sábado, 1 de dezembro de 2012

PIERRE-JOSEPH PROUDHON

Pierre-Joseph ProudhonOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa Pierre-Joseph Proudhon




Nascimento 15 de Janeiro de 1809

Besançon, Franche-Comté

França

Morte 19 de janeiro de 1865 (56 anos)

Passy, Borgonha

Ocupação sociólogo, filósofo e teórico libertário

Influências

--------------------------------------------------------------------------------



Influências[Expandir]William Godwin, Hegel, Saint Simon, Fourier, Marx

Influenciados

--------------------------------------------------------------------------------



Influenciados[Expandir]Bakunin, Kropotkin, Déjacque, Édouard Depreux, Georges Sorel, Benjamin Tucker, Leo Tolstoy, Emma Goldman, Marx

Escola/tradição Anarquismo, Federalismo, Cooperativismo

Principais interesses propriedade, liberdade, autoridade, justiça social, pobreza, sociedade.

Ideias notáveis Mutualismo, Propriedade é roubo, Anarquia é ordem, Federação econômica.



Pierre-Joseph Proudhon (Besançon, 15 de Janeiro de 1809 — Passy, 19 de Janeiro de 1865) foi um filósofo político e econômico francês, foi membro do Parlamento Francês. É considerado um dos mais influentes teóricos e escritores do anarquismo, sendo também o primeiro a se auto-proclamar anarquista, até então um termo considerado pejorativo entre os revolucionários. Foi ainda em vida chamado de socialista utópico por Marx e seus seguidores, rótulo sobre o qual jamais se reconheceu. Após a revolução de 1848 passou a se denominar federalista.[1]



Proudhon foi também tipógrafo aprendendo por conta própria o idioma Latim para imprimir melhor livros nesta língua. Sua afirmação mais conhecida é que a Propriedade é Roubo!, está presente em seu primeiro e maior trabalho, O que é a Propriedade? Pesquisa sobre o Princípio do Direito e do Governo (Qu'est-ce que la propriété? Recherche sur le principe du droit et du gouvernement), publicado em 1840.



A publicação do livro atraiu a atenção das autoridades francesas. Atraindo também o interesse de Karl Marx, que começou a se corresponder com seu autor. Os dois influenciaram-se mutuamente: encontraram-se em Paris por ocasião do exílio de Marx. A amizade de ambos finalmente chegou ao fim quando Marx respondeu ao seu texto Sistema das Contradições Econômicas, ou A Filosofia da Miséria com outro provocadoramente intitulado A Miséria da Filosofia.



A disputa tornou-se uma das origens da divisão entre as alas marxistas e anarquistas nos encontros da Associação Internacional dos Trabalhadores. Alguns, como Edmund Wilson, argumentam que o ataque de Marx a Proudhon tem sua origem na defesa prévia do segundo de Karl Grün, o qual Marx abertamente detestava e que havia sido o autor de traduções do trabalho de Proudhon para diversos idiomas.



Proudhon favoreceu as associações dos trabalhadores ou cooperativas, bem como o propriedade coletiva dos trabalhadores da cidade e do campo em relação aos meios de produção, em contraposição à nacionalização da terra e dos espaços de trabalho. Ele considerava que a revolução social poderia ser alcançada através de formas pacíficas.



Proudhon também tentaria criar um banco operário, semelhante em alguns aspectos, às atuais cooperativas de crédito que beneficiaria os trabalhadores com empréstimos sem juros. Mal-lograda a tentativa, a ideia seria apropriada por capitalistas e acionistas que incorporariam imposição de juros em seus empréstimos.[2]



Índice [esconder]

1 Biografia

2 Filosofia política

3 Legado

4 Obras

5 Referências

6 Ver também

7 Ligações externas





[editar] Biografia

Proudhon e suas filhas em uma tarde de primavera, retratados por seu amigo, o pintor e futuro communard, Gustave Courbet, no ano de 1865.De origem humilde, começou a trabalhar cedo, numa tipografia, onde entrou em contato com liberais e socialistas experimentais, que representavam as mais importantes correntes políticas de sua época. Assim conheceu Charles Fourier, idealizador do socialismo experimental dos falanstérios, que posteriormente o influenciaria em suas ideias. Em 1838, já diplomado pela faculdade de Besançon, foi para Paris, onde em 1840 publicou Qu´est-ce que la propriéte? (Que é propriedade?). Nessa obra se afirma socialista, criticando a propriedade privada. Sustentava que a exploração da força de trabalho de um semelhante era um roubo e que cada pessoa deveria comandar os meios de produção de que se utilizasse.



Em 1842 lançou algumas teses em Avertissement aux propriétaires (Advertência aos proprietários) e foi processado. No entanto acabou sendo absolvido, pois os juízes se declararam incompetentes para julgá-lo. Depois disso foi para Lyon, onde se empregou no comércio. Nesse período entrou em contato com uma sociedade secreta que defendia uma doutrina segundo a qual uma associação de trabalhadores da nascente indústria deveria administrar os meios de produção. Com isso esperavam transformar as estruturas sociais, não pela atração econômica mas pela revolução violenta.



Em Paris, Proudhon conheceu Karl Marx e outros revolucionários, como Mikhail Bakunin.



Em 1846 escreveu Système des contradictions économiques, ou philosophie de la misère (Sistemas de contradições econômicas ou filosofia da miséria), onde criticou o autoritarismo comunista e defendeu um estado descentralizado. Marx, que admirava Proudhon, leu a obra, não gostou, e respondeu a Proudhon em 1847 com Misère de la philosophie (Miséria da filosofia), decretando o rompimento de relações entre ambos.



Proudhon participou da Revolução de 1848 em Paris. Entre 1849 e 1852 ficou preso por causa de suas críticas direcionadas a Napoleão III. Em 1851 escreveu Idée générale de la révolution au XIX siècle ("Ideia geral de revolução no século XIX"), que colocava a visão de uma sociedade federalista de âmbito mundial, sem um governo central, mas baseada em comunas autogeridas. Os comunistas acabaram por rotulá-lo de reacionário, quando defendeu uma união entre proletários e burgueses.



Depois de publicar, em 1858, De la justice dans la révolution et dans l'église("A justiça na revolução e na igreja"), obra totalmente anticlerical, passou a viver sob vigilância da polícia, o que o levou a se exilar em Bruxelas. Em 1864 voltou a Paris e publicou Du Principe fédératif ("Do princípio federativo"), uma síntese de suas concepções da política.



[editar] Filosofia política"Aquele que puser as mãos sobre mim, para me governar, é um usurpador, um tirano. Eu o declaro meu inimigo!"

—Proudhon, 1849



Proudhon foi o primeiro a referir-se a si próprio como um anarquista. Em O que é a propriedade, publicado em 1840, ele definiu anarquia como sendo "a absência de um mestre, de um soberano", e em A Ideia Geral de Revolução (1851) ele argumentou em favor de uma "sociedade sem autoridade." Proudhon ampliou sua análise para além das instituições políticas, argumentando em O que Propriedade? que "proprietário" é "sinônimo" de "soberano". Para Proudhon:



"Capital"... no campo político é análogo a "governo"... A ideia econômica de capitalismo, as políticas de governo ou de autoridade, e a ideia teológica de igreja são três ideais idênticos, de várias formas, vinculados. Atacar uma delas é o equivalente a atacar todas elas... o que o capital faz ao trabalho, e o Estado à Liberdade, a Igreja faz com o espírito. Esta trindade do absolutismo é tão perniciosa na prática quanto o é na filosofia. O meio mais efetivo de oprimir os povos seria simultaneamente escravizar seu corpo, sua vontade e sua razão[3]









Proudhon em seus primeiros trabalhos analisou a natureza e os problemas da economia capitalista. Enquanto fora profundamente crítico do capitalismo, ele também criticou os socialistas de seu tempo que idolatravam a ideia de associação. Em uma sequência de argumentos, do O que é Propriedade? (1840) até Teorias da Propriedade (Théorie de la propriété - publicado postumamente entre 1963-64), ele declarou contraditoriamente que "propriedade é roubo", "propriedade é impossível", "propriedade é despotismo" e "propriedade é liberdade". Quando afirmava que "propriedade é roubo" e que "propriedade é despotismo" ele se referia ao proprietário de terras ou ao capitalista que em sua perspectiva "roubava" a mais valia dos trabalhadores. Para Proudhon, o trabalho assalariado capitalista era uma posição voluntária de subordinação e exploração, uma condição permanente de obediência.[4]





Pierre-Joseph Proudhon fotografado por Tournachon em 1862.Ao afirmar que "propriedade é liberdade", ele se referia não só ao produto individual do trabalho, mas também daquilo produzido em coletividades - a propriedade coletiva de camponeses e artesãos, capaz de possibilitar pertences pessoais, habitação, ferramentas de trabalho, e o valor justo pela venda de seus produtos. Para Proudhon, a única fonte legítima de propriedade é o trabalho. Aquilo que alguém produz é propriedade desse alguém e tudo para além disso não é. Este pensador defendia a auto-organização dos trabalhadores e que estas organizações teriam legitimidade para possuir elas próprias os meios de produção. Ele se contrapos veementemente a apropriação dos produtos do trabalho pela sociedade, argumentando em O que é Propriedade? que enquanto "propriedade do produto [...] não deve estar vinculada à propriedade dos meios de produção"[5] [...] O direito sobre o produto é exclusivo de quem produz [...] o direito aos meios é comum e aplicando isso a terra ("a terra é [...] algo comum"[6]) e locais de trabalho ("todo o capital acumulado tornar-se propriedade social, ninguém poderá ser seu proprietário exclusivo".[7]) Proudhon portanto, não aprovava a ideia de uma "sociedade" possuindo os meios de produção ou a terra, mas ao invés disso que o "usuário" tivesse possuísse (sob a supervisão da sociedade), com a organização e regulamentação social" de forma a "regular o mercado".[8] Proudhon chamou a si mesmo de socialista, mas se opôs a propriedade estatal dos bens capitais em favor da propriedade dos trabalhadores por si próprios em associações. Isso faz com ele seja considerado uma dos primeiros teóricos do socialismo libertário. Proudhon foi uma das principais influências sobre a teorização, ao fim do século XIX e no século XX, de auto-administração dos trabalhadores, também chamada autogestão.



