri Charrière, que velejou em uma jangada até a Venezuela em 1944.
O caminho que Charrière percorreu vai até a costa de Awala-Yalimopo, onde atualmente pode-ser presenciar as gigantes tartarugas marinhas colocando os seus ovos ao luar, ou ver as jovens tartarugas marítimas indo ao caminho do mar.
Capital: Cayenne
Tamanho: 91,250 km²
População: 134,000
Moeda: Euro
Idioma: Francês
Visto: Não é necessário para os cidadãos da Comunidade Europea.
Festivais: Embora não seja tão famoso como a dos seus vizinhos, Brasil e o Caribe, o carnaval da Guiana é alegre e interessante. As comemorações começam em Janeiro com festas em todos os fins-de-semana, e terminando com desfiles coloridos, com músicas, e danças durante os quatro dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Cada dia tem o seu próprio motivo, e as fantasias são minuciosamente elaboradas.
Fonte: www.lata.org
Guiana Francesa
Nome Oficial: Departamento de ultramar da França
Capital da Guiana Francesa: Caiena
Área: 86.504 km²
População: 178,000 mil (2003)
Idiomas Oficiais: Francês
Moeda: Euro
Principal Cidade: Caiena, Saint-Laurent du Maroni, Kourou
Fonte: www.webbusca.com.br
Guiana Francesa
Nome oficial: Departamento de ultramar da França.
Capital: Caiena.
Idioma: Francês (oficial) e crioulo.
Geografia da Guiana Francesa
Localização: América do Sul.
Hora local: a mesma de Brasília.
Área: 91.000 km².
Clima: Equatorial.
Limites: Oceano Atlântico (norte), Brasil (sul e leste) e Suriname (oeste).
Características: Litoral baixo e pantanoso (concentra 90% da população), colinas baixas e escarpadas (interior).
População da Guiana Francesa
Total: 150.000 habitantes (2000).
Densidade: 1,64 hab/km².
Economia da Guiana Francesa
Moeda: Franco francês.
Atividades principais: silvicultura, pesca, extração de ouro e turismo.
Fonte: www.portalbrasil.net
Guiana Francesa
No meio do século 19, o governo francês se propos reduzir os custos das prisões em casa mandando os indesejáveis ás colonias. Em procura de um lugar muito distante, eles chegaram a Guiana.
Apesar de que a última prisão colonial fechou em 1953, hoje a terra tropical toma prisioneiros de outro jeito. Muito cuidado para os visitantes que gostam de economizar: a Guiana Francesa é um dos destinos mais caros da América do Sul.
Altamente subsidiada pela mãe França, a Guiana Francesa arroja a qualidade de vida mais alta de América do Sul, mais basta olhar fora da capital que você encontrará casinhas de madeira pertencentes a povos locais que basicamente sobrevivem. Viajar na Guiana Francesa não é fácil, mas faz parte da aventura.
A Guiana Francesa é oficialmente parte da França e o país utiliza a colonia como centro espacial ou Centre Spatial Guyanais.
Alguns Dados Principais
Nome completo: Guiana Francesa
Área: 91.250 km²
População: 134 mil
Capital: Cayenne ( população 40 mil )
Povo: 70% crioulos (descendentes de africanos e europeus), 10% europeus, 8% de asiáticos, 8% brasileiro, 4% descendente de americanos e índios.
Idioma: Francês, Francês crioulo das guianas e outras linguas indígenas.
Religião: Predominantemente Católica
Governo: Responde a França
Geografia da Guiana Francesa
Localizada na costa nordeste da América do Sul, a Guiana Francesa tem o tamanho aproximando da Irlanda. Limita com o Brazil no leste e sul, com o Atlántico no norte e com Suriname no oeste, onde os rios Maroni e Litane fecham uma área de límites muito disputada. Aproximadamente 90% do país esta coberto por selvas tropicais levemente povoadas. O terreno começa a apresentar elevações a medida que saímos das costas e nos dirigimos para a fronteira com o Brasil. A maior parte dos habitantes se encontram nas costas do Atlántico, e esta área detém quase a totalidade da infraestrura rodoviaria do país. A costa do país esta basicamente composta de muitos pântanos e algumas praias com areia. A fauna inclui macacos, jacarés, tapirs e outros. A Guiana Francesa é um país molhado, e até quando não chove sente-se o ar muito pesado e uma umidade constante. As chuvas fortes acontecem no período de Janeiro a Junho, sendo Maio o pior mês de todos.
