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ssru . sociedade secreta de reabilitação urbana
"…podes até querer demolir a Torre dos Clérigos, desde que no seu lugar consigas propor algo melhor…"
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a cidade a prémio, por ssru
Publicado 28/07/2010 património Deixar um Comentário
Tags:reabilitação urbana, porto vivo, cmp, património, sistema construtivo, cultura, construção, cidade do porto
A Câmara Municipal do Porto institui em 1988 um prémio que tem como objectivo “incentivar e promover a recuperação do património arquitectónico” da cidade, visando distinguir o “melhor exemplo de reabilitação que tenha sido concluído, durante o período de dois anos a que cada prémio se refere”. No entanto só foi atribuído pela primeira vez em 1990 à recuperação do Edifício do Círculo Universitário do Porto, obra de Fernando Távora. De então para cá, foram galardoadas as obras do Edifício da Ordem dos Arquitectos (Helena Rente, José Carlos Portugal e Tiago Falcão), do Teatro Nacional de S. João (João Carreira), do Teatro Municipal Rivoli (Pedro Ramalho), da Ilha das Aldas (Pedro Mendes), do Edifício na Rua da Cerca, 5-7 (Barbosa & Guimarães, Lda.) e do Edifício na Avenida da Boavista, 1354 (António Portugal & Manuel Reis).
à esquerda, a secção regional do norte da Ordem dos Arquitectos
Desde o primeiro momento que o “Prémio João de Almada” tem angariado uma reputada importância no panorama municipal da reabilitação patrimonial, ao ponto de em várias edições as decisões de não premiar tenham sido tomadas com base no mérito das propostas, tendo na última edição, em 2008, o júri decidido não atribuir o prémio, optando por destacar três menções honrosas.
Na presente edição, a 13ª, o júri foi presidido pela Vereadora do Conhecimento e Coesão Social da CMP, Guilhermina Rego, e constituído por Jorge da Costa (em representação da Direcção Regional de Cultura do Norte), Alexandre Alves Costa (em representação da FAUP), Nuno Graça Moura (em representação da OA-SRN), Dulce Marques de Almeida (em representação da ARPPA – Associação Regional de Protecção do Património Cultural e Natural), Maria Susana Soares (em representação da Direcção Municipal de Urbanismo da CMP) e ainda por um representante da Direcção Municipal de Cultura da CMP. O júri já elaborou a proposta de decisão que foi ontem aprovada em reunião de câmara, tendo sido atribuído um primeiro prémio ao Palácio das Artes, projecto da autoria dos arquitectos Alfredo Ascensão e Paulo Henriques, bem como duas menções honrosas, uma para um edifício na Rua de S. Miguel e outra para a Escola Aurélia de Sousa.
O Jornal de Notícias da passada segunda-feira [JN 26-07-2010] revela que o júri destaca “o carácter e a dignidade da intervenção num edifício que tem uma história valiosa e que não é escondida, assumindo a reposição de uma identidade que se encontrava algo adulterada, fruto de sucessivas alterações ao longo do século XX”.
o Palácio das Artes, no Largo de S. Domingos
No fundo o que isto quer dizer é que é possível fazer bem feito e levar à prática a definição legal de “Reabilitação urbana”, que é: a forma de intervenção integrada sobre o tecido urbano existente, em que o património urbanístico e imobiliário é mantido, no todo ou em parte substancial, e modernizado através da realização de obras de remodelação ou beneficiação dos sistemas de infra -estruturas urbanas, dos equipamentos e dos espaços urbanos ou verdes de utilização colectiva e de obras de construção, reconstrução, ampliação, alteração, conservação ou demolição dos edifícios (no Decreto-Lei nº 307/2009, de 23 de Outubro – sublinhado nosso).
De entre os 21 candidatos, o júri reconheceu o “esforço da equipa projectista, que soube resistir a tentações de algum exibicionismo material”, e a “qualidade da operação de reabilitação perante o edifício pré-existente, deveras complicado, de pouca profundidade e com abundante material arqueológico”. Consideraram assim que a intervenção efectuada no Edifício Douro/Palácio das Artes é “um exemplo cuidadoso de valorização do património”. BRAVOS!