Este uso-propriedade ele chamou de "posse", e este sistema econômico foi chamado por ele de Mutualismo. Proudhon foi autor de inúmeros argumentos contra a titulação da terra e do capital, incluindo razões baseadas na moralidade, economia, política, e liberdade individual. Um destes argumentos afirmas que este tipo de titulação de um lado permitiu o lucro, do outro levou a instabilidade social e guerra criando círculos de débito e eventualmente a superação da capacidade do de ser pago. Outro é que esta titulação produziu "despotismo" e tornou os trabalhadores em assalariados submetendo-os à autoridade de um chefe.



Em O que é Propriedade? Proudhon escreveu:



Propriedade, atuando pela exclusão e transgressão, frente a uma população em crescimento, tem sido o princípio vital e a causa definitiva de todas as revoluções. Guerras religiosas, e guerras de conquista, se comparados aos extermínios raciais, estes têm sido apenas distúrbios acidentais, logo reparados pela progressão matemática da progressão da vida das nações. A queda e a morte de sociedades se dão decido ao poder de acumulação implicado na propriedade.









Joseph Déjacque atacou o apoio de Proudhon à noções de Patriarcado, que os anarquistas do século XX classificaram como uma forma de sexismo, uma pré-noção reconhecida por estes, como estando em oposição aos princípios anarquistas.



Próximo ao fim de sua vida, Proudhon repensou alguns elementos de sua perspectiva política. Em Do Princípio Federativo (1863) ele reviu sua perspectiva anti-estatal anterior, ponderando "o equilíbrio entre autoridade e liberdade", levando adiante uma "teoria de governo federal" descentralizado. Ele também definiu anarquia de uma forma distinta como "o governo de cada um por si próprio", o que significava "que funções políticas deveriam ser reduzidas a funções industriais, e que a ordem social deveria surgir de nada além de transações e trocas." Neste trabalho Proudhon chamou seu sistema econômico como uma "federação agro-industrial", considerando que esta ordem poderia prover "arranjos federais específicos para proteger aos cidadãos dos estados federados do feudalismo capitalista financeiro, tanto no interior como fora deste sistema" e dessa forma acabar com a reintrodução do "trabalho assalariado". Isto se dava porque o "direito político deve estar apoiado no direito econômico."



Na publicação póstuma Teoria da Propriedade, este autor argumentou que a "propriedade é a única força capaz de agir como um contrapeso ao Estado." Portanto, "Proudhon poderia manter a ideia de propriedade enquanto roubo, e ao mesmo tempo oferecer uma nova definição disto como liberdade. Existe a possibilidade constante de abuso, exploração, que significa o roubo. Ao mesmo tempo a propriedade é a criação espontânea de sociedade um baluarte contra o poder eternamente violador do Estado."[9]



Ele continuou, portanto, fazendo oposição tanto a propriedade capitalista quanto a propriedade estatal. Em Teoria da Propriedade ele reforça: "Agora em 1840, eu categoricamente rejeitei a noção de propriedade... de ambas a grupal e a individual", mas até então ainda não havia formulado sua nova teoria da propriedade: "propriedade é a maior força revolucionária que existe, com uma capacidade inigualável de lançar ela própria contra a autoridade..." então a principal função da propriedade privada dentro de um sistema político deve ser atuar como um contrapeso ao poder do Estado, para desta forma assegurar a liberdade do indivíduo." No entanto, ele continuou se opondo a concentrações de riqueza e propriedade, em favor da propriedade de pequena escala associada a camponeses e artesãos. Seguiu fazendo oposição a ideia de propriedade privada da terra: "O que não posso aceitar, em relação à terra, é que o trabalho permita a posse daquilo sobre o qual se trabalha." Somando-se a isso, Proudhon ainda acreditava que a "propriedade" deveria ser mais igualitariamente distribuída e limitada em tamanho para aquilo que poderia ser utilizado e trabalhado individualmente, ou em associações familiares e operárias.[10] Ele apoiou o direito de herança, e defendeu "como uma das fundações da família e sociedade."[11] No entanto, ele refutou a estender este direito para além das posses pessoais argumentando que "sob a lei da associação, transmissão da riqueza não se aplica aos instrumentos do trabalho."[12]



"Como, de que forma você responde tal pergunta? Você é um republicano?"

"Um republicano! Sim; mas essa palavra não é nada específica. Res publica; isto é, a coisa pública. Agora, quem quer que seja interessado em assuntos públicos – não importando sob qual forma de governo – pode chamar a si próprio de republicano. Até mesmo reis são republicanos."

"Bom! Você é um democrata?"

"Não."

"O que? "Você gostaria de viver numa monarquia?"

"Não."

" Um constitucionalista?"

"Deus me livre."

"Então você é um aristocrata?"

"Não mesmo!"

"Você quer uma forma mista de governo?"

"Ainda menos."

"Então o que você é?"

"Eu sou um anarquista."

"Ah! Estou te entendendo; você diz satiricamente. Isto é um ataque ao governo."

"De forma alguma. Eu apenas lhe apresentei minha mais séria e bem ponderada declaração de fé. Ainda assim sou um firme amigo da ordem, sou (no sentido forte do termo) um anarquista. Entenda-me."



“”"Diálogo com um Filisteu" de O que é a Propriedade?Como consequência de sua oposição ao lucro, ao trabalho assalariado, à exploração dos trabalhadores, à propriedade da terra e do capital, bem como à propriedade estatal, Proudhon rejeitou ambos capitalismo e comunismo. Ele adotou o termo mutualismo para seu tipo de anarquismo, que implicava no controle dos meios de produção pelos trabalhadores. Em sua perspectiva, artesãos auto-empregados, camponeses, e cooperativas poderia disponibilizar seus produtos no mercado. Para Proudhon, fábricas e outros locais de trabalho grandes poderiam ser administrados por "associações de trabalhadores" operando diretamente com base nos princípios democráticos. O estado seria abolido; ao invés dele, a sociedade se organizaria por meio de uma federação de "comunas livres". Em 1863 Proudhon disse: "Todas as minhas ideias econômicas como foram desenvolvidas a mais de vinte cinco anos atrás podem ser resumidas no termo: federação agrícola-industrial. Todos os meus ideais políticos desaguam em uma formula similar: federação política ou descentralização."



Proudhon considerava ilegítimo os ganhos de juros e de aluguéis, mas não buscou aboli-los através da lei: "Protestei contra isso quando fui criticado... o complexo de instituições no qual a propriedade é a pedra fundamental, nunca quis proibir ou suprimir, por um decreto soberano, o aluguel do solo ou os juros do capital. Penso que todas estas manifestações de atividade humana deveriam permanecer livres e voluntárias para todos. Não peço para elas modificações, restrições ou supressões, de outra forma elas desapareceriam naturalmente e por necessidade através da universalização do princípio de reciprocidade que proponho."[13]









[editar] LegadoAs ideias de Proudhon rapidamente se espalharam por toda a Europa, influenciando organizações de trabalhadores e os mais fortes movimentos sindicais que se manifestaram na Rússia, Portugal, Itália, Espanha e na França. O legado teórico de Proudhon é retomado por outros importantes autores como Mikhail Bakunin, Piotr Kropotkin, Errico Malatesta, Emma Goldman, entre outros que a partir das ideias desse pensador desenvolveram outras perspectivas e análises teóricas. Em Portugal foi traduzido e amplamente divulgado entre os sectores progressistas por Heliodoro Salgado.



Em Confissões de um Revolucionário Proudhon afirmou que Anarquia é Ordem, uma frase que muito mais tarde, durante a Guerra Civil Espanhola inspiraria, o símbolo anarquista conhecido como A no círculo, hoje, muito comum em pichações e grafites presentes na paisagem urbana. Neste símbolo o círculo simboliza a letra "O" da palavra "Ordem", levando em seu interior a letra "A" da palavra "Anarquia".[14]



[editar] ObrasO que é a Propriedade? Pesquisa sobre o Princípio do Direito e do Governo (2012)

Aviso aos Proprietários (2012)

Sistema das Contradições Econômicas, ou A Filosofia da Miséria (2012)

Idée générale de la révolution au XIXe siècle (General Idea of the Revolution in the Nineteenth Century, (2012)

Le manuel du spéculateur à la bourse (2012)

De la justice dans la révolution et dans l'Eglise (2012)

La Guerre et la Paix (2012)

Do Princípio Federativo (2012)

De la capacité politique des classes ouvrières (2012)

Théorie de la propriété (2012)

Théorie du mouvement constitutionnel (2012)

Du principe de l'art (2012)

Correspondences (2012)

Referências1.↑ Binkley, Robert C. Realism and Nationalism 1852-1871. Read Books. p. 118

2.↑ Martin, Henri, & Alger, Abby Langdon. A Popular History of France from the First Revolution to the Present Time. D. Estes and C.E. Lauria. p. 189

3.↑ P.-J. Proudhon, Confissões de um revolucionário, (Paris: Garnier, 1851), p. 271., citado por Max Nettlau, A Short History of Anarchism, pp. 43-44.

