quarta-feira, 18 de julho de 2012
DESASTRES NATURAIS
Anexo:Lista dos maiores desastres naturaisOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Este artigo ou secção possui passagens que não respeitam o princípio da imparcialidade.
Tenha algum cuidado ao ler as informações contidas nele. Se puder, tente tornar o artigo mais imparcial.
(Justifique o uso desta marca na discussão do artigo)
Esta página ou seção carece de contexto (desde setembro de 2011).
Este artigo (ou seção) não possui um contexto definido, ou seja, não explica de forma clara e dire(c)ta o tema que aborda. Se souber algo sobre o assunto edite a página/seção e explique de forma mais clara e objetiva o tema abordado.
Este anexo ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde setembro de 2011).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Google — notícias, livros, acadêmico — Scirus — Bing. Veja como referenciar e citar as fontes.
Esta é uma lista de grandes desastres naturais.
Evento Data Tipo Local Mortes
Número
1138 Sismo
Aleppo, Síria 230.000
Peste negra 1330 - 1351 Epidemia Ásia Central e Europa >175.000.000
Sismo de Shaanxi de 1556 1556 Sismo Shaanxi, China 830.000
1737 Sismo Calcutá, Índia 300.000
Terramoto de 1755 1755 Sismo/Incêndio/Tsunami Lisboa, Portugal 100.000
1815 Erupção Vulcão Tambora, Indonésia 92.000
1883 Erupção/Tsunami Krakatoa, Indonésia 36.000
1887 Inundação China 1.000.000
1902 Erupção Monte Pelée, Martinica 35.000 a 40.000
1908 Sismo/Enchentes Messina, Itália 70.000 a 100.000
Gripe Espanhola 1915 - 1919 Epidemia Ásia Central, Europa, Américas e Norte da África >40.000.000
1920 Sismo Gansu, China 200.000
1923 Sismo/Incêndio Kanto, Japão 143.000
Inundação do Rio Amarelo 1931 Inundação China 1.000.000 a 2.000.000
1948 Sismo Turcomenistão 110.000
1962 Erupção vulcânica Huascarán, Peru 3.000
Ciclone de Bhola em 1970 1970 Ciclone Índia/Bangladesh 300.000 a 500.000
1970 Sismo Peru 66.000
1975 Sismo Haicheng, China 10.000
Sismo de Tangshan de 1976 1976 Terremoto Tangshan, China 255.000
1985 Sismo Cidade do México, México 9.500
1985 Erupção vulcânica Nevado del Ruiz, Colômbia 23.000
1988 Sismo Armênia 55.000
1991 Ciclone Bangladesh 138.000
1995 Sismo Kobe, Japão 4.571
1999 Enchentes Venezuela 20.000
2001 Sismo Gujarat, Índia 20.000
2001 Sismo Afeganistão 2.500
2003 Sismo Bam, Irã 31.000
Onda de calor de 2003 na Europa 2003 Onda de calor Europa (sobretudo França, Espanha e Itália) 37.451
Terramoto do Índico de 2004 2004 Sismo/Tsunami Sueste Asiático/África Oriental 295.000
Furacão Katrina 2005 Furacão Alabama, Luisiana, Flórida e Mississipi, EUA 1.833
Sismo do Paquistão de 2005 2005 Sismo Paquistão 86.000
2006 Sismo Índia 6.000
2006 Tufão/inundações China 2.000
Ciclone Nargis 2008 Ciclone Mianmar 78.000 a 124.000
Sismo do Haiti 2010 Sismo Porto Príncipe, Haiti > 200.000
Chuvas intensas na Madeira 2010 Chuvas intensas Madeira,Portugal > 48
Sismo do Chile de 2010 2010 Sismo de 8.8 Chile,Chile > 795
Chuvas na região serrana do Rio de Janeiro 2011 Chuvas Intensas Rio de Janeiro,Brasil > 902
Sismo e tsunami de Sendai de 2011 2011 Sismo de 9.0 Japão,Japão > 27 856
Este anexo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. Editor: considere marcar com um esboço mais específico.
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Anexo:Lista_dos_maiores_desastres_naturais&oldid=27852891"
Categoria: Listas sobre NaturezaCategorias ocultas: !Artigos parciais!Artigos sem contextualização desde setembro de 2011!Artigos que carecem de fontes desde setembro de 2011!Esboços
Ferramentas pessoaisCriar conta Entrar Espaços nominaisAnexo Discussão VariantesVistasLer Editar Ver histórico AçõesBusca NavegaçãoPágina principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro ColaboraçãoBoas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Estaleiro Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportarCriar um livroDescarregar como PDFVersão para impressãoFerramentasPáginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Ligação permanente Citar esta página Noutras línguasDeutsch English suomi norsk (bokmål) Simple English 中文 Esta página foi modificada pela última vez à(s) 08h14min de 4 de dezembro de 2011.
Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-Partilha nos Mesmos Termos 3.0 não Adaptada (CC BY-SA 3.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Consulte as condições de uso para mais detalhes.
Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Versão móvel
COPYRIGHT WIKIPÉDIA
FURACÃO NOEL
A Wikimedia Foundation vai expandir o Projeto Wikipédia na Universidade no segundo semestre de 2012 e gostaria de convidar os wikipedistas a participarem do projeto como Embaixadores da Wikipédia. Leia a página dos embaixadores e veja como participar.
Furacão NoelOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Nota: Se procura outros ciclones tropicais chamados Noel, veja Furacão Noel (desambiguação).
Furacão Noel Categoria 1 (EFSS)
O furacão Noel perto de seu pico de intensidade
Formação: 28 de outubro de 2007
Dissipação: 2 de novembro de 2007
data do começo da transição para um ciclone extratropical. O sistema dissipou-se totalmente em 6 de novembro
Vento mais forte (1 min): 70 nós (130 km/h, 81 mph)
Pressão mais baixa: 980 hPa (mbar) ou 735 mmHg
Danos: $580 milhões de dólares
Fatalidades: 163 diretas, 5 indiretas
Áreas afetadas: Pequenas Antilhas, Porto Rico, Jamaica, Haiti, República Dominicana, Cuba, Turks e Caicos, Bahamas, Estados Unidos (sul da Flórida, leste da Carolina do Norte e região da Nova Inglaterra) e Canadá (Nova Escócia, Nova Brunswick, leste de Quebec e Terra Nova e Labrador)
Parte da
Temporada de furacões no Atlântico de 2007
O furacão Noel foi o décimo sexto ciclone tropical e o quinto furacão da temporada de furacões no Atlântico de 2007. Noel desenvolveu-se em 27 de outubro de uma interação entre uma onda tropical e uma área de baixa pressão de altos níveis na porção centro-norte do Mar do Caribe. Noel fortaleceu-se pouco antes de atingir o Haiti, com ventos de 95 km/h. Noel também atingiu Cuba no seu caminho. O sistema tomou rumo para norte e em 1º de novembro tornou-se um furacão. O furacão acelerou para nordeste depois de passar sobre Bahamas. Em 2 de novembro, Noel começou a se tornar um ciclone extratropical. O Centro Cadadense de Furacões classificou o sistema no mesmo dia como pós-tempestade tropical Noel até 22:00 UTC de 4 de novembro, momento em que Noel tornou-se totalmente um ciclone extratropical.
A tempestade causou 163 mortes ao longo de seu caminho, principalmente em Hispaniola, devido às enchentes e deslizamentos de terra. Atualmente, Noel é a tempestade mais mortífera desta temporada de furacões. Depois que Noel tornou-se totalmente um ciclone extratropical, causou enchentes e ventos fortes sobre Maine, Estados Unidos, e sobre o leste de Quebec e Labrador, Canadá. De fato, depois que Noel tornou-se um ciclone extratropical, ele tornou-se uma tempestade de neve. Mas a maioria dos danos e mortes causados por Noel foi durante a sua fase tropical. Como ciclone tropical, a menor pressão atmosférica central do sistema foi 980 mbar e os ventos constantes máximos foram 130 km/h. Como ciclone extratropical, a menor pressão atmosférica central do sistema foi 969 mbar e ventos constantes de 140 km/h.
Índice [esconder]
1 História meteorológica
2 Preparativos
3 Impactos
3.1 Pequenas Antilhas
3.2 Porto Rico
3.3 Haiti e República Dominicana
3.4 Cuba
3.5 Jamaica e Bahamas
3.6 Estados Unidos
3.7 Sudeste do Canadá
4 Conseqüências
5 Retirada do nome
6 Ver também
7 Referências
8 Ligações externas
[editar] História meteorológica
O caminho de NoelEm 16 de outubro, a onda tropical que participou na formação de Noel deixou a costa ocidental da África.[1][2] Por vários dias, a onda seguiu para oeste sem mostrar sinais de organização. Assim que a onda se aproximava das Pequenas Antilhas em 22 de outubro com atividade ciclônica e convecção de ar dispersa, começou a interagir com um cavado de superfície ao norte das Pequenas Antilhas e também com um cavado de altos níveis que se estendia para sudoeste, entre o Oceano Atlântico e o Mar do Caribe.[1][3] A interação da onda com estes dois sistemas produziu uma grande área de baixa pressão formou-se a cerca de 275 km/h a leste-nordeste da porção norte das Pequenas Antilhas no final da noite de 23 de Outubro.[4] Nos dois dias seguintes, a nova área de baixa pressão de superfície deslocou para oeste lentamente, produzindo áreas de tempestades isoladas ao mesmo tempo em que ventos de cisalhamento atuavam sobre o sistema e inibiram um maior desenvolvimento. Em 25 de Outubro, a área de baixa pressão começou a se deslocar para oeste-sudoeste.[5] Apesar dos ventos de altos níveis, a convecção de ar intensificou-se assim que a pressão atmosférica no centro do sistema já organizado caiu.[6] A área de baixa pressão causou chuvas fortes enquanto seguia para oeste-sudoeste, passando sobre a porção norte das Pequenas Antilhas e leste de Porto Rico.[7] A sua convecção de ar inicialmente continuou desorganizada[8] A atividade de temporais organizou-se ainda mais, com uma área de convecção de ar muito intensa à leste do centro da circulação de ar, que estava parcialmente exposto. Baseada nesta organização, o NHC classificou o sistema como depressão tropical Dezesseis na madrugada de 28 de outubro. Neste momento, o centro da depressão estava localizado a cerca de 310 km a sul-sudeste de Porto Príncipe, Haiti. Inicialmente, foi previsto que a depressão seguiria para oeste-noroeste, varrendo a Hispaniola com suas bandas de tempestade exteriores antes de atingir a costa sul-central de Cuba.[9]
Noel aproximando-se de HispaniolaDepois de se tornar um ciclone tropical, a onda tropical estava se movendo para oeste-noroeste, localizado ao sul de uma crista que estava sobre a porção oeste do Oceano Atlântico norte.[9] Seis horas após a sua formação, o centro do sistema ficou difícil de ser localizado.[10] Pouco depois, a depressão ficou mais bem organizado; uma grande área de convecção de ar desenvolveu-se sobre seu centro, com algumas bandas de tempestade ao seu sul.[11] Baseado em registros de aviões "caçadores de furacões", o NHC designou o sistema como tempestade tropical Noel às 18:15 UTC de 28 de outubro. Neste momento, seu centro estava localizado a 235 km a sul-sudeste de Porto Príncipe, Haiti.[12] A tempestade rapidamente se fortaleceu depois que seu centro recuperou-se sob a convecção de ar.[13] Por várias horas, Noel seguia em direção a Hispaniola. Em 29 de Outubro, por volta das 07:00 UTC, Noel atingiu a costa sul do Haiti, perto de Jacmel, cerca de 40 km a sul-sudoeste de Porto Príncipe, com ventos constantes de 85 km/h.[1] A tempestade começou a perder organização assim que uma área de baixa pressão de altos níveis próxima a ele começou a aumentar os ventos de cisalhamento.[14] A circulação de ar de superfície ficou pouco definido assim que ele interagia com o terreno montanhoso do Haiti.[15] A tempestade cruzou o oeste do Haiti como uma tempestade tropical desorganizada na manhã de 29 de outubro[1][16] e logo depois começou a se mover paralelamente à costa nordeste de Cuba enquanto movia-se em volta de uma crista em enfraquecimento.[17] No dia seguinte, a tempestade tropical Noel atingiu a costa de Cuba, perto de Guardalavaca, com ventos sustentados de 95 km/h. Poucas horas depois, o centro de Noel passou perto de La Jiquima, Cuba, onde foi registrado uma pressão atmosférica de 997,9 mbar.[1][18][19]
O centro de Noel continuava bem organizado, embora seus ventos sustentados diminuíram rapidamente, para 65 km/h.[20] Na madrugada de 31 de outubro, Noel começou a seguir para norte-noroeste, devido à aproximação de um cavado do oeste e também ao deslocamento para leste de uma crista de médios níveis.[21] Uma grande área de convecção de ar persistia ao seu leste, embora devido aos ventos de cisalhamento, havia pouca convecção perto do seu centro.[22] Pouco depois do meio-dia de 31 de outubro, Noel emergiu no mar, deixando a costa de Cuba, perto de Cayo Coco, por volta do meio-dia[1][23] e logo após, o ciclone ficou mais bem organizado assim que a circulação de ar ficou mais bem organizado em associação com a convecção de ar.[24] Enquanto o centro de Noel estava localizado relativamente perto da costa norte de Cuba, a tempestade manteve-se praticamente estacionária. Meteorologistas indicavam que Noel poderia executar uma pequena volta ciclônica.[25] O Centro Canadense de Furacões começou a monitorar Noel em 31 de outubro[26]