História da Guiana Francesa
Os habitantes originais da Guiana Francesa eram índios Caribenhos e Arawak. Até o século 17, os ingleses, holandeses e franceses tinham estabelecido colonias na região. Apesar de que os acordos territoriais e comerciais mudavam com frequencia, a França consolidou o controle da região em 1817. O açucar e a madeira da região impulsavam a economia da colonia. Escravos trazidos da Africa trabalhavam nas plantações de cana de açucar, mas o sucesso destes foi limitado pelas doenças tropicais e a hostilidade dos índios locais. A economia das plantações nunca se igualou ás outras colonias francesas no caribe, e depois da abolição da escravidão em 1848, a indústria local entrou em colapso. No mesmo período, foi decidido que as prisões locais da Guiana Francesa iriam reduzir o custo das prisões da França e ao mesmo tempo contribuir para o desenvolvimento da colonia. Em torno de 70.000 prisioneiros- incluindo Alfred Dreyfus e Henri Papillon Charrière- chegaram entre 1852 e 1939. Aqueles que sobreviveram a sua sentença initial foram forçados a ficar exiliados na Guiana Francesa pelo mesmo período de tempo, mas como 90% morreu de malária ou febre amarela, a política não ajudou muito a aumentar a população da colonia. A Guiana Francesa permaneceu como colonia penal até depois da segunda guerra mundial, e desde então passou a ser um departamento francês.
Desde então, muitos nativos tem se manifestado a favor de maior autonomia, mas somente 5% esta a favor da independência da França, principalmente devido aos grandes subsídios que o país recebe do governo francês. O Centro Espacial Europeu em Kourou trouxe um pequeno canto da Guiana Francesa para o mundo moderno e atraiu uma força externa de trabalho considerável.
Perfil Econômico
PIB: US$ 800 milhões
PIB per capita: US$ 6.000
Inflação: 2,5%
Indústrias Principais: Camarão, produtos forestais, mineração, base de lançamentos de satélites
Principais parceiros econômicos: USA, França
Cultura
A Guiana Francesa é predominantemente Católica, e o francês é a lingua oficial. A maior parte dos habitantes também fala o francês guianes crioulo, enquanto os Marons (descendentes de escravos que fugiram e se estabeleceram no interior) e índios americanos conservam as suas religiões e falam Arawak, Caribenho, Emerillon, Oyapi, Palicur e Wayana. O estilo dos cafes e calçadas francesas se misturam com as costumes locais e música e dança caribenha , assim fornecendo um estilo diferente aos dos outros paises latino americanos.
Eventos
O Carnaval é o evento mais importante do país, na medida em que os desfiles e festas caribenhas se misturam com um certo ar francês. O carnaval acontece no final de fevereiro, e o melhor local para disfrutar desta festa é Cayenne.
Dicas para o Viajante
Vistos: Todos os visitantes precisam de uma visto para entrar ao país. Riscos de doença: Cólera, dengue, hepatitis, malária, febre amarela.
Dinheiro e Custos
Moeda: Franco francês
Quarto Básico: US$ 25-50
Hotel Moderado: US$ 50-100
Hotel de primeira: US$ 100 ou mais
Refeição básica: US$ 2-7
Restaurante moderado: US$ 7-20
Restaurante de primeira: US$ 20 ou mais
A Guiana Francesa é um país caro, com os custos comparáveis àquilos da França. Inclusive os viajantes que gostam de poupar terão muitos problemas em gastar menos que US$ 45 por dia. Se comidas em restaurantes estão nos seus planos, planeje em gastar US$ 100 por dia.
O transporte, especialmente para o interior do país, é muito caro. É facil trocar dólares no país, mas o câmbio e 5% mais baixo que a taxa oficial, por isso pode ser conveniente entrar ao país com francos. Em geral, cartões de créditos conhecidos ( Visa, Mastercard, Diners) são bem aceitos.
Quando Ir A Guiana Francesa é um país tropical com uma temporada de chuvas muito forte. O período seco de julho a dezembro pode ser o melhor momento para ir, mas o evento mais importante do país, o Carnaval, acontece no final de fevereiro, sendo esta a atração cultural mais forte do país.
Chegando lá e saindo de lá
A Guiana Francesa tem conexões aéreas decentes com a Europa, principalmente a França. Na América do Sul, existem voôs para o Brasil, Equador, Suriname e Venezuela. A maioria dos voôs para os Estados Unidos são para Miami via Guadeloupe e Martinica. A taxa para voôs internacionais esta em alredor dos US$ 20, com exeção dos voôs para França, que são considerados domésticas e não tem taxas. É possível atravessar ao Suriname desde St. Laurent por meio de uma balsa que vai até Albina. Desde Albina, existem estradas que vão até a capital, Paramaribo.
Locomovendo-se Internamente
Air Guiana tem voôs frequentes para St. Georges, Regina, Saul e Maripasoula desde Cayenne. Existem ônibus que partem diariamente desde Cayenne a São Laurent du Maroni via Kourou, Sinnnamary e Iracoubo. Existem minibuses que fazem o mesmo percurso , sendo estes muito mais confortáveis e só um pouco mais caros. Carros e motocicletas podem ser alugados em Cayenne, Kourou e São Laurent. É possível viajar ao interior pelos ríos, mas a menos que você pegue um tour caro, este percurso exigirá muita paciencia.
Fonte: www.giro2000.com.br
Guiana Francesa
A Guiana Francesa é território francês desde 1644. No entanto, entre 1809 e 1817, esteve ligada ao Brasil. Atualmente, a Guiana Francesa é mais conhecida porque a base de lançamento de foguetes e satélites da Agência Espacial Européia fica lá. A capital do país é Caiena. A língua oficial é o francês, e a população é de 157.213 habitantes, segundo o censo de 1999. A moeda é o euro.