4.↑ General Idea of the Revolution in the Nineteenth Century (1851), Sixth Study, § 3 ¶ 5.

5.↑ P.-J Proudhon, What Is Property? (Dover, 1970), p. 109.

6.↑ P.-J Proudhon, What Is Property? (Dover, 1970), p. 92.

7.↑ P.-J Proudhon, What Is Property? (Dover, 1970), p. 120.

8.↑ Proudhon, Selected Writings, p. 70.

9.↑ Copleston, Frederick. Social Philosophy in France, A History of Philosophy, Volume IX, Image/Doubleday, 1994, p. 67

10.↑ Proudhon, Theory of Property in Selected Writings of Pierre-Joseph Proudhon p. 136, p. 129, p. 133, p. 135, p. 129.

11.↑ Steward Edwards, Introduction to Selected Writings of P.J. Proudhon.

12.↑ In Daniel Guérin (ed.), No Gods, No Masters, vol. 1, p. 62.

13.↑ Proudhon's Solution of the Social Problem, Edited by Henry Cohen. Vanguard Press, 1927.

14.↑ Marshall, Peter. Demanding the Impossible. Fontana, London. 1993. p. 558

[editar] Ver tambémMikhail Bakunin

Piotr Kropotkin

Ricardo Flores Magón

Emma Goldman

Charles Fourier

Louis Blanc

Robert Owen

Saint-Simon

[editar] Ligações externas Portal da Anarquia



Anarchisme et franc-maçonnerie - Anarchopedia Francesa (em francês)

Anarchisme et Franc-Maçonnerie, Jacques Cécius dans L'anarchisme: une utopie nécessaire ? Éditions Castells et Labor (em francês)







Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:

Citações no Wikiquote

Textos originais no Wikisource

Imagens e media no Commons



CommonsWikisourceWikiquote







[Esconder]v • eBiografias libertárias

A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z

Obtida de "http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Pierre-Joseph_Proudhon&oldid=32592738"

Ver avaliaçõesAvaliar esta página

Avaliar esta página

Avaliações

O que é isto?Avaliações médias atuais

Credibilidade



Imparcialidade



Profundidade



Redação



Conheço este assunto muito profundamente (opcional)

Tenho estudos relevantes do secundário ou universidadeFaz parte dos meus conhecimentos profissionaisÉ uma das minhas paixões pessoaisA fonte do meu conhecimento não está listada aqui Gostava de ajudar a melhorar a Wikipédia; enviem-me um e-mail (opcional) Irá receber uma mensagem de confirmação por e-mail. O seu endereço de e-mail não será partilhado com ninguém. declaração de confidencialidade dos comentáriosEnviar avaliações



GravadoAs suas avaliações não foram enviadasAs suas avaliações expiraramVolte a avaliar esta página e envie as novas avaliações, por favor.

Ocorreu um erro. Tente novamente mais tarde, por favor.

Obrigado! As suas avaliações foram gravadas.Queria criar uma conta?Uma conta permite-lhe seguir as suas edições, participar nos debates e fazer parte da comunidade.Criar contaouAutenticaçãoTalvez mais tarde

Obrigado! As suas avaliações foram gravadas.Sabia que pode editar esta página?Editar esta páginaTalvez mais tarde Categorias: Nascidos em 1809Mortos em 1865Pierre-Joseph ProudhonFilósofos da FrançaMaçons de FrançaFilósofos do século XIXSocialistas da FrançaAnarquistas da FrançaTeóricos do AnarquismoNaturais de BesançonFerramentas pessoais

Criar contaEntrarEspaços nominais

ArtigoDiscussãoVariantesVistas

LerEditarVer históricoAções

Busca

Navegação

Página principal

Conteúdo destacado

Eventos atuais

Esplanada

Página aleatória

Portais

Informar um erro

ColaboraçãoBoas-vindas

Ajuda

Página de testes

Portal comunitário

Mudanças recentes

Estaleiro

Criar página

Páginas novas

Contato

Donativos

Imprimir/exportarCriar um livroDescarregar como PDFVersão para impressão

FerramentasPáginas afluentesAlterações relacionadasCarregar ficheiroPáginas especiaisLigação permanenteInformações da páginaCitar esta páginaAvaliar esta página

CorrelatosCommonsWikisourceWikiquote

Noutras línguasالعربية

Asturianu

Български

བོད་ཡིག

Brezhoneg

Català

Česky

Dansk

Deutsch

Ελληνικά

English

Esperanto

Español

Euskara

فارسی

Suomi

Français

Galego

עברית

Hrvatski

Magyar

Bahasa Indonesia

Ido

Íslenska

Italiano

日本語

ქართული

한국어

Kurdî

Latina

Lumbaart

Lietuvių

नेपाली

Nederlands

Norsk (nynorsk)‎

Norsk (bokmål)‎

Occitan

Polski

Română

Русский

Srpskohrvatski / српскохрватски

Slovenčina

Српски / srpski

Svenska

Türkçe

Українська

Vèneto

Yorùbá

中文

Esta página foi modificada pela última vez à(s) 21h41min de 14 de outubro de 2012.

Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-Partilha nos Mesmos Termos 3.0 não Adaptada (CC BY-SA 3.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Consulte as condições de uso para mais detalhes.

Política de privacidadeSobre a WikipédiaAvisos geraisVersão móvel     COPYRIGHT WIKIPÉDIA.

SOCIÓLOGOS: CLAUS OFFE

Claus OffeFrom Wikipedia, the free encyclopediaJump to: navigation, search Professor Claus Offe (born March 16, 1940 in Berlin)[1] is a political sociologist of Marxist orientation. He received his PhD from the University of Frankfurt and his Habilitation at the University of Konstanz. In Germany, he has held chairs for Political Science and Political Sociology at the Universities of Bielefeld (1975–1989) and Bremen (1989–1995), as well as at the Humboldt-University of Berlin (1995–2005). He has worked as fellow and visiting professor at the Institutes for Advanced Study in Stanford, Princeton, and the Australian National University as well as Harvard University, the University of California at Berkeley and the The New School University, New York. Once a student of Jürgen Habermas, the left-leaning German academic is counted among the second generation Frankfurt School. He currently teaches political psychology at a private university in Berlin, the Hertie School of Governance.




Part of a series on the

Frankfurt School



Major works

Reason and Revolution



The Work of Art in the

Age of Mechanical Reproduction

Eclipse of Reason

The Fear of Freedom

Dialectic of Enlightenment

Minima Moralia

Eros and Civilization

One-Dimensional Man

Negative Dialectics



The Structural Transformation

of the Public Sphere

The Theory of Communicative Action

Notable theorists

Max Horkheimer · Theodor Adorno

Herbert Marcuse · Walter Benjamin

Erich Fromm · Friedrich Pollock

Leo Löwenthal · Jürgen Habermas

Important concepts

Critical theory · Dialectic · Praxis

Psychoanalysis · Antipositivism

Popular culture · Culture industry

Advanced capitalism

Privatism · Non-identity

Communicative rationality

Legitimation crisis

v ·t ·e



He has made substantive contributions to understanding the relationships between democracy and capitalism. His recent work has focused on economies and states in transition to democracy.



He has been married to Ulrike Poppe since 2001.



Contents [hide]

1 Fields of research

2 Career movements

3 Recent publications

4 Notes

5 External links





[edit] Fields of research This section requires expansion. (January 2007)



Political sociology

Social policy

Democratic theory

Transformation studies

Dual allocation problem

[edit] Career movements2006 - Joint Professor of Theories of the State, Hertie School of Governance, Berlin (with Ulrich K. Preuss).

2005 — Retired in April.

1995-2005 — Professor of Political Science at the Humboldt University of Berlin.

1989-1995 — Teacher at University of Bremen and served as visiting professor at various academic institutions in US, Netherlands, Canada, Austria, Sweden, Australia and Italy.

1973 — Habilitation from the University of Konstanz.

1968 — Received a doctorate from the University of Frankfurt.

1965 — Graduated from the Free University of Berlin.

[edit] Recent publications2005 — ”Reflections on America: Tocqueville, Weber and Adorno in the United States”, Cambridge: University Press, ISBN 0-7456-3505-9.

1998 — ”Institutional Design in Post-Communist Societies. Rebuilding the Ship at Sea.” (with Jon Elster and Ulrich K. Preuss), Cambridge: University Press, ISBN 0-521-47386-1

1996 — ”The Varieties of Transition: the East European and East German experience” (with Jeremy Gaines), Cambridge: Polity Press, ISBN 0-7456-1608-9.

1996 — ”Modernity and The State: East and West.” (with Charles Turner and Jeremy Gaines), Cambridge: Polity Press, ISBN 0-7456-1674-7.

1982 — with Volker Gransow. "Political Culture and the Politics of the Social Democratic Government". TELOS 53 (Fall 1982). New York: Telos Press

[edit] Notes1.^ CV page at the Hertie School of Governance

[edit] External linksHomepage of Claus Offe at the Hertie School of Governance







Authority control VIAF: 41914763



Persondata

Name Offe, Claus

Alternative names

Short description German professor of sociology

Date of birth March 16, 1940

Place of birth Berlin

Date of death

Place of death









This article about a German academic is a stub. You can help Wikipedia by expanding it.

v ·t ·e

This article about a sociologist is a stub. You can help Wikipedia by expanding it.

v ·t ·e

Retrieved from "http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Claus_Offe&oldid=521929070"

View page ratingsRate this page

Rate this page

Page ratings

What's this?Current average ratings.