E como ‘não há bela sem senão’, encontramos ainda no mencionado artigo do JN, algo que nos deixou perturbados (mesmo recordando ainda a nossa primeira intervenção neste sítio), ao ponto de soltarmos uma gargalhada colectiva: (…): “Na lista, encontram-se, entre outras propostas, a reabilitação do quarteirão de Carlos Alberto pela Edifer com desenho do ateliê Miguel Saraiva e Associados” (…); isto com direito a uma referência despropositada ao empreiteiro responsável pela execução dos trabalhos, que no caso não interessa nada, uma vez que o prémio se divide entre o projectista e o dono da obra.
Ou seja, ser possível candidatar um conjunto edificado cuja intervenção violou o PDM da cidade, demolindo três edifícios na Rua de Sá de Noronha e esventrando outros dois na Praça de Carlos Alberto, que foram referenciados na Carta de Património pela mesma entidade ou serviço camarário que organiza o Prémio João de Almada, é algo que só passaria nas cabeças de certo tipo de pessoas, sem dúvida, gente digna da nossa maior comiseração. Sabemos que é algo que ambicionam ardentemente, até para legitimar uma espécie de intervenção e uma certa (des)orientação neste mundo tão desconhecido da ‘reabilitação patrimonial’.
o pátio luso em Carlos Alberto!
Giro, giro, era terem ganho qualquer coisita… isso sim!!!
o melhor do Porto, por ssru
Publicado 18/07/2010 cidade do porto Deixar um Comentário
Tags:cmp, património, reabilitação, rui rio, política, cultura, cidade do porto, cidadania
O melhor que esta cidade tem para oferecer são as pessoas. Este povo que constrói estas ruas, que se ajuda na pobreza, que se alegra nos festejos do dia-a-dia, que trabalha com o corpo e com a alma, que se orgulha da sua grandeza, que sabe receber quem nos visita. Gente desenganada que no fundo do seu desalento exclama um “… eles são todos iguais, o que querem é tacho!”. Há políticos que têm vergonha desta gente…
Fiquem com um texto cruel e austero como as paredes de granito do Porto.
“O Porto é melhor do que o país [Público 17-07-2010]- Por Amílcar Correia
Este país tem sido governado de forma irresponsável. Temos gasto o que temos e o que não temos. As nossas dívidas acumulam-se, as empresas de rating não nos largam, a situação social agrava-se. E tudo por causa de uma classe política que faz tudo para agradar à populaça, que não tem qualquer pejo em fazer da demagogia o seu “ganha-pão eleitoral”. Embora tenham sido, ingratamente, apelidados de políticos sem rasgo e sem ambição, há políticos sérios, que não são nada disso, e que sempre se preocuparam com as contas públicas. É por isso que o Porto é melhor do que o país. Só há orçamento, a vida não interessa. “Se o país tivesse feito como temos feito no Porto, estaria, seguramente, bem melhor.” Caro presidente da Câmara Municipal do Porto, seguramente, não. De certeza absoluta. O que o país precisa não é de um político demagogo, mas de um contabilista ambicioso, determinado e intolerante. Teríamos esplanadas envidraçadas a sitiar qualquer monumento nacional, e não seria necessário que nos incomodássemos em incomodar o IGESPAR; os moradores dos bairros seriam despejados porque sim ou porque não; os arrumadores seriam transportados para Barrancos; os teatros municipais do país inteiro, incluindo o S. Luiz ou o Maria Matos, estariam entregues a espectáculos dignos desse nome e o mais provável é que os subsidiodependentes também fossem despejados ou transportados para Barrancos. O património municipal seria cedido por tuta e meia ao primeiro transeunte, por racionalidade económica, e quem pedisse um qualquer apoio, das duas uma: ou assinava um documento no qual se comprometia a ser bem comportado ou também ia para Barrancos. Isto não seria acabar de vez com a cultura. Bem pelo contrário: haveria um festival aéreo em todas as cidades à beira-rio, com passarinhos ou não a nidificarem, desde que a Red Bull quisesse e, claro, estradas asfaltadas para que os calhambeques percorressem o país de lés a lés, e praças remodeladas para os road shows do rali de Portugal. Mas isto só seria possível se o país imitasse o Porto ou se o presidente da câmara da cidade pudesse ser replicado como se fosse um gremlin. O que só é possível nas produções de Spielberg.
