Tipografia
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Catálogo tipográfico da Caslon, de William Caslon, 1732A tipografia (do grego typos — "forma" — e graphein — "escrita") é a arte e o processo de criação na composição de um texto, física ou digitalmente. Assim como no design gráfico em geral, o objetivo principal da tipografia é dar ordem estrutural e forma à comunicação impressa. Por analogia, tipografia também passou a ser um modo de se referir à gráfica que usa uma prensa de tipos móveis.
Índice [esconder]
1 Visão geral
2 Invenção da imprensa
3 Tipografias famosas
4 Referências
5 Ver também
[editar] Visão geral
Na maioria dos casos, uma composição tipográfica deve ser especialmente legível e visualmente envolvente, sem desconsiderar o contexto em que é lido e os objetivos da sua publicação. Em trabalhos de design gráfico experimental (ou de vanguarda) os objetivos formais extrapolam a funcionalidade do texto, portanto questões como legibilidade, nesses casos, podem acabar sendo relativas.
No uso da tipografia o interesse visual é realizado através da escolha adequada de fontes tipográficas, composição (ou layout) de texto, a sensibilidade para o tom do texto e a relação entre texto e os elementos gráficos na página. Todos esses fatores são combinados para que o layout final tenha uma “atmosfera” ou “ressonância” apropriada ao conteúdo abordado. No caso da mídia impressa, designers gráficos (ou seja, os tipógrafos) costumam se preocupar com a escolha do papel adequado, da tinta e dos métodos de impressão.
Por muito tempo o trabalho com a tipografia, como atividade projetual e industrial gráfica, era limitado aos tipógrafos (técnicos ou designers especializados), mas com o advento da computação gráfica a tipografia ficou disponível para designers gráficos em geral e leigos. Hoje qualquer um pode escolher uma fonte (tipo de letra) e compor um texto simples em um processador de texto. Mas essa democratização tem um preço, pois a falta de conhecimento e formação adequada criou uma proliferação de textos mal diagramados e fontes tipográficas mal desenhadas. Talvez os melhores exemplos desse fenômeno possam ser encontrados na internet.
O conhecimento adequado do uso da tipografia é essencial aos designers que trabalham com diagramação, ou seja, na relação de texto e imagem. Logo a tipografia é um dos pilares do design gráfico e uma matéria necessária aos cursos de design. Para o designer que se especializa nessa área, a tipografia costuma se revelar um dos aspectos mais complexos e sofisticados do design gráfico.
Prensa mecânica em uso, xilogravura, 1568[editar] Invenção da imprensa
A tipografia clássica baseia-se em pequenas peças de madeira ou metal com relevos de letras e símbolos — os tipos móveis. Tipos rudimentares foram inventados inicialmente pelos chineses. Mas, no século XV, foram redescobertos, por Johann Gutenberg, com a invenção da prensa tipográfica. A diferença entre os tipos chineses e os de Gutenberg é que os primeiros não eram reutilizáveis. A reutilização dos mesmos tipos para compor diferentes textos mostrou-se eficaz e é utilizada até aos dias de hoje, constituindo a base da imprensa durante muitos séculos. Essa revolução que deu início à comunicação em massa, foi cunhada pelo teórico Marshall McLuhan como o início do “homem tipográfico”.
Mesmo com o advento dos computadores e da edição eletrônica de texto, a tipografia permanece viva nas formatações, estilos e grafias.
[editar] Tipografias famosas
Ver artigo principal: Lista de famílias tipográficas
As seguintes são famílias tipográficas célebres na história do design gráfico.
Arial
Bodoni
Comic Sans MS
Frutiger
Futura
Garamond
Gill Sans
Helvetica
Times new roman
Univers
O Wikimedia Commons possui multimedia sobre TipografiaO Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Tipografia.O Wikcionário possui o verbete Tipografia[editar] Referências
LUPTON, Ellen. Pensar com Tipos: Um guia para designers, escritores, editores e estudantes. Cosac & Naify, 2006.
RUDER, Emil. Typography: a manual of design. Suíça: Zollikofer et co. ag, 1967.
[editar] Ver também
Lista de tipógrafos
Design
Design gráfico • Design de produto • Web design • Interação • Design automobilístico • Design de embalagem • Design de mobiliário • Design de moda • Tipografia
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Categorias: Tipografia | Design gráfico
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sábado, 31 de julho de 2010
2491 - A INVENÇÃO A IMPRENSA
Johannes Gutenberg
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Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg
Nascimento cerca de 1398
Mainz, Arcebispado de Mogúncia
Morte 3 de fevereiro de 1468 (aprox. 70 anos)
Mainz, Arcebispado de Mogúncia
Ocupação gravador, gráfico, inventor
João Gutenberg, ou Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg (Mogúncia, c. 1398 - 3 de Fevereiro de 1468) foi um inventor e gráfico alemão que introduziu a forma moderna de impressão de livros, que possibilitou a divulgação e cópia muito mais rápida de livros e jornais. Sua invenção do tipo mecânico móvel para impressão começou a Revolução da Imprensa e é amplamente considerado o evento mais importante do período moderno.[1] Teve um papel fundamental no desenvolvimento da Renascença, Reforma e na Revolução Científica e lançou as bases materiais para a moderna economia baseada no conhecimento e a disseminação da aprendizagem em massa.
Gutenberg foi o primeiro europeu a usar a impressão por tipos móveis, por volta de 1439, e o inventor global da prensa móvel. Entre suas muitas contribuições para a impressão estão: a invenção de um processo de produção em massa de tipo móvel, a utilização de tinta a base de óleo e ainda a utilização de uma prensa de madeira similar à prensa de parafuso agrícola do período. Sua invenção verdadeiramente memorável foi a combinação desses elementos em um sistema prático que permitiu a produção em massa de livros impressos e que era economicamente rentável para gráficas e leitores. O método de Gutenberg para fazer tipos é tradicionalmente considerado ter incluído uma liga de tipo de metal e um molde manual para a confecção do tipo.