Trustworthy



Objective



Complete



Well-written



I am highly knowledgeable about this topic (optional)

I have a relevant college/university degreeIt is part of my professionIt is a deep personal passionThe source of my knowledge is not listed here I would like to help improve Wikipedia, send me an e-mail (optional) We will send you a confirmation e-mail. We will not share your e-mail address with outside parties as per our feedback privacy statement.Submit ratings



Saved successfullyYour ratings have not been submitted yetYour ratings have expiredPlease reevaluate this page and submit new ratings.

An error has occurred. Please try again later.

Thanks! Your ratings have been saved.Do you want to create an account?An account will help you track your edits, get involved in discussions, and be a part of the community.Create an accountorLog inMaybe later

Thanks! Your ratings have been saved.Did you know that you can edit this page?Edit this pageMaybe later Categories: 1940 birthsLiving peopleWriters from BerlinGerman sociologistsAlliance '90/The Greens politiciansSozialistischer Deutscher Studentenbund membersHarkness FellowsGerman academic biography stubsSociologist stubsHidden categories: Articles to be expanded from January 2007All articles to be expandedWikipedia articles with authority control informationPersonal tools

Create accountLog inNamespaces

ArticleTalkVariantsViews

ReadEditView historyActions

Search

Navigation

Main page

Contents

Featured content

Current events

Random article

Donate to Wikipedia

InteractionHelp

About Wikipedia

Community portal

Recent changes

Contact Wikipedia

ToolboxWhat links hereRelated changesUpload fileSpecial pagesPermanent linkPage informationCite this pageRate this page

Print/exportCreate a bookDownload as PDFPrintable version

LanguagesČesky

Deutsch

Español

한국어

日本語

Polski

Svenska

Türkçe

This page was last modified on 8 November 2012 at 02:07.



Text is available under the Creative Commons Attribution-ShareAlike License; additional terms may apply. See Terms of Use for details.

Wikipedia® is a registered trademark of the Wikimedia Foundation, Inc., a non-profit organization.



Contact us

Privacy policyAbout WikipediaDisclaimersMobile view     COPYRIGHT WIKIPÉDIA.

SOCIÓLOGOS: ALAIN TOURAINE

Alain TouraineOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa Alain Touraine




Nascimento 3 de agosto de 1925 (87 anos)

Hermanville-sur-Mer

Nacionalidade Francês

Ocupação Sociologia



Alain Touraine (Hermanville-sur-Mer, 3 de agosto de 1925) é um sociólogo francês.



Tornou-se conhecido por ter sido o pai da expressão "sociedade pós-industrial". Seu trabalho é baseado na "sociologia de acção" e seu principal ponto de interesse tem sido o estudo dos movimentos sociais. Touraine acredita que a sociedade molda o seu futuro através de mecanismos estruturais e das suas próprias lutas sociais. Tem estudado e escrito acerca dos movimentos de trabalhadores em todo o mundo, particularmente na América Latina e, mais recentemente, na Polónia , onde observou e ajudou ao nascimento do Solidarność e desenvolveu um método de pesquisa denominado intervenção sociológica.



Touraine ganhou imensa popularidade na América Latina bem como na Europa Continental. No entanto, esse reconhecimento tem tardado a chegar dos países do mundo anglo-saxão. De cerca de vinte livros que publicou, menos da metade foi traduzida para a Língua Inglesa



[editar] ObraEm seus escritos, Touraine aponta para as transformações pelas quais a sociedade moderna e industrial vem passando. Trava diálogos com os autores clássicos da sociologia como Durkheim e Marx - com este último, sobre as novas formas de conflitos sociais.



Touraine faz parte de uma linha teórica denominada pós-moderna, ainda que critique a mesma em alguns pontos e de fato não assuma todas as teses dessa vertente, como algumas asserções a respeito do fim da história, fim dos conflitos e principalmente da inviabilidade da compreensão racional dos mecanismo sociais. Para Touraine, a sociedade pós-industrial, longe de acabar com os conflitos, generaliza-os.



Em “A sociedade pós-industrial", afirma que a sociologia não é fruto da revolução industrial, mas somente se consolidou a partir da segunda metade do século XIX, quando a sociedade passa a ter um maior controle dos mecanismos econômicos surgidos com as revoluções industriais, os quais, no momento de seu surgimento, levaram às construções teóricas do início do século XIX que identificavam um desenvolvimento econômico intervindo na organização social. Com a retomada do controle social das mudanças econômicas é que, portanto, a sociologia pode se constituir numa ciência que não mais fetichizava o social, tal como o indivíduo da filosofia. Passa-se da identificação de uma natureza social para o reconhecimento da historicidade, ou seja, da ação social e da capacidade desta em direcionar o desenvolvimento do conjunto da sociedade.



É sob estas premissas que Touraine fala da sociologia de uma sociedade pós-industrial.



Com os primórdios do desenvolvimento industrial, a empresa capitalista e o proletariado eram de fato os elementos centrais na transformação social e política.



Porém na sociedade pós-industrial, segundo o autor, esta centralidade da indústria - e, portanto, do fator econômico produtivo - se perde. Nesta nova sociedade, o conhecimento e a informação passam a constituir elementos chaves na produção.



Os conflitos sociais, da mesma maneira, não se concentram mais no elemento econômico. Apesar dos conflitos de classe não desaparecerem (a indústria não desaparece), a relação trabalhador-patronato não detém mais a proeminência de outrora. Isto, principalmente, pelo fato destes conflitos de classes terem, de uma forma geral, se insitucionalizado, abrindo espaço para outras reivindicações sociais, agora não mais econômicas, mas destacadamente culturais: surgem os movimentos feministas, de homossexuais, estudantil, etc.



Os laços que unem estes novos movimentos são mais comunitários e localizados, apesar de uma abrangência socialmente ampla. Se permanecerem reivindicações localizadas e restritas não se constituem, segundo Touraine, em movimentos sociais propriamente ditos. Para tanto devem adquirir um destaque mais amplo e nacional. A direção para a qual devem caminhar tais movimentos são as instituições e, portanto, o âmbito das decisões políticas. A sociedade, segundo Touraine, deve lutar para democratizar o acesso aos mecanismos decisórios da política.



Daí a importância que este autor dá ao tema da alienação - esta, pautada pela participação dependente, ou seja, a integração dos indivíduos no jogo dos aparelhos dominantes que visam impor um modelo de desenvolvimento econômico sob um aspecto impessoal, de forma a aparecer como única alternativa possível e no interesse de toda a sociedade. Os termos de que Touraine se utiliza para descrever esta alienação são a integração, a manipulação e a sedução.



[editar] BibliografiaO Wikiquote possui citações de ou sobre: Alain Touraine1955 - L'évolution du travail aux usines Renault

1965 - Sociologie de l’action

1969 - La Société post-industrielle Em português, "A sociedade pós industrial"

1973 - Production de la société

1974 - Pour la sociologie

1978 - Lutte étudiante

1984 - Le Mouvement ouvrier

1984 - Le Retour de l'acteur

1992 - Critique de la modernité

1993 - La voix et le regard: sociologie des mouvements sociaux

1994 - Qu’est-ce que la démocratie ?

1995 - Critique de la modernité. Em português, "Crítica da modernidade", Vozes.

1997 - Pourrons-nous vivre ensemble ? Égaux et différents. Em português "Iguais e diferentes", Instituto Piaget (Portugal) e "Igualdade e Diversidade", Edusc (Brasil)

1999 - Comment sortir du libéralisme ?. Em português "Como sair do liberalismo?" Edusc

2005 - Un nouveau paradigme. Pour comprendre le monde d’aujourd'hui. Em português, "Um novo paradigma", Vozes (Brasil) e Instituto Piaget (Portugal).

2006 - Le Monde des femmes. Em português, "O mundo das mulheres", Vozes.

2007 - Penser autrement. Em português, "Pensar outramente o discurso interpretativo dominante", Vozes.







Precedido por

Octavio Paz Sócio correspondente da ABL - cadeira 19

1998 — atualidade Sucedido por











[Expandir]v • ePatronos e correspondentes da Academia Brasileira de Letras

Cadeiras

1 a 10 1 (Alexandre de Gusmão): Bartolomé Mitre ► Gonçalves Viana ► Alberto d'Oliveira ► Serafim Leite ► Marcello Caetano ► António Alçada Baptista ► cadeira vaga

2 (António José da Silva): Eça de Queirós ► Carlos Malheiro Dias ► Egas Moniz ► Reinaldo dos Santos ► João Gaspar Simões ► Mário Soares

3 (Manuel Botelho de Oliveira): Élisée Reclus ► Jaime de Séguier ► Armando Erse de Figueiredo ► Rebelo Gonçalves ► Álvaro Salema ► Urbano Tavares Rodrigues

4 (Eusébio de Matos): Émile Zola ► António Correia d'Oliveira ► Aquilino Ribeiro ► Léopold Sédar Senghor ► António Braz Teixeira

5 (Francisco de Sousa): Eugénio de Castro ► Augusto de Castro ► Joaquim Paço d'Arcos ► Domingos Monteiro ► David Mourão-Ferreira ► Mia Couto

6 (Matias Aires): Guerra Junqueiro ► Henrique Lopes de Mendonça ► Leite de Vasconcelos ► Joaquim Leitão ► Nuno Simões ► Jacinto do Prado Coelho ► Vergílio Ferreira ► Alberto Noguès ► Luciana Stegagno Picchio ► Arnaldo Saraiva

7 (Nuno Marques Pereira): Henryk Sienkiewicz ► Júlio Dantas ► Vitorino Nemésio ► Joaquim Veríssimo Serrão

8 (Sebastião da Rocha Pita): John Fiske ► Cândido de Figueiredo ► José Maria Rodrigues ► Fidelino de Figueiredo ► Luís Forjaz Trigueiros ► Augustin Buzura