Cada região tem um Conselho Regional , eleito por 6 anos. Quanto ao Presidente de Região, ele coordena a ação do governo nos diferentes departamentos.
Fonte: www.plenarinho.gov.br
Guiana Francesa
A Guiana Francesa não parece um país sul-americano - e de fato não é um país, mas um Departamento Ultramarino da França. O idioma oficial é o francês, a moeda é o euro, os habitantes têm nacionalidade francesa e passaporte europeu, o nível de vida é muito superior ao de qualquer outra nação do continente (e o custo de vida também...). Ao mesmo tempo, é evidente que este território não faz parte da Europa... o clima é quente e úmido a maior parte do ano, a vegetação típica é a Selva Amazônica, e a maior parte da população é constituída por negros e mestiços, apesar de que a parcela de brancos é considerável. Enfim, este é o único lugar da América do Sul em que é possível assistir ao desfile do Dia da Bastilha, em 14 de julho, e partir em seguida para uma excursão pela selva.
O território da Guiana Francesa abrigou, entre 1852 a 1953, uma colônia penal famosa pelas más condições impostas aos prisioneiros. Após a desativação desta penitenciária, a Guiana ganhou importância como base de lançamentos de satélites da França. Como resultado, muitos profissionais de alto nível fixaram-se no território, e assim a capital Caiena transformou-se em uma pequena França tropical. Apesar do desenvolvimento recente, o interior permanece quase que completamente selvagem e inabitado, e por isso é objeto de estudo de várias expedições científicas. Para o turista, uma visita ao interior representa uma oportunidade única de conhecer uma parte da Amazônia ainda intocada pelo homem.
Caiena
A capital do Departamento da Guiana Francesa está localizada em uma ilha na foz do Rio Caiena.
É uma cidade agradável, com uma atmosfera que mistura influências francesas e caribenhas.
O coração da cidade é a Place des Palmistes, decorada com várias palmeiras plantadas em 1837.
É um bom lugar para uma caminhada tranqüila, e bem perto estão cinco salas de cinema e o principal museu da Guiana, o Musée Departemental Franconie, com uma interessante mostra sobre a fauna, flora e história locais - inclusive com farta informação sobre a colônia penal.
Outra agradável praça de Caiena é a Place des Amendiers, também chamada de Place Auguste Horth, e está localizada junto ao mar.
Existem algumas praias nas proximidades de Caiena, as águas têm uma coloração barrenta pouco atraente. Recomenda-se aos banhistas que tenham muito cuidado com os tubarões, que infestam a costa do território. A melhor praia de Caiena se chama Montjoly.
Os edifícios de Caiena não impressionam tanto quanto os de Georgetown ou Paramaribo, porque sua arquitetura não segue um estio colonial ou caribenho. Um prédio que merece ser visto é o Hotel de Ville (a Prefeitura), localizado na Place de Grénoble, que foi uma antiga residência de padres jesuítas construída no século XIX.
Há um zoológico muito interessante localizado na cidade de Montsinéry, a 43 km de Caiena, uma boa introdução à fauna e flora amazônicas.
Kourou
Kourou é a cidade que abriga o Centro Spatial Guyannais (o Centro Espacial Guianês). É uma cidade agradável, com uma população majoritariamente branca. A atração turística principal é, naturalmente, o Centro Espacial, que ocupa uma zona costeira de 30 km de extensão. São realizadas visitas guiadas de segunda a quinta, que devem ser agendadas com antecedência.
O Centro Espacial foi criado em 1964, e a primeira sonda a ser lançada foi a Veronique, em 1968. A Guiana Francesa foi escolhida para abrigar o Centro Espacial por vários motivos: a proximidade com a linha do Equador, a estabilidade sísmica, a larga zona costeira e a baixa densidade populacional. Atualmente este é o principal Centro Espacial europeu, base do Projeto Ariane.
Além de visitar a Base de Lançamentos, também há um interessante museu que vale a pena conhecer, o Musée de l’Espace, que dispõe de fotografias e objetos que contam a história da exploração espacial.
Îles du Salut
O arquipélago das Ilhas de Salut é constituído por três ilhas: Île Royale, Ile St. Joseph e a Île du Diable. As ilhas foram a sede da colônia penal francesa construída em 1852. A colônia permaneceu em atividade até 1953, e durante este período mais de 90 mil homens e mulheres foram prisioneiros neste lugar. O mais famoso dos prisioneiros foi Henri Cherrière, que conseguiu escapar para a Venezuela, onde escreveu o livro Papillon, em que descreve as péssimas condições de vida na prisão.
A única ilha aberta para visitas é a Île Royale, que pode ser conhecida em uma excursão de um dia de duração a partir de Kourou. São realizadas visitas guiadas, mas apenas em francês. É possível passar a noite na ilha, hospedando-se na excelente pousada que existe lá. No entanto, as refeições são muitos caras, por isso recomenda-se aos visitantes que pernoitam levar o seu próprio lanche.