Na madrugada de 1º de novembro, a convecção começou a se intensificar rapidamente, embora o centro inicialmente continuasse a sudoeste da grande área de temporais.[27] Às 18:00 UTC daquele dia, a tempestade passou sobre a ilha de Andros, Bahamas, perto de Nassau.[28] No final daquele dia, o centro da tempestade seguiu abaixo da convecção de ar[29] e Noel acelerou para nordeste, adentrando em correntes de ar próximas a um cavado; no momento em que Noel adentrou nestas correntes, seu centro ficou distorcido e alongado.[30] O ciclone manteve uma grande área de convecção de ar profunda que envolvia completamente seu centro, com correntes de ar bem definidos e um olho destacado em imagens de satélite. Baseado em registros de aviões "caçadores de furacões", o NHC designou a tempestade como um furacão na madrugada de 2 de novembro. Neste momento, o centro de Noel estava a 285 km a norte-nordeste de Nassau, Bahamas.[31] A sua convecção de ar começou a diminuir assim que Noel começou a se mover sobre águas frias. Devido a isto, o furacão perdeu suas características tropicais assim que o raio de ventos máximos expandiu-se significativamente.[32] No final de 2 de novembro, o núcleo interno de Noel diminuiu significativamente e a estrutura termodinâmica do ciclone tinha ficado assimétrico e frontal, indicando que Noel tinha começado a transição para um ciclone extratropical. Devido a isto, o NHC interrompeu seus avisos.[33] Na madrugada de 3 de novembro, o ciclone extratropical Noel contava com ventos máximos sustentados de 140 km/h e ele gradualmente tomou rumo para norte-nordeste.[34] Assim que o centro de Noel aproximava-se de Nova Escócia, Canadá, a sua grande circulação de ar produziu ventos fortes sobre a costa atlântica do Canadá e também sobre Nova Inglaterra, Estados Unidos.[35] Em 4 de novembro, o centro do ciclone extratropical Noel atingiu Nova Escócia perto de Chebogue Point e posteriormente atingiu New Brunswick.[1][36] Sobre o Canadá, o ciclone extratropical remanescente de Noel se enfraqueceu e deixou a costa do Labrador por volta da meia-noite de 5 de Novembro. O sistema fundiu-se com outro ciclone extratropical por volta das 06:00 UTC de 6 de Novembro sobre a Groenlândia.[1]
[editar] PreparativosO Serviço Nacional de Meteorologia em San Juan, Porto Rico, emitiu avisos e alertas de enchentes para várias localidades (incluindo avisos de enchentes de curta duração) sobre Porto Rico. Devido às condições incertas, as autoridades por lá avisaram os moradores para manterem-se afastados de estradas danificadas e de rodovias[37] Um aviso de enchente de curta duração também foi emitido para as Ilhas Virgens Americanas.[38]
Depois de Noel ser classificado como um ciclone tropical, o governo do Haiti emitiu um aviso de tempestade tropical para as áreas costeiras entre Porto Príncipe e a fronteira com a República Dominicana; ao mesmo tempo, o governo de Cuba emitiu um alerta de tempestade tropical para as províncias de Granma, Santiago de Cuba e Guantánamo.[39] Depois, um alerta de tempestade tropical foi emitido para toda a Jamaica.[40] No momento em que Noel atingiu a costa de Haiti, um aviso de tempestade tropical foi recomendada para a República Dominicana, para as áreas costeiras entre Barahona e a fronteira com Haiti. Um aviso de tempestade tropical também emitido para a porção sudoeste das Bahamas, para Turks e Caicos. Um aviso de furacão foi emitido para o sudeste de Cuba e um alerta de tempestade tropical foi emitido para a parte central das Bahamas.[41]
Assim que a tempestade seguiu mais para o noroeste, um aviso de tempestade tropical foi emitido para as províncias cubanas de Guantánamo, Holguín, Las Tunas, Ciego de Ávila e Camagüey.[19] Soldados cubanos retiraram cerca de 20.000 pessoas de áreas de risco.[42][43] O Instituto Cubano de Meteorologia avisou aos residentes que eles tivessem preparados, devido às prévias chuvas que já tinham saturado o solo de água.[44] Várias escolas foram fechadas durante a passagem de Noel.[45]
Um aviso de tempestade tropical também foi emitido para a parte noroeste das Bahamas.[19] Lá, a maioria dos escritórios governamentais foram fechados durante a passagem da tempestade.[46] No final de 31 de outubro, um alerta de tempestade tropical foi emitido para o sudeste da Flórida, devido às expectativas que os ventos fortes de Noel poderiam chegar ao estado.[25] O escritório de Miami do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA emitiu um aviso de tempestade tropical para as áreas costeiras entre Ocean Reef e Jupiter. Um aviso de enchente na costa foi emitido para o Condado de Palm Beach e um aviso de ressaca foi emitido para os condados de Broward e Miami-Dade.[47]
Antes da chegada de Noel à costa atlântica do Canadá, avisos de chuvas e ventos fortes foram emitidas para muitas localidades no sudeste do Canadá. O Centro Canadense de Furacões emitiu avisos de ventos com intensidade de furacão para as províncias marítimas do Canadá (Nova Escócia, Nova Brunswick e Ilha do Príncipe Eduardo) e avisos de ventos fortes para todo o sudeste canadense.[34] Os centros de previsões de tempestade de Montreal e Halifax, Canadá, ambos pertencentes ao Serviço Meteorológico do Canadá, emitiram avisos de chuvas e ventos fortes para a Nova Escócia, Nova Brunswick, Ilha do Príncipe Eduardo, Terra Nova e Labrador e leste de Quebec, assim como avisos de fortes nevascas para algumas regiões.
[editar] ImpactosMortes por área Área Fatalidades
República Dominicana 87[48]
Haiti 73[49]
Jamaica 1[50]
Porto Rico 5[51]
Bahamas 1[52]
Cuba 1[1]
Total 168
[editar] Pequenas AntilhasChuvas fortes caíram sobre a porção norte das Pequenas Antilhas por vários dias em associação com a perturbação precursora, alcançando não oficialmente 150 mm em Saint Croix[38] e Saint Thomas.[53] Em Santa Lúcia, a chuva causou o transbordamento do Rio Castries. Na capital, Castries, enchentes foram registradas e alguns deslizamentos de terra ocorreram em algumas localidades.[54] O sistema deixou grandes porções de Dominica[55] e algumas localidades em Saint Croix, Ilhas Virgens Americanas, sem eletricidade.[56] Vários acidentes de trânsito foram registrados devido às condições adversas provocadas pelas chuvas fortes.[38]
[editar] Porto Rico
Sumário da precipitação total em Porto RicoO distúrbio tropical precursor de Noel causou chuvas fortes sobre Porto Rico por vários dias, levando à saturação do solo com água que geralmente levava a formação de enxurradas.[37] Em todos os pontos de Porto Rico choveu; em Gate Tower, a precipitação de chuva alcançou 437,6 mm de água.[1][57] Enchentes de curta duração foram registrados em Carolina e deslizamentos de terra foram registrados em Utuado. Enchentes ocorreram ao longo de vários rios. No final de 27 de outubro, o Río de la Plata ficou 2,7 m acima do normal em Toa Baja.[37] Devido aos altos níveis de água nos rios, autoridades abriram barragens ao longo do Río de la Plata e do Río Carraízo[58] Há registros não oficiais que cinco pessoas morreram na ilha, devido a deslizamentos de terra e acidentes de trânsito causados pela enchente.[51]
[editar] Haiti e República DominicanaChuvas fortes caíram sobre Hispaniola. O NHC alertou que em algumas localidades da ilha poderiam registrar até 760 mm de chuva.[19] Vários dias de chuva causaram enchentes severas, que, de acordo com o registrado, o nível da água alcançou 1,5 m de altura.[50]
Na República Dominicana, 905 mm de chuva foram registrados em Angelina. A precipitação pode ser maior, já que os pluviômetros da localidade transbordaram, impossibilitando a medida exata da precipitação acumulada, que pode ter passado de 1.000 mm.[1] Pessoas afetadas pelas enchentes subiram nos telhados de suas casas ou em árvores.[44] Mais de 62.000 pessoas deixaram suas residências. Além do mais, cerca de 1.000 prisioneiros foram retirados devido à enchente.[46] A enxurrada arrastou várias casas em Santo Domingo e 39 cidades ao sul do país ficaram isolados.[44] A chuva causou enchentes ao longo de vários rios; dez pessoas desapareceram em Piedra Blanca depois que o Rio Maimon transbordou e três pessoas foram mortas em San José de Ocoa, a sudoeste de Santo Domingo, também devido às enchentes.[59] No mínimo 21 pontes foram arrastados pelas enxurradas ou entraram em colapso.[60] Pouco depois que a tempestade passou sobre Hispaniola, a República Dominicana inteira ficou sem eletricidade por cerca de duas horas.[59] dois dias depois, um terço da população ainda estava sem eletricidade.[44] Os danos na agricultura foram estimados em $30 milhões de dólares.[43] no total, mais de 12.000 casas foram danificadas pela passagem de Noel.[46] A tempestade causou a morte de pelo menos 84 pessoas na República Dominicana.[61]
No Haiti, a maior precipitação acumulada foi registrada em Foret des Pins: 405,9 mm de chuva em 48 horas.[1] Cerca de 400 casas foram destruídas e 3.400 pessoas tiveram que recorrer a abrigos por pelo menos dois dias.[50] Pelo menos 57 mortes foram causadas pela passagem de Noel no Haiti.[52]
[editar] CubaEm Cuba, caiu cerca de 150 mm de chuva em seis horas em Baracoa. Na região, reservatórios transbordaram.[50] O pico de precipitação em 48 horas foi registrado em Loynaz Hechavarria, onde choveu 309,9 mm entre 28 e 30 de outubro.[62] Ventos fortes e ressacas foram registradas ao longo da costa norte de Cuba.[50] A passagem da tempestade destruiu ou danificou no mínimo 22.000 casas e forçou mais de 80.000 residentes a fugirem para abrigos.[1] 120 casas foram destruídas na Província de Camagüey.[42] Enchentes isolaram algumas áreas, pois danificaram mais de 13.000 km de rodovias.[1][46] Os danos na agricultura no país foram estimados em $305 milhões de dólares; o pais perdeu cerca de 10% da produção de café e pelo menos 50% da produção de cana de açúcar foi afetada.[1] A precipitação de chuva foi três vezes maior do que a média esperada para o mês inteiro na Província de Guantánamo; uma barragem na província transbordou.[60] O governo diz que as enchentes foram as piores em 45 anos. Uma pessoa morreu quando tentou atravessar um rio que estava transbordado.[1]
[editar] Jamaica e Bahamas
A tempestade tropical Noel sobre as BahamasChuvas fortes caíram sobre porções da Jamaica; as chuvas causaram o desmoronamento de uma casa. Este desmoronamento causou a morte de uma pessoa.[50] A chuva também causou no mínimo 20 deslizamentos de terra na ilha.[60]
Noel causou fortes chuvas também sobre porções das Bahamas,[50] alcançando o pico de precipitação de 747,5 mm em Long Island.[1] Enchentes foram registradas, especialmente na Ilha Abaco. 400 pessoas tiveram que ser retiradas. No país, uma pessoa morreu devido à passagem de Noel.[63]
[editar] Estados Unidos
Sumário de precipitação de chuva associado a NoelA interação entre Noel e uma crista ao seu norte produziu fortes rajadas de ventos e ressacas ao longo da costa leste da Flórida; no sul da Flórida, foram registrados ventos constantes de 68 km/h, com rajadas de 87 km/h.[1][21][50] Ressacas severas foram registradas que resultaram no fechamento do píer[64] Os danos causados pela ressaca totalizaram mais de $3 milhões de dólares.[65] bandas de tempestade exteriores de Noel alcançaram a Flórida; em algumas localidades do estado choveu mais de 15 mm de água.[47]
Já como um ciclone extratropical, Noel produziu ventos moderados ao longo de Outer Banks, na Carolina do Norte; ventos constantes de 47 km/h com rajadas de 80 km/h foram registradas em Duck. Os ventos derrubaram linhas de transmissão de eletricidade. 6.000 pessoas ficaram sem energia elétrica em Hatteras e Ocracoke. Apesar dos ventos, caiu pouca chuva; em Morehead City caiu 13 mm de chuva. A tempestade também gerou ondas fortes que deixou a rodovia estadual 12 da Carolina do Norte parcialmente coberto com água e areia.[66]
A parte oeste do ciclone extratropical Noel atingiu a região da Nova Inglaterra, nordeste dos Estados Unidos, principalmente a costa dos estados de Massachusetts e Maine, em 3 de novembro. Em Nantucket Island, Massachusetts, foram registrados ventos constantes de 94 km/h com rajadas de 116 km/h.[1] Estes ventos causaram a queda de árvores e de torres de linha de transmissão de energia elétrica, que deixou cerca de 80.000 pessoas sem eletricidade.[67] A rajada de vento mais forte registrado em território americano foi de 143 km/h em Barnstable, Massachusetts.[68] embora rajadas mais fortes fossem registradas em águas bem próximas à costa. No estado de Maine, foram registrados ventos de 105 km/h.[1]
[editar] Sudeste do CanadáA tempestade continuou sobre a costa atlântica do Canadá com força total no final de 3 de novembro e na madrugada de 4 de novembro. No país, foram registrados ventos constantes de 113 km/h e a mais forte rajada de vento foi de 179 km/h em Wreckhouse. Vários vôos foram cancelados e cerca de 150.000 pessoas em Nova Escócia e Nova Brunswick, devido aos ventos fortes e a "névoa de sal", que danificou várias linhas de transmissão. Enchentes foram registradas devido às chuvas fortes.[69] Na Ilha do Príncipe Eduardo, 10.000 pessoas ficaram sem eletricidade. A Terra Nova não foi afetada aparentemente, apesar de balsas terem sido canceladas naquele fim de semana e os ventos terem alcançado 180 km/h em Wreckhouse.[70] Mais de 70 mm de chuva caiu em algumas áreas e ondas de mais de 12 metros foram registrados próximo à costa de Nova Escócia. Várias rodovias próximas à costa foram "varridas" com a ressaca. Várias pedras foram arrastadas pelas ondas fortes para áreas relativamente distantes da costa. Uma área destinada à criação de peixes foi praticamente destruída; somente nesta área, os prejuízos foram calculados em um milhão de dólares.
