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Página inicial > Todas as categorias > Entretenimento e Música > Cinema > Perguntas respondidas paullaga... Membro desde:
21 de Maio de 2009
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Perguntas respondidasMostre-me outra »
EXPLIQUE QUEM FORAM OS ASSIRIOS.?
1 ano atrás
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by Tatiana S Membro desde:
15 de Fevereiro de 2007
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1155 (Nível 3)
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Melhor resposta - Escolhida por votação
O que isso te a ver com cinema???
Mas vou responder
Os assírios eram ferozes guerreiros e usavam sua grande força militar para expandir seu Império. Libertando-se dos sumérios, conquistaram grande parte do seu território, mas logo caíram em poder dos babilônios, um povo que morava ao Sul da Mesopotâmia. Em 1240 a.C, empreenderam a conquista da Babilônia, e a partir daí começaram a alargar as fronteiras do seu Império até atingirem o Egito, no norte da África. O Império Assírio conheceu seu período de maior glória e prosperidade durante o reinado de Assurbanipal (até 630 a.C). Cobravam pesados impostos dos povos vencidos, o que os levava a revoltarem-se continuamente.
Fonte(s):
http://www.tg3.com.br/assirios/
1 ano atrás
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by Geraldo A Membro desde:
05 de Dezembro de 2006
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13948 (Nível 6)
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========================================…
Os assírios eram semitas que habitavam o Norte da Mesopotâmia, tendo uma longa história na região. Entretanto, ao longo desta história, eles estão sob o jugo de reinos mais poderosos da região Sul. Sob o monarca Shamshi-Adad, os assírios tentaram começar a construir seu próprio império, mas Hamurabi da Babilônia logo acabou com tal ambição, os assírios então começando uma longa rivalidade com a Babilônia. Eventualmente, os povos semitas que viviam ao Norte da Mesopotâmia foram invadidos por um outro povo de origem asiática, os Urianos, que migraram para a área e começaram a construir ali seu próprio império. O sonho deste império, entretanto, foi absorvido pelo império Hitita, que acabou com a jovem nação Uriana. Após séculos de tentativas de independência, os assírios finalmente conseguiram formar um estado independente, pois os Hititas não anexaram a seu império cidades assírias. Nos séculos subseqüentes, o equilíbrio de poder mudou do sul para o Norte
======================================…
1 ano atrás
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0 Avaliação: Resposta boa 0 Avaliação: resposta ruim Denuncie by Ângelo P 2.0 Membro desde:
04 de Janeiro de 2009
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11594 (Nível 6)
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Não faço trabalho escolar para preguiçosos.
1 ano atrás
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0 Avaliação: Resposta boa 1 Avaliação: resposta ruim Denuncie by Bill Pasold Membro desde:
02 de Novembro de 2008
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6654 (Nível 5)
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Isso tem cheiro de trabalho escolar...
1 ano atrás
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
84 - OS ASSÍRIOS
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Assírios
Antigo povo do Médio Oriente, oriundo do Norte da Mesopotâmia (posteriormente Curdistão), região montanhosa, de clima duro e solos pouco férteis, os Assírios surgiram em finais do III milénio a. C. como um pequeno reino governado por uma dinastia acadiana que terá tornado o país próspero. Distinguiram-se pela sua crueldade e qualidades guerreiras, para além de terem sido magníficos construtores de cidades e edifícios colossais, como o provam as ruínas das cidades de Assur, Nínive e Nimrud. As primeiras referências concretas - vestígios arqueológicos datáveis - são do século XIX a. C., quando se assinalam relações comerciais frequentes com outros povos, como os Hititas (povo da actual Turquia). Nos meados do II milénio, uma nova dinastia, os amorritas, domina os Assírios. Entre os séculos XIX e o XVIII a. C., conheceram uma época de intensa actividade comercial, entabulando relações com povos vizinhos, para além de aumentarem as suas conquistas e tentarem criar um estado centralizado e forte, imitando o sistema político babilónio. As conquistas efectuaram-se principalmente no norte e centro da Mesopotâmia, sofrendo reveses a oeste, na Síria. Uma das figuras assírias desta época de expansão é o soberano Adad I (1813-1781 a. C.), cujas conquistas não seriam mantidas por seus filhos, que vêem sucumbir o império devido a ataques de outros povos e/ou a levantamentos de estados subordinados ao domínio assírio.
Assim, até ao século XIV a. C., a Assíria seria subjugada por povos estrangeiros que lhe imporiam o protectorado, como o célebre legislador Hamurábi, rei da Babilónia. A sua vigorosa expansão territorial só começou a partir da libertação do domínio sumério no século XIV a. C., com Puzur-Assur III, criando-se um estado assírio independente com capital em Assur, transformado em império no reinado de Assur-Ubalit I (1365-1330 a. C.). Estabeleceram-se relações com o Egipto, para além de intervenção em assuntos internos na Babilónia, com quem os Assírios mantiveram conflitos até finais do século seguinte, tal como com os Hititas. Nesta altura, os Assírios atingiram um poderio militar inigualável, conquistando vastas regiões, da Arménia (a norte) até ao Golfo Pérsico (a sul) e à Síria, para além da rica Babilónia e das regiões junto à Pérsia. Este vasto império seria, porém, absorvido pela Babilónia com a morte, em 1208 a. C., do rei Tukulti-Ninurts.
Ressurgiriam, uma vez mais, os Assírios um século mais tarde, ganhando novo fulgor com Teglatfalassar (cerca de 1000 a. C.) e caindo novamente perante um outro povo, os Arameus (até 911 a. C.), contra quem se revoltariam um século depois, iniciando-se o reinado do mais cruel e autoritário dos reis assírios, Assur-Nasirpal (883-859 a. C.). Este governante desumano e violento alterou os sistemas de guerra vigentes, introduzindo, com clara vantagem, os carros de guerra e a cavalaria combinada com a infantaria. Os seus descendentes mantiveram a crueldade paterna, reconquistando a Síria e outras regiões. O último império assírio surge com Tiglatpilassar (746-727 a. C.), senhor da Mesopotâmia, da Síria, Judeia e Urartu (junto ao Cáucaso). Sargão II (722-705), grande guerreiro, abre o período de Nínive - então capital e uma das grandes cidades do seu tempo -, continuado por Senaquerib, marcando uma época de esplendor máximo da civilização assíria, que culminou com o seu mais famoso rei, Assurbanipal (668-626), quando o império atingiu a sua dimensão máxima: do Mar Negro e Cáucaso ao norte da Arábia, da Pérsia e do Elam até ao Egipto, passando pela Anatólia e pela Síria. Mas a aliança de babilónios e persas destruiria Nínive em 612 a. C., arrasando o império assírio.
Em termos civilizacionais, os Assírios ficam na História como um povo feroz e cruel, de costumes guerreiros, conhecidos pela sua desumanidade, impiedade e ambição, o que os tornou temíveis e o pior dos inimigos. Em termos religiosos, como as demais civilizações do seu tempo - com excepção da hebraica - eram politeístas (de acordo com a sua origem caldaica): os seus deuses principais simbolizavam o Sol e os planetas, o que demonstra o conhecimento da astronomia. De facto, o seu interesse pela ciência é conhecido e ia para além dos astros. O deus da cidade dominante era, porém, o deus vigente, superior: por exemplo, Assur, deus da cidade de Assur; Istar, deusa da guerra e do amor, de Nínive. Socialmente, assemelhavam-se às outras civilizações da região: no topo um soberano despótico, guerreiro, representante de Deus, com vida faustosa; depois, o clero e os guerreiros; abaixo destes, os agricultores e comerciantes; na base, os servos, quase todos povos vencidos e deportados, tratados de forma dura e sem condições. A economia assentava basicamente nos saques e tributos de guerra, também no comércio e na agricultura. Em termos artísticos, não se denota esforço criador, antes preocupação com o detalhe, o que leva a um certo exagero. Todavia, os Assírios criaram obras com um realismo admirável: baixos-relevos com motivos guerreiros e de caça, jóias, cerâmicas, tapetes... Utilizavam a escrita cuneiforme, gravando textos em ladrilhos de argila ou em inscrições murais. O seu idioma era o assírio, de origem semítica.
Como referenciar este artigo:
Assírios. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2010. [Consult. 2010-06-01].
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Antigo povo do Médio Oriente, oriundo do Norte da Mesopotâmia (posteriormente Curdistão), região montanhosa, de clima duro e solos pouco férteis, os Assírios surgiram em finais do III milénio a. C. como um pequeno reino governado por uma dinastia acadiana que terá tornado o país próspero. Distinguiram-se pela sua crueldade e qualidades guerreiras, para além de terem sido magníficos construtores de cidades e edifícios colossais, como o provam as ruínas das cidades de Assur, Nínive e Nimrud. As primeiras referências concretas - vestígios arqueológicos datáveis - são do século XIX a. C., quando se assinalam relações comerciais frequentes com outros povos, como os Hititas (povo da actual Turquia). Nos meados do II milénio, uma nova dinastia, os amorritas, domina os Assírios. Entre os séculos XIX e o XVIII a. C., conheceram uma época de intensa actividade comercial, entabulando relações com povos vizinhos, para além de aumentarem as suas conquistas e tentarem criar um estado centralizado e forte, imitando o sistema político babilónio. As conquistas efectuaram-se principalmente no norte e centro da Mesopotâmia, sofrendo reveses a oeste, na Síria. Uma das figuras assírias desta época de expansão é o soberano Adad I (1813-1781 a. C.), cujas conquistas não seriam mantidas por seus filhos, que vêem sucumbir o império devido a ataques de outros povos e/ou a levantamentos de estados subordinados ao domínio assírio.