Fonte: www.odysseysouthamerica.com.br
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
6280 - LÍNGUAS DA GUIANA FRANCESA
Manual do Estudante Brasileiro na França
Anterior Capítulo 10. Informações específicas sobre cidades da Província Próxima
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10.3. Guadalupe, Guiana Francesa e Martinica
10.3.1. As cidades
Guadalupe, Guiana Francesa e Martinica são considerados "Départaments d'Outre-Mer" (DOM) da França. Nesta qualidade, gozam da mesma igualdade de direitos e da mesma identidade legislativa que cada departamento do Hexágono francês, com acréscimo de possibilidades de adaptação, levando em conta suas situações específicas. A razão maior de incluirmos estes três DOM's franceses no mesmo dossiê de informações se justifica pela instituição de ensino superior que os une, a Universidade das Antilhas e da Guiana.
Guadalupe é um arquipélago de 1780 km2 que compreende duas ilhas principais e outras seis menores, chamadas "dependentes", com um total de 420 mil habitantes. 50% da população de Guadalupe vive em torno de Pointe-à-Pitre, onde se situa a universidade. Pointe-à-Pitre é a capital econômica da ilha. Trata-se de uma cidade pouco organizada, onde o trânsito é quase caótico — cada casa na ilha possui em média 03 (três) carros! Para locomover-se na cidade e na ilha (que possui uma só "Nacional"), o ideal ao pesquisador é ter um carro, que se pode comprar por cerca de 1500 Euros (10 anos de uso). Cada uma das ilhas principais pode ser contornada, de carro, em um dia, contanto que não se pare por muito tempo nas praias, apenas em mirantes e locais realmente irresistíveis. Há viagens de barco e aéreas regulares saindo de Pointe-à-Pitre para qualquer uma das ilhas do arquipélago.
O idioma falado pelos ilhéus é o "créole" que, no caso de Guadalupe, mistura dialetos de origem africana com francês. Trata-se de outra língua que todos falam paralelamente ao francês, portanto não representa um problema, principalmente para que vai freqüentar o meio acadêmico, onde se fala francês.
A Guiana Francesa é o maior departamento ultramar francês e possui uma população de cerca de 160 mil habitantes, representando, assim, a menor densidade populacional do Caribe. A maior parte da população se concentra justamente na zona costeira, em Kourou (20 mil habitantes), base do programa espacial francês, e, principalmente, Caiena (55 mil habitantes). Ambas, e Kourou e Caiena, possuem campus da Universidade das Antilhas e da Guiana. Como em Guadalupe e Martinica, apesar do uso corriqueiro de línguas locais, o francês é a língua oficial da Guiana e a maioria das pessoas é bilíngue. Para mais informações, visites os sites da Prefeitura de Kourou e da cidade de Caiena. Domínio territorial da França na "Amazônia", a Guiana tem no turismo verde um eixo importante de desenvolvimento.
A ilha de Martinica, por sua vez, possui cerca de 400 mil habitantes, dos quais 100 mil vivem na capital, Fort-de-France. A vila de Schoelcher, à 5km de Fort-de-France, é onde se situa o campus da universidade. Fica há 3h de barco de Guadalupe (Pointe-à-Pitre), ou 45min de avião. O turismo na Martinica passa por um considerável desenvolvimento, contribuindo hoje com mais de 7% do PIB comercial.
Por tratar-se de ilhas turísticas, o custo de vida em Guadalupe e na Martinica é alto, em muitos aspectos maior que na "métropole", como eles reportam-se à França/Europa. O governo, a moeda, as leis e normas, enfim tudo é e vem da metrópole. Inclusive é oferecido um bom incentivo financeiro aos franceses que desejam estabelecer-se e trabalhar nas ilhas (e na Guiana), muito por conta do alto custo de vida. Mas a bolsa de estudos paga pelo governo brasileiro é suficiente para as despesas básicas e, fora disto, não se tem muito em que gastar. Freqüentar praias belíssimas é gratuito.
Uma companhia de avião que serve e liga de forma regular Guadalupe, Guiana Francesa e Martinica é a Air Caraibes.
Para mais informações, visite o site: http://www.outre-mer.gouv.fr/
10.3.2. Ensino Superior
A Universidade das Antilhas e da Guiana conta com cerca de 12.000 estudantes em atividade nos seus cinco campus situados em Guadaloupe (2), Guiana Francesa (2) e Martinica (1), oferecendo diversos diplomas de Terceiro Ciclo além de Doutorado nas mais variadas áreas de pesquisa. Para maiores informações:
Université des Antilles et de la Guyane (UAG)
Site Internet: http://www.univ-ag.fr/
Nota: Para ver os cursos disponíveis no site, clique no link "Recherche" que aparece na página inicial.