O uso de tipos móveis foi um marcante aperfeiçoamento nos manuscritos, que era o método então existente de produção de livros na Europa, e na impressão em blocos de madeira, revolucionando o modo de fazer livros na Europa. A tecnologia de impressão de Gutenberg espalhou-se rapidamente por toda a Europa e mais tarde pelo mundo.
Sua obra maior, a Bíblia de Gutenberg (também conhecida como a Bíblia de 42 linhas), foi aclamada pela sua alta estética e qualidade técnica.
Índice [esconder]
1 Biografia
2 Notas
3 Ver também
4 Ligações externas
[editar] Biografia
Gutenberg em uma gravura em cobre do século XVI.Gutenberg nasceu na cidade alemã de Mainz, filho mais novo do rico comerciante Friele Gensfleisch zur Laden e sua segunda esposa Else Wyrich, que era filha de um comerciante. De acordo com alguns relatos, Friele foi um ourives do bispo de Mainz, mas mais provavelmente sua atividade era o comércio de roupas[2] O ano de nascimento de Gutenberg não é precisamente conhecido, mas provavelmente foi em torno de 1398.
John Lienhard, historiador de tecnologia, diz que "a maior parte dos primeiros anos de Gutenberg é um mistério. Seu pai trabalhou com a casa da moeda eclesiástica. Gutenberg cresceu conhecendo o comércio da ourivesaria."[3] Isto condiz com o historiador Heinrich Wallau, que acrescenta: "Nos séculos XIV e XV seus descendentes reivindicaram uma posição hereditária como ... mestre da Casa da Moeda do arcebispo. Nesta qualidade, sem dúvida adquiriram grande conhecimento e habilidade técnica no trabalho de metais. Forneceram a fonte do metal a ser cunhado, mudaram várias espécies de moedas e tinham um assento no Tribunal de Assize em casos de falsificação."[4]
Seu pai adotaria mais tarde o nome "zum Gutenberg", homônimo da comunidade para onde a família se tinha transferido.
Desde jovem revelou uma forte inclinação pela leitura, lendo todos os livros que os pais possuíam em casa. Os livros, na época, eram escritos à mão, por monges, alunos e escribas e cada exemplar demorava meses a ser preparado, sendo o seu preço elevadíssimo e inacessível para a maioria das pessoas.
Trabalhou como joalheiro, onde dominou a arte da construção de moldes e da fundição de ouro e prata; por essa experiência os seus tipos eram excelentes, inclusive artisticamente.
Em 1434, Gutenberg mudou-se para Estrasburgo onde permaneceu vários anos. Depois de regressar à Mogúncia, associou-se com um comerciante que o financiou para realizar a impressão da Bíblia.
Não se conhece muito sobre os últimos anos da vida de Gutenberg. Sabe-se que morreu a 3 de fevereiro de 1468.
Gutenberg é considerado o inventor dos tipos móveis de chumbo fundido, mais duradouros e resistentes do que os fabricados em madeira, e portanto reutilizáveis que conferiram uma enorme versatilidade ao processo de elaboração de livros e outros trabalhos impressos e permitiram a sua massificação.
A imprensa é outra das contribuições de Gutenberg; com anterioridade se tinham empregado, também desde a época de Suméria, discos ou cilindros sobre os quais se tinha lavrado o negativo do texto a imprimir que geralmente era só a rubrica do dono do cilindro e outorgava certeza de autenticidade às tabletas que a levavam. As imprensas na Idade Média eram simples tabelas gordas e pesadas ou blocos de pedra que se apoiavam sobre a matriz de impressão já entintada para transferir sua imagem ao pergaminho ou papel. A imprensa de Gutenberg é uma adaptação daquelas usadas para espremer o suco das uvas na fabricação do vinho, com as quais Gutenberg estava familiarizado, pois Mogúncia, onde nasceu e viveu, está no vale do Reno, uma região vinícola desde a época dos romanos.
Um exemplar da Bíblia de Gutenberg na Biblioteca do Congresso em Washington D.CDepois da invenção dos tipos e a adaptação da prensa vinícola, Gutenberg seguiu experimentando com a imprensa até conseguir um aparelho funcional. Também pesquisou sobre o papel e as tintas. Uns e outras tinham que se comportar de tal modo que as tintas se absorvessem pelo papel sem escorrer-se, assegurando a precisão dos traços; precisava-se que o secagem fosse rápida e a impressão permanente. Por isso, Gutenberg experimentou com pigmentos a base de azeite, que não só usou para imprimir com as matrizes, senão também para as capitulares e ilustrações que se realizavam manualmente- e com o papel de trapo de origem chinesa introduzido na Europa em sua época.
O primeiro livro impresso por Gutenberg foi a Bíblia, processo que se iniciou cerca de 1450 e que terá terminado cinco anos depois em Março de 1455.[5]
Para comprovar a magnificência deste inventor alemão do século XV, realiza-se anualmente, nos EUA, o "Festival Gutenberg" - uma espécie de Feira de demonstrações e inovações nas áreas do desenho gráfico, da impressão digital, da publicação e da conversão de texto - que só comprova que a invenção do mestre Gutenberg consegue, ainda hoje, cultivar seguidores que, da sua experiência-base, tentam superar o invento e adaptar as tecnologias modernas às exigentes necessidades do mundo actual.
Notas
↑ Veja Pessoas do Milênio para uma visão geral da ampla aclamação. Em 1999, o A&E Network classificou Gutenberg como o nº 1 em sua relação das "Pessoas do Milênio". Em 1997, a revista Time-Life escolheu a invenção de Gutenberg como a mais importante do segundo milênio; o mesmo fizeram quatro jornalistas de destaque nos Estados Unidos em 1998 ao relacionar Mil Anos, 1000 Pessoas: Ranking dos Homens e Mulheres que Moldaram o Milênio. O verbete Johann Gutenberg da Catholic Encyclopedia descreve sua invenção como tendo um impacto cultural praticamente sem paralelo na Era Cristã.
↑ Hanebutt-Benz, Eva-Maria. Gutenberg and Mainz. Página visitada em 2006-11-24.