Assim, até ao século XIV a. C., a Assíria seria subjugada por povos estrangeiros que lhe imporiam o protectorado, como o célebre legislador Hamurábi, rei da Babilónia. A sua vigorosa expansão territorial só começou a partir da libertação do domínio sumério no século XIV a. C., com Puzur-Assur III, criando-se um estado assírio independente com capital em Assur, transformado em império no reinado de Assur-Ubalit I (1365-1330 a. C.). Estabeleceram-se relações com o Egipto, para além de intervenção em assuntos internos na Babilónia, com quem os Assírios mantiveram conflitos até finais do século seguinte, tal como com os Hititas. Nesta altura, os Assírios atingiram um poderio militar inigualável, conquistando vastas regiões, da Arménia (a norte) até ao Golfo Pérsico (a sul) e à Síria, para além da rica Babilónia e das regiões junto à Pérsia. Este vasto império seria, porém, absorvido pela Babilónia com a morte, em 1208 a. C., do rei Tukulti-Ninurts.
Ressurgiriam, uma vez mais, os Assírios um século mais tarde, ganhando novo fulgor com Teglatfalassar (cerca de 1000 a. C.) e caindo novamente perante um outro povo, os Arameus (até 911 a. C.), contra quem se revoltariam um século depois, iniciando-se o reinado do mais cruel e autoritário dos reis assírios, Assur-Nasirpal (883-859 a. C.). Este governante desumano e violento alterou os sistemas de guerra vigentes, introduzindo, com clara vantagem, os carros de guerra e a cavalaria combinada com a infantaria. Os seus descendentes mantiveram a crueldade paterna, reconquistando a Síria e outras regiões. O último império assírio surge com Tiglatpilassar (746-727 a. C.), senhor da Mesopotâmia, da Síria, Judeia e Urartu (junto ao Cáucaso). Sargão II (722-705), grande guerreiro, abre o período de Nínive - então capital e uma das grandes cidades do seu tempo -, continuado por Senaquerib, marcando uma época de esplendor máximo da civilização assíria, que culminou com o seu mais famoso rei, Assurbanipal (668-626), quando o império atingiu a sua dimensão máxima: do Mar Negro e Cáucaso ao norte da Arábia, da Pérsia e do Elam até ao Egipto, passando pela Anatólia e pela Síria. Mas a aliança de babilónios e persas destruiria Nínive em 612 a. C., arrasando o império assírio.
Em termos civilizacionais, os Assírios ficam na História como um povo feroz e cruel, de costumes guerreiros, conhecidos pela sua desumanidade, impiedade e ambição, o que os tornou temíveis e o pior dos inimigos. Em termos religiosos, como as demais civilizações do seu tempo - com excepção da hebraica - eram politeístas (de acordo com a sua origem caldaica): os seus deuses principais simbolizavam o Sol e os planetas, o que demonstra o conhecimento da astronomia. De facto, o seu interesse pela ciência é conhecido e ia para além dos astros. O deus da cidade dominante era, porém, o deus vigente, superior: por exemplo, Assur, deus da cidade de Assur; Istar, deusa da guerra e do amor, de Nínive. Socialmente, assemelhavam-se às outras civilizações da região: no topo um soberano despótico, guerreiro, representante de Deus, com vida faustosa; depois, o clero e os guerreiros; abaixo destes, os agricultores e comerciantes; na base, os servos, quase todos povos vencidos e deportados, tratados de forma dura e sem condições. A economia assentava basicamente nos saques e tributos de guerra, também no comércio e na agricultura. Em termos artísticos, não se denota esforço criador, antes preocupação com o detalhe, o que leva a um certo exagero. Todavia, os Assírios criaram obras com um realismo admirável: baixos-relevos com motivos guerreiros e de caça, jóias, cerâmicas, tapetes... Utilizavam a escrita cuneiforme, gravando textos em ladrilhos de argila ou em inscrições murais. O seu idioma era o assírio, de origem semítica.
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83 - OS ASSÍRIOS
Anuncie Fale Conosco Indique o Portal Home Assírios << voltar Assírios
O povo assírio viveu na antiga Mesopotâmia, região compreendida entre os rios Tigre e Eufrates. Sua capital, nos anos mais prósperos, foi Nínive, numa região que hoje pertence ao Iraque. O Império assírio abrange o período de 1700 a 610 a.C. , mais de mil anos.
Os assírios eram ferozes guerreiros e usavam sua grande força militar para expandir seu Império. Libertando-se dos sumérios, conquistaram grande parte do seu território, mas logo caíram em poder dos babilônios, um povo que morava ao Sul da Mesopotâmia. Em 1240 a.C, empreenderam a conquista da Babilônia, e a partir daí começaram a alargar as fronteiras do seu Império até atingirem o Egito, no norte da África. O Império Assírio conheceu seu período de maior glória e prosperidade durante o reinado de Assurbanipal (até 630 a.C). Cobravam pesados impostos dos povos vencidos, o que os levava a revoltarem-se continuamente.
Ainda no reinado de Assurbanipal, já os babilônios se libertaram (em 626 a.C.) e capturaram Ninive. Com a morte de Assurbanipal, a decadência do Império Assírio se acentuou, e em 610 a.C. a última de suas cidades caiu em poder dos invasores.
A escrita dos assírios constituía-se de pequenas cunhas feitas com um estilete em tabuletas de argila — é a chamada escrita cuneiforme. Descobriram-se milhares de tabuletas na biblioteca de Assurbanipal em Ninive, conhecendo-se grande parte da história do Império Assírio a partir de sua leitura.
Os palácios de Nínive são cobertos de esculturas em baixo-relevo, representando cenas de batalha e da vida dos assírios. Também por eles sabemos muito da história desse grande Império do passado
Fonte: www.tg3.com.br
Assírios
Os assírios ocuparam a parte do atual Iraque (a terra entre os rios Tigre e Eufrates) durante a maior parte do período coberto pelo AT. Os montes e as planícies desta fértil terra contrastam com o deserto que se encontra a oeste e com as pedregosas montanhas ao norte e a leste. Por isso, os assírios constatemente tiveram que defender seu país de invasores.
Os assírios eram, em sua maioria, um povo semítico (grupo a que pertencia os israelitas); seu idioma era muito semelhante ao babilônico. também usavam de escrita cuneiforme, feita com sinais em forma de cunha, que representavam sons ou sílabas e eram escritos em tabletes de barro com uma espécie de punção(depois chamado "ponteiro"). As listas reais mostram que os assírios já estavam em sua terra por volta do ano 2300 a.C., e a arqueologia assinala que Nínive foi fundada em cerca de 4000 a.C. Por volta do ano 1100 a.C. a Assíria ja havia se tornado uma potência do Oreiente. Logo depois passou por um tempo de decadêncai mas a partir de 900 a.C. teve uma série de reis de grande poder, os quais lançaram as bases do poderoso império assírio.
Com o império veio também a riqueza. As histórias narradas na Bíblia e em outros documentos, mas as cenas de batalhas que decoravam as paredes dos palácios assírios, dão a impressão de que era um povo cruel e guerreiro. porém a vida assíria não se limitava somente a guerra. Os reis construíram grandes palácios e templos nas cidades mais importantes (Nínive, Asur e Calá). As paredes estavam revestidas com placas de pedra talhada em baixo relevo. Tais placas mostravam o rei durante a caça, o tratamento com seus vassalos ou a adoração aos seus deuses, e também narravam as vitórias. O mobiliário dos palácios era ricamente decorado com painéis de marfim talhado ou gravado. O rei, com a rainha ao seu lado, descansava em um sofá e bebia em taças douradas.
Milhares de tabletes de barro eram guardados nas bibliotecas dos palácios. Muitas delas continham assuntos diplomáticos e administrativos, outras detalhavam determinado reinado. Há também documentos legais, dicionários e listas de palavras. A literatura assíria inclui grandes épicas da história e lendas (entre elas as famosas histórias do dilúvio e da criação), e outras histórias dos deuses.
Asur, o deus nacional da Assíria , era considerado o rei dos deuses. Cria-se que ele e os outros deuses (deus da lua, deus do sol, deus do clima, deusa do amor e da guerra, etc) controlavam todas as coisas. Cada cidade tinha um templo principal onde adorava-se o deus da cidade (deus patrono). No dia especial do deus e nas grandes festividades, as pessoas se aglomeravam para ver as procissões, onde se exibiam as estátuas dos deuses.
Os assírios entram na história bíblica na epóca dos últimos reis de Israel (VIII a.C.), na epóca em que Isaías (o profeta) estava se fazendo conhecer no reino de Judá. Até este tempo, ano 840 a.C., a Assíria havia considerado a Israel como um estado vassalo. O obelisco de pedra negra que documenta as vitórias da Salmasasar III, mostra Jeú, rei de Israel, rendendo tributo (2Rs 9-10).