Os cinco campus universitários são:
Campus de Fouillole à Pointe-à-Pitre en Guadaloupe
Campus de Saint-Claude en Guadaloupe
Campus de Schoelcher en Martinique
Campus de Saint-Denis à Cayenne en Guyane
Campus de Kourou en Guyane
10.3.3. Alojamento
Para alojamento, as ofertas nos DOM concentram-se no CROUS, que possui o controle das Residências Universitárias e um cadastro de oferta de apartamentos particulares. Se não desejar morar em uma das residências universitárias, lá mesmo você escolhe, entra em contato com o proprietário e faz o procedimento devido para alugar um apartamento particular individual ou partilhado com outros estudantes. O cadastro é realmente vasto. A maioria dos proprietários oferta seus apartamentos com anúncio no CROUS, principalmente por ser de estudantes o maior número de possíveis locatários na região vizinha à Universidade. No caso de Guadalupe, especificamente, outra boa dica é o jornal 97.1, gratuito, semanal, onde todos ofertam de tudo em Guadalupe.
Apenas a título de referência, um studio de 20m2 em Guadalupe, não mobiliado em bairros turísticos próximos ao campus, onde a maioria dos estudantes provenientes de Martinica e Guiana costuma morar, é alugado pelo CROUS a partir de 300 Euros para o ano de 2003. Um quarto universitário de 9m2 custa em torno de um terço deste valor, mas as condições e a segurança são precárias. Quanto à localização, existem alojamentos de vários tipos próximos ao campus universitário. No momento da escolha, é aconselhável que o estudante ou pesquisador informe-se sobre a localização e proximidade entre sua moradia e o local de estudo, pois o transporte coletivo deixa muito a desejar em termos de qualidade e pontualidade.
CROUS des Antilles-Guyane
Campus universitaire de Fouillole
BP 444
97164 — Pointe-à-Pitre Cedex
Tel. 05 90 89 46 60
Fax. 05 90 82 96 72
Site Internet : http://www.crous-antilles-guyane.cnous.fr/
Esta é a sede principal do CROUS nas Antilhas e Guiana localizada em Pointe-à-Pitre, Guadaloupe. Mas você pode encontrar os serviços do CROUS em filiais chamadas CLOUS, na Guiana Francesa e em Martinica.
CLOUS Schoelcher (Martinica)
Résidence Universitaire de Schoelcher
BP 7208
97275 Schoelcher
Tel. 05 96 61 36 73
Fax. 05 96 61 34 81
CLOUS de Cayenne (Guiana Francesa)
Cité Universitaire de Cayenne
Route de Baduel
BP 522
97332 Cayenne cedex
Tel. 05 94 37 85 00
Fax. 05 94 30 77 46
É sempre bom lembrar também que o estudante estrangeiro tem direito à ajuda a alojamento paga pela CAF, cujos endereços são:
CAF de la Guadaloupe
Quai Levèvre
(près du collège Carnot)
Tél. 05 90 90 53 10
http://www.guadeloupe.caf.fr/
CAF de la Guyane
22, avenue Gaston Monnerville
97300 — Guyane
Tel. 05 94 28 30 00
Fax. 05 94 31 59 89
http://www.guyane.caf.fr/
CAF de la Martinique
Quartier Place d'Armes
BP 421
97291 Lamentin — Cedex 02
http://www.martinique.caf.fr/
Para maiores informações (somente sobre Guadaloupe) :
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Como em Guadalupe e Martinica, apesar do uso corriqueiro de línguas locais, o francês é a língua oficial da Guiana e a maioria das pessoas é bilíngue. Ir para o texto »
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10.3.1. As cidades
Guadalupe, Guiana Francesa e Martinica são considerados "Départaments d'Outre-Mer" (DOM) da França. Nesta qualidade, gozam da mesma igualdade de direitos e da mesma identidade legislativa que cada departamento do Hexágono francês, com acréscimo de possibilidades de adaptação, levando em conta suas situações específicas. A razão maior de incluirmos estes três DOM's franceses no mesmo dossiê de informações se justifica pela instituição de ensino superior que os une, a Universidade das Antilhas e da Guiana.
Guadalupe é um arquipélago de 1780 km2 que compreende duas ilhas principais e outras seis menores, chamadas "dependentes", com um total de 420 mil habitantes. 50% da população de Guadalupe vive em torno de Pointe-à-Pitre, onde se situa a universidade. Pointe-à-Pitre é a capital econômica da ilha. Trata-se de uma cidade pouco organizada, onde o trânsito é quase caótico — cada casa na ilha possui em média 03 (três) carros! Para locomover-se na cidade e na ilha (que possui uma só "Nacional"), o ideal ao pesquisador é ter um carro, que se pode comprar por cerca de 1500 Euros (10 anos de uso). Cada uma das ilhas principais pode ser contornada, de carro, em um dia, contanto que não se pare por muito tempo nas praias, apenas em mirantes e locais realmente irresistíveis. Há viagens de barco e aéreas regulares saindo de Pointe-à-Pitre para qualquer uma das ilhas do arquipélago.
O idioma falado pelos ilhéus é o "créole" que, no caso de Guadalupe, mistura dialetos de origem africana com francês. Trata-se de outra língua que todos falam paralelamente ao francês, portanto não representa um problema, principalmente para que vai freqüentar o meio acadêmico, onde se fala francês.