↑ Lienhard, John H. [1]
↑ Wallau, Heinrich. Johann Gutenberg. The Catholic Encyclopedia. Vol. 7. New York: Robert Appleton Company, 1910. [2]
↑ Universidade do Texas
[editar] Ver também
Bíblia de Gutenberg
Tipografia
Projeto Gutenberg, uma biblioteca digital com mais de 20 mil obras em diversas línguas (incluindo o português)
[editar] Ligações externas
The Digital Gutenberg Project: A Bíblia de Gutenberg em 1,300 imagens digitais, cada página da cópia da Universidade do Texas em Austin.
Um panorama histórico da imprensa no Silk Road site.
English homepage of the Gutenberg-Museum Mainz, Alemanha.
Biographie de Johannes Gutenberg, inventeur de l'Imprimerie (biografia em francês de Gutenberg no sítio Histoire et Geographie).
[Esconder]v • eBiografias
A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
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Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg
Nascimento cerca de 1398
Mainz, Arcebispado de Mogúncia
Morte 3 de fevereiro de 1468 (aprox. 70 anos)
Mainz, Arcebispado de Mogúncia
Ocupação gravador, gráfico, inventor
João Gutenberg, ou Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg (Mogúncia, c. 1398 - 3 de Fevereiro de 1468) foi um inventor e gráfico alemão que introduziu a forma moderna de impressão de livros, que possibilitou a divulgação e cópia muito mais rápida de livros e jornais. Sua invenção do tipo mecânico móvel para impressão começou a Revolução da Imprensa e é amplamente considerado o evento mais importante do período moderno.[1] Teve um papel fundamental no desenvolvimento da Renascença, Reforma e na Revolução Científica e lançou as bases materiais para a moderna economia baseada no conhecimento e a disseminação da aprendizagem em massa.
Gutenberg foi o primeiro europeu a usar a impressão por tipos móveis, por volta de 1439, e o inventor global da prensa móvel. Entre suas muitas contribuições para a impressão estão: a invenção de um processo de produção em massa de tipo móvel, a utilização de tinta a base de óleo e ainda a utilização de uma prensa de madeira similar à prensa de parafuso agrícola do período. Sua invenção verdadeiramente memorável foi a combinação desses elementos em um sistema prático que permitiu a produção em massa de livros impressos e que era economicamente rentável para gráficas e leitores. O método de Gutenberg para fazer tipos é tradicionalmente considerado ter incluído uma liga de tipo de metal e um molde manual para a confecção do tipo.
O uso de tipos móveis foi um marcante aperfeiçoamento nos manuscritos, que era o método então existente de produção de livros na Europa, e na impressão em blocos de madeira, revolucionando o modo de fazer livros na Europa. A tecnologia de impressão de Gutenberg espalhou-se rapidamente por toda a Europa e mais tarde pelo mundo.
Sua obra maior, a Bíblia de Gutenberg (também conhecida como a Bíblia de 42 linhas), foi aclamada pela sua alta estética e qualidade técnica.
Índice [esconder]
1 Biografia
2 Notas
3 Ver também
4 Ligações externas
[editar] Biografia
Gutenberg em uma gravura em cobre do século XVI.Gutenberg nasceu na cidade alemã de Mainz, filho mais novo do rico comerciante Friele Gensfleisch zur Laden e sua segunda esposa Else Wyrich, que era filha de um comerciante. De acordo com alguns relatos, Friele foi um ourives do bispo de Mainz, mas mais provavelmente sua atividade era o comércio de roupas[2] O ano de nascimento de Gutenberg não é precisamente conhecido, mas provavelmente foi em torno de 1398.
John Lienhard, historiador de tecnologia, diz que "a maior parte dos primeiros anos de Gutenberg é um mistério. Seu pai trabalhou com a casa da moeda eclesiástica. Gutenberg cresceu conhecendo o comércio da ourivesaria."[3] Isto condiz com o historiador Heinrich Wallau, que acrescenta: "Nos séculos XIV e XV seus descendentes reivindicaram uma posição hereditária como ... mestre da Casa da Moeda do arcebispo. Nesta qualidade, sem dúvida adquiriram grande conhecimento e habilidade técnica no trabalho de metais. Forneceram a fonte do metal a ser cunhado, mudaram várias espécies de moedas e tinham um assento no Tribunal de Assize em casos de falsificação."[4]
Seu pai adotaria mais tarde o nome "zum Gutenberg", homônimo da comunidade para onde a família se tinha transferido.
Desde jovem revelou uma forte inclinação pela leitura, lendo todos os livros que os pais possuíam em casa. Os livros, na época, eram escritos à mão, por monges, alunos e escribas e cada exemplar demorava meses a ser preparado, sendo o seu preço elevadíssimo e inacessível para a maioria das pessoas.
Trabalhou como joalheiro, onde dominou a arte da construção de moldes e da fundição de ouro e prata; por essa experiência os seus tipos eram excelentes, inclusive artisticamente.
Em 1434, Gutenberg mudou-se para Estrasburgo onde permaneceu vários anos. Depois de regressar à Mogúncia, associou-se com um comerciante que o financiou para realizar a impressão da Bíblia.
Não se conhece muito sobre os últimos anos da vida de Gutenberg. Sabe-se que morreu a 3 de fevereiro de 1468.
Gutenberg é considerado o inventor dos tipos móveis de chumbo fundido, mais duradouros e resistentes do que os fabricados em madeira, e portanto reutilizáveis que conferiram uma enorme versatilidade ao processo de elaboração de livros e outros trabalhos impressos e permitiram a sua massificação.
A imprensa é outra das contribuições de Gutenberg; com anterioridade se tinham empregado, também desde a época de Suméria, discos ou cilindros sobre os quais se tinha lavrado o negativo do texto a imprimir que geralmente era só a rubrica do dono do cilindro e outorgava certeza de autenticidade às tabletas que a levavam. As imprensas na Idade Média eram simples tabelas gordas e pesadas ou blocos de pedra que se apoiavam sobre a matriz de impressão já entintada para transferir sua imagem ao pergaminho ou papel. A imprensa de Gutenberg é uma adaptação daquelas usadas para espremer o suco das uvas na fabricação do vinho, com as quais Gutenberg estava familiarizado, pois Mogúncia, onde nasceu e viveu, está no vale do Reno, uma região vinícola desde a época dos romanos.