Em 745 A.C., tíglate Pileser III ascende ao trono da Assíria. Invadiu Israel e forçou Menaém a renovar o pagamento do tributo (2Rs 15:17-23). Anos mais tarde, o rei Assírio voltou a invadir Israel, capturou terras e cidades e exilou muitas pessoas (Para evitar problemas posteriores, os assírios tinham por hábito mandar ao exílio os conquistados e os estabeleciam em um outro país).
Oséias, rei de Israel, resistiu aos assírios. Foi derrotado, mas logo se revoltou. Nesta ocasião, o rei assírio Salmasasar V sitiou e capturou Samaria, a capital de Israel. Toda a populaçào foi enviada ao exílio; Samaria foi repovoada com pessoas de outros povos no ano 721 a.C. (2rs 17;18:9-12). Sargão II, sucessor de Salmasasar, declara haver exilado como prisioneiros a..."27.290 de seus habitantes junto com seus carros...e os deuses nos quais confiavam".
O reino de Judá tornou-se vassalo assírio ao pedir proteção contra o ataque de Israel e Síria (2rs 16:1-9). Assim quando o rei ezequias buscou a independência de Judá, sua ação levou o exército assírio até Judá. O rei assírio sitiou e capturou Láquis e enviou um grande exército contra Jerusalém. Ezequias, por conselho do profeta Isaías, nào se rendeu, e os assírios tiveram que retroceder (2Rs 18:1-8;19:37). Judá permaneceu leal a Assíria até que o império foi derrotado pelos babilônios, que capturaram Nínive, a capital assíria no ano de 612 a.C. (Dn 5).
Fonte: www.fortunecity.com
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O povo assírio viveu na antiga Mesopotâmia, região compreendida entre os rios Tigre e Eufrates. Sua capital, nos anos mais prósperos, foi Nínive, numa região que hoje pertence ao Iraque. O Império assírio abrange o período de 1700 a 610 a.C. , mais de mil anos.
Os assírios eram ferozes guerreiros e usavam sua grande força militar para expandir seu Império. Libertando-se dos sumérios, conquistaram grande parte do seu território, mas logo caíram em poder dos babilônios, um povo que morava ao Sul da Mesopotâmia. Em 1240 a.C, empreenderam a conquista da Babilônia, e a partir daí começaram a alargar as fronteiras do seu Império até atingirem o Egito, no norte da África. O Império Assírio conheceu seu período de maior glória e prosperidade durante o reinado de Assurbanipal (até 630 a.C). Cobravam pesados impostos dos povos vencidos, o que os levava a revoltarem-se continuamente.
Ainda no reinado de Assurbanipal, já os babilônios se libertaram (em 626 a.C.) e capturaram Ninive. Com a morte de Assurbanipal, a decadência do Império Assírio se acentuou, e em 610 a.C. a última de suas cidades caiu em poder dos invasores.
A escrita dos assírios constituía-se de pequenas cunhas feitas com um estilete em tabuletas de argila — é a chamada escrita cuneiforme. Descobriram-se milhares de tabuletas na biblioteca de Assurbanipal em Ninive, conhecendo-se grande parte da história do Império Assírio a partir de sua leitura.
Os palácios de Nínive são cobertos de esculturas em baixo-relevo, representando cenas de batalha e da vida dos assírios. Também por eles sabemos muito da história desse grande Império do passado
Fonte: www.tg3.com.br
Assírios
Os assírios ocuparam a parte do atual Iraque (a terra entre os rios Tigre e Eufrates) durante a maior parte do período coberto pelo AT. Os montes e as planícies desta fértil terra contrastam com o deserto que se encontra a oeste e com as pedregosas montanhas ao norte e a leste. Por isso, os assírios constatemente tiveram que defender seu país de invasores.
Os assírios eram, em sua maioria, um povo semítico (grupo a que pertencia os israelitas); seu idioma era muito semelhante ao babilônico. também usavam de escrita cuneiforme, feita com sinais em forma de cunha, que representavam sons ou sílabas e eram escritos em tabletes de barro com uma espécie de punção(depois chamado "ponteiro"). As listas reais mostram que os assírios já estavam em sua terra por volta do ano 2300 a.C., e a arqueologia assinala que Nínive foi fundada em cerca de 4000 a.C. Por volta do ano 1100 a.C. a Assíria ja havia se tornado uma potência do Oreiente. Logo depois passou por um tempo de decadêncai mas a partir de 900 a.C. teve uma série de reis de grande poder, os quais lançaram as bases do poderoso império assírio.
Com o império veio também a riqueza. As histórias narradas na Bíblia e em outros documentos, mas as cenas de batalhas que decoravam as paredes dos palácios assírios, dão a impressão de que era um povo cruel e guerreiro. porém a vida assíria não se limitava somente a guerra. Os reis construíram grandes palácios e templos nas cidades mais importantes (Nínive, Asur e Calá). As paredes estavam revestidas com placas de pedra talhada em baixo relevo. Tais placas mostravam o rei durante a caça, o tratamento com seus vassalos ou a adoração aos seus deuses, e também narravam as vitórias. O mobiliário dos palácios era ricamente decorado com painéis de marfim talhado ou gravado. O rei, com a rainha ao seu lado, descansava em um sofá e bebia em taças douradas.
Milhares de tabletes de barro eram guardados nas bibliotecas dos palácios. Muitas delas continham assuntos diplomáticos e administrativos, outras detalhavam determinado reinado. Há também documentos legais, dicionários e listas de palavras. A literatura assíria inclui grandes épicas da história e lendas (entre elas as famosas histórias do dilúvio e da criação), e outras histórias dos deuses.
Asur, o deus nacional da Assíria , era considerado o rei dos deuses. Cria-se que ele e os outros deuses (deus da lua, deus do sol, deus do clima, deusa do amor e da guerra, etc) controlavam todas as coisas. Cada cidade tinha um templo principal onde adorava-se o deus da cidade (deus patrono). No dia especial do deus e nas grandes festividades, as pessoas se aglomeravam para ver as procissões, onde se exibiam as estátuas dos deuses.
Os assírios entram na história bíblica na epóca dos últimos reis de Israel (VIII a.C.), na epóca em que Isaías (o profeta) estava se fazendo conhecer no reino de Judá. Até este tempo, ano 840 a.C., a Assíria havia considerado a Israel como um estado vassalo. O obelisco de pedra negra que documenta as vitórias da Salmasasar III, mostra Jeú, rei de Israel, rendendo tributo (2Rs 9-10).
Em 745 A.C., tíglate Pileser III ascende ao trono da Assíria. Invadiu Israel e forçou Menaém a renovar o pagamento do tributo (2Rs 15:17-23). Anos mais tarde, o rei Assírio voltou a invadir Israel, capturou terras e cidades e exilou muitas pessoas (Para evitar problemas posteriores, os assírios tinham por hábito mandar ao exílio os conquistados e os estabeleciam em um outro país).
Oséias, rei de Israel, resistiu aos assírios. Foi derrotado, mas logo se revoltou. Nesta ocasião, o rei assírio Salmasasar V sitiou e capturou Samaria, a capital de Israel. Toda a populaçào foi enviada ao exílio; Samaria foi repovoada com pessoas de outros povos no ano 721 a.C. (2rs 17;18:9-12). Sargão II, sucessor de Salmasasar, declara haver exilado como prisioneiros a..."27.290 de seus habitantes junto com seus carros...e os deuses nos quais confiavam".
O reino de Judá tornou-se vassalo assírio ao pedir proteção contra o ataque de Israel e Síria (2rs 16:1-9). Assim quando o rei ezequias buscou a independência de Judá, sua ação levou o exército assírio até Judá. O rei assírio sitiou e capturou Láquis e enviou um grande exército contra Jerusalém. Ezequias, por conselho do profeta Isaías, nào se rendeu, e os assírios tiveram que retroceder (2Rs 18:1-8;19:37). Judá permaneceu leal a Assíria até que o império foi derrotado pelos babilônios, que capturaram Nínive, a capital assíria no ano de 612 a.C. (Dn 5).
Fonte: www.fortunecity.com
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82 - OS ASSÍRIOS
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terça-feira, 19 de maio de 2009
Os Assírios
por : LynnGlommy
Os Assírios foram povos de origem semita. Eram nômades e viviam da caça e do pastoril. São conhecidos pela cultura cruel e sanguinária com a qual flagelavam os povos vencidos.
No início do império assírio, a Babilônia estava no apogeu e sua superioridade aos assírios faz com que esses se tornem seus vassalos por um tempo.
Mas isso logo acabou, pois as lutas travadas contra os indo-europeus favoreceram o crescimento da Assíria, o que resultou na formação de um pequeno reino com sede em Assur (Mais tarde transferida para Nínive).
Os assírios eram povos que adoravam a prática de guerrilha. Seu poderio bélico era grandioso. Além disso, eles estavam estabelecidos numa região de ótimas condições geográficas e tudo isso contribuiu grandemente para as conquistas assírias, pois além de conquistar a região da Mesopotâmia, eles expadiram-se para a Armênia, Síria, Fenícia, Palestina e Egito.