Se o país fosse como o Porto, Saramago não era nome de rua nem de coisa nenhuma e não havia Casa dos Bicos nem Oliveira para ninguém. Já pensaram nisso? Ora, acontece que o Porto é a última morada do paraíso.”
E para aqueles que ainda acreditam, juntamos também uma prova de seriedade e rectidão, cuja leitura não deverão dispensar - Câmara do Porto fez contratos ilegais para pagar dívidas.
nota a 24 de Junho de 2010: Com um sentido de estado desta envergadura, não admira que o Porto seja a última morada do paraíso. Parece que alguém morreu e não foi convidado para o seu próprio enterro!!!
o aniversário no circo, por ssru
Publicado 14/07/2010 centro histórico Deixar um Comentário
Tags:centro histórico, reabilitação urbana, porto vivo, cmp, património mundial, unesco, quarteirão prioritário, sistema construtivo, mouzinho da silveira, cultura, construção, planeamento, documento estratégico, igespar
Assinalamos hoje a passagem do 2º ano da SSRU e para marcar a efeméride fomos todos ao circo. É que, ainda não é Natal mas na cidade do Porto irá abrir brevemente, com lugares de estacionamento no 2º andar, um circo permanente de arquitecturas, com palhaçadas para todos os gostos.
Uma trupe circense, merecedora dos melhores aplausos, planeou, projectou, aprovou, construiu e fiscalizou um momento mágico para regozijo de toda a assistência.
O projecto apalhaçado está em local turístico, junto do “pobre” edifício da Estação de S. Bento e integra várias parcelas no quarteirão do Corpo da Guarda, no âmbito do documento estratégico definido pela Porto Vivo.
No conjunto palhaço está tudo bem feito, porque o objectivo de chorar a rir é plenamente concretizado.
Do que se vê por fora, na Rua de Mouzinho da Silveira, os vãos diferentes têm novidades a merecer o prémio do riso ao nível das caixilharias que, inseguras, fenestram cegamente o olhar do arquitecto responsável.
Malabarismo de rara beleza, é o assentamento na ‘diagonal’ de azulejos amarelos ‘ortogonais’, numa fachada de um edifício ‘ortogonal’, feito nunca visto por estas bandas.
Mas bom, bom… são os quatro vãos tipo “bomboca” (… e o coelhinho vai com o Pai Natal e o palhaço, no comboio ao circo!!!) no último piso recuado de uma das parcelas, pintado de rosa e com uma pala maciça tipo “sardão” (sardounhe), em “béton” tradicional. Facto que motivou a aprovação do projecto pelos organismos competentes, com louvor e risada geral.
Não é tudo! Nas ruas medievais do Corpo da Guarda e Pelames o non-sense mantém-se, destacando-se a simulação de varandas em betão que cobrem uma azarada pilastra em granito resistente do século XVI-XVII, vestígio infeliz dos malogrados edifícios que foram demolidos e refeitos na imaginação do palhaço-mor.
Mas bom, bom… (outra vez!!!), são as portas novas que dão para as varandas, que nunca assentam nas sacadas, azares comuns dos pavimentos de edifícios diferentes nunca baterem certo. Mas tudo se resolve com soleiras placadas em granito e a cor rosa, pintada por baixo… o rosa fica sempre benzinho.
Esta intervenção arquitectónica é merecedora de um reconhecimento público, cujo prémio deverá ser a interdição de projectar nos centros históricos classificados no país e arredores.
Haverá certamente mais a aplaudir em tão belo conjunto, mas por hoje é tudo, despedimo-nos com amizade, até um próximo espectáculo.
as bombocas, a pala sardão e a sinfonia dos tubos de queda
a pala sardão, flutuante como um trapezista
a relação do r/c com as ruas medievais e a altura da varanda
a varanda a imitar, que deste lado não acerta com a placagem...