Um exemplar da Bíblia de Gutenberg na Biblioteca do Congresso em Washington D.CDepois da invenção dos tipos e a adaptação da prensa vinícola, Gutenberg seguiu experimentando com a imprensa até conseguir um aparelho funcional. Também pesquisou sobre o papel e as tintas. Uns e outras tinham que se comportar de tal modo que as tintas se absorvessem pelo papel sem escorrer-se, assegurando a precisão dos traços; precisava-se que o secagem fosse rápida e a impressão permanente. Por isso, Gutenberg experimentou com pigmentos a base de azeite, que não só usou para imprimir com as matrizes, senão também para as capitulares e ilustrações que se realizavam manualmente- e com o papel de trapo de origem chinesa introduzido na Europa em sua época.
O primeiro livro impresso por Gutenberg foi a Bíblia, processo que se iniciou cerca de 1450 e que terá terminado cinco anos depois em Março de 1455.[5]
Para comprovar a magnificência deste inventor alemão do século XV, realiza-se anualmente, nos EUA, o "Festival Gutenberg" - uma espécie de Feira de demonstrações e inovações nas áreas do desenho gráfico, da impressão digital, da publicação e da conversão de texto - que só comprova que a invenção do mestre Gutenberg consegue, ainda hoje, cultivar seguidores que, da sua experiência-base, tentam superar o invento e adaptar as tecnologias modernas às exigentes necessidades do mundo actual.
Notas
↑ Veja Pessoas do Milênio para uma visão geral da ampla aclamação. Em 1999, o A&E Network classificou Gutenberg como o nº 1 em sua relação das "Pessoas do Milênio". Em 1997, a revista Time-Life escolheu a invenção de Gutenberg como a mais importante do segundo milênio; o mesmo fizeram quatro jornalistas de destaque nos Estados Unidos em 1998 ao relacionar Mil Anos, 1000 Pessoas: Ranking dos Homens e Mulheres que Moldaram o Milênio. O verbete Johann Gutenberg da Catholic Encyclopedia descreve sua invenção como tendo um impacto cultural praticamente sem paralelo na Era Cristã.
↑ Hanebutt-Benz, Eva-Maria. Gutenberg and Mainz. Página visitada em 2006-11-24.
↑ Lienhard, John H. [1]
↑ Wallau, Heinrich. Johann Gutenberg. The Catholic Encyclopedia. Vol. 7. New York: Robert Appleton Company, 1910. [2]
↑ Universidade do Texas
[editar] Ver também
Bíblia de Gutenberg
Tipografia
Projeto Gutenberg, uma biblioteca digital com mais de 20 mil obras em diversas línguas (incluindo o português)
[editar] Ligações externas
The Digital Gutenberg Project: A Bíblia de Gutenberg em 1,300 imagens digitais, cada página da cópia da Universidade do Texas em Austin.
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2490 - HISTÓRIA DA TIPOGRAFIA
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Tipografia
|outros1 F A S E H I S T R I C A P A R A A T I P O G R A F I A Todos aqueles que de alguma maneira j puderam desenvolver ou estar mais por dentro de um projeto web (seja um web site, blog, hot site ou semelhante) sabe das limita es atuais que temos com rela o ao uso de fontes. Essa limita o se d devido falta at hoje de uma maneira pr tica e economicamente vi vel de se utilizar fontes de diversos fabricantes em qualquer computador que visita um site. Mas por que dessa necessidade? Quando voc visita um web site todos os textos (t tulos, par grafos, cita es, entre outros) est o configurados para um tipo de fonte, ou seja, voc necessita obrigatoriamente ter essa fonte instalada em seu computador para poder visualizar o mesmo que quem desenvolveu projetou. Por isso, essa limita o se fazia necess ria, pois somente algumas fontes s o quase 100% certas de estarem numa maioria quase absoluta das m quinas. E essa limita o nos imp e uma grande restri o pois se desejarmos trabalhar com uma tipografia mais avan ada ou mesmo manter a identidade de uma empresa, igual ao usado na parte impressa ou outras m dias, teremos que utilizar imagens ou outros recursos n o textuais. E como fica o futuro? A boa not cia que essa hist ria parece que est tendo um final feliz. Com o avan o do CSS 3, podemos adotar uma propriedade chamada @font-face para incorporar um arquivo de fonte qualquer, logo, igualmente a uma imagem, quando algu m visita um web site estar fazendo o download da fonte usada e com isso ver os textos normalmente. Legal, certo? Depende. E como ficam os direitos autorais de quem produziu aquele arquivo j que ele estar sendo distribu do a todos sem controle? A situa o at pouco tempo era essa, tecnologicamente j t nhamos a solu o, mas economicamente n o. E para nossa felicidade, um novo servi o surgiu para tentar mediar esse assunto tecnologia x economia x necessidade. O Typekit um servi o que quem desenvolve assina (existem 4 planos, sendo um gr tis, obviamente com um conjunto menor de fontes) e com isso tem o direito de incorporar em seus projetos qualquer fonte dispon vel. O seu web site requisita a fonte diretamente do servidor que renderiza a mesma, mas
... (Ver Mais)
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Comentários
Antonio
17/12/2009
História da Tipografia
Faculdade: SENACRS
Curso: Design Gráfico
Tamanho do arquivo: 39 kb
Palavras chave:tipografia,
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O objetivo fundamental deste texto é analisar os personagens leitores no romance Ponte do Galo (1971), do romancista paraense Dalcídio Jurandir, a partir de um prisma delineado em princípio pelo estudioso Hans Robert Jauss, que proferiu uma aula inaugural na Universidade de Constança, na Alemanha, em 1967, denominada de A História da Literatura como provocação à Teoria Literária. Seria o início efetivamente do que hoje é chamado de Estéti-ca da Recepção, uma importante corrente crítica dos Estudos Literários, renovadora no que diz respeito a preconizar uma restauração dos métodos de pesquisa da História da Literatura, valorizando finalmente o leitor como aquele que dá sentido à leitura da obra, seja no momento em que é impressa e lançada no mercado consumidor, ou quando é atualizada em novas relei-turas em épocas futuras, atribuindo a ela sentidos que variam em decorrência do que ficou conhecido como horizonte de expectativa. A partir do estudo dos personagens, damos aten-ção ao tratamento dado aos leitores no romance (se são vistos de modo eufórico ou disfórico), focalizamos suas práticas de leitura (o que lêem, em que ocasião, onde, como, por quê e para quê), na temporalidade e espacialidade ficcionais, procurando observar, com cautela, os dados, já que todo romance é, a priori, fictício, apenas representando o mundo real, de modo veros-similhante, com base neste, contudo, sem estar preso rigidamente às suas regras; mas que são (a realidade e a ficção) mundos co-existentes, e podem coincidir, em muitos aspectos, por conta de um acordo tácito entre leitor e autor acerca da coerência interna que o mundo da fic-ção deve conter.