A Assíria teve muitos soberanos, os principais foram:
Teglatfalasar – Conquistou a Babilônia;
· Sargão II – Um dos mais importantes, pois durante seu império, a Assíria atingiu seu apogeu. Sargão fundou a dinastia Sargônida, conquistou o trono pela violência. Destruiu a Samaria, conquistou a Síria e fez com que o exército assírio se tornasse seu instrumento de conquista;
· Senaqueribe – Filho de Sargão II. Tinha uma ótima reputação militar e isso o ajudou em suas muitas conquistas;
· Assurbanipal.
Mesmo com tudo isso, o império assírio começou a decair. Entre outros motivos destacam-se a falta de interesse econômico, as intrigas palacianas, o tratamento rude que praticavam com os povos vencidos, os cegando, esfolando-os vivos e até mesmo arrancando suas cabeças e fincando em toras de madeira para servir de “adorno” aos portões da cidade. Essas práticas cruéis causaram ódio aos povos dominados que conseguiram se livrar do tratamento especial dos assírios, e fez com que esses povos se rebelassem contra a Assíria.
Com um cenário totalmente degradado, a Assíria decai ainda mais. É aí que chega Nabopolassar, em 612 a. C. invadindo e logo conquistando Nínive e fundando lá, o Segundo Império Babilônico. Era o fim do tirano império assírio.
A Assíria teve uma enorme importância para a história da humanidade. Além de tudo, eles foram um dos povos que mais conseguiram expandir seu território, mesmo que temporariamente. Além disso, foram os assírios que tiveram o primeiro exército organizado da história, com tropas de arqueiros, lanceiros, uso de carros de combate e cavalaria. Sem falar na contribuição às artes, com seus baixos-relevos em glorificação ao deus Assur.
Postado por Lynn Glommy às 1:29 PM
2 comentários:
Lais disse...
Bem malvados esse assírios aí ;*
Sexta-feira, Maio 22, 2009
GABI disse...
Nossa eles eram bem malvados
Terça-feira, Março 23, 2010
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Lynn Glommy
Olinda, Pernambuco, Brazil
"O historiador é um profeta que olha para trás".
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História?
É revirando, pesquisando e estudando o passado que conseguimos encontrar respostas para as atuais e/ou futuras questões.
O estudo da história permite o contato com um mundo mágico! Um mundo que faz-nos entender o motivo de estarmos aqui e agora.
...
Ainda que tardia!
Professores Malucos =
Aulas divertidas!
O tempo
Nosso objeto de estudo
Gargântua e Pantagruel - François Rabelais
Tente não morrer sem ter lido.
"É a habilidade do homem de
lembrar-se que nos diferencia.
Nós somos a única espécie
que se preocupa com o passado.
Nossas lembranças nos dão voz,
Elas testemunham a História para
que outros possam aprender,
Para que possam celebrar
as nossas vitórias...
e ser advertidos
sobre nossos fracassos.
Existem várias formas de
definir nossa frágil existência,
Várias formas de
dar significado a ela,
Mas são nossas memórias
que dão forma ao seu propósito..
E dão contexto a ela.
Os sortimentos particulares de imagens, medos, amores e arrependimentos.
Por essa cruel ironia da vida é que
estamos destinados a manter...
a escuridão com a luz
O bem com o mal
O sucesso com a decepção...
Isso é o que nos separa,
o que nos torna humanos,
E no fim, temos que
lutar para nos sustentar"
Nossa evolução através dos séculos
Gioconda
Mural de Recados
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A Pré-história
A Antiguidade Histórica
A Idade Média
A Era Moderna
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Veja quão minucioso é o nosso trabalho.
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terça-feira, 19 de maio de 2009
Os Assírios
por : LynnGlommy
Os Assírios foram povos de origem semita. Eram nômades e viviam da caça e do pastoril. São conhecidos pela cultura cruel e sanguinária com a qual flagelavam os povos vencidos.
No início do império assírio, a Babilônia estava no apogeu e sua superioridade aos assírios faz com que esses se tornem seus vassalos por um tempo.
Mas isso logo acabou, pois as lutas travadas contra os indo-europeus favoreceram o crescimento da Assíria, o que resultou na formação de um pequeno reino com sede em Assur (Mais tarde transferida para Nínive).
Os assírios eram povos que adoravam a prática de guerrilha. Seu poderio bélico era grandioso. Além disso, eles estavam estabelecidos numa região de ótimas condições geográficas e tudo isso contribuiu grandemente para as conquistas assírias, pois além de conquistar a região da Mesopotâmia, eles expadiram-se para a Armênia, Síria, Fenícia, Palestina e Egito.
A Assíria teve muitos soberanos, os principais foram:
Teglatfalasar – Conquistou a Babilônia;
· Sargão II – Um dos mais importantes, pois durante seu império, a Assíria atingiu seu apogeu. Sargão fundou a dinastia Sargônida, conquistou o trono pela violência. Destruiu a Samaria, conquistou a Síria e fez com que o exército assírio se tornasse seu instrumento de conquista;
· Senaqueribe – Filho de Sargão II. Tinha uma ótima reputação militar e isso o ajudou em suas muitas conquistas;
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Mesmo com tudo isso, o império assírio começou a decair. Entre outros motivos destacam-se a falta de interesse econômico, as intrigas palacianas, o tratamento rude que praticavam com os povos vencidos, os cegando, esfolando-os vivos e até mesmo arrancando suas cabeças e fincando em toras de madeira para servir de “adorno” aos portões da cidade. Essas práticas cruéis causaram ódio aos povos dominados que conseguiram se livrar do tratamento especial dos assírios, e fez com que esses povos se rebelassem contra a Assíria.
Com um cenário totalmente degradado, a Assíria decai ainda mais. É aí que chega Nabopolassar, em 612 a. C. invadindo e logo conquistando Nínive e fundando lá, o Segundo Império Babilônico. Era o fim do tirano império assírio.
A Assíria teve uma enorme importância para a história da humanidade. Além de tudo, eles foram um dos povos que mais conseguiram expandir seu território, mesmo que temporariamente. Além disso, foram os assírios que tiveram o primeiro exército organizado da história, com tropas de arqueiros, lanceiros, uso de carros de combate e cavalaria. Sem falar na contribuição às artes, com seus baixos-relevos em glorificação ao deus Assur.
Postado por Lynn Glommy às 1:29 PM
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Bem malvados esse assírios aí ;*
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Nossa eles eram bem malvados
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O estudo da história permite o contato com um mundo mágico! Um mundo que faz-nos entender o motivo de estarmos aqui e agora.
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Tente não morrer sem ter lido.
"É a habilidade do homem de
lembrar-se que nos diferencia.
Nós somos a única espécie
que se preocupa com o passado.
Nossas lembranças nos dão voz,
Elas testemunham a História para
que outros possam aprender,
Para que possam celebrar
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e ser advertidos
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Existem várias formas de
definir nossa frágil existência,
Várias formas de
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Mas são nossas memórias
que dão forma ao seu propósito..
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Os sortimentos particulares de imagens, medos, amores e arrependimentos.
Por essa cruel ironia da vida é que
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81 - OS ASSÍRIOS
Civilizações da Antiguidade/Assírios
Origem: Wikilivros, livros abertos por um mundo aberto.
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Os Assírios
Mapa da Assíria.Índice [esconder]
1 Localização geográfica
2 Região disputada
3 A descoberta
4 Falhas na história
5 O povo assírio e sua linguagem
6 Religião
7 Um rápido olhar sobre a história
8 Política
9 Artes
10 Legados assírios
11 Declínio
12 Ligações externas
[editar] Localização geográfica
A Mesopotâmia é uma região que se localiza entre os rios Tigre e Eufrates. A palavra é de origem grega e significa exatamente terra entre rios.
Sua localização é o Oriente Médio e essa região abrigou diversas civilizações de grande importância no decorrer da história. Aqui vamos localizar precisamente a Assíria.
Ao norte da Mesopotâmia, a Assíria se espalha através de quatro países do presente. Na Síria, se estende a oeste até o rio Eufrates; na Turquia, se espalha ao norte até Harran, Edessa, Diyarbakir e lago Van; no Irã, se estende ao leste até o lago Urmi e no Iraque segue por 100 milhas ao sul até Kirkuk.
Este é o coração da Assíria.
Dois grandes rios correm através da Assíria, o Tigre e o Eufrates, e muitos outros rios menores.
Ao norte e leste da Assíria estão as cadeias de montanhas de Taurus e Zagros. A oeste e sul se espalha um grande planalto de pedra calcária.
Locais de interesse arqueológico.[editar] Região disputada
Pelo fato de ser uma área fértil cercada por desertos e terras áridas, a Mesopotâmia foi historicamente uma região de impérios de curta duração. Diversos povos lutaram nesse pedaço de terras férteis, os sumérios, os acádios, os guti, os elamitas, os amoritas. E novamente os acádios, os amoritas e os cassitas. Os cassitas anexaram o pequeno reino de Ashur, a Assíria.
Só que a Assíria reagiu e se tornou um grande império.
[editar] A descoberta
Em 1932, Sir Max Mallowan, o arqueólogo britânico, fez uma escavação profunda no solo intocado do topo do monte em Nínive. Foi assim que descobriu uma série de artefatos de cerâmica que recuavam aos tempos pré-históricos e comprovaram que o local havia sido habitado por volta de 5000 a.C.