Sumário de precipitação de chuvas e neve no CanadáNo leste de Quebec, mais de 130 mm de chuva caiu em Gaspérie, Anticosi e Côte-Nord, causando enchentes em várias áreas.[71] Nas regiões de Bas-Saint-Laurent, Sept-Iles e Baie-Comeau, caiu mais de 20 cm de neve. A neve causou um acidente envolvendo um ônibus, que deixou dez feridos.[71] As chuvas causaram o colapso da estação de tratamento de água em Percé, Quebec; a cidade decretou que toda a população deveria ferver a água antes do uso.[72] A cidade também ficou isolada devido a interrupção da rodovia estadual 132 de Quebec. Em Quebec, mais de 19.000 pessoas ficaram sem eletricidade. A queda de energia comprometeu a produção industrial em Côte-Nord, incluindo o setor de Alumínio.[73] Na região de Minganie, uma torre de transmissão de energia estratégica foi danificada pela queda de neve e chuva congelada, causando a suspensão do fornecimento de energia elétrica e a suspensão das atividades escolares.[74]
[editar] ConseqüênciasO governo da República Dominicana distribuiu kits de emergência para 145.000 famílias logo após a passagem de Noel. Os kits incluíam alimentos, cobertores, colchões e redes de mosquitos.[50] A ajuda humanitária foi estimada em $3 milhões de dólares.[44] O governo dominicano requereu um empréstimo de $200 milhões de dólares do Banco Interamericano de Desenvolvimento e do Banco Mundial em 1º de novembro.[60] O governo do Haiti disponibilizou cerca de $1,5 milhões de dólares para as pessoas que foram afetadas pela tempestade.[44]
O Japão doou à República Dominicana várias toneladas de remédios. A Unicef doou alimentos e artigo de higiene para crianças menores de 5 anos. A Agência Espanhola de Cooperação internacional (Aeci) enviou uma doação em dinheiro de 200.000 euros para a aquisição de remédios, cobertores e alimentos. O Programa Mundial de Alimentos (PMA), das Nações Unidas enviou ao país cerca de 56 toneladas de bolachas fortificadas. Os Estados Unidos doou ao país cerca de $960.000 dólares em dinheiro.[75] A Cruz Vermelha enviou ao país um avião trazendo 42 toneladas de suprimentos. A entidade também doou cerca de $195.000 dólares à República Dominicana e cerca de $125.000 dólares ao Haiti.[76]
[editar] Retirada do nomeO nome Noel foi retirado oficialmente pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) em 13 de Maio de 2008 durante a sua reunião anual em Orlando, Flórida. O nome Noel foi substituído por Nestor na lista V da lista oficial de nomes de furacões atlânticos. Sendo assim, Nestor será usado pela primeira vez na temporada de furacões no Atlântico de 2013.[77]
[editar] Ver também A Wikipédia possui o portal:
Portal de meteorologia
{{{Portal2}}}
{{{Portal3}}}
{{{Portal4}}}
{{{Portal5}}}
O Commons possui uma categoria com multimídias sobre Furacão NoelTemporada de furacões no Atlântico de 2007
Temporada de furacões no Pacífico de 2007
Temporada de tufões no Pacífico de 2007
Geografia do Haiti
Referências↑ a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t Daniel P. Brown (28-2). Tropical Cyclone Report Hurricane Noel (PDF) (em inglês). 17 de Dezembro de 2007. Página visitada em 21 de Dezembro de 2007.
↑ Beven, Brown, and Blake (2007). October 2007 Monthly Tropical Summary. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-11-01.
↑ Formosa (2007). October 22 Tropical Weather Discussion. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-27.
↑ Beven (2007). October 23 Tropical Weather Outlook. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-27.
↑ Rhome (2007). October 24 Tropical Weather Outlook. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-27.
↑ Mainelli (2007). October 25 Tropical Weather Outlook. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-27.
↑ Mainelli (2007). October 26 Tropical Weather Outlook. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-27.
↑ Beven (2007). October 27 Tropical Weather Outlook. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-27.
↑ a b Beven (2007). Tropical Depression Nineteen Discussion One. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-27.
↑ Franklin (2007). Tropical Depression Nineteen Discussion Two. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-28.
↑ Knabb (2007). Tropical Depression Nineteen Discussion Three. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-28.
↑ Knabb (2007). Tropical Storm Noel Special Discussion Four. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-28.
↑ Knabb (2007). Tropical Storm Noel Discussion Five. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-30.
↑ Pasch & Roberts (2007). Tropical Storm Noel Discussion Six. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-30.
↑ Franklin (2007). Tropical Storm Noel Discussion Eight. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-30.
↑ Knabb & Mainelli (2007). Tropical Storm Noel Discussion Eight. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-30.
↑ Pasch & Roberts (2007). Tropical Storm Noel Discussion Ten. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-30.
↑ Avila (2007). Tropical Storm Noel Discussion Eleven. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-30.
↑ a b c d Avila (2007). Tropical Storm Noel Public Advisory Eleven. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-30.
↑ Knabb & Landsea (2007). Tropical Storm Noel Discussion Thirteen. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-31.
↑ a b Pasch & Blake (2007). Tropical Storm Noel Discussion Fourteen. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-31.
↑ Beven (2007). Tropical Storm Noel Discussion Fifteen. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-31.
↑ Franklin & Landsea (2007). Tropical Storm Noel Public Advisory Fifteen-A. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-31.
↑ Franklin (2007). Tropical Storm Noel Discussion Sixteen. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-31.
↑ a b Franklin (2007). Tropical Storm Noel Discussion Seventeen. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-31.
↑ Bowyer (2007). Tropical Storm Noel Information Statement at 9:00 AM EDT on October 31. Canadian Hurricane Centre. Página visitada em 2007-11-02.
↑ Avila (2007). Tropical Storm Noel Discussion Eighteen. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-11-02.
↑ Franklin (2007). Tropical Storm Noel Public Advisory Twenty-A. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-11-02.
↑ Franklin (2007). Tropical Storm Noel Discussion Twenty. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-11-02.
↑ Franklin (2007). Tropical Storm Noel Discussion Twenty-One. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-11-02.
↑ Avila (2007). Hurricane Noel Discussion Twenty-Two. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-11-02.
↑ Beven (2007). Hurricane Noel Discussion Twenty-Three. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-11-02.
↑ Landsea & Franklin (2007). Hurricane Noel Discussion Twenty-Five. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-11-02.
↑ a b Bowyer & Fogharty (2007). Post-Tropical Storm Noel Information Statement at 9:00 PM EDT on November 2. Canadian Hurricane Centre. Página visitada em 2007-11-02.
↑ Fogharty (2007). Post-Tropical Storm Noel Information Statement at 3:00 AM EDT on November 4. Canadian Hurricane Centre. Página visitada em 2007-11-04.
↑ Fogharty (2007). Post-Tropical Storm Noel Intermediate Information Statement at 6:00 AM EDT on November 4. Canadian Hurricane Centre. Página visitada em 2007-11-04.
↑ a b c Puerto Rico National Weather Service (2007). Watches and Warnings for Puerto Rico on October 27, 2007. NOAA. Página visitada em 2007-10-28.
↑ a b c Dave McDermott (2007). Caribbean Hurricane Network Reports for 2007. Stormcarib.com. Página visitada em 2007-10-28.
↑ Beven (2007). Tropical Depression Sixteen Public Advisory One. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-28.
↑ Knabb (2007). Tropical Depression Sixteen Public Advisory Two-A. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-28.
↑ Mainelli & Knabb (2007). Tropical Storm Noel Public Advisory Seven-A. National Hurricane Center. Página visitada em 2007-10-31.
↑ a b Agence French-Presse. "At least 80 killed as Tropical Storm Noel aims for the Bahamas", 2007-11-01. Página visitada em 2007-11-01.
↑ a b CBC News (2007). Hurricane Noel loses strength as it heads to eastern Canada. Página visitada em 2007-11-02.
↑ a b c d e f Agence France-Presse (2007). At least 59 killed in Tropical Storm Noel's Caribbean rampage. Página visitada em 2007-10-31.
↑ Ramon Almanzar. "Sixty dead at Noel hits Dominican Republic and Haiti", Associated Press. Página visitada em 2007-10-31.
↑ a b c d Ramon Almanza (2007). Killer Storm Heads Toward Bahamas. Associated Press. Página visitada em 2007-10-31.
↑ a b Pfost (2007). Hurricane Local Statement for Tropical Storm Noel. Miami, Florida National Weather Service. Página visitada em 2007-11-01.
↑ http://www.usatoday.com/weather/storms/hurricanes/2007-11-03-newengland-noel_N.htm?csp=34
↑ http://www.whotv.com/Global/story.asp?S=7308924&nav=2HAB
↑ a b c d e f g h i Anthony Boadle. "Tropical Storm Noel strengthens after hitting Cuba", Reuters Foundation. Página visitada em 2007-10-31.
↑ a b Caribbean Hurricane Network (2007). Unofficial Reports from Culebra (Puerto Rico). Página visitada em 2007-10-28.
↑ a b http://abcnews.go.com/Technology/WireStory?id=3809818&page=2
↑ Jane Higgins (2007). Unofficial Reports from Saint Thomas. Caribbean Hurricane Network. Página visitada em 2007-10-28.
↑ Michael Lascaris (2007). Unofficial Reports from Saint Lucia. Caribbean Hurricane Network. Página visitada em 2007-10-28.
↑ Lisette Stevens (2007). Unofficial Reports from Dominica. Caribbean Hurricane Network. Página visitada em 2007-10-28.
↑ Isabel Cerni (2007). Unofficial Reports from Saint Croix. Caribbean Hurricane Network. Página visitada em 2007-10-28.
↑ David Roth (2007). Tropical Storm Noel Rainfall Summary. Hydrometeorological Prediction Center. Página visitada em 2007-11-04.
↑ Prensa Asociada (2007). Seguirá lloviendo (em spanish). Primera Hora. Página visitada em 2007-10-28.
↑ a b Associated Press (2007). Dominican storm kills at least 20 people. Página visitada em 2007-10-31.
↑ a b c d Kelly Riddell and Ryan Flinn (2007). Storm Noel Becomes Hurricane, Heads Away From Bahamas. Bloomberg Television. Página visitada em 2007-11-02.
↑ http://www.kesq.com/Global/story.asp?S=7306382
↑ Instituto de Meteorología de la República del Cuba. El Tiempo y la Agricultura. Retrieved on 2007-11-04.
↑ http://abcnews.go.com/Technology/WireStory?id=3809818&page=1
↑ Wesh.com (2007). Noel Wreaks Havoc On Florida's Beaches. Página visitada em 2007-10-31.
↑ Mike Lyons (2007). Hurricane Noel's intensity adds to peculiar storm season. Palm Beach Daily News. Página visitada em 2007-11-04.
↑ Anne Leake (2007). Outer Banks Get Wind, Little Rain From Storm. WRAL.com. Página visitada em 2007-11-04.
↑ http://www.thebostonchannel.com/weather/14507743/detail.html?rss=bos&psp=news
↑ http://www.wickedlocal.com/barnstable/homepage/x1149878183
↑ Yahoo Canada news
↑ [1], [2]
↑ a b Un accident d’autobus fait 10 blessés, LCN
↑ Noël s'abat sur l'est du pays, Radio-Canada
↑ De la neige… et des pannes de courant, LCN
↑ Lent retour à la normale dans l'Est, Radio-Canada (Est-du-Quebec)
↑ http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2007/11/03/327022410.asp
↑ http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL167026-5602,00.html
↑ NOAA (13 de Maio de 2008). Dean, Felix and Noel "Retired" from List of Storm Names (em inglês).
[editar] Ligações externasArquivo de avisos do NHC sobre o Furacão Noel (em inglês)
Informações completas sobre o furacão Noel pelo NHC (em inglês)
Ciclones tropicais da Temporada de furacões no Atlântico de 2007
A B C D E F G H I 10 J K L M 15 N O
Escala de Furacões de Saffir-Simpson
DT TS TT 1 2 3 4 5
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Furacão_Noel&oldid=27535567"
Categoria: Ciclones tropicais no Oceano AtlânticoCategoria oculta: !Artigos destacados na Wikipédia em francês
Ferramentas pessoaisCriar conta Entrar Espaços nominaisArtigo Discussão VariantesVistasLer Editar Ver histórico AçõesBusca NavegaçãoPágina principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro ColaboraçãoBoas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Estaleiro Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportarCriar um livroDescarregar como PDFVersão para impressãoFerramentasPáginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Ligação permanente Citar esta página Noutras línguasEnglish Español Euskara Français 한국어 Simple English Esta página foi modificada pela última vez à(s) 20h25min de 6 de novembro de 2011.
Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-Partilha nos Mesmos Termos 3.0 não Adaptada (CC BY-SA 3.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Consulte as condições de uso para mais detalhes.
Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Versão móvel
COPYRIGHT WIKIPÉDIA
FURACÃO
> Notícias > Mundo > Furacão nos EUA
Furacão nos EUA
Últimas notícias
Fotos
Vídeos
Fotos Ampliadas
Notícias
Últimas notícias
Fotos
Brasil
Ciência
Diversão
Economia
Esportes
Gente & TV
Jornal do Terra
Loterias
Mundo
Popular
Tecnologia
Tempo
Notícias por e-mail
Receba todas as novidades por email
Fale conosco
Mande suas críticas e sugestões. Participe!
Furacão nos EUA
Quinta, 22 de setembro de 2005, 15h49
Entenda como são dados os nomes aos furacões
Stephanie Holmes
Reuters
Furacão Katrina causou destruição em Nova Orleans
Últimas de Furacão nos EUA
» Cresce registro de doença mental entre sobreviventes do Katrina
» Um ano depois, Katrina ainda marca imagem de Bush
» Katrina: um ano após, EUA ainda têm marcas da tragédia
» Bush faz mea-culpa um ano depois da passagem do Katrina
Os ciclones tropicais, essas massas giratórias de ventos em alta velocidade, têm identidades múltiplas. Eles são chamados de tufões na região norte do Pacífico, furacões no hemisfério ocidental e tempestades ciclônicas em outras partes.
Especial: Tudo sobre os furacões nos EUA
Com uma temporada de furacões excepcionalmente ativa neste ano, a tradição dos meteorologistas de batizar estes fenômenos naturais com nomes iniciados com letras consecutivas do alfabeto pode se mostrar inadequada pela primeira vez.
Pela idéia, o furacão Rita é parente do Katrina, que já passou, e do Wilma, o último da lista, depois de Stan, Tammy e Vince. O que acontece depois que a lista acaba? "Se tivermos que ir além de Wilma, teremos que apelar para o alfabeto grego", disse Nanette Lomarda, chefe da Divisão de Ciclone Tropical da Organização Meteorológica Mundial (WMO, na sigla em inglês).
Furacão Sigma
O organismo ligado à Organização das Nações Unidas (ONU) é responsável pela coordenação dos nomes no sistema meteorológico. O WMO disse que nunca precisou recorrer ao alfabeto grego.
"Mas a possibilidade é alta. Na média, no norte do Atlântico, na costa do Golfo do México e no Caribe deveria haver seis tempestades batizadas, mas desta vez já estamos na de número 17", afirmou Lomarda. Furacões Ômicron e Sigma ainda são possibilidades remotas. Mas Alfa e Beta são mais prováveis.
Especialistas acreditam que os nomes facilitam a identificação do fenômeno e faz com que os moradores da área a ser atingida fiquem mais conscientes da aproximação das tempestades e dos perigos trazidos por elas.
Batizando tempestades
Com cerca de 80 furacões sendo formados nas diferentes temporadas de ciclones todo ano, os meteorologistas precisam de uma forma de classificação que permita diferenciar cada um deles.