... mas deste lado ultrapassa e sobrepõe uma azarada pilastra em granito
cornijas e telhões nem vê-los, mas tem o chapéu de palhaço pobre
aplausos, estamos todos de parabéns!!!
a não-cidadania #5, por ssru
Publicado 11/07/2010 cidadania Deixar um Comentário
Tags:baixa do porto, centro histórico, cidadania, cidadãos do porto, cidade do porto, cmp, cultura, jornalismo, legislação, património da humanidade, planeamento, reabilitação social
Preocupa-nos a frieza como o espaço público é devassado e no caso particular do Jardim da Cordoaria, um espaço único e quase sagrado, que encerra em si tanta da história da Cidade, a preocupação transforma-se em pesadelo.
Presumimos que aqueles que, com a maior das displicências conspurcam o chão das nossas ruas com copos e garrafas, com facilidade (e o cérebro vazio de valores) estacionam a viatura num jardim público desta natureza e com o simbolismo que este tem. Não estamos propriamente a falar do relvado do jardim em Massarelos, embora este mereça o seu respeito de igual modo.
O que se passa, afinal? Que fenómeno é este que tem carta branca para desfazer aquilo que preservamos na nossa Memória e na nossa Identidade e que insistimos em deixar na História para orgulho dos nossos filhos? Que monstro foi criado sem medir as consequências e sem que se antevejam os antídotos?
E aquele parque de estacionamento subterrâneo (pago pelo nosso suor), quase vazio e exorbitantemente caro!!!
Que se passa nas cabeças das autoridades e responsáveis da Cidade para admitirem que isto é possível, sem se importarem com a opinião da restante comunidade?
Simplesmente fecham os olhos… mas vocês não têm o direito.
nota a 12 de Julho de 2010: Para que fique bem claro o grau de ineficácia (para não dizer mais) dos actores policiais e políticos desta cidade, lembramos que já o ano passado a CAMPO ABERTO tratou este tema com todo o cuidado e urgência que merece. O factor tempo funciona aqui como agravante exponencial da incúria das nossas autoridades. A miséria nunca vem só, neste caso trouxe a vergonha agarrada! [Estacionamento-Cordoaria]
o fôlego do santo, por ssru
Publicado 05/07/2010 s. joão Deixar um Comentário
Tags:centro histórico, baixa do porto, cmp, património, sé, política, cultura, cidade do porto, s. joão
S. João, eremita natural do Porto que viveu no século IX, é um corredor de fundo, tal como os tripeiros que o veneram, elegendo-o a santo padroeiro. Através dos tempos o povo tem dedicado forte devoção e grandes festas, mantendo-se ainda hoje viva a tradição das fogueiras de S. João de origem muito antiga, substituindo-se assim as festas pagãs do solstício. Os festejos na cidade são já seculares e a origem desta tradição cristã remonta a tempos milenares, mas apenas no século passado é que o dia 24 de Junho passou a feriado municipal proporcionando um dia de merecida folia a milhares de tripeiros e visitantes.
Apesar das mudanças e modernizações a que a celebração tem sido sujeita ainda é possível manter muita da tradição: no alho porro, nas barracas que vendem o manjerico, as tendas das fogaças, a sardinha assada e o vinho, as farturas e o algodão doce, as tendas das loiças e das cutelarias, os matraquilhos e os carroceis, os balões e o fogo de artifício.
Há alguns anos atrás as festas estavam limitadas ao centro da cidade, situando-se as Fontainhas no centro geográfico, marcando o percurso pela Rua de Alexandre Herculano, a Praça da Batalha, Rua de Santa Catarina, Passos Manuel, Formosa ou Sá da Bandeira e ainda Praça da Liberdade, Avenida dos Aliados, Praça da República, Praça de Lisboa, Rua dos Clérigos e 31 de Janeiro. Mas as Fontainhas perderam muito do seu encanto desde que lhe espetaram os pilares da ponte no seu seio, dando-lhe aquele aspecto suburbano. Hoje em dia as festas encontram-se espalhadas por toda a cidade, da Ribeira à Foz, na Boavista, em discotecas e em viagem de barco pelo Rio Douro.