Logo depois, duas outras grandes cidades assírias foram localizadas, Ashur e Arbel, embora a data exata não tenha sido ainda determinada. Arbel é a mais velha e sua maior parte ainda não foi escavada, de modo que, seus tesouros arqueológicos ainda não foram todos descobertos. Isso também se aplica a Ashur.
O que se sabe é que essas três cidades, por volta de 2500 a.C. eram metrópoles muito bem estabelecidas.
Esse período da história foi testemunha do desenvolvimento dos fundamentos de nossa civilização: domesticação dos animais, agricultura, cerâmica, o controle do fogo, a fundição, entre tantos outros.
Relevo do palácio de Sargão II, Dur Sharrukin, hoje Khorsabad, Iraque.[editar] Falhas na história
Existe uma enorme dificuldade de reconstruir a história real da Assíria. Embora a biblioteca de Assurbanipal, em Nínive, com mais de 22 mil tabuinhas gravadas, seja um material de inestimável importância, ainda temos muitas peças faltando nesse quebra-cabeças.
As listas assírias de reis, como a de Khorsabad (encontrada em 1932-33) e outras, não são confiáveis. Na verdade são absolutamente inacreditáveis, independente do calendário a que se referem.
Não podemos pensar em dinastias como as egípcias porque na Assíria houve mudanças de localização do poder, muitas vezes a sucessão não era de pai para filho, outras vezes várias dinastias governaram ao mesmo tempo.
[editar] O povo assírio e sua linguagem
Os assírios são um povo semítico tribal da Mesopotâmia. Eles são diferentes etnicamente dos árabes e dos judeus.
Através do que conhecemos de sua história, esse povo usou duas línguas: o antigo assírio (acadiano) e o moderno assírio. O acadiano foi escrito no sistema cuneiforme, em tabletes de barro e foi usado desde o início até mais ou menos 750 a.C.
Por volta dessa data surgiu uma nova maneira de escrever em pergaminhos, couro ou papiro. O povo que introduziu essa escrita era chamado arameu, e eles viram sua língua se tornar mais importante do que o antigo assírio. Era a língua aramaica.
O aramaico se tornou a segunda língua oficial do império Assírio em 752 a.C. De qualquer maneira embora os assírios usassem assim o aramaico, o que houve foi uma fusão com palavras em acadiano, de modo que a língua pode ser chamada de assírio-aramaico.
Selo cilíndrico com cena mitológica, Assur atacando um monstro.[editar] Religião
Os assírios praticaram duas religiões ao longo de sua história: o Assurismo e o Cristianismo. O Assurismo foi, é claro, a primeira religião dos assírios.
A religião assíria era muito parecida com a babilônica e sumeriana. Seus deuses eram antropomórficos, temos então Sin, a lua, Chamah, o sol, Nabu, o rio Eufrates, Nibid, o sol nascente, Nergal, o sol do meio-dia, Adad, a tormenta, Enlil, a terra e Ea, a água. O deus principal, o deus supremo era Assur.
A palavra Assírio, na sua forma latina, deriva do nome de Assur. Os assírios praticaram o assurismo até o ano 256, embora nessa época, a maioria do povo já tivesse aceitado o cristianismo.
[editar] Um rápido olhar sobre a história
O período de 2400 a.C. até 612 a.C. foi uma fase muito rica da história assíria.
Ela começa em 2371 a.C. com Sargão da Acádia, sinalizando 1.800 anos de hegemonia assíria sobre a Mesopotâmia. Seu término é em 612 a.C. com a queda de Nínive.
Sargão da Acádia foi o primeiro rei a assumir o controle fora de sua cidade-estado. Seu modelo foi seguido por todos os impérios que o sucederam até os nossos tempos.
De sua base Acad, ao sul de Bagdá, Sargão começou a controlar os territórios se estendendo para o norte até Ashur e oeste até o Mediterrâneo.
Puzur-Assur III foi o primeiro monarca que, livre de opressão suméria, empreendeu a expansão do reino.
Tiglat-Pileser III.Depois dele, Shamshi-Adad I uniu para sempre as três cidades, Ashur, Nínive e Arbel e trouxe Arrapkha para a esfera de influência assíria. Desse modo, essas quatro cidades e Nimrod se tornaram o verdadeiro coração da Assíria.
Sob Shamshi-Adad I as colônias de mercadores assírios, há muito estabelecidas na Capadócia, respiraram uma nova atividade. Ele foi um governante de grande eficiência administrativa e de grande habilidade política.
Por volta de 1472 a.C. um rei de Mitani anexou a Assíria e isso durou mais ou menos setenta anos.
Finalmente os mitanianos foram derrotados por Assur-ubalit, que lançou as bases para a fundação do primeiro império assírio.
Bases firmes, o rei Adad-Nirari (1307 a.C.) pode estabelecer de fato o primeiro império que durou até 1248 a.C.
Nessa época, um povo chamado elamita, vindo do sudoeste do Irã, tomou o controle da Babilônia durante 30 anos e isso teve efeitos sobre a Assíria, que atravessou uma fase de guerras contra hititas e babilônios.
Após a fase de revolução interna, Salmanasar I recupera o poder assírio com um exército forte.
Tukulti-Ninurta I foi o rei mais importante do império médio, porque foi poderoso e incorporou a Babilônia, que ficou dependente do rei assírio. Suas conquistas estenderam o império assírio da Síria ao golfo pérsico.
Depois desse reinado, novamente a Assíria atravessa um período de invasões e guerras, desta vez contra os gurritas e mitânicos.
Finalmente surge um rei importante, Tiglat-Pileser I, mas novamente a Assíria é dominada, desta vez pelos arameus. E o rei dizia: eu cruzei o Eufrates vinte e oito vezes... em perseguição aos arameus.
Depois dele temos outro rei libertador, Adad-Nirari II. E depois ainda, Tukulti Ninurta II.
Após esses reis temos Assurbanipal conhecido por sua violência e crueldade, assim como seu filho Salmanasar III conquistador da Síria.
Baixo relevo no palácio de Dur Sharrukin, hoje Khorsabad, Iraque chamado LamassuOs últimos reis assírios foram Tiglat-Pileser III que dominou definitivamente a Mesopotâmia. Salmanasar IV e Salmanasar V mantiveram o poderio da Assíria. Senaquerib que teve que enfrentar revoltas internas, principalmente na Babilônia. Esarhaddon ou Assaradon, que reconstruiu a Babilônia e atacou o Egito. Assurbanipal que conquistou o Egito.
Embora o Egito fosse retomado pelo faraó Psamético I, com Assurbanipal, a Assíria se tornou o centro cultural do mundo na época.
[editar] Política
As classes dominantes na Assíria eram formadas pelos comandantes militares que enriqueceram com os espólios de guerras. A Assíria era um país guerreiro, até por necessidade de sobrevivência.
Os conquistadores assírios inventaram uma nova política com relação aos povos conquistados; para prevenir revoltas nacionalistas os assírios obrigavam o povo conquistado a migrar em grande quantidade para outras áreas do império.
Isso, além de garantir a segurança do império construído sobre povos de culturas e línguas diferentes, tornou a região, com essa deportação em massa, num caldeirão de diversas culturas, religiões e línguas. Os povos conquistados foram se misturando no Oriente Médio, Mesopotâmia e Armênia.
Embora houvesse pouco contato cultural entre conquistados e conquistadores no início da história da Mesopotâmia sob os assírios, todo o território se transformou numa grande mistura cultural.
Foi o rei assírio Sargão II que obrigou os hebreus a mudar de lugar após a conquista de Israel, o reino mais ao norte dos hebreus. Embora essa tenha sido, comparativamente, uma pequena deportação e estivesse de acordo com a política assíria, ela marca o início histórico da diáspora judaica.
O exército assírio era o maior, jamais visto no Oriente Médio ou no Mediterrâneo. As exigências da guerra criavam inovações tecnológicas e isso fazia dos assírios um povo praticamente imbatível: espadas de ferro, longas lanças, armaduras de metal e machados de guerra, aríetes, escudos, os tornavam inimigos temidos nas batalhas.
[editar] Artes
A arquitetura tem seu momento mais importante com Assurbanipal II que, transformou a cidade de Nimrod em capital militar. Temos grandes muralhas, e em seu interior ficava a cidadela com as construções reais. Os palácios eram construídos, em geral sobre uma plataforma, suas portas eram ladeadas por colossais esculturas de pedra e aposentos decorados com relevos. Entre eles, vale citar os de Nimrod, Khorsabad e Nínive.
As esculturas mencionadas acima eram guardiães dos portais, figuras enormes, geralmente representando touros ou leões com cabeça humana, ficavam uma de cada lado dos portais arqueados. São chamadas Lamassu.
Louvre, reconstituição de pátio em Khorsabad.Os templos e zigurates sofreram grande influência da cultura suméria.
Ainda na arquitetura é preciso mencionar a cidade criada por Sargão II, atual Khorsabad, rodeada por uma muralha com sete portas três delas decoradas com relevos e tijolos vitrificados. No interior da muralha estava o palácio de Sargão II, um grande templo, as residências e os templos menores. Seu filho e sucessor, Senaqueribe, mudou a capital para Nínive, onde construiu seu próprio palácio, chamado de palácio sem rival.