9 (Santa Rita Durão): John Hay ► Ramalho Ortigão ► António Feijó ► João de Barros ► Hernâni Cidade ► Adriano Moreira

10 (Frei Vicente do Salvador): Teófilo Braga ► Antero de Figueiredo ► José Caeiro da Mata ► Manuel Cerejeira ► Fernando Namora ► Agustina Bessa-Luís





Cadeiras

11 a 20 11 (Alexandre Rodrigues Ferreira): Garcia Mérou ► Javier de Viana ► Miguel Luís Rocuant ► Eduardo Barrios ► Georges Raeders ► Curt Meyer-Clason

12 (Antônio de Morais Silva): Guilherme Blest Gana ► Victor Orban ► Samuel Putnam ► Enrique Larreta ► Ricardo Saenz Hayes ► Mario Amadeo ► Fred P. Ellison

13 (Domingos Borges de Barros): Henrik Ibsen ► Conde de Monsaraz ► John Casper Branner ► Georges Dumas ► Georges Duhamel ► André Malraux ► Roger Caillois ► Jean d'Ormesson

14 (Francisco do Monte Alverne): Herbert Spencer ► Jean Finot ► Ernest Martinenche ► Ramón Menéndez Pidal ► William Grossman ► Daisaku Ikeda

15 (Joaquim Gonçalves Ledo): José Echegaray ► José Santos Chocano ► Rodolfo Rivarola ► Ricardo Rojas ► Miguel Ángel Carcano ► Claude L. Hulet

16 (José Bonifácio de Andrada e Silva): Giosuè Carducci ► Guglielmo Ferrero ► Jacques Maritain ► Júlio Cesar Chaves ► Hermann Mathias Görgen ► Maurice Druon ► José Saramago

17 (Odorico Mendes): León Tolstoi ► Martin Brussot ► Herculano Amorim Ferreira ► Rubem Andresen Leitão ► Vitorino Magalhães Godinho

18 (Silva Alvarenga): Paul Groussac ► Francisco Rodríguez Marín ► Dardo Regules ► Aurelio Miró-Quesada ► Pina Martins

19 (Sotero dos Reis): Rafael Obligado ► Gabriele d'Annunzio ► Ramón José Cárcano ► Gregório Aráoz Alfaro ► Gregorio Marañón ► Dámaso Alonso ► Octavio Paz ► Alain Touraine

20 (José da Silva Lisboa): Theodor Mommsen ► Goran Bjorkman ► Alexandre Conty ► André Maurois ► Jean Roche ► Eduardo Lourenço





Obtida de "http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Alain_Touraine&oldid=32714939"

Ver avaliaçõesAvaliar esta página

Avaliar esta página

Avaliações

O que é isto?Avaliações médias atuais

Credibilidade



Imparcialidade



Profundidade



Redação



Conheço este assunto muito profundamente (opcional)

Tenho estudos relevantes do secundário ou universidadeFaz parte dos meus conhecimentos profissionaisÉ uma das minhas paixões pessoaisA fonte do meu conhecimento não está listada aqui Gostava de ajudar a melhorar a Wikipédia; enviem-me um e-mail (opcional) Irá receber uma mensagem de confirmação por e-mail. O seu endereço de e-mail não será partilhado com ninguém. declaração de confidencialidade dos comentáriosEnviar avaliações



GravadoAs suas avaliações não foram enviadasAs suas avaliações expiraramVolte a avaliar esta página e envie as novas avaliações, por favor.

Ocorreu um erro. Tente novamente mais tarde, por favor.

Obrigado! As suas avaliações foram gravadas.Queria criar uma conta?Uma conta permite-lhe seguir as suas edições, participar nos debates e fazer parte da comunidade.Criar contaouAutenticaçãoTalvez mais tarde

Obrigado! As suas avaliações foram gravadas.Sabia que pode editar esta página?Editar esta páginaTalvez mais tarde Categorias: Nascidos em 1925Sociólogos da FrançaCorrespondentes da Academia Brasileira de LetrasPós-modernismoFerramentas pessoais

Criar contaEntrarEspaços nominais

ArtigoDiscussãoVariantesVistas

LerEditarVer históricoAções

Busca

Navegação

Página principal

Conteúdo destacado

Eventos atuais

Esplanada

Página aleatória

Portais

Informar um erro

ColaboraçãoBoas-vindas

Ajuda

Página de testes

Portal comunitário

Mudanças recentes

Estaleiro

Criar página

Páginas novas

Contato

Donativos

Imprimir/exportarCriar um livroDescarregar como PDFVersão para impressão

FerramentasPáginas afluentesAlterações relacionadasCarregar ficheiroPáginas especiaisLigação permanenteInformações da páginaCitar esta páginaAvaliar esta página

Noutras línguasAsturianu

Български

Català

Česky

Deutsch

English

Español

Suomi

Français

Íslenska

Italiano

日本語

Кыргызча

Nederlands

Norsk (bokmål)‎

Polski

Русский

Slovenčina

Українська

中文

Esta página foi modificada pela última vez à(s) 04h55min de 24 de outubro de 2012.

Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-Partilha nos Mesmos Termos 3.0 não Adaptada (CC BY-SA 3.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Consulte as condições de uso para mais detalhes.

Política de privacidadeSobre a WikipédiaAvisos geraisVersão móvel

SOCIÓLOGOS: NEIL JOSEPH SMELSER

Neil SmelserFrom Wikipedia, the free encyclopediaJump to: navigation, search Neil Joseph Smelser (born July 22, 1930, Kahoka, Missouri) is an emeritus professor of sociology at the University of California, Berkeley. He was an active researcher from 1958 to 1994. His research has been on collective behavior.




He received his undergraduate degree from Harvard University in 1952. From 1952-54, he was a Rhodes scholar at Oxford University where he studied economics, philosophy, and politics. At 24, he co-authored Economy and Society with Talcott Parsons. He earned his Ph.D in sociology from Harvard in 1958, and was a junior fellow of the Society of Fellows. He was the fifth director of the Center for Advanced Study in the Behavioral Sciences from 1994-2001. He retired in 1994 and is now an emeritus professor.



His value added theory (or strain theory) argued that six elements were necessary for a particular kind of collective behaviour to emerge:



Structural conduciveness - things that make or allow certain behaviors possible (e.g. spatial proximity)

Structural strain - something (inequality, injustice) must strain society

Generalized belief - explanation; participants have to come to an understanding of what the problem is

Precipitating factors - spark to ignite the flame

Mobilization for action - people need to become organized

Failure of social control - how the authorities react (or don't)

[edit] NotesSwedberg, Richard, Economics and Sociology: Redefining Their Boundaries: Conversations with Economists and Sociologists, Princeton University Press 1990.

Sullivan, T.J., Thompson, K.S. (1986), "Collective Behaviour and Social Change" in Sociology: Concepts, Issues and Applications, Chapter 12. MacMillan, New York.

[edit] External linksEmeritus Faculty profile

Persondata

Name Smelser, Neil

Alternative names

Short description

Date of birth July 22, 1930

Place of birth

Date of death

Place of death









This biography of an American sociologist is a stub. You can help Wikipedia by expanding it.

v ·t ·e

Retrieved from "http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Neil_Smelser&oldid=502350323"

View page ratingsRate this page

Rate this page

Page ratings

What's this?Current average ratings.

Trustworthy



Objective



Complete



Well-written



I am highly knowledgeable about this topic (optional)

I have a relevant college/university degreeIt is part of my professionIt is a deep personal passionThe source of my knowledge is not listed here I would like to help improve Wikipedia, send me an e-mail (optional) We will send you a confirmation e-mail. We will not share your e-mail address with outside parties as per our feedback privacy statement.Submit ratings



Saved successfullyYour ratings have not been submitted yetYour ratings have expiredPlease reevaluate this page and submit new ratings.

An error has occurred. Please try again later.

Thanks! Your ratings have been saved.Do you want to create an account?An account will help you track your edits, get involved in discussions, and be a part of the community.Create an accountorLog inMaybe later

Thanks! Your ratings have been saved.Did you know that you can edit this page?Edit this pageMaybe later Categories: Living peopleAmerican sociologistsAmerican Rhodes scholarsUniversity of California, Berkeley facultyHarvard University alumniPresidents of the American Sociological AssociationGuggenheim Fellows1930 birthsMembers of the United States National Academy of SciencesForeign Members of the Russian Academy of SciencesAmerican sociologist stubsHidden categories: Persondata templates without short description parameterPersonal tools

Create accountLog inNamespaces

ArticleTalkVariantsViews

ReadEditView historyActions

Search

Navigation

Main page

Contents

Featured content

Current events

Random article

Donate to Wikipedia

InteractionHelp

About Wikipedia

Community portal

Recent changes

Contact Wikipedia

ToolboxWhat links hereRelated changesUpload fileSpecial pagesPermanent linkPage informationCite this pageRate this page

Print/exportCreate a bookDownload as PDFPrintable version

LanguagesDeutsch

Français

Русский

Tiếng Việt

This page was last modified on 15 July 2012 at 03:43.



Text is available under the Creative Commons Attribution-ShareAlike License; additional terms may apply. See Terms of Use for details.

Wikipedia® is a registered trademark of the Wikimedia Foundation, Inc., a non-profit organization.



Contact us

Privacy policyAbout WikipediaDisclaimersMobile view       COPYRIGHT WIKIPÉDIA.