Sendo assim, cada fenômeno é batizado tal como um bebê recém-nascido. "Cada furacão tem sua própria identidade e personalidade, e você acaba percebendo. O comportamento de cada um é único", disse Lomarda.
Originalmente, furacões eram identificados por suas localizações, mas longitudes e latitudes não caíram no gosto popular. Dizem que no século 19, Clement Wragge, um meteorologista australiano, divertiu-se ao usar nomes de políticos locais para classificar furacões ¿ em referência a falta de rumo definido e ao comportamento imprevisível das tempestades.
Até o começo do século 20, furacões na região do Caribe ganhavam o nome do santo do dia em que eles atingiam terra firme.
Sobrevivendo na lista
Nomes de pessoas começaram a ser usados na década de 50, com os meteorologistas dos Estados Unidos usando o alfabeto fonético e depois nomes femininos.
Nos anos 70, grupos feministas conseguiram modificar a nomenclatura e a partir daí foi iniciado um rodízio entre nomes femininos e masculinos. Enquanto Kirk, Patty e Sandy podem chegar aos Estados Unidos, Jal e Bulbul poderiam atingir a Baía de Bengala e Saomai ou Bebinca poderia surgir na costa da China.
Conforme os furacões se deslocam, seus nomes mudam, "não existe limites para estes fenômenos. Enquanto estiverem sobre a água do mar eles continuam vivos", acrescenta Lomarda. Somente quando uma grande tempestade causa devastação é que seu nome é retirado da lista, ou é aposentado, por, pelo menos, seis anos.
BBC Brasil
BBC BRASIL.com - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da BBC BRASIL.com.
O que é isto?Compartilhe esta notícia
del.icio.us Facebook Technorati
My Yahoo! Menéame Fresqui
Divulga Fácil TerraAnuncie aqui »
Comercio De Plantas Jardim Cordeiro
Comércio de plantas em geral e jardinage Jardim cordeiro, santo amaro - sp
www.jardimcordeiro.com.br
RADAR - Conservação e Limpeza
Fornecemos Segurança para eventos. Conservação e limpeza em geral.
www.radarporteseg.com.br
Propomos Soluções para problemas.
Informática, Elétrica, Hidráulica, Pets Pintura, Veiculos, Design de Interiores
www.consultoresdolar.com.br
COPYRIGHT BBC BRASIL
LISTA DE FURACÕES NO MUNDO
Anexo:Lista de temporadas de ciclones tropicaisOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Bacias de formação de ciclones tropicais. Cada bacia tem a sua própria temporada ciclônica predeterminadaOs ciclones tropicais (também chamados de furacões no Oceano Atlântico e no Oceano Pacífico ao norte da linha do Equador e a leste da Linha Internacional de Data,[1][2] de tufões no Oceano Pacífico ao norte da linha do Equador e a oeste da Linha Internacional de Data,[1] de tempestade ciclônica no Oceano Índico ao norte da linha do Equador,[1] ou simplesmente ciclones em outras regiões do mundo[1]) tendem a se formar durante o verão e o outono, quando a temperatura da superfície do mar está superior a 26,5°C.[3] Por isso, a época propícia para a formação de ciclones tropicais é normalmente chamada de temporada de ciclones tropicais ou temporada ciclônica.[4] Cada região ou bacia oceânica tem o seu próprio período predefinido para o início e o término da respectiva temporada ciclônica, que é definida pelo Centro Meteorológico Regional Especializado (CMRE) responsável por cada bacia oceânica.[4] Os CMREs são designados pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) para atuar na monitoração dos ciclones tropicais pelo mundo, sendo que cada uma atua dentro de sua área de responsabilidade definida pela OMM.[5]
Índice [esconder]
1 Oceano Atlântico norte
2 Oceano Pacífico nordeste
3 Oceano Pacífico noroeste
4 Oceano Índico norte
5 Oceano Índico sudoeste
6 Região da Austrália
7 Oceano Pacífico sul
8 Oceano Atlântico Sul
9 Referências
10 Ver também
[editar] Oceano Atlântico norteNo Oceano Atlântico, ao norte da linha do Equador, a temporada ciclônica, ou temporada de furacões, começa em 1 de Junho e termina em 30 de Novembro de cada ano. O pico de atividade dos furacões no Atlântico norte varia entre Agosto e Outubro.[4][6] A seguir, está apresentada uma lista das temporadas de furacões no Atlântico por ano:
Lista de temporadas de furacões no Atlântico
[editar] Oceano Pacífico nordesteNo Oceano Pacífico, ao norte da linha do Equador e a oeste do meridiano 140 W, a temporada ciclônica, ou temporada de furacões, começa em 15 de Maio e também termina em 30 de Novembro de cada ano. Assim como no Atlântico, o pico de atividade também varia entre Agosto e Outubro no Pacífico nordeste.[4][6]
No Oceano Pacífico centro-norte, ao norte da linha do Equador e entre a Linha Internacional de Data e o meridiano 140°O, a temporada ciclônica, ou temporada de furacões, começa em 1 de Junho e termina em 30 de Novembro.[4][7]
A seguir, está apresentada uma lista das temporadas de furacões no Pacífico nordeste e centro-norte por ano:
Lista de temporadas de furacões no Pacífico
[editar] Oceano Pacífico noroesteNo Oceano Pacífico noroeste, ao norte da linha do Equador e a oeste da Linha Internacional de Data, assim como no mar da China Meridional, não há uma época predefinida para o começo ou o término das temporadas, já que os ciclones tropicais (neste caso os tufões) podem se formar a qualquer época do ano. No entanto, os ciclones tropicais tendem a se formar entre Abril e Janeiro.[4][8] A seguir, está apresentada uma lista das temporadas de tufões no Pacífico por ano:
Lista de temporadas de tufões no Pacífico
[editar] Oceano Índico norteNo Oceano Índico norte, ao norte da linha do Equador, assim como no Pacífico noroeste, não há uma temporada com datas de início e fim predeterminadas. No entanto, os ciclones tropicais nesta região oceânica tendem a se formar entre Abril e Dezembro, com picos em Maio e em Novembro.[4][9] A seguir, está apresentada uma lista das temporadas de ciclones no Oceano Índico norte por ano:
Lista de temporadas de ciclones no Oceano Índico norte
[editar] Oceano Índico sudoesteNo Oceano Índico sudoeste, ao sul da linha do Equador e a oeste do meridiano 90 E, a temporada ciclônica começa em 15 de Novembro e termina em 30 de Abril de cada ano, com picos geralmente em Março.[4][10] A seguir, está apresentada uma lista das temporadas de ciclones no Oceano Índico sudoeste por ano:
Lista de temporadas de ciclones no Oceano Índico sudoeste
[editar] Região da AustráliaA região da Austrália, que engloba o Oceano Índico sudeste, o mar de Arafura, o mar de Timor, o golfo de Carpentária, o golfo de Papua e o mar de Coral, a temporada ciclônica começa em 1 de Novembro e termina em 30 de Abril de cada ano. Assim como no Índico sudoeste, o pico de atividade ocorre geralmente em Março.[4] A seguir, está apresentada uma lista das temporadas de ciclones no Oceano Índico sudoeste por ano:
Lista de temporadas de ciclones na região da Austrália
[editar] Oceano Pacífico sulO Oceano Pacífico sul, ao sul da linha do Equador e entre os meridianos 160°L e 120°O, assim como na região da Austrália, a temporada ciclônica começa em 1 de Novembro e termina em 30 de Abril, com pico de atividade em Março.[4][11] A seguir, está apresentada uma lista das temporadas de ciclones no Oceano Índico sudoeste por ano:
Lista de temporadas de ciclones no Pacífico sul
[editar] Oceano Atlântico SulO Oceano Atlântico Sul, não tem uma temporada de furacões ou tempestades fixa, pois nesse oceano, essas tempestades são extremamente raras. Um Ciclone (Furacão) tropical do Atlântico Sul é todo o tipo de tempestade que se forma em alto mar (entre a costa brasileira e a africana) e apresenta características de furacão, depressão tropical ou tempestade tropical. Dentre as mais recentes tempestades, podemos citar o Furacão Catarina ( atingiu o estado de Santa Catarina ), a tempestade tropical Anita de 2010 ( atingiu o estado de Santa Catarina e Rio Grande do Sul ), o ciclone tropical de Angola de 1991 e o ciclone tropical de 2004 ( atingiu o estado da Bahia ).
Referências↑ a b c d Chris Landsea. What is a hurricane, typhoon, or tropical cyclone? (em inglês). Laboratório Oceanográfico e Meteorológico do Atlântico. Página visitada em 26/10/2008.
↑ Classificação do Catarina. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Página visitada em 26/10/2008.
↑ Chris Landsea. Why do tropical cyclones require 80°F (26.5°C) ocean temperatures to form ? (em inglês). Laboratório Oceanográfico e Meteorológico do Atlântico. Página visitada em 26/10/2008.
↑ a b c d e f g h i j Neal Dorst. When is hurricane season ? (em inglês). Laboratório Oceanográfico e Meteorológico do Atlântico. Página visitada em 26/10/2008.
↑ Severe Weather Information Centre (em inglês). Organização Meteorológica Mundial. Página visitada em 26/10/2008.
↑ a b NHC Archive of Hurricane Seasons (em inglês). Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 26/10/2008.
↑ Previous Tropical Systems in the Central Pacific (em inglês). Centro de Furacões do Pacífico Central (CPHC). Página visitada em 26/10/2008.
↑ Best Track Data (em inglês). Agência Meteorológica do Japão (AMJ). Página visitada em 26/10/2008.
↑ Frequently Asked Questions on Tropical Cyclones (em inglês). Departamento Meteorológico da Índia (DMI). Página visitada em 26/10/2008.
↑ Saisons cycloniques précédentes (em francês). Météo-France. Página visitada em 26/10/2008.
↑ 2008/2009 South Pacific tropical cyclone season outlook (em inglês). Serviço Meteorológico de Fiji. Página visitada em 26/10/2008.
[editar] Ver tambémCiclone tropical
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Anexo:Lista_de_temporadas_de_ciclones_tropicais&oldid=25139813"
Categoria: Listas de tempestades
Ferramentas pessoaisEntrar / criar conta Espaços nominaisAnexo Discussão VariantesVistasLer Editar Ver histórico AçõesBusca NavegaçãoPágina principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro ColaboraçãoBoas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Estaleiro Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportarCriar um livroDescarregar como PDFVersão para impressãoFerramentasPáginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Ligação permanente Citar esta página Noutras línguasEnglish Esta página foi modificada pela última vez à(s) 12h21min de 6 de maio de 2011.
Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-Partilha nos Mesmos Termos 3.0 não Adaptada (CC BY-SA 3.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Consulte as condições de uso para mais detalhes.
Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Versão móvel
COPYRIGHT WIKIPÉDIA
FURACÃO DE 1780
Grande furacão de 1780Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Grande furacão de 1780 Categoria desconhecida (EFSS)
As áreas afetadas pelo grande furacão de 1780, excluindo Bermudas
Formação: 9 de Outubro de 1780
Dissipação: 20 de Outubro de 1780
Vento mais forte (1 min): Desconhecido
Pressão mais baixa: desconhecido
Danos: Desconhecidos
Fatalidades: No mínimo 27.500 (diretas)
Áreas afetadas: Pequenas Antilhas, Porto Rico, República Dominicana e Bermudas
Parte da
Temporada de furacões no Atlântico de 1780
O grande furacão de 1780, também conhecido como furacão São Calisto II,[1] é o furacão atlântico mais mortífero na história registrada. Mais de 27.500 pessoas morreram quando o furacão passou pelas Pequenas Antilhas e no Caribe entre 10 e 16 de Outubro de 1780.[2] Não se sabe exatamente a trajetória e a intensidade do furacão, pois o banco de dados de furacões atlânticos começou a ser criado apenas depois de 1851.[3]
O furacão atingiu Barbados com ventos possivelmente excedendo 320 km/h antes de passar sobre Martinica, Santa Lúcia e Saint Eustatius; milhares de pessoas morreram em cada uma das ilhas. Vindo na época da Revolução Americana de 1776, a tempestade causou grandes perdas nas frotas britânicas e francesas, que contestavam a região. Depois, o furacão passou perto de Porto Rico e sobre a porção oriental da República Dominicana, que naquele tempo era conhecido como Santo Domingo. Lá, o furacão causou danos severos próximos à costa. Por último, o furacão começou a seguir para nordeste antes de ser observado pela última vez em 20 de Outubro a sudeste de Cape Race, Terra Nova, Canadá. O número de mortos causado pelo grande furacão de 1780 excedeu todas as mortes causadas por furacões em toda aquela década, sendo substancialmente maior do que o segundo furacão atlântico mais mortífero da história registrada, o furacão Mitch. O furacão fez parte da desastrosa temporada de furacões no Atlântico de 1780, na qual outros dois furacões no mesmo mês causaram a morte de outras 3.000 pessoas.[2]
[editar] Ver também A Wikipédia possui o portal:
Portal de meteorologia
{{{Portal2}}}
{{{Portal3}}}
{{{Portal4}}}
{{{Portal5}}}
Lista de furacões atlânticos
Referências↑ Orlando Férez (1970). Notes on the Tropical Cyclones of Puerto Rico (em inglês). San Juan, Puerto Rico National Weather Service. Página visitada em 12-02-2007.
↑ a b Edward N. Rappaport, Jose Fernandez-Partagas, and Jack Beven (1997). The Deadliest Atlantic Tropical Cyclones, 1492-1996 (em inglês). NOAA. Página visitada em 02-01-2007.
↑ Hurricane Research Division (2006). Re-Analysis Project (em inglês). NOAA. Página visitada em 30-04-2007.
Este artigo sobre ciclones tropicais é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Grande_furacão_de_1780&oldid=28843541"
Categorias: Ciclones tropicais no Oceano Atlântico1780Categorias ocultas: !Esboços sobre ciclones tropicais!Artigos bons na Wikipédia em inglês
Ferramentas pessoaisCriar conta Entrar Espaços nominaisArtigo Discussão VariantesVistasLer Editar Ver histórico AçõesBusca NavegaçãoPágina principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro ColaboraçãoBoas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Estaleiro Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportarCriar um livroDescarregar como PDFVersão para impressãoFerramentasPáginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Ligação permanente Citar esta página Noutras línguasአማርኛ العربية Asturianu Brezhoneg Català Česky Dansk Deutsch English Español Suomi Français עברית Italiano 日本語 Lojban Latina Nederlands Polski Runa Simi Русский Sicilianu Simple English Svenska Türkçe Українська 中文 Esta página foi modificada pela última vez à(s) 05h36min de 11 de fevereiro de 2012.
Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-Partilha nos Mesmos Termos 3.0 não Adaptada (CC BY-SA 3.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Consulte as condições de uso para mais detalhes.
Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Versão móvel
COPYRIGHT WIKIPÉDIA
FURACÕES 2007
Temporada de furacões no Atlântico de 2007Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Temporada de furacões no Atlântico de 2007
Primeiro sistema1 formado: Andrea - 9 de Maio de 2007
Sistemas ativos1: Temporada encerrada
Total de tempestades nomeadas: 15
Total de furacões: 6
Grandes furacões (Cat. 3+): 2
Tempestade mais forte: Dean - 905 mbar (hPa), 280 km/h
Número de sistemas1 que atingiram terras emersas: 10
Danos totais: ~7,5 bilhões de dólares
ECA Total:
Fatalidades confirmadas: 417
1Inclui depressões tropicais e depressões subtropicais
A temporada de furacões no Atlântico de 2007 foi um evento do ciclo anual de formação de ciclones tropicais na bacia do Atlântico norte. Começou oficialmente em 1 de Junho de 2007 e terminou oficialmente em 30 de Novembro do mesmo ano, datas que convencionalmente delimitam o período quando a maioria dos ciclones tropicais se formam na bacia do oceano Atlântico norte durante o ano.
A formação da tempestade subtropical Andrea, em 9 de Maio, marcou o início antecipado da temporada. Esta foi a segunda ocasião em cinco anos que uma tempestade se formou antes do começo oficial do começo da temporada; a outra vez tinha sido a formação da tempestade tropical Ana em Abril de 2003. O furacão Dean foi o primeiro furacão "maior" desta temporada; alcançou a categoria 5 na escala de furacões de Saffir-Simpson e atingiu a península de Iucatã nesta intensidade na terceira semana de Agosto. Dean também foi o terceiro ciclone tropical atlântico mais intenso a atingir a costa em toda a história registrada. O furacão Felix foi o segundo furacão "maior" da temporada, atingindo também categoria 5, que fez desta temporada uma das quatro temporadas a terem mais de um furacão de categoria 5; as outras foram as temporadas de 1960, de 1961 e de 2005. Felix atingiu a costa nordeste da Nicarágua nesta intensidade, que fez desta temporada a única dentre todas em que mais de um furacão atingiu a costa como um furacão de categoria 5. O furacão Humberto, apesar de ter sido classificado como um furacão de categoria 1 e causar poucos estragos, foi o ciclone tropical que se intensificou de forma mais rápida em toda a história registrada. Em apenas 18 horas, o furacão passou de estágio de depressão tropical, com ventos máximos sustentados em um minuto de 55 km/h, para furacão, com ventos máximos sustentados em um minuto de 150 km/h. Outro aspecto notável do furacão é o fato desta rápida intensificação ter ocorrido a apenas 24 km da costa. Humberto também foi o primeiro furacão a atingir os Estados Unidos desde a passagem do furacão Wilma sobre a Flórida, em 2005. O furacão Noel foi o ciclone tropical que causou mais fatalidades no Atlântico norte em 2007; 151 pessoas morreram após a sua passagem pelo Caribe. A tempestade tropical Olga marcou o encerramento tardio da temporada de 2007, formando-se em meados de Dezembro.
Índice [esconder]
1 Previsões para a temporada
1.1 Previsões de pré-temporada
1.2 Previsões durante a temporada
2 Tempestades
2.1 Tempestade subtropical Andrea
2.2 Tempestade tropical Barry
2.3 Tempestade tropical Chantal
2.4 Furacão Dean
2.5 Tempestade tropical Erin
2.6 Furacão Felix
2.7 Tempestade tropical Gabrielle
2.8 Tempestade tropical Ingrid
2.9 Furacão Humberto
2.10 Depressão tropical Dez
2.11 Tempestade tropical Jerry
2.12 Furacão Karen
2.13 Furacão Lorenzo
2.14 Tempestade tropical Melissa
2.15 Depressão tropical Quinze
2.16 Furacão Noel
2.17 Tempestade tropical Olga
3 Nomes das tempestades
4 Ver também
5 Referências
[editar] Previsões para a temporadaAs previsões de atividade de furacões foram emitidas antes de cada temporada pelos especialistas Philip J. Klotzbach, Dr. William M. Gray e seus associados na Universidade do Estado do Colorado, separadamente das previsões feitas pelo National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA). A equipe de Klotzbach (formalmente liderada pelo Dr. Gray) definiu o número médio de tempestades por ano (entre 1950 e 2000) em 9,6 tempestades tropicais, 5,9 furacões e 2,3 furacões "maiores" (furacões excedendo a categoria 3 na escala de furacões de Saffir-Simpson). Uma temporada normal, definida pela NOAA, tem 9 a 12 tempestades dotadas de nome, sendo que 5 a 7 delas se tornam furacões, e destes, 1 a 3 se tornam furacões "maiores".[1][2]
Previsões para a atividade tropical para a temporada de 2007 Fonte Data Tempestades
nomeadas Furacões Furacões
"maiores
CSU Média (1950–2000)[1] 9,6 5,9 2,3
NOAA Média (1950–2005)[2] 11,0 6,2 2,7
Recorde de máxima atividade 28 15 8
Recorde de mínima atividade 4 2 0
––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––
CSU 8 de Dezembro de 2006 14 7 3
CSU 3 de Abril de 2007 17 9 5
NOAA 22 de Maio de 2007 13–17 7–10 3–5
CSU 31 de Maio de 2007 17 9 5
UKMO 19 de Junho de 2007 9–15 N/D N/D
CSU 3 de Agosto de 2007 15 8 4
NOAA 9 de Agosto de 2007 13–16 7–9 3–5
CSU 4 de Setembro de 2007 15 7 4
CSU 2 de Outubro de 2007 17 7 3
––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––
Atividade final 15 6 2
[editar] Previsões de pré-temporadaEm 8 de Dezembro de 2006, a equipe de Klotzbach emitiu sua primeira previsão a longo prazo para a temporada de 2007, prevendo uma atividade acima da média (14 tempestades dotadas de nome, 7 furacões e 3 furacões "maiores").[1]
A equipe previu uma grande possibilidade de pelo menos um furacão "maior" atingir os Estados Unidos: a previsão indicava uma possibilidade de 64% de um furacão "maior" atingir os Estados Unidos Continentais, que inclui uma possibilidade de 40% de pelo menos um furacão "maior" atingir a costa leste dos Estados Unidos (incluindo a Flórida), e uma possibilidade de 40% de um furacão "maior" atingir os Estados Unidos pela costa do golfo dos Estados Unidos. A atividade de furacões "maiores" para o Caribe foi prevista ser acima da média, e a equipe previu que o El Niño iria se dissipar na porção ativa da temporada.[1]
Em 3 de Abril, uma nova previsão foi liberada, chamando a atenção para uma temporada de furacões muito ativa, com 17 tempestades dotadas de nome, 9 furacões e 5 furacões "maiores".[3]
O aumento na previsão foi atribuído à rápida dissipação do El Niño. A equipe também previu que a influência da La Niña na temporada iria ser de fraca a moderada e notaram que a temperatura da superfície do mar iria ser muito maior do que a média histórica.[4] A possibilidade de pelo menos um furacão "maior" atingir os Estados Unidos aumentou para 74%, com uma possibilidade de 50% de um furacão "maior" atingir os Estados Unidos pela costa leste e uma possibilidade de 49% de um furacão "maior" atingir os Estados Unidos pelo golfo do México.[4] Entretanto, Klotzbach notou que, enquanto estavam chamando a atenção para uma temporada de furacões ativa, não foi prevista ser tão ativa quanto à temporada de furacões no Atlântico de 2005.[3]
Em 22 de Maio, a NOAA liberou a sua previsão para a temporada de 2007. Foi previsto 13 a 17 tempestades dotadas de nome, com 7 a 10 se tornando furacões, e destes, 3 a 5 se tornariam furacões "maiores".[5]
Um dia antes do começo oficial da temporada, a equipe da universidade do Estado do Colorado liberou sua última previsão de pré-temporada, não fazendo mudanças em relação à previsão de Abril.[6]
Em 19 de Junho, o Met Office (UKMO), o serviço nacional de meteorologia do Reino Unido, liberou[7] suas previsões para a continuação da temporada de furacões baseado num novo modelo de previsão. A agência previu 10 tempestades dotadas de nome, não incluindo Andrea nem Barry, com 70% de possibilidades de 7 a 13 tempestades dotadas de nome. A previsão não incluiu previsões específicas para o número de furacões ou de furacões "maiores".[7]
[editar] Previsões durante a temporadaEm 3 de agosto, a equipe de Klotzbach abaixou a sua estimativa para a temporada para 15 tempestades dotadas de nome, com 8 se tornando furacões, e destes, 4 se tornando furacões "maiores". A equipe notou que as condições meteorológicas tinham ficado ligeiramente menos favoráveis para a formação de ciclones tropicais do que eles tinham previsto no começo do ano. A temperatura da superfície do mar foi menor do que o previsto e havia várias incidências de massas de ar vindas do deserto do Saara carregadas com partículas de areia, o que dificulta a formação de um ciclone tropical.[8]
Em 9 de Agosto, a NOAA reviu sua estimativa para a temporada, que baixou ligeiramente para 13 a 16 tempestades dotadas de nome, com 7 a 9 se tornando furacões, e destes, 3 a 5 se tornando furacões "maiores". Entretanto, a NOAA reafirmou a sua chamada para uma temporada acima da média, citando a temperatura da superfície do mar mais quente do que o normal em partes do oceano Atlântico e do mar do Caribe, assim como numa previsão atualizada de que a La Niña estaria atuando provavelmente no pico de atividade da temporada.[9]
Em 4 de Setembro, a equipe de Klotzbach reduziu novamente sua estimativa para a temporada para 15 tempestades dotadas de nome, com 7 se tornando furacão, e destes, 4 se tornado furacões "maiores".[10] Em 2 de Outubro, a equipe de Klotzbach emitiu uma nova previsão sobre a temporada, não fazendo grandes mudanças em relação à previsão anterior, somente diminuindo a estimativa para os furacões "maiores" de 4 para 3.[11]
[editar] TempestadesVer também: Cronologia da temporada de furacões no Atlântico de 2007
[editar] Tempestade subtropical AndreaVer artigo principal: Tempestade subtropical Andrea (2007)
Andrea Tempestade subtropical (EFSS)
Duração 9 de maio de 2007—11 de maio de 2007
Intensidade 50 nós (93 km/h, 58 mph) 1 min, 1001 hPa (mbar)
Em 9 de Maio, um sistema que era anteriormente um ciclone extratropical se organizou enquanto se localizava cerca de 225 km a sudeste de Savannah, Geórgia. Alertas de tempestade tropical foram imediatamente emitidos para partes costeiras da Geórgia e da Flórida, embora fossem cancelados posteriormente. Andrea foi a primeira tempestade dotada de nome a se formar em maio desde a tempestade tropical Arlene, em 1981,[12] e também foi a primeira tempestade a se formar antes do começo oficial da temporada desde a tempestade tropical Ana, em abril de 2003.[12] Depois, a organização do sistema se deteriorou com uma significativa diminuição da convecção de ar assim que o sistema seguiu sobre águas mais frias,[13] e em 10 de Maio, o sistema se enfraqueceu para uma depressão subtropical e o Centro Nacional de Furacões emitiu seu aviso final sobre Andrea às 15:00 UTC daquele dia. Entretanto, na manha de 11 de Maio, a convecção ganhou força próximo ao núcleo do sistema, indicando que o ciclone podia estar adquirindo características tropicais.[14] Entretanto, isto não aconteceu.
A tempestade produziu ondas fortes da costa da Flórida até a costa da Carolina do Norte, causando ressaca e alguns danos.[15] Um surfista afogou-se devido às ondas fortes.[16] Um total de cinco pessoas morreram durante a fase extratropical de Andrea.[17] Ventos fortes de Andrea alimentaram severos incêndios florestais no norte da Flórida e no sul da Geórgia.[18] Andrea foi o responsável por prover fortes ventos que agiram como um "fole", alimentando os incêndios para níveis catastróficos, muito além do que os bombeiros poderiam fazer.[18] Ventos fortes da tempestade espalharam fumaça dos locais dos incêndios numa área da Flórida entre a baía de Tampa e Miami.[19][20]
[editar] Tempestade tropical BarryVer artigo principal: Tempestade tropical Barry (2007)
Barry Tempestade tropical (EFSS)
Duração 1 de Junho de 2007—2 de Junho de 2007
Intensidade 50 nós (93 km/h, 58 mph) 1 min, 997 hPa (mbar)
Em 30 de Maio, uma grande área de baixa pressão formou-se no golfo das Honduras. Seguindo para o norte, o sistema lentamente se intensificou assim que seguia pelo noroeste do mar do Caribe e pelo sudoeste do golfo do México. Em 1 de Junho, o primeiro dia oficial da temporada, a perturbação se organizou para a tempestade tropical Barry, mesmo estando localizado numa área com forte cisalhamento do vento. Imediatamente foram emitidos avisos para a costa do golfo da Flórida. Barry proveu a precipitação que era muito esperada e necessitada para porções da Flórida e da Geórgia, que estavam enfrentando severa estiagem desde Janeiro.[21] Barry atingiu a costa da Flórida perto da baía de Tampa em 2 de Junho como uma fraca tempestade tropical. Logo depois, Barry se enfraqueceu para uma depressão tropical assim que começou a sua transição extratropical. Barry tornou-se totalmente extratropical ainda naquela tarde. No dia seguinte, o ciclone seguiu para o norte através da costa das Carolinas trazendo chuvas para os estados da costa leste dos Estados Unidos. Em 5 de Junho, seu núcleo seguiu para a costa atlântica do Canadá.
[editar] Tempestade tropical ChantalVer artigo principal: Tempestade tropical Chantal (2007)
Chantal Tempestade tropical (EFSS)
Duração 31 de Julho de 2007—1 de Agosto de 2007
Intensidade 45 nós (83 km/h, 52 mph) 1 min, 994 hPa (mbar)
Uma área de baixa pressão desenvolveu-se perto das Bahamas em 28 de Julho e lentamente se organizou enquanto seguia para norte-nordeste. Na madrugada de 31 de Julho, o sistema foi classificado pelo Centro Nacional de Furacões (NHC) como a depressão tropical Três, o terceiro da temporada, depois de manter áreas convecção de ar profunda perto de seu centro na maior parte do dia anterior. No mesmo dia, o sistema se fortaleceu para uma tempestade tropical ao sul da província da Nova Escócia, Canadá. O sistema tornou-se extratropical na madrugada de 1 de Agosto assim que seguia sobre águas mais frias em direção à ilha de Terra Nova, Canadá.