Uma das expressões culturais mais apreciadas no S. João são as tradicionais rusgas (não são marchas), que consistem no desfile pelas ruas de grupos de foliões trajados a rigor, interpretando os melhores temas sanjoaninos. Dispensam os carros alegóricos e não requerem muita luz, para dar o ambiente certo. Apenas os arcos, os balões e um grande número de outros adereços, que fazem o encanto de milhares de visitantes. Este ano reuniram-se na Batalha e desceram a Rua de Passos Manuel até a Avenida dos Aliados onde foram recebidos por uma “cascata de contentores” da finada Feira do Livro.
Para um tripeiro não é fácil assistir a um cenário destes. A vergonha e a falta de dignidade mancham os melhores dias de folia, de que bem precisa para fazer frente a uma luta diária de privações. Ainda no ano passado a Avenida foi palco de um feliz bailarico antes e depois do fogo de artifício da Ribeira.
Os ataques aos valores culturais dos portuenses têm sido uma constante e este ano culminaram com uma Avenida dos Aliados a parecer um estaleiro em obras, encimada com um “fan park” (?), razão pela qual não se realizou a habitual cascata sanjoanina, ali aos pés de Garrett.
Ainda confuso, o verdadeiro tripeiro, resistente fundista, lê as notícias e fica sem saber o que pensar quando lhe anunciam que se pretende tornar o S. João numa marca a exportar. Estará tudo grosso ou já não há a mínima decência…
o nosso quintal, por ssru
Publicado 28/06/2010 cidadania Deixar um Comentário
Tags:abzhp, baixa do porto, cidadania, cmp, cultura, legislação, reabilitação, zona histórica
No nosso quintal somos nós que mandamos e as regras são muito claras. A forma como ele se apresenta, os odores que exala para a atmosfera, as espécies da flora que dele fazem parte, as construções que o emolduram, a limpeza de todo o espaço e dos muros que o delimitam, tudo isso é da nossa responsabilidade.
Quando o limpámos pela primeira vez, parecia uma nova cidade que se desvendava ali naquele pequeno logradouro. De início foi bastante complicado mantê-lo assim e o Tempo parecia nunca mais querer virar a página. Com demasiada frequência “choviam” sacos plásticos com lixo, vindos das casas dos vizinhos, tão habituados que estavam a fazer dele um depósito a céu aberto.
Sem parar de limpar, tentamos a sensibilização que resolveu uma grande parte do problema. Depois a veio a mediação para acabar com mais uma mão cheia de casos. Mais tarde, para o mais renitente dos vizinhos, a ameaça de processo judicial deu os seus frutos. Nunca devolvemos pelo mesmo modo, os embrulhos que nos chegavam por via aérea, nem mesmo quando a vontade era muita. E esse importante gesto marcou toda a diferença.
estes vidros foram recolhidos pelo dono da casa em frente, que nem é de bebidas!
A cidade tem sido invadida por um lixo manhoso, que as autoridades municipais (ou privadas) se têm preocupado por manter discretamente longe do nosso olhar. Quando o Porto acorda já as ruas estão varridas e, quando muito, vemos passar a carrinha que recolhe os sacos pretos com lixo a tilintar, ao som do vidro dos copos e garrafas partidas. Copos, garrafas, restos de bebida ou de comida, pairam na via pública como se dela fizessem parte e não da mesa de esplanada ou do interior do estabelecimento, que no final do dia são recolhidos pelo pessoal de serviço. É a chamada “noite dos pirilampos”.
Preocupada com o problema de higiene e segurança do “seu quintal”, a ABZHP veio exigir o fim do uso de embalagem de vidro no exterior, fora dos espaços concessionados: “(…) Cada vez mais se vêem vidros na rua, seja no centro do Porto, em Albufeira ou no Bairro Alto, em Lisboa. E está a atingir proporções tais que começa a preocupar. (…) A verdade é que há pessoas que largam as garrafas em qualquer lado e há quem se aproveite disto, porque uma garrafa pode ser utilizada como uma arma. Já há quem ameace com garrafas, da mesma forma que outros ameaçam com seringas (…)”, diz o seu presidente.