SOCIOLOGOS: EDWARD PALMER THOMPSON

Edward Palmer ThompsonOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa E. P. Thompson






Dados gerais

Nome de nascimento Edward Palmer Thompson

Nacionalidade Reino Unido



Nascimento 3 de fevereiro de 1924

Local Oxford



Falecimento 28 de agosto de 1993 (69 anos)

Local Worcester



Instituições Universidade de Leeds



ver



Edward Palmer Thompson (Oxford, 3 de fevereiro de 1924 — Worcester, 28 de agosto de 1993) foi um historiador britânico da concepção teórica marxista e é considerado por muitos como o maior historiador inglês do século XX.



Durante a Segunda Guerra Mundial luta na Itália contra o governo fascista liderado por Benito Mussolini. Foi sargento num regimento de tanques britânicos na Campanha da Itália. Estuda no colégio Corpus Christi (Cambridge), onde adere ao Partido Comunista Britânico. Em 1946 formou um grupo de estudos históricos marxistas junto com Christopher Hill, Eric Hobsbawm, Perry Anderson,Rodney Hilton, Dona Torr, dentre outros.



Lecionou na Universidade de Leeds em cursos não acadêmicos dirigidos aos trabalhadores. Foi professor da Universidade de Warwick de 1965 a 1971. Nos anos 1970 lecionou esporadicamente em universidades estadunidenses como a de Pittsburg, Rutgers, Brown e Dartmouth College.



Após as denúncias de Nikita Khrushchev, rompe em 1956 com o Partido Comunista e torna-se contrário às práticas de Stalin. Atuou como pacifista antinuclear nos anos 1980, voltando a lecionar em 1988 no Queen's University de Kingston (Ontário, Canadá), entre 1988 e 1989 na Universidade de Manchester (Inglaterra) e de 1989 a 1990 na Universidade Rutgers.



Em 1983 se tornou um dos líderes das manifestações populares contra a instalação de mísseis americanos de média distância pelos países europeus membros da OTAN. Milhões foram às ruas clamar por pacifismo num momento que que o presidente americano Ronald Reagan e seus parceiros políticos-ideológicos no Velho Continente (Margaret Thatcher e Helmut Kohl) davam início a uma das fases mais tensas da Guerra Fria. Sua experiência e engajamentos políticos ainda serviriam para formular as teses da Terceira Via, que acreditou que seria a campeã nas transformações que ocorriam no Bloco Soviético em 1989, e que, em seguida, poderiam ganhar força no Ocidente, através dos partidos verdes e da transformação dos Partidos Comunistas e Socialistas em uma nova esquerda. Sofreu uma grande desilusão com a vitória neoliberal inclusive no Leste Europeu. A família não divulgou a causa da morte.



[editar] ObrasBoa parte de sua obra foi vinculada a questões e discursos dos próprios trabalhadores. Thompson mostrou que essa classe não é construída somente em termos econômicos, pois se baseia na construção histórica de experiência. Quando se faz uma releitura do passado busca-se a multiplicidade de experiência, tenta-se revalorizar as perdas e os ganhos desses subalternos, que tiveram uma grande importância histórica, pois só assim compreendem-se os conflitos e os processos de transformação.



Thompson descreve a consciência de classe e as experiências manipuladas dentro dos termos culturais, vendo que grande parte dessa experiência da classe determinou as relações produtivas dentro das quais os homens nascem e são inseridos a ela de modo involuntário.



Seus estudos atenderam às diversas partes da história, principalmente da história social. Da história do trabalho à história da cultura inspirou pesquisas originais sobre sindicalismo, partidos, movimentos sociais, escravidão, campesinato, crimes, motins, entre outros.



Thompson interroga o neoliberalismo, os estudos feministas e o marxismo ortodoxo. Esteve empenhado em recuperar a experiência empírica, fazendo uma experimentação ligada à análise do contexto. Procurou substituir a base superestrutura pela análise da consciência da classe operária. Acaba usando do culturalismo relacionado com as estruturas, no qual discordou dos estruturalistas, como Lévi-Strauss, Louis Althusser e com os funcionalistas, fincando suas raízes no que podemos chamar de marxismo culturalista.



[editar] BibliografiaA Formação da Classe Operária Inglesa (3 volumes);

Senhores e Caçadores;

A Miséria da Teoria;

Costume em Comum - estudo sobre cultura popular tradicional;

A Economia Moral Revisitada;

A Política e a Teoria.

Além de outros artigos e obras sobre pacifismo e estudos sobre William Morris e William Blake



[editar] Ligações externasE.P. Thompson e as contribuições para a História Social e os estudos sobre escravidão, por Eleonora Félix da Silva.

Obtida de "http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Edward_Palmer_Thompson&oldid=30100451"

Ver avaliaçõesAvaliar esta página

Avaliar esta página

Avaliações

O que é isto?Avaliações médias atuais

Credibilidade



Imparcialidade



Profundidade



Redação



Conheço este assunto muito profundamente (opcional)

Tenho estudos relevantes do secundário ou universidadeFaz parte dos meus conhecimentos profissionaisÉ uma das minhas paixões pessoaisA fonte do meu conhecimento não está listada aqui Gostava de ajudar a melhorar a Wikipédia; enviem-me um e-mail (opcional) Irá receber uma mensagem de confirmação por e-mail. O seu endereço de e-mail não será partilhado com ninguém. declaração de confidencialidade dos comentáriosEnviar avaliações



GravadoAs suas avaliações não foram enviadasAs suas avaliações expiraramVolte a avaliar esta página e envie as novas avaliações, por favor.

Ocorreu um erro. Tente novamente mais tarde, por favor.

Obrigado! As suas avaliações foram gravadas.Queria criar uma conta?Uma conta permite-lhe seguir as suas edições, participar nos debates e fazer parte da comunidade.Criar contaouAutenticaçãoTalvez mais tarde

Obrigado! As suas avaliações foram gravadas.Sabia que pode editar esta página?Editar esta páginaTalvez mais tarde Categorias: Mortos em 1993Historiadores da InglaterraProfessores da Universidade de LeedsProfessores da Universidade de PittsburghProfessores da Universidade BrownProfessores da Universidade de ManchesterNaturais de OxfordFerramentas pessoais

Criar contaEntrarEspaços nominais

ArtigoDiscussãoVariantesVistas

LerEditarVer históricoAções

Busca

Navegação

Página principal

Conteúdo destacado

Eventos atuais

Esplanada

Página aleatória

Portais

Informar um erro

ColaboraçãoBoas-vindas

Ajuda

Página de testes

Portal comunitário

Mudanças recentes

Estaleiro

Criar página

Páginas novas

Contato

Donativos

Imprimir/exportarCriar um livroDescarregar como PDFVersão para impressão

FerramentasPáginas afluentesAlterações relacionadasCarregar ficheiroPáginas especiaisLigação permanenteInformações da páginaCitar esta páginaAvaliar esta página

Noutras línguasCatalà

Deutsch

English

Español

Euskara

Français

עברית

Magyar

Italiano

日本語

Norsk (nynorsk)‎

Norsk (bokmål)‎

Русский

Svenska

Türkçe

Esta página foi modificada pela última vez à(s) 21h05min de 11 de maio de 2012.

Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-Partilha nos Mesmos Termos 3.0 não Adaptada (CC BY-SA 3.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Consulte as condições de uso para mais detalhes.

Política de privacidadeSobre a WikipédiaAvisos geraisVersão móvel   COPYRIGHT WIKIPÉDIA.

H. BLUMER

Herbert BlumerOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa Herbert Blumer nasceu 7 de março de 1900 em St. Louis, Missouri e faleceu em 13 de April 1987) Sociólogo com importantes contribuições à Psicologia social e Ciências da Comunicação




Índice [esconder]

1 Vida e Obra

2 Contribuições teóricas

3 Publicações

4 Referências

5 Ligações externas





[editar] Vida e ObraEle freqüentou a Universidade de Missouri entre 1918 a 1922, onde após a graduação, ele foi professor e cursou o mestrado em sociologia. Em 1925, transferiu-se para Universidade de Chicago e se tornou um jogador de futebol profissional. Em Chicago foi notalvelmente influenciado pela sociologia de George Herbert Mead, W. I. Thomas, e Robert Park. Ao completar o doutorado em psicologia social em 1928, foi convidado a ensinar na Universidade de Chicago. Quando Mead ficou doente e teve que deixar o curso de psicologia social que ministrava na Universidade de Chicago, Blumer assumiu dando continuidade ao seu trabalho.



Aos 27 anos Blumer fazia parte da faculdade da Universidade de Chicago. Ele saiu de licença para servir no exército durante Segunda Guerra Mundial e estudar como bolsista em várias universidades, entre estas destaca-se os estudos que realizou sobre a moda em Paris, 1932 equiparando a importancia destas à dos costumes e a crítica às técnicas de amostragem das pesquisas de opinião pública que ignoravam os formadores de opinião (Estudo realizado na Associação Americana de Sociologia em 1948).



Blumer assumiu a nova Cadeira do Departamento de Sociologia da Universidade de Califórnia, Berkeley em 1952. Ele foi secretário-tesoureiro, e o derradeiro presidente da Associação Americana de Sociologia (American Sociological Association) e recebeu o prêmio desta para uma carreira de bolsa de estudos em 1983. Ele morreu no dia 13 de abril de 1987.



[editar] Contribuições teóricasBlumer era um estudante que exigiu raciocínio empírico. Um dos seus estudos mais conhecidos fazem parte projeto de pesquisa do Fundo Payne que alertou para o perigo do efeito de filmes sobre as crianças e adultos jovens. O projeto incluiu mais de 18 cientistas sociais que produziu onze relatórios publicados. O fascinante estudo de Blumer: Filmes e Conduta (Movies and Conduct, 1933), inclui mais de cento e quinze autobiografias de estudantes de escola secundária e faculdade sobre suas experiências com assistência de filmes. Ele revelou que o cinema ensina as crianças coisas como estilo de vida, penteados, o modo de beijar, até mesmo como bater carteiras.