Nos relevos podemos observar cenas de conquistas e de caça. Os animais são desenhados com muitos detalhes e as cenas mostram vitalidade.
Outra demonstração da arte refinada dos assírios são os entalhes de selos e esculturas em marfim. Em Nimrod foram encontradas milhares de pequenas figuras de elefantes. Nos entalhes aparecem símbolos dos deuses.
A cultura babilônica exerceu grande influência na literatura assíria. Assurbanipal guardava em sua biblioteca, cópias de exemplares da literatura babilônica.
[editar] Legados assírios
Coisas pequenas e grandes, simples e complexas, que fazemos e usamos sem pensar duas vezes, surgiram há tanto tempo atrás em terras tão distantes.
Ninguém imagina sair de casa sem trancar a porta; foi na Assíria que tanto as fechaduras como as chaves foram usadas pela primeira vez.
Não há como viver sem saber que horas são, e foi na Assíria que o sistema sexagesimal de contar o tempo foi desenvolvido.
Como imaginar dirigir em ruas não pavimentadas? Foi na Assíria que primeiro se usou a pavimentação.
E a lista continua: o primeiro sistema postal, o primeiro uso do ferro, os primeiros óculos de aumento, as primeiras bibliotecas, as primeiras privadas com descarga, as primeiras pilhas, as primeiras guitarras, os primeiros aquedutos, os primeiros arcos, e por aí afora.
Não se pode deixar de mencionar a importância da biblioteca deixada por Assurbanipal, porque é através do estudo das tabuinhas que se pode reconstituir muito da história da Assíria. Esse é um legado inestimável.
Mas, na Assíria não surgiram apenas coisas materiais, surgiram idéias, idéias que iriam moldar o mundo futuro.
Por exemplo, a idéia de uma administração imperial, dividindo as terras em territórios, administrados por governadores locais, que se reportavam a uma autoridade central, o rei da Assíria. Esse modelo de administração sobrevive até hoje.
Relíquias assírias.Os fundamentos do antigo e do novo testamentos são encontrados na Assíria, mitologicamente.
Foi lá que a história do dilúvio universal se originou dois mil anos antes do velho testamento ser escrito. Foi lá que o primeiro épico foi escrito, o Épico de Gilgamesh (ou Epopéia de Gilgamesh), com seu tema universal e eterno das lutas e objetivos da humanidade.
Foi lá que a própria civilização se desenvolveu e deixou frutos para as futuras gerações.
Na Assíria foram dados os primeiros passos rumo a unificação cultural do Oriente Médio, trazendo para a esfera de poder assírio grupos diversos do Irã ao Egito, quebrando barreiras étnicas e nacionais e preparando caminho para uma unificação cultural, que facilitou a expansão do Helenismo, Judaísmo, Cristianismo e Islamismo.
[editar] Declínio
Embora Assurbanipal tivesse conquistado o Egito, não conseguiu impedir que o país voltasse a ser independente. Após o Egito houve rebeliões na Fenícia, Babilônia e no Elam. Começava assim o declínio da Assíria.
Em 625 a.C. os caldeus conquistaram sua independência e tomaram a Babilônia.
Em 612 a.C. o rei assírio era Assur-Uballit II e seu exército não resistiu à aliança entre o rei da Média, Ciáxares, e o rei dos caldeus, Nabopolassar.
Os assírios foram derrotados em Harran e os dois povos aliados destruíram Nínive e Assur.
[editar] Ligações externas
Assíria
História da Assíria
Fotos de monumentos assírios abandonados no Iraque atual, Khinnis
Fotos de Khinnis, Iraque
Artigo de 25 de agosto de 2008
Obtido em "http://pt.wikibooks.org/wiki/Civiliza%C3%A7%C3%B5es_da_Antiguidade/Ass%C3%ADrios"
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Os Assírios
Mapa da Assíria.Índice [esconder]
1 Localização geográfica
2 Região disputada
3 A descoberta
4 Falhas na história
5 O povo assírio e sua linguagem
6 Religião
7 Um rápido olhar sobre a história
8 Política
9 Artes
10 Legados assírios
11 Declínio
12 Ligações externas
[editar] Localização geográfica
A Mesopotâmia é uma região que se localiza entre os rios Tigre e Eufrates. A palavra é de origem grega e significa exatamente terra entre rios.
Sua localização é o Oriente Médio e essa região abrigou diversas civilizações de grande importância no decorrer da história. Aqui vamos localizar precisamente a Assíria.
Ao norte da Mesopotâmia, a Assíria se espalha através de quatro países do presente. Na Síria, se estende a oeste até o rio Eufrates; na Turquia, se espalha ao norte até Harran, Edessa, Diyarbakir e lago Van; no Irã, se estende ao leste até o lago Urmi e no Iraque segue por 100 milhas ao sul até Kirkuk.
Este é o coração da Assíria.
Dois grandes rios correm através da Assíria, o Tigre e o Eufrates, e muitos outros rios menores.
Ao norte e leste da Assíria estão as cadeias de montanhas de Taurus e Zagros. A oeste e sul se espalha um grande planalto de pedra calcária.
Locais de interesse arqueológico.[editar] Região disputada
Pelo fato de ser uma área fértil cercada por desertos e terras áridas, a Mesopotâmia foi historicamente uma região de impérios de curta duração. Diversos povos lutaram nesse pedaço de terras férteis, os sumérios, os acádios, os guti, os elamitas, os amoritas. E novamente os acádios, os amoritas e os cassitas. Os cassitas anexaram o pequeno reino de Ashur, a Assíria.
Só que a Assíria reagiu e se tornou um grande império.
[editar] A descoberta
Em 1932, Sir Max Mallowan, o arqueólogo britânico, fez uma escavação profunda no solo intocado do topo do monte em Nínive. Foi assim que descobriu uma série de artefatos de cerâmica que recuavam aos tempos pré-históricos e comprovaram que o local havia sido habitado por volta de 5000 a.C.
Logo depois, duas outras grandes cidades assírias foram localizadas, Ashur e Arbel, embora a data exata não tenha sido ainda determinada. Arbel é a mais velha e sua maior parte ainda não foi escavada, de modo que, seus tesouros arqueológicos ainda não foram todos descobertos. Isso também se aplica a Ashur.
O que se sabe é que essas três cidades, por volta de 2500 a.C. eram metrópoles muito bem estabelecidas.
Esse período da história foi testemunha do desenvolvimento dos fundamentos de nossa civilização: domesticação dos animais, agricultura, cerâmica, o controle do fogo, a fundição, entre tantos outros.
Relevo do palácio de Sargão II, Dur Sharrukin, hoje Khorsabad, Iraque.[editar] Falhas na história
Existe uma enorme dificuldade de reconstruir a história real da Assíria. Embora a biblioteca de Assurbanipal, em Nínive, com mais de 22 mil tabuinhas gravadas, seja um material de inestimável importância, ainda temos muitas peças faltando nesse quebra-cabeças.
As listas assírias de reis, como a de Khorsabad (encontrada em 1932-33) e outras, não são confiáveis. Na verdade são absolutamente inacreditáveis, independente do calendário a que se referem.
Não podemos pensar em dinastias como as egípcias porque na Assíria houve mudanças de localização do poder, muitas vezes a sucessão não era de pai para filho, outras vezes várias dinastias governaram ao mesmo tempo.
[editar] O povo assírio e sua linguagem
Os assírios são um povo semítico tribal da Mesopotâmia. Eles são diferentes etnicamente dos árabes e dos judeus.
Através do que conhecemos de sua história, esse povo usou duas línguas: o antigo assírio (acadiano) e o moderno assírio. O acadiano foi escrito no sistema cuneiforme, em tabletes de barro e foi usado desde o início até mais ou menos 750 a.C.
Por volta dessa data surgiu uma nova maneira de escrever em pergaminhos, couro ou papiro. O povo que introduziu essa escrita era chamado arameu, e eles viram sua língua se tornar mais importante do que o antigo assírio. Era a língua aramaica.
O aramaico se tornou a segunda língua oficial do império Assírio em 752 a.C. De qualquer maneira embora os assírios usassem assim o aramaico, o que houve foi uma fusão com palavras em acadiano, de modo que a língua pode ser chamada de assírio-aramaico.
Selo cilíndrico com cena mitológica, Assur atacando um monstro.[editar] Religião
Os assírios praticaram duas religiões ao longo de sua história: o Assurismo e o Cristianismo. O Assurismo foi, é claro, a primeira religião dos assírios.
A religião assíria era muito parecida com a babilônica e sumeriana. Seus deuses eram antropomórficos, temos então Sin, a lua, Chamah, o sol, Nabu, o rio Eufrates, Nibid, o sol nascente, Nergal, o sol do meio-dia, Adad, a tormenta, Enlil, a terra e Ea, a água. O deus principal, o deus supremo era Assur.
A palavra Assírio, na sua forma latina, deriva do nome de Assur. Os assírios praticaram o assurismo até o ano 256, embora nessa época, a maioria do povo já tivesse aceitado o cristianismo.
[editar] Um rápido olhar sobre a história
O período de 2400 a.C. até 612 a.C. foi uma fase muito rica da história assíria.