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Relatorio
Espaço ficcional e ambientação em Ponte do Galo, romance de Dalcídio Jurandir
Este artigo tem como objetivo fundamental realizar, por intermédio de uma análise intrínseca do romance Ponte do Galo, de Dalcídio Jurandir, um estudo das tipologias do espaço romanesco e da ambientação, evidenciando a relevância dessa categoria, por conta da relação com outras que constroem a ficção romanesca (ação, enredo, narrador, personagem, tempo). Nessa perspectiva, elegemos como ponto de alta relevância a correlação funcional personagens-espaços, em uma leitura que dê relevo ao viés social e existencial sobrevindo dessa correlação de categorias. E se a leitura da obra de Jurandir é rarefeita, a categoria espacial ainda não recebeu a devida atenção dos Estudos Literários, o que constitui uma lacuna. Em vista disso ? partindo de nosso livro-corpus, sétimo (de um total de dez) do Ciclo do Extremo-Norte ?, tencionamos contribuir para o aprofundamento de estudo e detalhamento do espaço e da ambientação, sua caracterização, funcionalidade e efeitos de sentido gerados por figuras de linguagem de natureza espacial, especialmente antíteses e oxímoros. Assim, pretendemos coadjuvar no preenchimento de tal lacuna. Para isso, consideramos fundamental a ferramenta teórica da Narratologia, mantendo diálogos com a Semiótica da Escola de Tartu.
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|outros1 F A S E H I S T R I C A P A R A A T I P O G R A F I A Todos aqueles que de alguma maneira j puderam desenvolver ou estar mais por dentro de um projeto web (seja um web site, blog, hot site ou semelhante) sabe das limita es atuais que temos com rela o ao uso de fontes. Essa limita o se d devido falta at hoje de uma maneira pr tica e economicamente vi vel de se utilizar fontes de diversos fabricantes em qualquer computador que visita um site. Mas por que dessa necessidade? Quando voc visita um web site todos os textos (t tulos, par grafos, cita es, entre outros) est o configurados para um tipo de fonte, ou seja, voc necessita obrigatoriamente ter essa fonte instalada em seu computador para poder visualizar o mesmo que quem desenvolveu projetou. Por isso, essa limita o se fazia necess ria, pois somente algumas fontes s o quase 100% certas de estarem numa maioria quase absoluta das m quinas. E essa limita o nos imp e uma grande restri o pois se desejarmos trabalhar com uma tipografia mais avan ada ou mesmo manter a identidade de uma empresa, igual ao usado na parte impressa ou outras m dias, teremos que utilizar imagens ou outros recursos n o textuais. E como fica o futuro? A boa not cia que essa hist ria parece que est tendo um final feliz. Com o avan o do CSS 3, podemos adotar uma propriedade chamada @font-face para incorporar um arquivo de fonte qualquer, logo, igualmente a uma imagem, quando algu m visita um web site estar fazendo o download da fonte usada e com isso ver os textos normalmente. Legal, certo? Depende. E como ficam os direitos autorais de quem produziu aquele arquivo j que ele estar sendo distribu do a todos sem controle? A situa o at pouco tempo era essa, tecnologicamente j t nhamos a solu o, mas economicamente n o. E para nossa felicidade, um novo servi o surgiu para tentar mediar esse assunto tecnologia x economia x necessidade. O Typekit um servi o que quem desenvolve assina (existem 4 planos, sendo um gr tis, obviamente com um conjunto menor de fontes) e com isso tem o direito de incorporar em seus projetos qualquer fonte dispon vel. O seu web site requisita a fonte diretamente do servidor que renderiza a mesma, mas
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Antonio
17/12/2009
História da Tipografia
Faculdade: SENACRS
Curso: Design Gráfico
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Palavras chave:tipografia,
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ALMEIDA, Cícero Antônio F. de. Canudos: Imagens da guerra. Fotografias de Flávio de Barros. Rio de Janeiro: Lacerda Editores, 1997.
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ARÉZIO, Arthur. Esboço tipográfico. Bahia: Tipografia da Gazeta do Povo, 1907.
BAGDIKIAN, Bem. H. Máquinas de informar. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1973.
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BRAVO, Luiz Bueno Filho. O homem por trás da lente. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2003.
CADERNOS de Comunicação (série Estudos 10). A Indústria dos quadrinhos. Rio de Janeiro: Secretaria Especial de Comunicação Social/Prefeitura do Rio, 2003.
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CAMARGO, Mário de . Gráfica. Arte e indústria no Brasil. 180 anos de História. São Paulo: Edusc/Gráfica Bandeirantes, 2003. Ver também em Propaganda/História-Memória
CANTERO, Francisco. Arte e técnica da imprensa moderna. Jornal dos Livros, 1971.
CIRNE, Moacyr. A explosão criativa dos quadrinhos. Petrópolis: Vozes, 1970.
- A linguagem dos quadrinhos. Petrópolis: Vozes, 1971.
COSTA, Helouise. Aprenda a ver as coisas: Fotojornalismo e modernidade na revista O Cruzeiro. São Paulo: ECA-USP, 1992.
COSTA, Helouise. Um olho que pensa: Estética moderna e fotojornalismo. Tese de Doutorado, São Paulo, FAU-USP, 1998.