Agrada-nos a ideia de cada um procurar resolver os seus problemas, em vez de, denunciando uma mais ou menos explícita agenda política, “meter a foice em seara alheia”. Mesmo quando a solução encontrada não é a melhor, como neste caso acontece. Aqui a solução passou por pedir ao Ministro da Administração Interna que “limpe o quintal” da ABZHP com um documento legal, de carácter persecutório, que obrigue, que condicione, que impeça o uso de embalagens de vidro fora dos locais permitidos, como se o problema estivesse no material e não no uso indevido que se lhe dá. Como se as leis necessárias e suficientes já não existissem e apenas estejam à espera de serem utilizadas, tal como acontece em qualquer país civilizado onde os cidadãos que sujam pagam pesadas multas (alguém viu um polícia a passar este tipo de multas em Portugal?).
Sabemos bem que não é no fim da linha que reside o problema, mas sim a montante, quando os próprios estabelecimentos facilitam certo tipo de comportamentos abusivos (deixando sair os copos e garrafas de vidro) por parte de pessoas com um nível de princípios muito próximo do básico. Sim, qualquer pessoa que polui o espaço que utiliza e partilha com outros é um “basaroco”. Simples questão de cidadania.
A qualquer membro desta administração (como a tantas outras pessoas) tem sido possível frequentar as ruas e bares da cidade sem que se sinta impelido a conspurcar o espaço público, ainda que quase toda a gente o faça, ainda que o nosso lixo possa não constituir qualquer tipo de inconveniente maior ou agravante perante o mar de detritos. É mais ou menos como escarrar… ou urinar…
É que no nosso “quintal” ainda somos nós que mandamos e a rua também tem dono!
a feira do livro, por ssru
Publicado 17/06/2010 aliados Deixar um Comentário
Tags:avenida dos aliados, baixa do porto, cidade do porto, cmp, cultura, património da humanidade, planeamento, reabilitação urbana
Parece que nesta cidade tem que ser tudo assim, a ferro e fogo. Nada se consegue, nada se conquista ou realiza, que não seja embrulhado num manto de polémica. Até uma simples feira do livro, em tantas edições que já teve, em quase todas a sua ‘tripalhada’.
O que se passou agora? Não serve este local e querem outro, ou talvez não? Não há energia eléctrica para se transmitir um filme ao ar livre, mas precisamos de um culpado? Agora faz sol e calor, mas as pessoas não vêm na mesma? Os portuenses não compram tanto, o problema é da crise?
A utilização da avenida para eventos não deixa de ser uma forma de financiamento da autarquia, que bem precisa. A escolha dos eventos é que parece obedecer a uns critérios esquisitos, por vezes parece não existir critério nenhum.
Tal como a visita do Papa, cuja cerimónia necessitava de um lugar suficientemente capaz como a Avenida dos Aliados, para poder albergar uma multidão emotiva, a feira do livro parece-nos o evento que reúne maior dignidade e consenso para se efectuar na “praça nobre” da cidade. Uma celebração do Natal ou a festa do S. João, santo padroeiro dos portuenses, também não parecem mal a ninguém e alimentam a unidade e a identidade dos cidadãos que aqui acorrem como se a avenida fosse o único sítio possível. E é!
Muito se falou já sobre o assunto, principalmente na falta de condições da placa central da avenida para certos eventos, que no caso da feira do livro torna evidente o carácter espacial bastante deficitário, que sobressai também a quem a vê do lado dos passeios de fora. Fica tudo ali tão encolhido e abarracado, com aquelas ‘alcatifas’ no chão, a parecer um acampamento nómada. Sem alternativa, a feira fecha-se sobre si mesma, virando as costas à cidade, ainda que dentro dela, no seu centro.
Assim, é nesse contexto que deixamos aqui uma solução possível, uma alternativa de localização, tão boa como as restantes, a avenida, a rotunda ou os jardins do palácio: é o Jardim da Cordoaria. Já foi feira e passeio da burguesia de outros tempos.