A Guiana Francesa é o maior departamento ultramar francês e possui uma população de cerca de 160 mil habitantes, representando, assim, a menor densidade populacional do Caribe. A maior parte da população se concentra justamente na zona costeira, em Kourou (20 mil habitantes), base do programa espacial francês, e, principalmente, Caiena (55 mil habitantes). Ambas, e Kourou e Caiena, possuem campus da Universidade das Antilhas e da Guiana. Como em Guadalupe e Martinica, apesar do uso corriqueiro de línguas locais, o francês é a língua oficial da Guiana e a maioria das pessoas é bilíngue. Para mais informações, visites os sites da Prefeitura de Kourou e da cidade de Caiena. Domínio territorial da França na "Amazônia", a Guiana tem no turismo verde um eixo importante de desenvolvimento.
A ilha de Martinica, por sua vez, possui cerca de 400 mil habitantes, dos quais 100 mil vivem na capital, Fort-de-France. A vila de Schoelcher, à 5km de Fort-de-France, é onde se situa o campus da universidade. Fica há 3h de barco de Guadalupe (Pointe-à-Pitre), ou 45min de avião. O turismo na Martinica passa por um considerável desenvolvimento, contribuindo hoje com mais de 7% do PIB comercial.
Por tratar-se de ilhas turísticas, o custo de vida em Guadalupe e na Martinica é alto, em muitos aspectos maior que na "métropole", como eles reportam-se à França/Europa. O governo, a moeda, as leis e normas, enfim tudo é e vem da metrópole. Inclusive é oferecido um bom incentivo financeiro aos franceses que desejam estabelecer-se e trabalhar nas ilhas (e na Guiana), muito por conta do alto custo de vida. Mas a bolsa de estudos paga pelo governo brasileiro é suficiente para as despesas básicas e, fora disto, não se tem muito em que gastar. Freqüentar praias belíssimas é gratuito.
Uma companhia de avião que serve e liga de forma regular Guadalupe, Guiana Francesa e Martinica é a Air Caraibes.
Para mais informações, visite o site: http://www.outre-mer.gouv.fr/
10.3.2. Ensino Superior
A Universidade das Antilhas e da Guiana conta com cerca de 12.000 estudantes em atividade nos seus cinco campus situados em Guadaloupe (2), Guiana Francesa (2) e Martinica (1), oferecendo diversos diplomas de Terceiro Ciclo além de Doutorado nas mais variadas áreas de pesquisa. Para maiores informações:
Université des Antilles et de la Guyane (UAG)
Site Internet: http://www.univ-ag.fr/
Nota: Para ver os cursos disponíveis no site, clique no link "Recherche" que aparece na página inicial.
Os cinco campus universitários são:
Campus de Fouillole à Pointe-à-Pitre en Guadaloupe
Campus de Saint-Claude en Guadaloupe
Campus de Schoelcher en Martinique
Campus de Saint-Denis à Cayenne en Guyane
Campus de Kourou en Guyane
10.3.3. Alojamento
Para alojamento, as ofertas nos DOM concentram-se no CROUS, que possui o controle das Residências Universitárias e um cadastro de oferta de apartamentos particulares. Se não desejar morar em uma das residências universitárias, lá mesmo você escolhe, entra em contato com o proprietário e faz o procedimento devido para alugar um apartamento particular individual ou partilhado com outros estudantes. O cadastro é realmente vasto. A maioria dos proprietários oferta seus apartamentos com anúncio no CROUS, principalmente por ser de estudantes o maior número de possíveis locatários na região vizinha à Universidade. No caso de Guadalupe, especificamente, outra boa dica é o jornal 97.1, gratuito, semanal, onde todos ofertam de tudo em Guadalupe.
Apenas a título de referência, um studio de 20m2 em Guadalupe, não mobiliado em bairros turísticos próximos ao campus, onde a maioria dos estudantes provenientes de Martinica e Guiana costuma morar, é alugado pelo CROUS a partir de 300 Euros para o ano de 2003. Um quarto universitário de 9m2 custa em torno de um terço deste valor, mas as condições e a segurança são precárias. Quanto à localização, existem alojamentos de vários tipos próximos ao campus universitário. No momento da escolha, é aconselhável que o estudante ou pesquisador informe-se sobre a localização e proximidade entre sua moradia e o local de estudo, pois o transporte coletivo deixa muito a desejar em termos de qualidade e pontualidade.
CROUS des Antilles-Guyane
Campus universitaire de Fouillole
BP 444
97164 — Pointe-à-Pitre Cedex
Tel. 05 90 89 46 60
Fax. 05 90 82 96 72
Site Internet : http://www.crous-antilles-guyane.cnous.fr/
Esta é a sede principal do CROUS nas Antilhas e Guiana localizada em Pointe-à-Pitre, Guadaloupe. Mas você pode encontrar os serviços do CROUS em filiais chamadas CLOUS, na Guiana Francesa e em Martinica.