Nesse mesmo ano ele publicou Cinema, delinqüência e crime (Movies, Delinquency, and Crime, 1933). Observe-se que para Dewey, o chefe do departamento de psicologia e pedagogia da Universidade de Chicago, as viências estéticas equivalem às experiências conforme publicou em: A arte como experiência nesse mesmo período (1934)



Blumer suscedeu Mead no Curso de Psicologia Social na Universidade de Chicago, criando para este o termo interacionismo simbólico em um artigo sobre psicologia social publicada em o Homem e Sociedade em 1937. Contudo criticou severamente Mead por entender o indivíduo como uma entidade determinante da ação e quanto a importância de observação empírica como a principal forma da metodologia. Blumer condensou as idéias de Mead em três premissas:



O modo como as pessoas vêem os objetos depende do significado destas coisas para eles.

Este significado ocorre como resultado de um processo de interação social.

Significados de objetos podem mudar com o passar do tempo.

Ele também assimilou de W. I. Thomas, que desenvolveu definição de contexto como uma idéia sociológica e da filosofia de John Dewey (autor de Experiência e Natureza, 1925) a noção da interação entre humanos e com mundo natural.



Na Universidade da Califórnia, em Berkeley, Blumer desenvolveu o Departamento de Sociologia e o próprio pensamento dele e pesquisa. Ele aperfeiçoou a teoria do preconceito racial, investigou efeitos da industrialização nas sociedades tradicionais, e dirigiu um estudo sobre uso de drogas por adolescentes. Cientistas sociais devem a ele por evidenciar algumas das limitações de pesquisa quantitativa. Entre os estudantes orientado por ele, Anselm Strauss, trabalhou como seu assistente de pesquisa e foi co-autor da teoria da fragmentação/redução (grounded theory).



[editar] PublicaçõesFilmes e Conduta (Movies and Conduct), 1933

Cinema, Delinqüência, e Crime (Movies, Delinquency, and Crime), 1933

O Lado Humano de Planejamento Social (The Human Side of Social Planning), 1935

" Psicologia social", Capítulo 4 em Emerson Peter Schmidt (ed.) O homem e Sociedade: Uma Essencial Introdução à Ciência social . (Man and Society: A Substantive Introduction to the Social Science. New York, Prentice-Hall),1937

" Críticas de Pesquisa nas Ciências sociais: Uma Avaliação de Thomas e Znaniecki sobre o rústico e refinado na Europa e América" (Critiques of Research in the Social Sciences: An Appraisal of Thomas and Znaniecki's The Polish Peasant in Europe and America), 1939

Interação simbólica: Perspectiva e Método (Symbolic Interaction: Perspective and Method),1969

" Comportamento coletivo." pp. 166–222. Esboço de novos princípios de sociologia (Collective Behavior." - New Outline of the Principles of Sociology ed. A. M. Lee. New York: Barnes & Noble), 1951

“Variáveis na análise sociológica” (Sociological Analysis and the "Variable) pp. 683–690 in American Sociological Review, Vol 21, No. 6. (Dec., 1956)

Teoria sociológica nas relações industriais (Sociological theory in industrial relations (1947). American Sociological Review, 12(3), pg 271-178

[editar] ReferênciasDewey, John. Experiência e natureza; Lógica: a teoria da investigação; A arte como experiência; Vida e educação; Teoria da vida moral. Os pensadores. SP, Abril Cultural, 1980



Farr, Robert M..As raízes da psicologia social moderna. RJ, Petrópolis, Vozes, 2008



Johnson, Telma Sueli Pinto. O naturalismo metodológico de H. Blumer, contribuições para as práticas de pesquisa em cibercultura. Trabalho apresentado ao Grupo de Trabalho “Comunicação e Cibercultura”, do XVII Encontro da Compós, na UNIP, São Paulo, SP, em junho de 2008. Disponível em Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação



[editar] Ligações externasSymbolic Interactionism as defined by Herbert Blumer

A Blumer Bibliography

Chicago University

American Sociological Association

Sociedade Brasileira de Sociologia

Associação Portuguesa de Sociologia

Brasileira de Psicologia Social

Portal da educação

Obtida de "http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Herbert_Blumer&oldid=28925467"

Ver avaliaçõesAvaliar esta página

Avaliar esta página

Avaliações

O que é isto?Avaliações médias atuais

Credibilidade



Imparcialidade



Profundidade



Redação



Conheço este assunto muito profundamente (opcional)

Tenho estudos relevantes do secundário ou universidadeFaz parte dos meus conhecimentos profissionaisÉ uma das minhas paixões pessoaisA fonte do meu conhecimento não está listada aqui Gostava de ajudar a melhorar a Wikipédia; enviem-me um e-mail (opcional) Irá receber uma mensagem de confirmação por e-mail. O seu endereço de e-mail não será partilhado com ninguém. declaração de confidencialidade dos comentáriosEnviar avaliações



GravadoAs suas avaliações não foram enviadasAs suas avaliações expiraramVolte a avaliar esta página e envie as novas avaliações, por favor.

Ocorreu um erro. Tente novamente mais tarde, por favor.

Obrigado! As suas avaliações foram gravadas.Queria criar uma conta?Uma conta permite-lhe seguir as suas edições, participar nos debates e fazer parte da comunidade.Criar contaouAutenticaçãoTalvez mais tarde

Obrigado! As suas avaliações foram gravadas.Sabia que pode editar esta página?Editar esta páginaTalvez mais tarde Categorias: Psicólogos dos Estados UnidosSociólogos dos Estados UnidosProfessores da Universidade de ChicagoFerramentas pessoais

Criar contaEntrarEspaços nominais

ArtigoDiscussãoVariantesVistas

LerEditarVer históricoAções

Busca

Navegação

Página principal

Conteúdo destacado

Eventos atuais

Esplanada

Página aleatória

Portais

Informar um erro

ColaboraçãoBoas-vindas

Ajuda

Página de testes

Portal comunitário

Mudanças recentes

Estaleiro

Criar página

Páginas novas

Contato

Donativos

Imprimir/exportarCriar um livroDescarregar como PDFVersão para impressão

FerramentasPáginas afluentesAlterações relacionadasCarregar ficheiroPáginas especiaisLigação permanenteInformações da páginaCitar esta páginaAvaliar esta página

Noutras línguasČesky

Deutsch

English

Español

Français

Italiano

日本語

Қазақша

Polski

Русский

Українська

Esta página foi modificada pela última vez à(s) 07h51min de 16 de fevereiro de 2012.

Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-Partilha nos Mesmos Termos 3.0 não Adaptada (CC BY-SA 3.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Consulte as condições de uso para mais detalhes.

Política de privacidadeSobre a WikipédiaAvisos geraisVersão móvel     COPYRIGHT WIKIPÉDIA.

SOCIÓLOGOS: ERIC HOBSBAUM

Eric HobsbawmOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa Eric Hobsbawm




Nome completo Eric John Earnest Hobsbawm

Nascimento 9 de Junho de 1917 (95 anos)

Alexandria, Sultanato do Egito

Morte 1 de outubro de 2012 (95 anos)

Londres

Nacionalidade Britânico

Cônjuge Muriel Seaman (1943-1951)

Marlene Schwartz

Filho(s) Joshua Hobsbawm (Muriel)

Julia Hobsbawm

Andy Hobsbawm

Ocupação Historiador

Magnum opus A Era das Revoluções, Era do Capital, A Era dos Impérios e Era dos Extremos

Escola/tradição Marxismo



Eric John Ernest Hobsbawm (Alexandria, então Sultanato do Egito, 9 de junho de 1917 - Londres, 1 de outubro de 2012[1]) foi um historiador marxista de nacionalidade britânica, reconhecido internacionalmente. Ao longo da sua vida foi sempre membro do partido comunista britânico.



Um de seus interesses foi o desenvolvimento das tradições. Seu trabalho é um estudo da construção destas no contexto do Estado-nação. Argumentou que muitas vezes as tradições são inventadas por elites nacionais para justificar a existência e importância de suas respectivas nações.



Índice [esconder]

1 Vida

2 Política, vida acadêmica e obra

3 Livros publicados

3.1 Co-edição ou organização

4 Ligações externas

5 Referências





[editar] VidaNasceu no Egito ainda sob o domínio britânico, e tinha, por isso, nacionalidade britânica. Hobsbawm, que teve seu sobrenome alterado por erro de escrituração, era filho de Leopold Percy Hobsbaum, inglês, e Nelly Grün, austríaca, ambos judeus. Teve uma irmã chamada Nancy. Passou os primeiros anos de sua vida em Viena e Berlim. Nessa época, tanto a Áustria quanto a Alemanha sofriam com a crise econômica e a convulsão social, consequências diretas da Primeira Guerra Mundial.



Seu pai morreu em 1929 e sua mãe em 1931. Ele e sua irmã foram adotados pela tia materna Gretl e seu tio paterno Sydney, que se casaram e tiveram um filho chamado Peter. Mudaram-se para Londres em 1933.



Em 1947 passou a lecionar no Birkbeck College, em Londres, mas só foi promovido em 1970, um longo período que atribuiu às suas posições políticas.



Hobsbawm casou-se duas vezes, primeiro com Muriel Seaman em 1943 (divorciou-se em 1951) e logo com Marlene Schwarz. Com esta última teve dois filhos, Julia e Andy, e um filho chamado Joshua de uma relação anterior.



Faleceu em 1 de Outubro de 2012, no hospital Free Royal de Londres, de pneumonia.