Ela começa em 2371 a.C. com Sargão da Acádia, sinalizando 1.800 anos de hegemonia assíria sobre a Mesopotâmia. Seu término é em 612 a.C. com a queda de Nínive.
Sargão da Acádia foi o primeiro rei a assumir o controle fora de sua cidade-estado. Seu modelo foi seguido por todos os impérios que o sucederam até os nossos tempos.
De sua base Acad, ao sul de Bagdá, Sargão começou a controlar os territórios se estendendo para o norte até Ashur e oeste até o Mediterrâneo.
Puzur-Assur III foi o primeiro monarca que, livre de opressão suméria, empreendeu a expansão do reino.
Tiglat-Pileser III.Depois dele, Shamshi-Adad I uniu para sempre as três cidades, Ashur, Nínive e Arbel e trouxe Arrapkha para a esfera de influência assíria. Desse modo, essas quatro cidades e Nimrod se tornaram o verdadeiro coração da Assíria.
Sob Shamshi-Adad I as colônias de mercadores assírios, há muito estabelecidas na Capadócia, respiraram uma nova atividade. Ele foi um governante de grande eficiência administrativa e de grande habilidade política.
Por volta de 1472 a.C. um rei de Mitani anexou a Assíria e isso durou mais ou menos setenta anos.
Finalmente os mitanianos foram derrotados por Assur-ubalit, que lançou as bases para a fundação do primeiro império assírio.
Bases firmes, o rei Adad-Nirari (1307 a.C.) pode estabelecer de fato o primeiro império que durou até 1248 a.C.
Nessa época, um povo chamado elamita, vindo do sudoeste do Irã, tomou o controle da Babilônia durante 30 anos e isso teve efeitos sobre a Assíria, que atravessou uma fase de guerras contra hititas e babilônios.
Após a fase de revolução interna, Salmanasar I recupera o poder assírio com um exército forte.
Tukulti-Ninurta I foi o rei mais importante do império médio, porque foi poderoso e incorporou a Babilônia, que ficou dependente do rei assírio. Suas conquistas estenderam o império assírio da Síria ao golfo pérsico.
Depois desse reinado, novamente a Assíria atravessa um período de invasões e guerras, desta vez contra os gurritas e mitânicos.
Finalmente surge um rei importante, Tiglat-Pileser I, mas novamente a Assíria é dominada, desta vez pelos arameus. E o rei dizia: eu cruzei o Eufrates vinte e oito vezes... em perseguição aos arameus.
Depois dele temos outro rei libertador, Adad-Nirari II. E depois ainda, Tukulti Ninurta II.
Após esses reis temos Assurbanipal conhecido por sua violência e crueldade, assim como seu filho Salmanasar III conquistador da Síria.
Baixo relevo no palácio de Dur Sharrukin, hoje Khorsabad, Iraque chamado LamassuOs últimos reis assírios foram Tiglat-Pileser III que dominou definitivamente a Mesopotâmia. Salmanasar IV e Salmanasar V mantiveram o poderio da Assíria. Senaquerib que teve que enfrentar revoltas internas, principalmente na Babilônia. Esarhaddon ou Assaradon, que reconstruiu a Babilônia e atacou o Egito. Assurbanipal que conquistou o Egito.
Embora o Egito fosse retomado pelo faraó Psamético I, com Assurbanipal, a Assíria se tornou o centro cultural do mundo na época.
[editar] Política
As classes dominantes na Assíria eram formadas pelos comandantes militares que enriqueceram com os espólios de guerras. A Assíria era um país guerreiro, até por necessidade de sobrevivência.
Os conquistadores assírios inventaram uma nova política com relação aos povos conquistados; para prevenir revoltas nacionalistas os assírios obrigavam o povo conquistado a migrar em grande quantidade para outras áreas do império.
Isso, além de garantir a segurança do império construído sobre povos de culturas e línguas diferentes, tornou a região, com essa deportação em massa, num caldeirão de diversas culturas, religiões e línguas. Os povos conquistados foram se misturando no Oriente Médio, Mesopotâmia e Armênia.
Embora houvesse pouco contato cultural entre conquistados e conquistadores no início da história da Mesopotâmia sob os assírios, todo o território se transformou numa grande mistura cultural.
Foi o rei assírio Sargão II que obrigou os hebreus a mudar de lugar após a conquista de Israel, o reino mais ao norte dos hebreus. Embora essa tenha sido, comparativamente, uma pequena deportação e estivesse de acordo com a política assíria, ela marca o início histórico da diáspora judaica.
O exército assírio era o maior, jamais visto no Oriente Médio ou no Mediterrâneo. As exigências da guerra criavam inovações tecnológicas e isso fazia dos assírios um povo praticamente imbatível: espadas de ferro, longas lanças, armaduras de metal e machados de guerra, aríetes, escudos, os tornavam inimigos temidos nas batalhas.
[editar] Artes
A arquitetura tem seu momento mais importante com Assurbanipal II que, transformou a cidade de Nimrod em capital militar. Temos grandes muralhas, e em seu interior ficava a cidadela com as construções reais. Os palácios eram construídos, em geral sobre uma plataforma, suas portas eram ladeadas por colossais esculturas de pedra e aposentos decorados com relevos. Entre eles, vale citar os de Nimrod, Khorsabad e Nínive.
As esculturas mencionadas acima eram guardiães dos portais, figuras enormes, geralmente representando touros ou leões com cabeça humana, ficavam uma de cada lado dos portais arqueados. São chamadas Lamassu.
Louvre, reconstituição de pátio em Khorsabad.Os templos e zigurates sofreram grande influência da cultura suméria.
Ainda na arquitetura é preciso mencionar a cidade criada por Sargão II, atual Khorsabad, rodeada por uma muralha com sete portas três delas decoradas com relevos e tijolos vitrificados. No interior da muralha estava o palácio de Sargão II, um grande templo, as residências e os templos menores. Seu filho e sucessor, Senaqueribe, mudou a capital para Nínive, onde construiu seu próprio palácio, chamado de palácio sem rival.
Nos relevos podemos observar cenas de conquistas e de caça. Os animais são desenhados com muitos detalhes e as cenas mostram vitalidade.
Outra demonstração da arte refinada dos assírios são os entalhes de selos e esculturas em marfim. Em Nimrod foram encontradas milhares de pequenas figuras de elefantes. Nos entalhes aparecem símbolos dos deuses.
A cultura babilônica exerceu grande influência na literatura assíria. Assurbanipal guardava em sua biblioteca, cópias de exemplares da literatura babilônica.
[editar] Legados assírios
Coisas pequenas e grandes, simples e complexas, que fazemos e usamos sem pensar duas vezes, surgiram há tanto tempo atrás em terras tão distantes.
Ninguém imagina sair de casa sem trancar a porta; foi na Assíria que tanto as fechaduras como as chaves foram usadas pela primeira vez.
Não há como viver sem saber que horas são, e foi na Assíria que o sistema sexagesimal de contar o tempo foi desenvolvido.
Como imaginar dirigir em ruas não pavimentadas? Foi na Assíria que primeiro se usou a pavimentação.
E a lista continua: o primeiro sistema postal, o primeiro uso do ferro, os primeiros óculos de aumento, as primeiras bibliotecas, as primeiras privadas com descarga, as primeiras pilhas, as primeiras guitarras, os primeiros aquedutos, os primeiros arcos, e por aí afora.
Não se pode deixar de mencionar a importância da biblioteca deixada por Assurbanipal, porque é através do estudo das tabuinhas que se pode reconstituir muito da história da Assíria. Esse é um legado inestimável.
Mas, na Assíria não surgiram apenas coisas materiais, surgiram idéias, idéias que iriam moldar o mundo futuro.
Por exemplo, a idéia de uma administração imperial, dividindo as terras em territórios, administrados por governadores locais, que se reportavam a uma autoridade central, o rei da Assíria. Esse modelo de administração sobrevive até hoje.
Relíquias assírias.Os fundamentos do antigo e do novo testamentos são encontrados na Assíria, mitologicamente.
Foi lá que a história do dilúvio universal se originou dois mil anos antes do velho testamento ser escrito. Foi lá que o primeiro épico foi escrito, o Épico de Gilgamesh (ou Epopéia de Gilgamesh), com seu tema universal e eterno das lutas e objetivos da humanidade.
Foi lá que a própria civilização se desenvolveu e deixou frutos para as futuras gerações.
Na Assíria foram dados os primeiros passos rumo a unificação cultural do Oriente Médio, trazendo para a esfera de poder assírio grupos diversos do Irã ao Egito, quebrando barreiras étnicas e nacionais e preparando caminho para uma unificação cultural, que facilitou a expansão do Helenismo, Judaísmo, Cristianismo e Islamismo.
[editar] Declínio
Embora Assurbanipal tivesse conquistado o Egito, não conseguiu impedir que o país voltasse a ser independente. Após o Egito houve rebeliões na Fenícia, Babilônia e no Elam. Começava assim o declínio da Assíria.
Em 625 a.C. os caldeus conquistaram sua independência e tomaram a Babilônia.
Em 612 a.C. o rei assírio era Assur-Uballit II e seu exército não resistiu à aliança entre o rei da Média, Ciáxares, e o rei dos caldeus, Nabopolassar.