- Palco de uma história desejada: O retrato do Brasil por Jean Manzon. São Paulo, Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 1998.
DAMASCENO, Athos. Imprensa caricata do Rio Grande do Sul no século XIX. Rio de Janeiro: Globo, 1962. Ver também em Imprensa/Regional/História-Memória.
DASILVA, Orlando. A arte maior da gravura. Participação gráfica de Marcelo Grassmann. São Paulo: Edição Espade, 1976.
DENIS, Rafael Cardoso. Uma introdução à história do design. São Paulo: Ed. Edgard Blücher, 2000.
ERBOLATO, Mário. Jornalismo gráfico: Técnicas de produção. São Paulo: Loyola, 1981.
- Técnicas de codificação em jornalismo. São Paulo: Àtica, 1991.
FARINA, Modesto, Psicodinâmica das cores em comunicação. São Paulo: Efgard Blüscher, 1982.
FERREIRA, Orlando da Costa. Imagem e letra: Introdução à bibliografia brasileira, a Imagem Gravada. São Paulo: Melhoramentos, 1977.
FERNANDES, Millor. Esta é a verdadeira história do paraíso. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1972.
FOTOGRAFIA básica para as artes gráficas. São Paulo: Kodak, Departamento de Artes Gráficas, 1975.
GURAN, Milton. Linguagem fotográfica e informação. Rio de Janeiro: Editora Gama e Filho, 2002.
KOSOY, Boris. Origens e expansão da fotografia no Brasil-Século XIX. Rio de Janeiro: Funarte, 1980.
HISTÓRIA da Tipografia no Brasil. São Paulo: Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, 1979.
HOLANDA, Nestor de. José Medeiros, 50 anos de fotografia. Rio de Janeiro: Funarte/Infoto, 1986.
HOLLIS, Richard. Design Gráfico: Uma história Concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
HURLBURT, Alle, Layout: O design da página impressa. São Paulo: Mosaico, 1980.
JEOVAH, K. Fundamentos do jornalismo fotográfico. São Paulo: Iris, 1965.
LESSA, Washington Dias. Amilcar de Castro e a reforma do Jornal do Brasil. Dois estudos de comunicação visual. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1995.
LIMA, Guilherme Cunha. O gráfico amador. As origens da moderna tipografia brasileira. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1997.
LIMA, Ivan. Fotojornalismo brasileiro: Realidade e Linguagem. Rio de Janeiro: Fotografia Brasileira, 1989.
LIMA, Herman. História da caricatura no Brasil. 4 volumes. Rio de Janeiro: José Olympio,1963.
MÉRIAN, Jean Yves. Rafael Bordalo e o Rio de Janeiro dos anos 1875-1880. Catálogo da Exposição, Curadoria de Emanoel Araujo, São Paulo: Pinacoteca de São Paulo, 1999.
MORAES, Ary. Infografia- O design da noticia. Rio de Janeiro: Departamento de Artes da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, 1998.
NARS, Edson Luiz. Um olhar sobre o Brasil pelas lentes de Jean Manzon: De JK a Costa e Silva. Araraquara: Unesp, 1996.
PAULA, Ademar de e CARAMILLO, Neto, Mário. Artes gráficas no Brasil. Registros. São Paulo: Laserprint Editorial, 1989.
PEREGRINO, Nadja. O Cruzeiro. A revolução da fotorreportagem. Brasília: Agil/Dazibao, 1991.
POLK, Ralph. Manual do tipógrafo. Tradução de Martim Martz. ED Lep, 1848.
PORTA, Frederico. Dicionário de artes gráficas. Porto Alegre: Globo, 1958. Ver Também em Comunicação/Catálogos.
RAFAEL BORDALO PINHEIRO. 1846-1945. Coleção Hifen. Lisboa: Editora Litoral, 1946.
RIBEIRO, Milton. Planejamento visual gráfico. Brasília: Linha, 1987.
RIZZINI, Carlos. O livro, o jornal e a tipografia no Brasil. 1500-1822. Rio de Janeiro: Cosmos 1945. Ver também em imprensa/História-memória
- O jornalismo antes da tipografia. São Paulo: Nacional, 1968. Ver também em Imprensa/História-memória
- O Livro, o jornal e a tipografia no Brasil; 1500-1822. Rio de Janeiro: Ed Cosmos.
SILVA, Oswaldo P. da. Gravura e gravadores em madeira. Origem, evolução e técnica da xilogravura. Rio de Janeiro: 1941.
SILVEIRA, Mauro César. A batalha do papel: A guerra do Paraguai através da caricatura. Porto Alegre: L&PM, 1996.
SINZIG, Pedro. A caricatura na imprensa brasileira. Contribuição para um estudo histórico-social. Petrópolis: 1911.
SOARES, Pedro Paulo. A guerra da imagem: Iconografia da guerra do Paraguai na imprensa ilustrada fluminense. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2003.
SOUZA, Jorge Pedro. Uma história crítica do fotojornalismo ocidental. Florianópolis: Letras Contemporâneas, 2000.
TAVARES, Pontes Luis Guilherme. Nome para compor em caixa alta: Arthur Arezio da Fonseca. Salvador: EGBA, 2005.
TEIXEIRA, Luiz Guilherme Sodré. O traço como texto: A História da charge no Rio de Janeiro de 1860 a 1930. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 2001.
TORAL, André Amaral. Imagens em desordem: A iconografia da guerra do Paraguai. São Paulo: Humanitas, USP, 2001.
VOSTOUPAL, Otton e Paulon, Cristina (orgs). Manual de artes gráficas. São Paulo: Abril, 1982.
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A REVISTA no Brasil. São Paulo: Editora Abril, 2000. Ver também Imprensa/História-Memória
ARÉZIO, Arthur. Esboço tipográfico. Bahia: Tipografia da Gazeta do Povo, 1907.
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PEREGRINO, Nadja. O Cruzeiro. A revolução da fotorreportagem. Brasília: Agil/Dazibao, 1991.
POLK, Ralph. Manual do tipógrafo. Tradução de Martim Martz. ED Lep, 1848.