Tem sombra para quem a quiser, a disposição dos stands é a mais evidente e eficiente, sem falta de espaço ou conforto, garante a segurança dos utentes em relação ao trânsito que fica em segundo plano, não faltam espaços para as crianças brincarem, permite longos percursos para peões, quase não são precisas passadeiras para lá chegar, não falta estacionamento em parques subterrâneos ou à superfície, tem transportes públicos como autocarros e eléctrico, mas em breve terá o metro. É um espaço a meio caminho entre os dois maiores centros de actividades – a Boavista e a Baixa – com a Universidade ao lado, o quarteirão de Miguel Bombarda e o eixo dos Clérigos, vizinho da Cadeia da Relação (IPF). É um jardim aberto para a cidade (não intramuros como os jardins do Palácio de Cristal) que tem zonas adjacentes para servirem de apoio a actividades complementares, anfiteatros improvisados, praças e descampados, ambiente agradável para se abrir um livro logo após a compra. E ali tão perto não faltam também as zonas de “comes e bebes” e esplanadas.
Mesmo parecendo-nos uma solução evidente (até tem energia eléctrica e abastecimento de água), onde só encontramos os “prós” – ficando a aguardar que nos indiquem os “contras” – nem sempre assim é para os restantes, principalmente aqueles que decidem.
Permanece, como de costume, aquele sabor amargo de quem tem sempre que revirar as tripas e armar barraca, para poder receber aquilo a que tem direito. Coisa de segunda cidade do país, mas com complexo de… (escolham um)!
a verdade conjugada, por ssru
Publicado 26/05/2010 cidade do porto Deixar um Comentário
Tags:centro histórico, cidadania, cidade do porto, cmp, cultura, fdzhp, planeamento, política, porto vivo, reabilitação social, rui rio, zona histórica
Dois novos factores que caracterizam a nossa moderna sociedade, surgem como elementos de peso que deverão, cada vez mais, ser levados a sério pelos nossos dirigentes e por todos aqueles que interferem na vida dos cidadãos e julgam escapar ao escrutínio da comunidade, quando tropeçam na asneira. Falamos do aumento da esperança média de vida do ser humano, que lhe permite no pleno gozo das suas faculdades viver mais tempo; e do acesso global às novas tecnologias, como é o caso da Internet e dos meios de comunicação digitais, as redes sociais, etc. Esta acção conjugada possibilita-nos exigir responsabilidades ainda no tempo de vida dos seus autores, pelos actos e erros cometidos, auxiliados que somos pela sua difusão digital a uma escala cada vez mais global.
Pretendemos ilustrar esta conjugação com um singelo exemplo, que terá como pano de fundo um dos principais problemas da cidade, senão mesmo o “PROBLEMA” do Porto, ou seja, a questão social: a pobreza = o analfabetismo = o desemprego = a desqualificação profissional = a desagregação familiar = o desenraizamento cultural e físico dos cidadãos, tanto etc. …
Há um ano atrás, José Ferraz Alves, um dos mais eloquentes e assíduos intervenientes n’ “A Baixa do Porto” escreveu um artigo sobre novas políticas sociais com aplicações em países americanos que incluíam incentivos monetários aos pobres, como recompensa pelo sucesso destes na procura da solução dos seus problemas: “(…) As transferências monetárias condicionadas não devem ser vistas como “pagar aos pais por aquilo que, de qualquer maneira, era um dever deles”, mas como um bónus, à semelhança dos incentivos dados aos banqueiros de Wall Street por bons desempenhos.(…)” é que “(…)as crianças são pagas pela assiduidade escolar e pelo melhoramento de notas. Os pais recebem prémios em dinheiro se trabalharem um determinado mínimo de horas, frequentarem cursos de formação e levarem os filhos ao médico. (…)”
Este é um conceito que se revela cada vez mais difícil de entender e atendendo ao montante que as obrigações sociais representam em matéria de despesa pública, dificilmente compreenderemos que se eternizem as assimetrias que este tipo de benefícios sempre causa, como tem sido com o descaracterizado “rendimento mínimo”, que dá para tudo. É nesse sentido que, no entanto, percebemos melhor o seguinte excerto: “(…) A caridade nem sempre é a resposta aos problemas dos pobres. A sua importância não pode ser negada, dado que é apropriada em situações de calamidade e quando serve para ajudar aqueles que se encontram em situações tão deficientes que não estão em condições de se ajudarem a eles próprios. Mas os donativos e as esmolas retiram a iniciativa e o sentido de responsabilidade às pessoas. Quando algo está disponível gratuitamente tende-se a gastar a energia e o talento nessa busca em vez de direccionar na conquista de realizações próprias. A esmola encoraja a dependência, em vez da auto-ajuda e da auto-estima. Também encoraja a corrupção e cria uma relação de poder desequilibrada, dado que os seus beneficiários procuram um favor e não algo a que têm direito, desaparecendo a responsabilidade por se tornarem relações de sentido único. (…)”