CLOUS Schoelcher (Martinica)
Résidence Universitaire de Schoelcher
BP 7208
97275 Schoelcher
Tel. 05 96 61 36 73
Fax. 05 96 61 34 81
CLOUS de Cayenne (Guiana Francesa)
Cité Universitaire de Cayenne
Route de Baduel
BP 522
97332 Cayenne cedex
Tel. 05 94 37 85 00
Fax. 05 94 30 77 46
É sempre bom lembrar também que o estudante estrangeiro tem direito à ajuda a alojamento paga pela CAF, cujos endereços são:
CAF de la Guadaloupe
Quai Levèvre
(près du collège Carnot)
Tél. 05 90 90 53 10
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CAF de la Guyane
22, avenue Gaston Monnerville
97300 — Guyane
Tel. 05 94 28 30 00
Fax. 05 94 31 59 89
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CAF de la Martinique
Quartier Place d'Armes
BP 421
97291 Lamentin — Cedex 02
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6279 - LÍNGUAS DA GUIANA FRANCESA
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TERRITÓRIO DA GUIANA FRANCESA
Dependência da República Francesa (FR)
French Guyane – Inini
Capital – Caiena.
Localização – norte da América do Sul.
Religião – Cristianismo...
Condição – Departamento de ultramar da França.
Moeda (numismática) – euro (01/01/2002). Anteriormente: franco francês.
Departamento de Ultramar da França, não é nação independente. Cerca de 90% do território da Guiana Francesa, ao norte da América do Sul, é coberto por florestas. A população concentra-se no litoral. O interior só é acessível por rios. Integra a França e, portanto, a União Europeia. O Centro Espacial de Kourou, pertencente à Agência Espacial Europeia, opera alí desde 1968.
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História
Após curto período de presença inglesa, holandesa e portuguesa, o território é confirmado francês em 1817. Em 1974, ganha maior autonomia econômica. No entanto, os protestos contra o desemprego e a decadência da economia levam à prisão de líderes sindicais e políticos pró-independência. Como resultado dos distúrbios político e industrial da década de 70, o Partido Socialista Guianense (PSG), o mais forte, pede maior autonomia política.
Algumas reformas são promovidas pelo governo francês entre 1982 e 1983, aumentando o poder político do Conselho Regional – espécie de Câmara Municipal eleita diretamente. Nas eleições de 1985, o PSG e outros partidos de esquerda conquistam a maioria das cadeiras.
Um acordo entre a França e uma empresa sul-africana para a exploração de ouro causa protestos em 1991. Os partidos da Guiana Francesa unem-se em uma greve geral, cancelando o acordo. Outra greve paralisa todo o território por uma semana, em 1992, em um protesto contra a indiferença francesa diante da crescente crise econômica local.
Manifestações estudantis que têm início em novembro de 1996 forçam o governo francês a anunciar, no começo de 1997, investimentos de 500 milhões de francos em educação. Em novembro, o presidente francês Jacques Chirac visita a Guiana e ali encontra-se com o presidente do Brasil, Fernando Henrique Cardoso. É anunciado que a ligação rodoviária entre o Amapá e Caiena ganha o status de obra estratégica, devendo estar concluída no primeiro semestre do ano 2000...
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Selos são emitidos pela Colônia Francesa desde 1886. O primeiro selo da Guiana Francesa (Scott: 1) é sobretaxado em um selo das Colônias Francesas (French Colonies) e foi emitido em 1886, com valor facial de 5 centimes sobre 2 centimes (verde).
Abaixo, dois exemplares do primeiro, os quais tem diferença na margem sem picotagem e são classificados como: I (10½ mm) e III. Ao lado, o selo com picote foi emitido no mesmo ano e com valor facial igual, o selo é classificado com diferença na cor: cinnamon/buff.
Abaixo (lado esquerdo da tela), selo emitido em 1892 (Scott: 32, SG: 1), com valor facial de 1 centime, primeiro grafado com o nome: “GUYANE”. Selos são emitidos pela Guiana Francesa desde 1902. O primeiro selo real da Guiana Francesa foi emitido em 1902, com valor facial de 1 centime (preto), o qual eu não tenho a imagem... O selo (abaixo, lado direito) foi emitido em 1905 (Scott: 51, SG: 58), com valor facial de 1 centime, ele mostra um tamanduá-bandeira.
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Separado da Guiana Francesa em 1930, o Território de Inini foi reincorporado em 1947... Seu primeiro selo postal data de 1932 (Scott: 1, SG: 1), com valor facial de 1 centime (verde e lilás), ele foi remarcado com a sobretaxa “TERRITOIRE DE L’ININI” em um selo da Guiana Francesa de 1929 (Scott: 109, SG: 117).
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FILATELIA
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População: 138,9 mil (1993).
Os Galibi – povo da etnia galibi que falava a antiga língua original karib, a qual foi substituída pelo patoá (mistura de crioulo com português) são originários do litoral da Guiana Francesa, mas hoje são encontrados no Estado do Amapá – fronteira com o Brasil.
O idioma oficial é o francês, mas também são falados o crioulo (Franch Creole) e o patoá (Patois), o qual parece que também é falado na Jamaica...
► “Girafa” em diferentes línguas na Guiana Francesa – girafe (francês) – ? (crioulo) – ? (patoá)
► Girafas em Zoológicos Americanos
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Visita: Oiapoque to Saint George by catraia (ida e volta), via Rio Oiapoque em 12/2001.
Standard ISO: GF – Adesão UPU: ?