Em 1 de Agosto, enchentes foram relatadas na área entre Placentia e a capital da província da Terra Nova e Labrador, St. John's, onde cerca de 100 mm de chuva causou o adiamento da Royal St. John's Regatta. Mais de 150 mm de chuva caiu numa área que inclui a cidade de Whitbourne, de acordo com o Environment Canada.[22] A enchente mais severa aconteceu no sul da península de Avalon, onde dezenas de rodovias e residências foram inundadas, com o nível da água chegando a meio metro. Várias comunidades ficaram isoladas.[23] O serviço de balsa entre Argentia e North Sydney foi suspenso e uma balsa foi desviada para Port aux Basques.
Pelo menos cinco comunidades foi em torno das baías de Placentia e Conception ficaram em estado de emergência. O ministro canadense de Terra Nova e Labrador para assuntos municipais, Jack Byrne, requereu uma declaração federal para considerar as áreas afetadas pela tempestade como regiões de desastre natural. Os danos foram estimados em vários milhões de dólares, com pelo menos 4 milhões em prejuízos somente na cidade de Placentia.
[editar] Furacão DeanVer artigo principal: Furacão Dean
Dean Categoria 5 (EFSS)
Duração 13 de Agosto de 2007—23 de Agosto de 2007
Intensidade 150 nós (278 km/h, 173 mph) 1 min, 905 hPa (mbar)
Uma intensa onda tropical deixou a costa ocidental da África na segunda semana de Agosto. O sistema rapidamente se organizou e uma área de baixa pressão se formou em associação à onda em 12 de Agosto. No dia seguinte, a área de baixa pressão estava suficientemente organizada para ser declarada como uma depressão tropical, a quarta da temporada. A depressão formou-se a sudeste das ilhas do Cabo Verde e apresentava áreas de convecção profunda, embora confinadas à porção oeste de sua circulação devido ao cisalhamento do vento oriental.[24] Esperava-se que a depressão poderia ser intensificar nos dias posteriores[24] devido à diminuição do cisalhamento do vento e à alta temperatura da superfície do mar que criavam condições favoráveis para a intensificação tropical.[25] A depressão seguiu rapidamente para oeste, ao sul de uma alta subtropical,[26] escapando do cisalhamento do vento.[27]
Baseado em dados meteorológicos obtidos através de imagens de satélite no canal microondas e pelo satélite QuikSCAT, a depressão foi classificada pelo Centro Nacional de Furacões (NHC) como a tempestade tropical Dean em 14 de Agosto.[28] A tempestade continuou a se fortalecer durante aquela noite assim que ganhava organização,[29] e em 16 de Agosto, Dean foi classificado como um furacão, o primeiro da temporada de 2007.[30]
Em 17 de Agosto, o olho de Dean passou sobre as Pequenas Antilhas, no canal de Santa Lúcia, como um furacão de categoria 2 na escala de furacões de Saffir-Simpson.[31] Nas águas quentes do mar do Caribe, Dean rapidamente se fortaleceu para um catastrófico furacão de categoria 5, enfraquecendo-se ligeiramente para um furacão de categoria 4 devido a um ciclo de substituição da parede do olho. Dean passou logo ao sul da Jamaica como um furacão de categoria 4.[32] O NHC classificou novamente Dean como um furacão de categoria 5 na madrugada de 21 de Agosto[33] e naquela intensidade possivelmente catastrófica, Dean atingiu a península de Iucatã, no México, numa região conhecida como Costa Maia, ainda naquele dia.[34] Em terra, Dean se enfraqueceu para um furacão de categoria 1.
No mínimo 44 pessoas morreram devido à passagem do furacão Dean. Nenhum destas fatalidades, entretanto, foi atribuída quando Dean atingiu o México como um furacão de categoria 5 devido ao fato de que o local onde o furacão, que trouxe muita chuva e ventos fortíssimos, atingiu seja uma região de pouca densidade populacional, ao norte da baía de Chetumal, incluindo a reserva da biosfera de Sian Ka'an.
O nome Dean foi retirado oficialmente pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) em 13 de Maio de 2008 durante a sua reunião anual em Orlando, Flórida. O nome Dean foi substituído por Dorian na lista V da lista oficial de nomes de furacões atlânticos. Sendo assim, Dorian será usado pela primeira vez na temporada de furacões no Atlântico de 2013.[35]
[editar] Tempestade tropical ErinVer artigo principal: Tempestade tropical Erin (2007)
Erin Tempestade tropical (EFSS)
Duração 14 de Agosto de 2007—19 de Agosto de 2007
Intensidade 35 nós (65 km/h, 40 mph) 1 min, 1003 hPa (mbar)
Em 9 de Agosto, uma área de convecção desenvolveu-se logo ao sul da Jamaica em associação a um cavado de baixa pressão.[36] O sistema seguiu para oeste-noroeste, e em 10 de Agosto, se consistia de um grande cavado de superfície com atividade tempestuosa mínima.[37] As áreas de convecção aumentaram em 11 de Agosto[38] e no dia seguinte, a interação entre uma onda tropical e uma área de baixa pressão de altos níveis resultou numa grande área de tempestades desorganizadas, que se estendia do oeste do mar do Caribe até a porção central das Bahamas.[39] Os ventos de altos níveis gradualmente se tornaram mais favoráveis e em 13 de Agosto, uma grande área de baixa pressão se formou a cerca de 145 km a norte-nordeste de Cancún, México.[40] Na madrugada (UTC) de 14 de Agosto, um avião de reconhecimento da NOAA sobrevoou o sistema e observou um pequeno centro de circulação ciclônica, mas naquele momento, não estava suficientemente bem definido para que o Centro Nacional de Furacões (NHC) começasse a emitir avisos regulares sobre o sistema. Entretanto, as áreas de convecção profunda se mantiveram perto do centro, que aumentava em organização e, às 03:00 (UTC) de 15 de Agosto o NHC classificou o sistema como a quinta depressão da temporada de 2007, a cerca de 685 km a sudeste de Brownsville, Texas, Estados Unidos.[41]
Baseado nos dados do avião de reconhecimento, que investigou o sistema novamente, o NHC classificou o sistema como a tempestade tropical Erin em 15 de Agosto[42] Erin enfraqueceu-se para uma depressão tropical assim que atingiu a costa do golfo dos Estados Unidos, no estado do Texas, perto de Lamar, em 16 de Agosto,[43] e o NHC emitiu seu último aviso sobre o sistema pouco depois que Erin seguiu sobre terra. O Centro de Previsões Hidrometeorológicas (HPC) parou de monitora a depressão tropical Erin assim que o sistema perdeu seus ventos de superfície na tarde de 19 de Agosto.[44] Duas pessoas morreram quando um depósito foi destruído no Texas. No total, 18 pessoas morreram devido à passagem de Erin.
[editar] Furacão FelixVer artigo principal: Furacão Felix
Felix Categoria 5 (EFSS)
Duração 31 de Agosto de 2007—5 de Setembro de 2007
Intensidade 150 nós (278 km/h, 173 mph) 1 min, 929 hPa (mbar)
Em 31 de Agosto, uma área de distúrbios meteorológicos a leste das Pequenas Antilhas ficou suficientemente organizado para ser declarado pelo Centro Nacional de Furacões (NHC) como sendo a sexta depressão tropical da temporada de 2007.[45] Na manhã de 1 de Setembro, o sistema fortaleceu-se para a tempestade tropical Felix. Na madrugada do dia seguinte, Felix tornou-se um furacão. Mais tarde naquele dia, Felix se tornou o segundo furacão "maior" da temporada e rapidamente alcançou a intensidade de um furacão de categoria 5 ainda naquela noite. Depois, Felix se enfraqueceu para um furacão de categoria 4 devido a um ciclo de substituição da parede do olho, mas voltou a se fortalecer para um furacão de categoria 5. Felix atingiu a costa da Nicarágua com ventos sustentados em um minuto de 260 km/h em 4 de Setembro e rapidamente se enfraqueceu sobre terra e o último aviso sobre Felix foi emitido em 5 de Setembro.
O nome Felix foi retirado oficialmente pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) em 13 de Maio de 2008 durante a sua reunião anual em Orlando, Flórida. O nome Felix foi substituído por Fernand na lista V da lista oficial de nomes de furacões atlânticos. Sendo assim, Fernand será usado pela primeira vez na temporada de furacões no Atlântico de 2013.[35]
[editar] Tempestade tropical GabrielleVer artigo principal: Tempestade tropical Gabrielle (2007)
Gabrielle Tempestade tropical (EFSS)
Duração 7 de Setembro de 2007—11 de Setembro de 2007
Intensidade 50 nós (93 km/h, 58 mph) 1 min, 1004 hPa (mbar)
Um sistema extratropical perto da costa sudeste dos Estados Unidos ganhou características subtropicais e foi classificado pelo Centro Nacional de Furacões (NHC) como a tempestade subtropical Gabrielle na madrugada (UTC) de 8 de Setembro. Depois, a tempestade ganhou características tropicais e foi classificado pelo NHC como uma tempestade tropical. Depois de passar sobre os Outer Banks da Carolina do Norte, o sistema se enfraqueceu e se tornou uma depressão tropical em 10 de Setembro, sendo que o último aviso sobre o sistema foi emitido no dia seguinte, quando o sistema já não mais apresentava circulação ciclônica definida. Gabrielle trouxe 10 a 15 mm de chuva nas áreas imediatas ao local de onde a tempestade atingiu a costa. Foram relatados apenas danos mínimos e não houve fatalidades nem pessoas feridas.[46]
[editar] Tempestade tropical IngridVer artigo principal: Tempestade tropical Ingrid (2007)
Ingrid Tempestade tropical (EFSS)
Duração 12 de Setembro de 2007—17 de Setembro de 2007
Intensidade 40 nós (74 km/h, 46 mph) 1 min, 1002 hPa (mbar)
Ingrid formou-se de uma grande onda tropical que deixou a costa da África em 6 de Setembro. Naquele momento, o cisalhamento do vento inibiu o desenvolvimento da onda sobre o Atlântico tropical, até que, em 9 de Setembro, uma grande área de baixa pressão se desenvolveu no eixo da onda, a meio caminho entre a África e as Pequenas Antilhas. A onda tropical fortaleceu-se para a depressão tropical Oito a cerca de 1.815 km a leste das Pequenas Antilhas, em 12 de Setembro, praticamente ao mesmo tempo em que outro sistema se formou, que mais tarde se tornaria o furacão Humberto. O sistema desenvolveu-se lentamente e se tornou a tempestade tropical Ingrid na manhã de 13 de Setembro, apesar do forte cisalhamento do vento. Ingrid alcançou o pico de intensidade 12 horas depois, com ventos máximos sustentados em um minuto de 75 km/h. No entanto, o cisalhamento do vento de um cavado tropical de altos níveis logo enfraqueceu o ciclone; a tempestade voltou a ser uma depressão tropical em 15 de Setembro e, em 17 de Setembro, o Centro Nacional de Furacões (NHC) emitiu seu último aviso sobre Ingrid, no momento em que o sistema se degenerava numa onda aberta ao norte das Pequenas Antilhas. Ingrid foi a primeira tempestade que não ameaçou a costa da temporada de 2007, e não há registros de danos ou fatalidades associados ao sistema.[47]
[editar] Furacão HumbertoVer artigo principal: Furacão Humberto (2007)
Humberto Categoria 1 (EFSS)
Duração 12 de Setembro de 2007—14 de Setembro de 2007
Intensidade 80 nós (148 km/h, 92 mph) 1 min, 985 hPa (mbar)
Em 8 de Setembro, um fraco cavado de baixa pressão de superfície e uma área de baixa pressão de altos níveis produziram tempestades desorganizadas entre o oeste de Cuba e a parte leste do golfo do México.[48] A área de tempestades continuou a seguir para oeste-noroeste sobre o golfo e, em 12 de Setembro, as tempestades se organizaram suficientemente para serem classificados pelo Centro Nacional de Furacões (NHC) como a nona depressão tropical da temporada de 2007, a cerca de 100 km a sudeste de Matagorda, Texas, Estados Unidos.[49][50] A depressão rapidamente se intensificou e, em apenas três horas, o sistema se tornou a tempestade tropical Humberto.[51] Humberto começou a seguir para o norte, e depois para norte-nordeste, e continuou a se intensificar rapidamente. Na manhã de 13 de Setembro, um avião caçador de furacões coletou dados sobre Humberto e, com base nestes dados, o Centro Nacional de Furacões classificou o sistema como furacão enquanto o sistema se localizava a apenas 20 km da costa do Texas.[52] Por volta das 07:00 (UTC), Humberto atingiu a costa texana, perto de High Island, como um furacão de categoria 1.[53] Humberto rapidamente se enfraqueceu e seguiu para o sudoeste da Luisiana como uma tempestade tropical durante aquela tarde.[54]
Humberto causou alguns danos estruturais em High Island, Texas, e derrubou algumas árvores e postes na área entre Beaumont e Port Arthur.[55] Interrupções do fornecimento de eletricidade pararam a produção de quatro refinarias petrolíferas em Beaumont. Uma pessoa morreu quando a estrutura em frente à sua garagem desmoronou sobre ele em Bridge City.[55]
[editar] Depressão tropical DezVer artigo principal: Depressão tropical Dez (2007)
Depressão tropical Dez Depressão tropical (EFSS)
Duração 21 de Setembro de 2007—22 de Setembro de 2007
Intensidade 30 nós (56 km/h, 35 mph) 1 min, 1005 hPa (mbar)
A destruição causada por um tornado gerado pelo precursor da depressão tropical DezUma onda tropical, a mesma que previamente originou a tempestade tropical Ingrid, alcançou as Bahamas em 17 de Setembro, onde produziu áreas de tempestades desorganizadas. Ao mesmo tempo, uma frente fria ficou estacionária sobre a região central da Flórida e o noroeste do oceano Atlântico. Esta frente fria também gerou uma grande área de tempestades desorganizadas. Inicialmente, as duas áreas de convecção eram distinguíveis, mas em 18 de Setembro, estas duas áreas se uniram assim que uma área de baixa pressão de altos níveis se formou sobre a Flórida. Ainda envolvido pela área de baixa pressão de altos níveis, o sistema era formado por vórtices múltiplos assim que seguia para oeste, cruzando a Flórida e seguindo para o golfo do México. Um dos vórtices se tornou predominante sobre os outros, e o Centro Nacional de Furacões (NHC) classificou o sistema como a depressão subtropical Dez às 12:00 (UTC) de 21 de Setembro. O sistema foi classificado como subtropical devido ao efeito que a área de baixa pressão de altos níveis fazia sobre a circulação ciclônica do sistema. Três horas depois, o sistema se separou da área de baixa pressão de altos níveis assim que as áreas convecção se consolidavam, ganhando características tropicais e o sistema foi classificado pelo NHC como uma depressão tropical. À meia-noite (UTC) de 22 de Setembro, a depressão atingiu a costa dos Estados Unidos, nunca tendo atingindo a intensidade de tempestade tropical.[56]