Os assírios foram derrotados em Harran e os dois povos aliados destruíram Nínive e Assur.
[editar] Ligações externas
Assíria
História da Assíria
Fotos de monumentos assírios abandonados no Iraque atual, Khinnis
Fotos de Khinnis, Iraque
Artigo de 25 de agosto de 2008
Obtido em "http://pt.wikibooks.org/wiki/Civiliza%C3%A7%C3%B5es_da_Antiguidade/Ass%C3%ADrios"
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80 - OS ASSÍRIOS
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Assírios x Babilônios
O palácio de Assurbanipal, um dos centros do império assírio.
Na Antigüidade, vários povos habitavam a região do Crescente Fértil estabelecendo diferentes civilizações ao redor daquela região. As terras férteis e os mananciais de água eram de grande importância para que essas civilizações conseguissem sobreviver às condições naturais impostas na época. Por isso, observamos que muitos desses povos guerrearam entre si em busca da sustentação de suas civilizações.
Apesar disso, não podemos minimizar as motivações desses conflitos ao simples alcance de recursos naturais. Algumas dessas nações viviam os conflitos como sendo um item próprio de sua cultura. Entre esses povos, podemos destacar os assírios, que utilizavam da violência e da guerra enquanto práticas de contemplação de seus deuses e supremacia mediante os estrangeiros.
Dotados de um exército permanente, os assírios conseguiram dominar regiões que iam da região norte do Golfo Pérsico até o nordeste da África. Ao longo o século VIII a.C., os assírios conseguiram empreender um período de expansão territorial seguido pelos reis Tiglat Falasar III, Sargão II, Senaqueribe e Assaradon. Nesse processo de dominação dos povos mesopotâmicos, no entanto, os assírios tiveram que se deparar com a resistência dos babilônicos, povos do sul da Mesopotâmia fortemente representados pelas tribos dos caldeus e elamitas.
Ao longo do século VII a.C. , os caldeus conseguiram estabelecer forte pressão contra os assírios. Contando com a aliança dos elamitas, os caldeus procuraram pôr fim ao domínio assírio naquela região. No entanto, o forte preparo militar assírio acabou aniquilando a oposição dos elamitas. Nesse momento, abriu-se o contato com o povo medo, que contava com poderosos exércitos.
Aliando-se aos babilônicos, os medos conseguiram dar fim à hegemonia do Império Assírio. Logo depois de dominarem Assur, medos e caldeus partiram, em 612 a.C., rumo à Nínive, uma das mais ricas cidades assírias. Depois de três vitoriosas batalhas, as tribos unidas contra os assírios ascendiam no cenário mesopotâmico. Da tribo dos caldeus vemos o ressurgimento do Império Babilônico e, pela dominação médica, a formação do Império Persa.
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O palácio de Assurbanipal, um dos centros do império assírio.
Na Antigüidade, vários povos habitavam a região do Crescente Fértil estabelecendo diferentes civilizações ao redor daquela região. As terras férteis e os mananciais de água eram de grande importância para que essas civilizações conseguissem sobreviver às condições naturais impostas na época. Por isso, observamos que muitos desses povos guerrearam entre si em busca da sustentação de suas civilizações.
Apesar disso, não podemos minimizar as motivações desses conflitos ao simples alcance de recursos naturais. Algumas dessas nações viviam os conflitos como sendo um item próprio de sua cultura. Entre esses povos, podemos destacar os assírios, que utilizavam da violência e da guerra enquanto práticas de contemplação de seus deuses e supremacia mediante os estrangeiros.
Dotados de um exército permanente, os assírios conseguiram dominar regiões que iam da região norte do Golfo Pérsico até o nordeste da África. Ao longo o século VIII a.C., os assírios conseguiram empreender um período de expansão territorial seguido pelos reis Tiglat Falasar III, Sargão II, Senaqueribe e Assaradon. Nesse processo de dominação dos povos mesopotâmicos, no entanto, os assírios tiveram que se deparar com a resistência dos babilônicos, povos do sul da Mesopotâmia fortemente representados pelas tribos dos caldeus e elamitas.
Ao longo do século VII a.C. , os caldeus conseguiram estabelecer forte pressão contra os assírios. Contando com a aliança dos elamitas, os caldeus procuraram pôr fim ao domínio assírio naquela região. No entanto, o forte preparo militar assírio acabou aniquilando a oposição dos elamitas. Nesse momento, abriu-se o contato com o povo medo, que contava com poderosos exércitos.
Aliando-se aos babilônicos, os medos conseguiram dar fim à hegemonia do Império Assírio. Logo depois de dominarem Assur, medos e caldeus partiram, em 612 a.C., rumo à Nínive, uma das mais ricas cidades assírias. Depois de três vitoriosas batalhas, as tribos unidas contra os assírios ascendiam no cenário mesopotâmico. Da tribo dos caldeus vemos o ressurgimento do Império Babilônico e, pela dominação médica, a formação do Império Persa.
Idade Antiga - Guerras - Brasil Escola
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79 - OS ASSIRIOS
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Baixo Asurbanipal (650 aC)
Os assírios invadiram a arena política da Mesopotâmia no final da Idade do Bronze como uma tribo guerreira da periferia norte da Mesopotâmia. No final do século XIII, o rei assírio Tukulti-Ninurta entrou na Mesopotâmia e conquistou Babilônia. Após o assassinato de Tukulti-Ninurta I nas mãos de seus próprios filhos, o império assírio começou a declinar durante os próximos séculos. Mas, no início da Idade do Ferro, os assírios torneram-se mais forte do que nunca. Durante o reinado de Assurbanipal em meados de século VII aC, os assírios conquistaram quase todo o mundo conhecido da Cordilheira de Zagros na Pérsia neste, para o Egito no Ocidente: o maior império do mundo nunca tinha visto.
O arte assíria era um do mundo mais realista e detalhada, os temas artísticos se concentraram em questões de jogo, mostrando a grandeza dos reis assírios, guerra e à representação da brutal tortura e massacre dos povos subjugados. Os assírios estavam orgulhosos de crueldade e opressão de seus súditos, e usaram sua arte como propaganda para assustar a seus súditos. Os assírios foram o primeiro império na prática de usar as migrações forçadas em massa dos povos conquistados, entenderam que as pessoas são menos propensos a rebelarse si se retiraram de seus países de origem e reassentados em outros países com culturas e idiomas exóticas. Um dos grupos que foram forçados a migrar foram os judeus de Israel, a história é contada nos textos bíblicos e textos assírios.
Durante grande parte do início da Idade do Ferro, que vivem no Oriente Médio teria significado que vivem sob o regime brutal dos assírios. Entretanto, a influência assíria foi considerado muito além das fronteiras do Império. Todo o Mediterrâneo foi transformado pela sua procura de metais preciosos. Os assírios não foram grandes navegadores, mas toleraram a independência das cidades costeiras fenícias na condição de que elas pagam tributo ao grande coroa da Assíria. A procura assíria dos metais preciosos foram a principal causa da colonização fenícia no Mediterrâneo ocidental.
Referências
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Posted on 5/7/2010
adorei esse mapa e muito enteresanti
rafaela, brasil
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Os assírios invadiram a arena política da Mesopotâmia no final da Idade do Bronze como uma tribo guerreira da periferia norte da Mesopotâmia. No final do século XIII, o rei assírio Tukulti-Ninurta entrou na Mesopotâmia e conquistou Babilônia. Após o assassinato de Tukulti-Ninurta I nas mãos de seus próprios filhos, o império assírio começou a declinar durante os próximos séculos. Mas, no início da Idade do Ferro, os assírios torneram-se mais forte do que nunca. Durante o reinado de Assurbanipal em meados de século VII aC, os assírios conquistaram quase todo o mundo conhecido da Cordilheira de Zagros na Pérsia neste, para o Egito no Ocidente: o maior império do mundo nunca tinha visto.
O arte assíria era um do mundo mais realista e detalhada, os temas artísticos se concentraram em questões de jogo, mostrando a grandeza dos reis assírios, guerra e à representação da brutal tortura e massacre dos povos subjugados. Os assírios estavam orgulhosos de crueldade e opressão de seus súditos, e usaram sua arte como propaganda para assustar a seus súditos. Os assírios foram o primeiro império na prática de usar as migrações forçadas em massa dos povos conquistados, entenderam que as pessoas são menos propensos a rebelarse si se retiraram de seus países de origem e reassentados em outros países com culturas e idiomas exóticas. Um dos grupos que foram forçados a migrar foram os judeus de Israel, a história é contada nos textos bíblicos e textos assírios.
Durante grande parte do início da Idade do Ferro, que vivem no Oriente Médio teria significado que vivem sob o regime brutal dos assírios. Entretanto, a influência assíria foi considerado muito além das fronteiras do Império. Todo o Mediterrâneo foi transformado pela sua procura de metais preciosos. Os assírios não foram grandes navegadores, mas toleraram a independência das cidades costeiras fenícias na condição de que elas pagam tributo ao grande coroa da Assíria. A procura assíria dos metais preciosos foram a principal causa da colonização fenícia no Mediterrâneo ocidental.
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Posted on 5/7/2010
adorei esse mapa e muito enteresanti
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