Prefecture de La Guyane – Gouv. France
www.guyane.pref.gouv.fr
“La Poste” em uma vila da Guiana Francesa...
Última atualização: 17/11/2010.
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Melhores correspondências para LÍNGUAS DA GUIANA FRANCESA
“Girafa” em diferentes línguas na Guiana Francesa – girafe (francês) – ?... Ir para o texto »
COPYTRIGHT LÍNGUAS DA GUIANA FRANCESA
TERRITÓRIO DA GUIANA FRANCESA
Dependência da República Francesa (FR)
French Guyane – Inini
Capital – Caiena.
Localização – norte da América do Sul.
Religião – Cristianismo...
Condição – Departamento de ultramar da França.
Moeda (numismática) – euro (01/01/2002). Anteriormente: franco francês.
Departamento de Ultramar da França, não é nação independente. Cerca de 90% do território da Guiana Francesa, ao norte da América do Sul, é coberto por florestas. A população concentra-se no litoral. O interior só é acessível por rios. Integra a França e, portanto, a União Europeia. O Centro Espacial de Kourou, pertencente à Agência Espacial Europeia, opera alí desde 1968.
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História
Após curto período de presença inglesa, holandesa e portuguesa, o território é confirmado francês em 1817. Em 1974, ganha maior autonomia econômica. No entanto, os protestos contra o desemprego e a decadência da economia levam à prisão de líderes sindicais e políticos pró-independência. Como resultado dos distúrbios político e industrial da década de 70, o Partido Socialista Guianense (PSG), o mais forte, pede maior autonomia política.
Algumas reformas são promovidas pelo governo francês entre 1982 e 1983, aumentando o poder político do Conselho Regional – espécie de Câmara Municipal eleita diretamente. Nas eleições de 1985, o PSG e outros partidos de esquerda conquistam a maioria das cadeiras.
Um acordo entre a França e uma empresa sul-africana para a exploração de ouro causa protestos em 1991. Os partidos da Guiana Francesa unem-se em uma greve geral, cancelando o acordo. Outra greve paralisa todo o território por uma semana, em 1992, em um protesto contra a indiferença francesa diante da crescente crise econômica local.
Manifestações estudantis que têm início em novembro de 1996 forçam o governo francês a anunciar, no começo de 1997, investimentos de 500 milhões de francos em educação. Em novembro, o presidente francês Jacques Chirac visita a Guiana e ali encontra-se com o presidente do Brasil, Fernando Henrique Cardoso. É anunciado que a ligação rodoviária entre o Amapá e Caiena ganha o status de obra estratégica, devendo estar concluída no primeiro semestre do ano 2000...
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Selos são emitidos pela Colônia Francesa desde 1886. O primeiro selo da Guiana Francesa (Scott: 1) é sobretaxado em um selo das Colônias Francesas (French Colonies) e foi emitido em 1886, com valor facial de 5 centimes sobre 2 centimes (verde).
Abaixo, dois exemplares do primeiro, os quais tem diferença na margem sem picotagem e são classificados como: I (10½ mm) e III. Ao lado, o selo com picote foi emitido no mesmo ano e com valor facial igual, o selo é classificado com diferença na cor: cinnamon/buff.
Abaixo (lado esquerdo da tela), selo emitido em 1892 (Scott: 32, SG: 1), com valor facial de 1 centime, primeiro grafado com o nome: “GUYANE”. Selos são emitidos pela Guiana Francesa desde 1902. O primeiro selo real da Guiana Francesa foi emitido em 1902, com valor facial de 1 centime (preto), o qual eu não tenho a imagem... O selo (abaixo, lado direito) foi emitido em 1905 (Scott: 51, SG: 58), com valor facial de 1 centime, ele mostra um tamanduá-bandeira.
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Separado da Guiana Francesa em 1930, o Território de Inini foi reincorporado em 1947... Seu primeiro selo postal data de 1932 (Scott: 1, SG: 1), com valor facial de 1 centime (verde e lilás), ele foi remarcado com a sobretaxa “TERRITOIRE DE L’ININI” em um selo da Guiana Francesa de 1929 (Scott: 109, SG: 117).
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FILATELIA
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População: 138,9 mil (1993).
Os Galibi – povo da etnia galibi que falava a antiga língua original karib, a qual foi substituída pelo patoá (mistura de crioulo com português) são originários do litoral da Guiana Francesa, mas hoje são encontrados no Estado do Amapá – fronteira com o Brasil.
O idioma oficial é o francês, mas também são falados o crioulo (Franch Creole) e o patoá (Patois), o qual parece que também é falado na Jamaica...
► “Girafa” em diferentes línguas na Guiana Francesa – girafe (francês) – ? (crioulo) – ? (patoá)
► Girafas em Zoológicos Americanos
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Visita: Oiapoque to Saint George by catraia (ida e volta), via Rio Oiapoque em 12/2001.
Standard ISO: GF – Adesão UPU: ?
Prefecture de La Guyane – Gouv. France
www.guyane.pref.gouv.fr
“La Poste” em uma vila da Guiana Francesa...
Última atualização: 17/11/2010.
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