[editar] Política, vida acadêmica e obraEm 1933, quando Adolf Hitler chegou ao poder, Hobsbawm mudou-se para Londres. Já havia nesse período iniciado seus estudos das obras de Karl Marx. Fugindo das perseguições nazistas, mas também por ter ganhado uma bolsa para estudar na Universidade de Cambridge, Hobsbawm formou-se em História. Um evento importante para a sua formação intelectual e de seus princípios como historiador foi a resolução de seu tio de se mudar da Alemanha, levando a família e os negócios para a Inglaterra, o quanto antes, assim que Hitler, mesmo ficando em segundo lugar nas eleições de 1933, foi chamado para ser primeiro ministro, a pedido do presidente, do Partido Conservador, ganhador das eleições, Hindenburg. Essa atitude garantiu a sobrevivência de toda a família judaica, bem como a salvação de suas economias. Hobsbawm vê nesse acontecimento a evidência cabal de que análises históricas bem formuladas podem indicar as tendências futuras com um grau elevado de acerto. Uma de suas preocupações é aprimorar as análises históricas para criar mecanismos mais eficientes de predições econômicas e sociais. Ele mesmo faz algumas em seus livros - como a dificuldade de Israel se manter no Oriente Médio se mantiver apenas a força militar como apoio. Tornou-se militante político de esquerda e ingressou no Partido Comunista da Grã-Bretanha, que então apoiava o regime estalinista, o mesmo regime que anos antes havia exilado parte da ala crítica ao PC soviético, incluindo Leon Trótski, fundador da Quarta Internacional.



Durante a Segunda Guerra Mundial (1939/1945), participou de mais um importante período do século XX, ao integrar o Exército Britânico contra os nazistas. Foi responsável por trabalhos de inteligência, pois dominava quatro idiomas. Seu início no Exército Britânico foi nos anos de 1939-1940 onde fez parte de uma divisão que cavava trincheiras e preparava bunkers no litoral do país, como forma de impedir a "Operação Leão Marinho", que seria a invasão da Inglaterra por exércitos anfíbios. Com o fim da guerra, Hobsbawn retornou à Universidade de Cambridge para o curso de doutorado. Também nessa época juntou-se a alguns colegas e formou o Grupo de Historiadores do Partido Comunista.



Foi membro do grupo de historiadores marxistas britânicos, como Christopher Hill, Rodney Hilton e Edward Palmer Thompson que, nos anos 60, diante da desilusão com o estalinismo, buscaram entender a história da organização das classes populares em termos de suas lutas e ideologias, através da chamada "História Social".



Para analisar a história do trabalhismo e os diversos aspetos que a envolvem, como as revoluções burguesas, o processo de industrialização, as diferentes manifestações de resistência, luta e revolta da classe trabalhadora, Hobsbawn dedicou-se à interpretação do século XIX.



Sobre esse período, que segundo ele se estende de 1789 (ano da Revolução Francesa) a 1914 (início da Primeira Guerra Mundial), publicou estudos importantes, como "Era das Revoluções" (1789-1848), "A Era do Capital" (1848-1875) e "A Era dos Impérios" (1875-1914). Hobsbawn foi o responsável por análises aprofundadas sobre aquilo que chama de “o breve século XX”.



Um desses livros, em especial, rendeu-lhe reconhecimento e prestígio: "A Era dos Extremos", lançado em 1994, na Inglaterra, tornou-se uma das obras mais lidas e indicadas sobre a história recente da humanidade. Nela analisa os principais fatos de 1917 – fim da Primeira Guerra Mundial e ano da Revolução Russa – até o fim dos regimes socialistas da ex-União Soviética, em 1991, e dos países do Leste Europeu.



Também importante no conjunto de sua obra é seu livro mais recente, "Tempos Interessantes", publicado em 2002, no qual discorre novamente sobre o século XX e inter-relaciona os fatos históricos com a trajetória de sua vida. Por isso é considerado uma autobiografia diferenciada. Em 2003 ele ganhou o Prêmio Balzan para a História da Europa desde 1900.



Considerado um dos historiadores atuais mais importantes, Hobsbawm, além de velho militante de esquerda, utilizou-se do método marxista para a análise da História, sempre a partir do princípio da luta de classes. Foi membro da Academia Britânica e da Academia Americana de Artes e Ciências. Foi professor de História no Birkbeck College (Universidade de Londres) e foi professor da New School for Social Research de Nova Iorque.



Entre seus livros podem ser destacados seus estudos sobre as classes dominadas, como



Trabalhadores

Bandidos e

História Social do Jazz

Escreveu também estudos sobre a história das ideologias políticas e sociais, como



Nações e Nacionalismos e

A Invenção da Tradição e também a autobiografia,

Tempos Interessantes

[editar] Livros publicadosA Era das Revoluções

Era do Capital

A Era dos Impérios

Era dos Extremos

Sobre História

Globalização, Democracia e Terrorismo

Da Revolução Industrial Inglesa ao Imperialismo. Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 1979 (Segunda Edição)

História Social do Jazz

Pessoas Extraordinárias: Resistência, Rebelião e Jazz

Nações e Nacionalismo desde 1780

Tempos Interessantes (autobiografia)

Os Trabalhadores: Estudos Sobre a História do Operariado

Mundos do Trabalho: Novos Estudos Sobre a História Operária

Revolucionários: Ensaios Contemporâneos

Estratégias para uma Esquerda Racional

Ecos da Marselhesa : dois séculos revêem a Revolução Francesa / Eric J. Hobsbawm ; tradução Maria Celia Paoli. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.

As Origens da Revolução Industrial/ tradução de Percy Galimberti São Paulo: Global Editora, 1979.

[editar] Co-edição ou organizaçãoA Invenção das Tradições

História do Marxismo (12 volumes).

[editar] Ligações externasA vida e a obra de Eric J. Hobsbawm, pelo historiador Elias Thomé Saliba

Eric Hobsbawm: um espelho do mundo em mutação

Eric Hobsbawm: a História como síntese interpretativa

Eric Hobsbawm e o 11 de Setembro

Artigo de Michael Lowy (traduzido para o português)

Entrevista em fevereiro de 1989

Perfil do Guardian (em inglês)

Referências1.↑ Morre aos 95 anos o historiador britânico Eric Hobsbawm. 01/10/2012. Página visitada em 01 de outubro de 2012.

Este artigo sobre uma pessoa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.

Obtida de "http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Eric_Hobsbawm&oldid=32901120"

Ver avaliaçõesAvaliar esta página

Avaliar esta página

Avaliações

O que é isto?Avaliações médias atuais

Credibilidade



Imparcialidade



Profundidade



Redação



Conheço este assunto muito profundamente (opcional)

Tenho estudos relevantes do secundário ou universidadeFaz parte dos meus conhecimentos profissionaisÉ uma das minhas paixões pessoaisA fonte do meu conhecimento não está listada aqui Gostava de ajudar a melhorar a Wikipédia; enviem-me um e-mail (opcional) Irá receber uma mensagem de confirmação por e-mail. O seu endereço de e-mail não será partilhado com ninguém. declaração de confidencialidade dos comentáriosEnviar avaliações



GravadoAs suas avaliações não foram enviadasAs suas avaliações expiraramVolte a avaliar esta página e envie as novas avaliações, por favor.

Ocorreu um erro. Tente novamente mais tarde, por favor.

Obrigado! As suas avaliações foram gravadas.Queria criar uma conta?Uma conta permite-lhe seguir as suas edições, participar nos debates e fazer parte da comunidade.Criar contaouAutenticaçãoTalvez mais tarde

Obrigado! As suas avaliações foram gravadas.Sabia que pode editar esta página?Editar esta páginaTalvez mais tarde Categorias: Nascidos em 1917Mortos em 2012Historiadores do Reino UnidoJudeus do Reino UnidoMarxistasHistoriadoresEscritoresCategorias ocultas: !Esboços maiores que 10000 bytes!Esboços de biografiasFerramentas pessoais

Criar contaEntrarEspaços nominais

ArtigoDiscussãoVariantesVistas

LerEditarVer históricoAções

Busca

Navegação

Página principal

Conteúdo destacado

Eventos atuais

Esplanada

Página aleatória

Portais

Informar um erro

ColaboraçãoBoas-vindas

Ajuda

Página de testes

Portal comunitário

Mudanças recentes

Estaleiro

Criar página

Páginas novas

Contato

Donativos

Imprimir/exportarCriar um livroDescarregar como PDFVersão para impressão

FerramentasPáginas afluentesAlterações relacionadasCarregar ficheiroPáginas especiaisLigação permanenteInformações da páginaCitar esta páginaAvaliar esta página

Noutras línguasAragonés

العربية

Български

Català

Cymraeg

Dansk

Deutsch

Ελληνικά

English

Esperanto

Español

Eesti

Euskara

فارسی

Suomi

Français

עברית

Hrvatski

Ido

Italiano

日本語

한국어

Latina

Lëtzebuergesch

Latviešu

മലയാളം

Nederlands

Norsk (nynorsk)‎

Norsk (bokmål)‎

Occitan

Polski

Piemontèis

Română

Русский

Scots

Srpskohrvatski / српскохрватски

Svenska

தமிழ்

Türkçe

Українська

Tiếng Việt

中文

Bân-lâm-gú

Esta página foi modificada pela última vez à(s) 23h52min de 10 de novembro de 2012.

Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-Partilha nos Mesmos Termos 3.0 não Adaptada (CC BY-SA 3.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Consulte as condições de uso para mais detalhes.

Política de privacidadeSobre a WikipédiaAvisos geraisVersão móvel   COPYRIGHT WIKIPÉDIA.
Contador de visitas