PORTA, Frederico. Dicionário de artes gráficas. Porto Alegre: Globo, 1958. Ver Também em Comunicação/Catálogos.
RAFAEL BORDALO PINHEIRO. 1846-1945. Coleção Hifen. Lisboa: Editora Litoral, 1946.
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SILVA, Oswaldo P. da. Gravura e gravadores em madeira. Origem, evolução e técnica da xilogravura. Rio de Janeiro: 1941.
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LIVROS, ARTIGOS E ESTUDOS DO AUTOR SOBRE O COMUNISMO E O MOVIMENTO OPERÁRIO
Índice
Editorial
Arquivos, Bibliotecas, Fundos: 10 textos
Bibliografia: 86 textos
Biografias / Vidas: 138 textos
Colóquios , conferências, debates: 15 textos
Estudos: 6 textos
Estudos locais: 2 textos
Extrema-esquerda - História: 10 textos
Fontes: 7 textos
Iconografia: 12 textos
Movimento comunista internacional: 11 textos
Notas: 5 textos
Notas de investigação: 1 textos
Organizações - PCP: 3 textos
Recensões críticas: 3 textos
Repressão: 7 textos
Revista Estudos sobre o Comunismo: 3 textos
Vários: 17 textos
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outubro 26, 2003
TIPOGRAFIA CLANDESTINA
Fotografias tiradas pela PIDE de uma tipografia clandestina apreendida em Setúbal nos anos sessenta. Este material era o típico de uma tipografia clandestina nestes anos, e mostra a pequena evolução da tecnologia desde os anos trinta. As caixas com o tipo de chumbo estavam guardadas no armário. Todo o material estava preparado para ser guardado rapidamente na arca e no armário, para ser facilmente transportado numa emergência.
Publicado por José Pacheco Pereira em outubro 26, 2003 12:25 AM
Comentários
Foi com agrado que encontrei esta página na internet,enquanto procurava informações sobre a imprensa clandestina. mas como não percebo nada de internet gostava de saber se é possivel obter mais informações como esta publicada por Pacheco Pereira. O objectivo da minha busca prende-se com um seminário de investigação sobre o mesmo tema. Por isso, sem saber se este é o local para o fazer peço que me contactem com todo o tipo de informação que me possam dispensar.
Afixado por: Catarina Machado em outubro 30, 2003 07:21 PM
Na minha opinião poderiam divulgar a historia da tipografia,desde k foi reenventada por Gutemberg ate aos dias de hoje. Filipa Santos
Afixado por: filipa em janeiro 7, 2004 04:01 PM
Queria pedir um favor,se fosse possivel.Ando a procura de informações sobre a historia da tipografia e gostaria de saber se me podem ajudar,é para um trabalho da escola,precisava da informação ate sexta feira,será que me podem ajudar?Obrigada
Afixado por: Filipa Santos em janeiro 7, 2004 04:11 PM
Queria pedir um favor,se fosse possivel.Ando a procura de informações sobre a historia da tipografia e como ela evoluiu e como tem influenciado o design grafico e multimédia na cultura e na sociedade ocidental do sec.XX
gostaria de saber se me podem ajudar,é para um trabalho da escola,precisava da informação ate segunda feira,será que me podem ajudar?Obrigada
Afixado por: daniel em fevereiro 27, 2004 08:30 PM
Tambem preciso de informacaoes sobre a historia da tipografia, sou estudante de Design e estou fazendo monografia, minha tipografia sera embasada em caracteristicas de Ayrton Senna. Se puderem me ajudar, Agradeço.
Afixado por: Flavio em abril 28, 2004 05:31 PM
seria interessante que houvesse informações e imagens das primeiras tipografias e dos primeiros tipografos do período que vai da invencao de Gutenberg ate... isso vcs escolhem. Valeu?
Afixado por: Bruno Souza em maio 10, 2004 08:38 PM
Sou graduando de Propaganda e Marketing na Universidade Paulista estou realizando um trabalho acadêmico da disciplina Produção Grafica e preciso de maiores detalhes sob. Tipografia Tipos e fontes etambem do Processo de cores RGB, CMYK e cores Especias. Agrdeço a colaboração
Afixado por: Marcelo Sena Araujo em novembro 17, 2004 06:10 PM
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Secções
LIVROS, ARTIGOS E ESTUDOS DO AUTOR SOBRE O COMUNISMO E O MOVIMENTO OPERÁRIO
Índice
Editorial
Arquivos, Bibliotecas, Fundos: 10 textos
Bibliografia: 86 textos
Biografias / Vidas: 138 textos
Colóquios , conferências, debates: 15 textos
Estudos: 6 textos
Estudos locais: 2 textos
Extrema-esquerda - História: 10 textos
Fontes: 7 textos
Iconografia: 12 textos
Movimento comunista internacional: 11 textos
Notas: 5 textos
Notas de investigação: 1 textos
Organizações - PCP: 3 textos
Recensões críticas: 3 textos
Repressão: 7 textos
Revista Estudos sobre o Comunismo: 3 textos
Vários: 17 textos
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* ÁLVARO CUNHAL - BIOGRAFIA POLÍTICA
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Foi com agrado que encontrei esta página na internet,enquanto procurava informações sobre a imprensa clandestina. mas como não percebo nada de internet gostava de saber se é possivel obter mais informações como esta publicada por Pacheco Pereira. O objectivo da minha busca prende-se com um seminário de investigação sobre o mesmo tema. Por isso, sem saber se este é o local para o fazer peço que me contactem com todo o tipo de informação que me possam dispensar.
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Afixado por: Filipa Santos em janeiro 7, 2004 04:11 PM
Queria pedir um favor,se fosse possivel.Ando a procura de informações sobre a historia da tipografia e como ela evoluiu e como tem influenciado o design grafico e multimédia na cultura e na sociedade ocidental do sec.XX
gostaria de saber se me podem ajudar,é para um trabalho da escola,precisava da informação ate segunda feira,será que me podem ajudar?Obrigada
Afixado por: daniel em fevereiro 27, 2004 08:30 PM
Tambem preciso de informacaoes sobre a historia da tipografia, sou estudante de Design e estou fazendo monografia, minha tipografia sera embasada em caracteristicas de Ayrton Senna. Se puderem me ajudar, Agradeço.