Devido à ameaça da depressão, foram ordenadas evacuações em várias comunidades e o estado da Luisiana declarou estado de emergência. Várias empresas petrolíferas retiraram trabalhadores não-essenciais e pararam a produção em plataformas petrolíferas no golfo do México, causando a interrupção parcial da produção de petróleo e gás natural nos Estados Unidos. O sistema precursor da depressão gerou um tornado F1 na escala Fujita, que destruiu várias casas perto de Eustis, Flórida.[56]
[editar] Tempestade tropical JerryVer artigo principal: Tempestade tropical Jerry (2007)
Jerry Tempestade tropical (EFSS)
Duração 23 de Setembro de 2007—25 de Setembro de 2007
Intensidade 35 nós (65 km/h, 40 mph) 1 min, 1003 hPa (mbar)
Uma área de baixa pressão não-tropical formou-se em 21 de Setembro e seguiu erraticamente sobre o oceano Atlântico centro-norte por alguns dias, enquanto que as áreas de convecção associadas ao sistema se desenvolviam gradualmente. A atividade de trovoadas ficou mais bem definida e envolveu a área de baixa pressão. Por volta das 00:00 (UTC), o Centro Nacional de Furacões (NHC) classificou o sistema como a depressão subtropical Onze, a cerca de 1.710 km a oeste dos Açores. O sistema era associado a uma área de baixa pressão de altos níveis e a área de ventos mais fortes estava bem afastada do centro ciclônico do sistema. Estes fatores tornavam o sistema subtropical. O sistema rapidamente se fortaleceu, apesar do centro do sistema ainda não estar bem definido e haver outros centros ciclônicos menores embebidos na circulação. Baseado nestes dados, o NHC classificou o sistema como a tempestade subtropical Jerry no final daquela manhã, sendo que o sistema continuava muito longe da costa. A tempestade tornou-se totalmente tropical na manhã de 24 de Setembro, depois que as áreas de convecção se aproximaram do centro da circulação e o raio de ventos máximos diminuiu. Jerry se enfraqueceu ainda no mesmo dia assim que se moveu sobre águas mais frias. Uma frente fria aproximou-se da região, fazendo que Jerry acelerasse para nordeste. Com isso, Jerry voltou a ter força de tempestade tropical e alcançou seu pico de intensidade, com ventos máximos sustentados de 65 km/h na madrugada de 25 de Setembro.[57] Pouco depois, Jerry abriu-se num cavado de baixa pressão e se dissipou por volta das 00:00 (UTC) de 25 de Setembro.[58]
[editar] Furacão KarenVer artigo principal: Furacão Karen (2007)
Karen Categoria 1 (EFSS)
Duração 25 de Setembro de 2007—29 de Setembro de 2007
Intensidade 65 nós (120 km/h, 75 mph) 1 min, 988 hPa (mbar)
Na quarta semana de Setembro, uma grande onda tropical deixou a costa ocidental da África e seguiu para o sul das ilhas do Cabo Verde. O sistema lentamente se organizou e na manhã de 25 de Setembro, o sistema se tornou uma depressão tropical e, seis horas depois, o Centro Nacional de Furacões (NHC) classificou o sistema para uma tempestade tropical, dando-lhe o nome Karen. A princípio, a tempestade se desenvolveu lentamente, mas em 26 de Setembro, Karen rapidamente se intensificou, alcançando a intensidade de furacão na manhã daquele dia[59] antes que o cisalhamento do vento, que se fortalecia naquele momento, interrompesse a tendência intensificação e começar a enfraquecer a tempestade. Análises pós-tempestade afirmaram que Karen alcançou a intensidade de um furacão por um breve período.[60]
[editar] Furacão LorenzoVer artigo principal: Furacão Lorenzo (2007)
Lorenzo Categoria 1 (EFSS)
Duração 25 de Setembro de 2007—28 de Setembro de 2007
Intensidade 70 nós (130 km/h, 81 mph) 1 min, 990 hPa (mbar)
Uma onda tropical deixou a costa da África em 11 de Setembro[61] e em 21 de Setembro, uma área de convecção formou-se em associação a onda.[62] Uma grande área de baixa pressão formou-se também em associação a onda em 22 de Setembro.[63][64] O sistema seguiu sobre a península de Iucatã em 23 de Setembro[65] Nos dias seguintes, o sistema seguiu erraticamente sobre o sudoeste do golfo do México, mas as áreas de convecção associadas se mantiveram limitadas devido ao forte cisalhamento do vento de altos níveis.[66]
Durante a noite (UTC)de 25 de Setembro, um avião caçador de furacões sobrevoou o sistema, coletando dados. Com base nestes dados, o Centro Nacional de Furacões classificou o sistema como a décima terceira depressão tropical da temporada de 2007.[67] A depressão seguiu lentamente para o sul e para o sudeste, sobre a baía de Campeche. Em 27 de Setembro, o sistema experimentou uma rápida intensificação e a depressão se tornou a tempestade tropical Lorenzo por volta da meia-noite (UTC) daquele dia. A tendência de intensificação continuou e a tempestade logo se tornou um furacão horas mais tarde, menos de 7 horas depois de ter sido classificado como uma tempestade tropical.
Lorenzo atingiu a parte central do México na manhã de 28 de Setembro como um furacão de categoria 1. Pelo menos 5 fatalidades foram atribuídas a passagem de Lorenzo pelo México.
[editar] Tempestade tropical MelissaVer artigo principal: Tempestade tropical Melissa (2007)
Melissa Tempestade tropical (EFSS)
Duração 28 de Setembro de 2007—30 de Setembro de 2007
Intensidade 35 nós (65 km/h, 40 mph) 1 min, 1005 hPa (mbar)
Uma onda tropical deixou a costa ocidental da África em 26 de Setembro. No dia seguinte, uma área de baixa pressão se formou em associação à onda próximo das ilhas do Cabo Verde. Na manhã (UTC) de 28 de Setembro, as áreas de convecção associada ao sistema aumentaram muito rapidamente e o Centro Nacional de Furacões (NHC) classificou o sistema como a depressão tropical Quatorze por volta das 06:00 (UTC) daquele dia.[68][69] Na manhã do dia seguinte, a depressão continuou a se intensificar e se tornou a tempestade tropical Melissa, a oitava tempestade tropical dotada de nome a se formar em Setembro; apenas a temporada de 2002 também teve oito tempestades dotadas de nome em Setembro.[70] Mais tarde naquele dia, Melissa alcançou seu pico de intensidade, com ventos máximos sustentados de 65 km/h. A partir de então, a tempestade adentrou numa área com condições meteorológicas mais desfavoráveis para seu desenvolvimento, com forte cisalhamento do vento, que causou o enfraquecimento do sistema. A atividade de trovoadas diminuiu bruscamente e o NHC emitiu seu último aviso sobre o sistema em 30 de Setembro.
[editar] Depressão tropical QuinzeDepressão tropical Quinze Depressão tropical (EFSS)
Duração 11 de Outubro de 2007—12 de Outubro de 2007
Intensidade 30 nós (56 km/h, 35 mph) 1 min, 1011 hPa (mbar)
Uma grande e complexa perturbação tropical que se estendia entre o noroeste do mar do caribe e o noroeste do Oceano Atlântico norte se formou em 4 de Outubro. Uma área de baixa pressão de superfície formou-se na porção leste da perturbação em 8 de Outubro a cerca de 280 km a nordeste das ilhas Turks e Caicos. As áreas de convecção associadas ao sistema gradualmente se organizaram assim que a área de baixa pressão seguia para leste-nordeste. Por volta do meio-dia (UTC) de 11 de Outubro, o sistema se organizou e foi declarado como uma depressão tropical pelo Centro Nacional de Furacões (NHC) enquanto se localizava a cerca de 1.195 km a leste-sudeste das Bermudas. Depois de ter se tornado uma depressão tropical, o sistema começou a seguir para leste para leste e sua velocidade de deslocamento diminuiu. Pouco depois, a depressão começou a seguir para o norte brevemente em 12 de Setembro, no entanto, um cavado de baixa pressão de altos níveis seguiu sobre o ciclone no final de 11 de Outubro e causou forte cisalhamento do vento vertical. O cisalhamento do vento causou a dissipação das áreas de convecção profunda associadas à depressão e consequentemente a depressão degenerou para uma área de baixa pressão remanescente a cerca de 1.460 km a leste das Bermudas. O sistema remanescente seguiu para noroeste, e depois para nordeste, em 13 de Outubro e então se fundiu a um sistema frontal no dia seguinte. Isto causou a transição extratropical do sistema, que alcançou ventos máximos sustentados de até 85 km/h em 16 de outubro, e manteve esta intensidade até o dia seguinte, quando foi absorvido por outro ciclone extratropical maior ao norte dos Açores.[71]
[editar] Furacão NoelVer artigo principal: Furacão Noel
Noel Categoria 1 (EFSS)
Duração 28 de Outubro de 2007—2 de Novembro de 2007
Intensidade 70 nós (130 km/h, 81 mph) 1 min, 980 hPa (mbar)
Uma onda tropical que seguia sobre o Oceano Atlântico por vários dias se organizou na depressão tropical Dezesseis na madrugada (UTC) de 28 de Outubro.[72] A depressão inicialmente mostrava pouca organização, mas no final da tarde daquele dia, se fortaleceu rapidamente e se tornou a tempestade tropical Noel.[73] Noel seguiu para oeste-noroeste e posteriormente para norte-noroeste, ameaçando o Haiti e a República Dominicana. Assim que Noel seguia em direção a ilha de Hispaniola, sua circulação ciclônica começou a interagir com as altas montanhas da ilha. Esta interação causou a desorganização da tempestade.[74] Porém, o sistema trouxe chuvas torrenciais para os dois países que formam a ilha e causou a morte de 148 pessoas, principalmente devido a enchentes e deslizamentos de terra. Mais tarde, a tempestade deixou a costa do Haiti, mudando seu rumo para oeste-noroeste e posteriormente para oeste, atingindo Cuba.[75] Lá, Noel também trouxe chuvas torrenciais e muitos danos, mas não houve relatos de feridos nem mortos. Noel novamente mudou a sua direção de deslocamento, ameaçando as Bahamas. A passagem de Noel pelo país causou a morte de uma pessoa.[76] Após deixar as Bahamas, Noel fortaleceu-se ainda mais, se tornando um furacão por volta da meia-noite (UTC) de 2 de Novembro.[77] Pouco depois, o furacão atingiu o seu pico de intensidade, com ventos máximos sustentados de 130 km/h. Na noite do mesmo dia, Noel começou a passar sobre águas mais frias, perdendo suas características tropicais. Logo depois, o Centro Nacional de Furacões (NHC) emitiu seu último aviso sobre Noel, assim que o furacão começou a se tornar um forte ciclone extratropical.[78] Mesmo sendo um sistema extratropical, seus ventos sustentados atingiram 140 km/h na manhã de 3 de Novembro. No total, Noel causou a morte de 148 pessoas. Noel atingiu o sudeste do Canadá como um ciclone extratropical, com rajadas de ventos de até 180 km/h. Boa parte da região ficou sem eletricidade durante a passagem do ciclone. Em algumas regiões, Noel tornou-se uma forte tempestade de neve. O sistema dissipou-se totalmente sobre a região central da Groenlândia em 4 de Novembro.
O nome Noel foi retirado oficialmente pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) em 13 de Maio de 2008 durante a sua reunião anual em Orlando, Flórida. O nome Noel foi substituído por Nestor na lista V da lista oficial de nomes de furacões atlânticos. Sendo assim, Nestor será usado pela primeira vez na temporada de furacões no Atlântico de 2013.[35]
[editar] Tempestade tropical OlgaVer artigo principal: Tempestade tropical Olga (2007)
Olga Tempestade tropical (EFSS)
Duração 10 de Dezembro de 2007—12 de Dezembro de 2007
Intensidade 50 nós (93 km/h, 58 mph) 1 min, 1003 hPa (mbar)
Em 8 de Dezembro, o Centro Nacional de Furacões (NHC) emitiu um alerta especial de perturbação tropical, alertando que o sistema poderia se tornar uma tempestade tropical ou subtropical. De fato, em 10 de Dezembro, o sistema se tornou a tempestade subtropical Olga. As bandas externas de tempestade atingiram Porto Rico e o centro passou sobre a ilha da Hispaniola no dia seguinte. No final daquela noite, um avião caçador de furacões sobrevoou a tempestade e relatou ventos próximos ao centro do sistema, que indicavam que Olga tinha se tornado uma tempestade tropical. O sistema causou chuvas e ventos fortes sobre a Hispaniola, Cuba, sul das Bahamas e Turks e Caicos, causando a morte de 40 pessoas; 37 na República Dominicana, 1 em Porto Rico e 2 no Haiti.
[editar] Nomes das tempestadesOs seguintes nomes serão usados para nomear os ciclones tropicais na bacia do Oceano Atlântico norte em 2007.[79] Os nomes que foram definitivamente retirados da lista foram anunciados pela Organização Meteorológica Mundial na primavera (outono no hemisfério sul) de 2008, que foram Dean, Felix e Noel, que foram substituídos por Dorian, Fernand e Nestor, que serão usados na lista de nomes dos furacões para a temporada de 2013.[35] Os nomes que não foram retirados desta lista também serão usados novamente na temporada de furacões no Atlântico de 2013. Esta lista é a mesma da temporada de furacões no Atlântico de 2001, exceto Andrea, Ingrid e Melissa, que substituíram Allison, Iris e Michelle, respectivamente. Os nomes que não foram usados estão marcados em cinza.