Afixado por: Flavio em abril 28, 2004 05:31 PM
seria interessante que houvesse informações e imagens das primeiras tipografias e dos primeiros tipografos do período que vai da invencao de Gutenberg ate... isso vcs escolhem. Valeu?
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Sou graduando de Propaganda e Marketing na Universidade Paulista estou realizando um trabalho acadêmico da disciplina Produção Grafica e preciso de maiores detalhes sob. Tipografia Tipos e fontes etambem do Processo de cores RGB, CMYK e cores Especias. Agrdeço a colaboração
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COPYRIGHT MARCELO SENA ARAUJO
2487 - HISTÓRIA DA TIPOGRAFIA
Fonte tipográfica
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Uma fonte tipográfica (ou vulgarmente fonte) que, em português correcto, se deve dizer tipo é um padrão, variedade ou colecção de caracteres tipográficos com o mesmo desenho ou atributos e, por vezes, com o mesmo tamanho (corpo). Assim, dizemos tipo Garamond, tipo Arial, tipo Baskerville, ou tipo redondo, tipo itálico. A utilização errónea do anglicismo fonte com o sentido de tipo tem sido principalmente disseminada desde a década de 80 por usuários de computadores anglicizados e por programas Microsoft deficientemente traduzidos para português, a partir do termo inglês font (do latim fundita, do verbo fundere, fundir), que nada tem a ver com a palavra fonte do português (do latim fonte, a que corresponde fount ou fountain em inglês). O processador de texto Microsoft Word em versão portuguesa de Portugal usa a expressão tipo de letra em vez de fonte.
A expressão fonte tipográfica é eventualmente usada como um sinônimo de família tipográfica, mas isso é um engano: a família tipográfica é o conjunto de variações de determinada fonte (itálico, versalete, etc.).
[editar] História
Antes da tipografia digital não havia confusão entre fonte (que não era usada em português de Portugal) e família tipográfica. No passado, onde e quando era usada, fonte era uma referência de peso ou quantidade de tipos. Além disso, cada conjunto de um determinado corpo (tamanho) de tipo era adquirido separadamente, isso valia também para as variações do tipo (itálico, versalete, etc.).
Hoje, quando alguém adquire uma determinada família tipográfica, na maioria dos casos, está adquirindo um arquivo digital com todos os possíveis corpos (tamanhos) e muitas vezes as variações do tipo também. Isso se deve ao fato dos tipos digitais serem vetoriais, portanto, escalonáveis, ou seja, não é necessário produzir cada corpo do tipo.
É curioso que a palavra fonte, onde era usada, tenha sobrevivido à mudança tecnológica, isso talvez se deva ao fato de que nem sempre uma fundidora de tipos digitais ofereça todas as variações de uma determinada família em apenas um conjunto. Por exemplo, uma versão versalete pode não pertencer a um conjunto de uma determinada família. Logo seria necessário adquirir a "fonte versalete" daquela família separadamente.
Portanto, a princípio, a fonte ou, mais correctamete, o tipo, se refere apenas a cada conjunto, mesmo que incompleto, de uma família tipográfica. Mas como isso não tem a mesma importância que já teve o termo fonte tem sido usado como sinônimo de família, pois a maioria dos tipos não existe mais fisicamente.
[editar] Ver também
Tipografia
Família tipográfica
Este artigo sobre Tipografia é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Fonte_tipogr%C3%A1fica"
Categoria: Tipografia
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Uma fonte tipográfica (ou vulgarmente fonte) que, em português correcto, se deve dizer tipo é um padrão, variedade ou colecção de caracteres tipográficos com o mesmo desenho ou atributos e, por vezes, com o mesmo tamanho (corpo). Assim, dizemos tipo Garamond, tipo Arial, tipo Baskerville, ou tipo redondo, tipo itálico. A utilização errónea do anglicismo fonte com o sentido de tipo tem sido principalmente disseminada desde a década de 80 por usuários de computadores anglicizados e por programas Microsoft deficientemente traduzidos para português, a partir do termo inglês font (do latim fundita, do verbo fundere, fundir), que nada tem a ver com a palavra fonte do português (do latim fonte, a que corresponde fount ou fountain em inglês). O processador de texto Microsoft Word em versão portuguesa de Portugal usa a expressão tipo de letra em vez de fonte.
A expressão fonte tipográfica é eventualmente usada como um sinônimo de família tipográfica, mas isso é um engano: a família tipográfica é o conjunto de variações de determinada fonte (itálico, versalete, etc.).
[editar] História
Antes da tipografia digital não havia confusão entre fonte (que não era usada em português de Portugal) e família tipográfica. No passado, onde e quando era usada, fonte era uma referência de peso ou quantidade de tipos. Além disso, cada conjunto de um determinado corpo (tamanho) de tipo era adquirido separadamente, isso valia também para as variações do tipo (itálico, versalete, etc.).
Hoje, quando alguém adquire uma determinada família tipográfica, na maioria dos casos, está adquirindo um arquivo digital com todos os possíveis corpos (tamanhos) e muitas vezes as variações do tipo também. Isso se deve ao fato dos tipos digitais serem vetoriais, portanto, escalonáveis, ou seja, não é necessário produzir cada corpo do tipo.
É curioso que a palavra fonte, onde era usada, tenha sobrevivido à mudança tecnológica, isso talvez se deva ao fato de que nem sempre uma fundidora de tipos digitais ofereça todas as variações de uma determinada família em apenas um conjunto. Por exemplo, uma versão versalete pode não pertencer a um conjunto de uma determinada família. Logo seria necessário adquirir a "fonte versalete" daquela família separadamente.
Portanto, a princípio, a fonte ou, mais correctamete, o tipo, se refere apenas a cada conjunto, mesmo que incompleto, de uma família tipográfica. Mas como isso não tem a mesma importância que já teve o termo fonte tem sido usado como sinônimo de família, pois a maioria dos tipos não existe mais fisicamente.
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