Andrea
Barry
Chantal
Dean
Erin
Felix
Gabrielle
Humberto
Ingrid
Jerry
Karen
Lorenzo
Melissa
Noel
Olga
Pablo (Sem usar)
Rebekah (Sem usar)
Sebastien (Sem usar)
Tanya (Sem usar)
Van (Sem usar)
Wendy (Sem usar)
[editar] Ver também A Wikipédia possui o portal:
Portal de meteorologia
{{{Portal2}}}
{{{Portal3}}}
{{{Portal4}}}
{{{Portal5}}}
Lista de furacões no Pacífico
Lista de furacões no Atlântico
Temporada de furacões no Pacífico de 2007
Temporada de tufões no Pacífico de 2007
Temporada de ciclones no Oceano Índico norte de 2007
Temporada de ciclones no Oceano Índico sudoeste de 2007-08
Temporada de ciclones na região da Austrália de 2007-08
Temporada de ciclones no Pacífico sul de 2007-08
Referências↑ a b c d Philip J. Klotzbach e William M. Gray (08/12/2006). Extended Range Forecast of Atlantic Seasonal Hurricane Activity and U.S. Landfall Strike Probability for 2007 (em inglês). Universidade do Estado do Colorado. Página visitada em 08/12/2006.
↑ a b Centro de Previsões Climáticas (CPC) (08/08/2006). Bachground Information: The North Atlantic Hurricane Season (em inglês). National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA). Página visitada em 08/12/2006.
↑ a b Colorado State forecast team calls for very active 2007 hurricane season (em inglês). Universidade do Estado do Colorado (03/04/2007). Página visitada em 03/04/2007.
↑ a b Philip J. Klotzbach e William M. Gray (03/04/2007). Extended Range Forecast of Atlantic Seasonal Hurricane Activity and U.S. Landfall Strike Probability for 2007 (em inglês). Universidade do Estado do Colorado. Página visitada em 03/04/2007.
↑ National Oceanic and Atmospheric Administration(NOAA) (22/05/2007). NOAA Predicts Above Normal 2007 Atlantic Hurricane Season (em inglês). National Oceanic and Atmospheric Administration. Página visitada em 22/05/2007.
↑ Philip J. Klotzbach e William M. Gray (31/05/2007). Extended Range Forecast of Atlantic Seasonal Hurricane Activity and U.S. Landfall Strike Probability for 2007 (em inglês). Universidade do Estado do Colorado. Página visitada em 31/05/2007.
↑ a b UK Met Office (16/06/2007). Met Office: Tropical cyclone forecast verification (em inglês). UK Met Office. Página visitada em 24/06/2007.
↑ Philip J. Klotzbach e William M. Gray (03/08/2007). Extended Range Forecast of Atlantic Seasonal Hurricane Activity and U.S. Landfall Strike Probability for 2007 (PDF) (em inglês). Universidade do Estado do Colorado. Página visitada em 03/08/2007.
↑ National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) (09/08/2007). NOAA updates Atlantic hurricane season outlook. National Oceanic and Atmospheric Administration. Página visitada em 09/08/2008.
↑ Philip J. Klotzbach e William M. Gray (04/09/2008). Forecast of Atlantic Hurricane Activity For September And October 2007 And Seasonal Update Through August (PDF) (em inglês). Universidade do Estado do Colorado. Página visitada em 04/09/2007.
↑ Philip J. Klotzbach e William M. Gray (02/10/2007). Forecast of Atlantic Hurricane Activity For October And November 2007 And Seasonal Update Through September (PDF) (em inglês). Universidade do Estado do Colorado. Página visitada em 02/10/2007.
↑ a b Tropical storms & Hurricanes in the off season! (em inglês). Página visitada em 17/09/2008.
↑ Knabb (2007). Subtropical Storm Andrea Discussion Two.
↑ Centro Nacional de Furacões (11/05/2007). Tropical Weather Discussion (em inglês). Página visitada em 11/05/2008.
↑ Brown (2007). May 9 Special Tropical Disturbance Statement (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 09/05/2007.
↑ Tanya Caldwell (2007). Holly Hill surfer drowns after taking on 'gigantic wave' in New Smyrna Beach - Orlando Sentinel - Volusia County News (em inglês). Orlando Sentinel. Página visitada em 10/05/2007.
↑ Centro Nacional de Furacões (1/06/2007). Tropical Weather Outlook (em inglês). Página visitada em 01/06/2007.
↑ a b Kevin Spear and Jim Stratton (12/05/2008). 'Fire of a lifetime' hits North Florida (em inglês). Orlando Sentinel. Página visitada em 13/05/2008.
↑ Equipe de Redação (2007). Subtropical storm Andrea is swirling off the north Florida coastline (em inglês). The Bradenton Herald. Página visitada em 09/05/2007.
↑ Equipe de Redação da CNN (2007). Atlantic's first named storm whips up wildfires (em inglês). CNN. Página visitada em 10/05/2007.
↑ Escritório regional do Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos em Tallahassee, Flórida. Drought Information Statement (em inglês).
↑ Toronto Star. Storm pummels Newfoundland (em inglês). Página visitada em 21/09/2008.
↑ Canwest News Service. Chantal leaves 'havoc' behind in Newfoundland (em inglês). Página visitada em 21/09/2008.
↑ a b Knabb (2007). Tropical Depression Four Discussion One (em inglês). Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 14/08/2007.
↑ Knabb (2007). Tropical Depression Four Discussion Two (em inglês). Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 14/08/2007.
↑ Brown/Franklin (2007). Tropical Depression Four Discussion Three (em inglês). Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 14/08/2007.
↑ Rhome (2007). Tropical Depression Four Discussion Four. centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 14/08/2007.
↑ Avila (2007). Tropical Storm Dean Discussion Five (em inglês). Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 14/08/2007.
↑ Beven (2007). Tropical Storm Dean Discussion Eight (em inglês). Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 15/08/2007.
↑ Beven (2007). Tropical Storm Dean Discussion Twelve (em inglês). Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 16/08/2007.
↑ Avila (2007). Hurricane Dean Discussion Seventeen (em inglês). Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 17/08/2007.
↑ Knabb (2007). Hurricane Dean Intermediate Advisory Nineteen 'A' (em inglês). Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 17/08/2007.
↑ Knabb (2007). Hurricane Dean Tropical Cyclone Update (em inglês). Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 20/08/2007.
↑ Pasch/Brown (2007). Hurricane Dean Tropical Cyclone Discussion Thirty-three (em inglês). Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 21/08/2007.
↑ a b c d NOAA (13 de Maio de 2008). Dean, Felix and Noel "Retired" from List of Storm Names (em inglês).
↑ Beven (2007). August 9 Tropical Weather Outlook (em inglês). Página visitada em 14/08/2007.
↑ Beven (2007). August 10 Tropical Weather Outlook (em inglês). Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 14/08/2007.
↑ Rhome (2007). August 11 Tropical Weather Outlook (em inglês). Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 14/08/2007.
↑ Blake (2007). August 12 Tropical Weather Outlook (em inglês). Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 14/08/2007.
↑ Knabb/Blake (2007). August 13 Tropical Weather Outlook (em inglês). Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 14/08/2007.
↑ Franklin (2007). Tropical Depression Five Discussion One (em inglês). Página visitada em 14/08/2007.
↑ Avila (2007). Tropical Storm Erin Tropical Cyclone Update. Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 15/08/2008.
↑ Avila (2007). Tropical Storm Erin Intermediate Advisory 7a (em inglês). Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 16/08/2007.
↑ Avila (2007). Tropical Storm Erin Advisory 8. Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 16/08/2007.
↑ Blake/Avila (31/08/2007). Tropical Depression Six Public Advisory One (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 31/08/2007.
↑ Jerry Allegood (2007). Gabrielle's brush with N.C. coast gentle (em inglês). The News & Observer.
↑ Michelle Mainelli (17/10/2007). Tropical Cyclone Report - Tropical Storm Ingrid (PDF) (em inglês). Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 29/09/2008.
↑ Beven (2007). September 8 Tropical Weather Outlook (em inglês). Centro Nacional de Furacões (NHC). Página visitada em 12/09/2007.
↑ Rhome (2007). September 10 Tropical Weather Outlook (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 12/09/2007.
↑ Franklin (2007). Tropical Depression Nine Discussion One (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 12/09/2007.
↑ Franklin (2007). Tropical Storm Humberto Public Advisory One-A. Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 12/09/2007.
↑ Mainelli & Avila (2007). Hurricane Humberto Special Discussion Four (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 13/09/2007.
↑ Mainelli & Avila (2007). Hurricane Humberto Discussion Five (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 13/09/2007.
↑ Franklin (2007). Tropical Storm Humberto Discussion Six (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 13/09/2007.
↑ a b Gallaspy, Beth (13/09/2008). Hurricane Humberto hammers SE Texas, kills Bridge City man (em inglês). The Beaumont Enterprise. Página visitada em 13/09/2007.
↑ a b Rhome, Jamie R. (Atualizado em 27/03/2008). Tropical Cyclone Repor Tropical Depression Ten (PDF) (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 04/10/2008.
↑ Avila, Lixion A. (24/10/2007). Tropical Cyclone Report Tropical Storm Jerry (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 07/10/2008.
↑ Franklin (25/09/2008). TROPICAL STORM JERRY DISCUSSION NUMBER 8 (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 07/10/2008.
↑ Blake (26/08/2007). TROPICAL STORM KAREN DISCUSSION NUMBER 9 (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 09/10/2008.
↑ Pasch, Richard J. (27/11/2007). Tropical Cyclone Report Hurricane Karen (PDF) (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 09/10/2008.
↑ Franklin, James L. (18/10/2007). Tropical Cyclone Report Hurricane Lorenzo (PDF) (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 11/10/2008.
↑ Knabb (2007). September 21 11:30 a.m. Tropical Weather Outlook (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 26/09/2007.
↑ Beven (2007). September 22 5:30 a.m. Tropical Weather Outlook (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 26/09/2007.
↑ Avila e Blake (2007). September 22 5:30 p.m. Tropical Weather Outlook (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 26/09/2007.
↑ Knabb e Rhome (2007). September 23 5:30 a.m. Tropical Weather Outlook (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 26/09/2008.
↑ Franklin e Brown (2007). September 24 5:30 p.m. Tropical Weather Outlook (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 26/09/2008.
↑ Franklin (2007). Tropical Depression Thirteen Discussion 1 (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 26/09/2007.
↑ Knabb, Richard D. (13/10/2007). Tropical Cyclone Report Tropical Storm Melissa (PDF) (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 15/10/2008.
↑ Avila (2007). Tropical Depression Fourteen Discussion 1 (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 29/09/2007.
↑ Knabb (2007). Tropical Storm Melissa Discussion 4. Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 29/09/2007.
↑ Beven, Jack (22/11/2007). Tropical Cyclone Report Tropical Depression Fifteen (PDF) (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 18/10/2008.
↑ Beven (27/10/2007). TROPICAL DEPRESSION SIXTEEN ADVISORY NUMBER 1 (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 25/10/2008.
↑ Knabb (28/10/2007). TROPICAL STORM NOEL TROPICAL CYCLONE UPDATE (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 25/10/2008.
↑ Mainelli/Knabb (29/10/2007). TROPICAL STORM NOEL INTERMEDIATE ADVISORY NUMBER 7A (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 25/10/2008.
↑ Avila (30/10/2007). TROPICAL STORM NOEL DISCUSSION NUMBER 11 (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 25/10/2008.
↑ Noel Becomes Hurricane; Toll at 115 (em inglês). ABC News. Página visitada em 25/10/2008.
↑ Avila (02/11/2007). HURRICANE NOEL DISCUSSION NUMBER 22 (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 25/10/2008.
↑ Landsea/Franklin (02/11/2007). HURRICANE NOEL DISCUSSION NUMBER 25 (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 25/10/2008.
↑ Worldwide Tropical Cyclone Names (em inglês). Centro Nacional de Furacões. Página visitada em 26/10/2008.
[Esconder]v • eTemporadas de furacões no Atlântico
1851 • 1852 • 1853 • 1854 • 1855 • 1856 • 1857 • 1858 • 1859 • 1860 • 1861 • 1862 • 1863 • 1864 • 1865 • 1866 • 1867 • 1868 • 1869 • 1870
1871 • 1872 • 1873 • 1874 • 1875 • 1876 • 1877 • 1878 • 1879 • 1880 • 1881 • 1882 • 1883 • 1884 • 1885 • 1886 • 1887 • 1888 • 1889 • 1890
1891 • 1892 • 1893 • 1894 • 1895 • 1896 • 1897 • 1898 • 1899 • 1900 • 1901 • 1902 • 1903 • 1904 • 1905 • 1906 • 1907 • 1908 • 1909 • 1910
1911 • 1912 • 1913 • 1914 • 1915 • 1916 • 1917 • 1918 • 1919 • 1920 • 1921 • 1922 • 1923 • 1924 • 1925 • 1926 • 1927 • 1928 • 1929 • 1930
1931 • 1932 • 1933 • 1934 • 1935 • 1936 • 1937 • 1938 • 1939 • 1940 • 1941 • 1942 • 1943 • 1944 • 1945 • 1946 • 1947 • 1948 • 1949 • 1950
1951 • 1952 • 1953 • 1954 • 1955 • 1956 • 1957 • 1958 • 1959 • 1960 • 1961 • 1962 • 1963 • 1964 • 1965 • 1966 • 1967 • 1968 • 1969 • 1970
1971 • 1972 • 1973 • 1974 • 1975 • 1976 • 1977 • 1978 • 1979 • 1980 • 1981 • 1982 • 1983 • 1984 • 1985 • 1986 • 1987 • 1988 • 1989 • 1990
1991 • 1992 • 1993 • 1994 • 1995 • 1996 • 1997 • 1998 • 1999 • 2000 • 2001 • 2002 • 2003 • 2004 • 2005 • 2006 • 2007 • 2008 • 2009 • 2010
2011
Ciclones tropicais da Temporada de furacões no Atlântico de 2007
A B C D E F G H I 10 J K L M 15 N O
Escala de Furacões de Saffir-Simpson
DT TS TT 1 2 3 4 5
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Temporada_de_furacões_no_Atlântico_de_2007&oldid=29307244"
Categorias: Temporadas de ciclones tropicais2007Categoria oculta: !Artigos destacados na Wikipédia em inglês
Ferramentas pessoaisCriar conta Entrar Espaços nominaisArtigo Discussão VariantesVistasLer Editar Ver histórico AçõesBusca NavegaçãoPágina principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro ColaboraçãoBoas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Estaleiro Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportarCriar um livroDescarregar como PDFVersão para impressãoFerramentasPáginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Ligação permanente Citar esta página Noutras línguasDeutsch English Español Euskara Suomi Français Nederlands norsk (bokmål) Русский Simple English Svenska 中文 Esta página foi modificada pela última vez à(s) 23h23min de 14 de março de 2012.
Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-Partilha nos Mesmos Termos 3.0 não Adaptada (CC BY-SA 3.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Consulte as condições de uso para mais detalhes.
Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Versão móvel
COPYRIGHT WIKIPÉDIA
Assinar:
Postagens (Atom)