De há um ano a esta parte tudo apenas se agravou, até a responsabilidade dos muitos que preferem nada fazer, garantindo contudo a pobreza que lhes trás o rendimento. Quando lemos este artigo, nessa altura como agora, o nosso pensamento remeteu-nos para uma fundação onde os únicos incentivos monetários eram transformados em subsídios de formação e bolsas de estudo universitárias, encaradas não só como uma merecida recompensa mas sobretudo como um investimento no ser humano, no grupo social, na cidade. “(…) Uma instituição criada em 1990 para implementar no Centro Histórico do Porto um projecto de desenvolvimento local e de combate à pobreza e à exclusão social. Dirigindo a sua actividade para os grupos sociais mais desfavorecidos, foram criados equipamentos e desenvolvido um conjunto diversificado de acções de apoio à infância, aos jovens, aos idosos, aos desempregados, aos beneficiários do Rendimento Social de Inserção. Foram recuperados dezenas de edifícios e espaços comerciais, realojadas mais de cem famílias. (…) Tendo como um dos princípios fundamentais da sua actividade o envolvimento da comunidade local foram ao longo destes anos estabelecidas inúmeras parcerias com Instituições Particulares de Solidariedade Social, Associações Recreativas e Culturais, Escolas, Organizações Não Governamentais diversas e Juntas de Freguesia, num esforço de congregação de recursos e de vontades com vista à revitalização social e urbana do Centro Histórico (…)” leu-se assim um dia.
Em Setembro de 2004 a decisão de extinguir a FDZHP torna-se cada vez mais uma realidade, tendo o Centro Histórico deixado de ser uma prioridade para o executivo de Rui Rio. Lemos que “(…)Paulo Morais, vice-presidente da Câmara do Porto, confirmou ao JN a “falta de interesse e disponibilidade” em continuar a patrocinar a instituição. O protocolo de financiamento prevê que a autarquia e o Ministério da Segurança Social contribuam, em partes iguais, para um orçamento anual que pode ascender aos 500 mil contos. No entanto, a Câmara decidiu reduzir, nos últimos dois anos, a sua comparticipação em 95%. “Não vamos lá meter nem mais um tostão”, afirmou o vereador da Acção Social, que garante, contudo, a manutenção das “respostas sociais de qualidade”, sem nomear as que continuarão a funcionar. (…)”
Assim, passada mais meia dúzia de anos, a Fundação Social do Porto encomenda um “Diagnóstico Social do Porto – Porto Solidário”, realizado durante dez meses pela Universidade Católica e que revela que “a cidade está ferida pela pobreza, os principais grupos de risco são as crianças e os idosos, que se desinvestiu nas pessoas, que não se criou bem estar social para todos, que não é uma cidade coesa nem inclusiva, que não é boa para se viver”. Perceberam? Não é boa para se viver!
Mas, para espanto de alguns e indiferença de muitos, o Presidente da Câmara Municipal do Porto, Dr. Rui Rio, na abertura dos trabalhos do “XI Encontro Nacional de Fundações”, sob o lema do papel das fundações na criação de uma sociedade inclusiva, disse para quem quis ouvir que “é com particular satisfação que verifico que os temas dominantes deste encontro se dedicam à temática da inclusão social, matéria que desde o meu primeiro mandato coloquei como prioridade da acção política dos meus executivos”. E agora, perceberam? É que, disse ainda: “ao longo destes três mandatos, considerei sempre que a inclusão social numa cidade como o Porto é, seguramente, o ponto de partida para assegurar justiça social, equilíbrio nas relações inter-pessoais, segurança de pessoas e bens em meio urbano e desenvolvimento harmonioso da cidade.”
Talvez seja por isto não ser verdade (tal como denuncia o diagnóstico Porto Solidário) que na última Assembleia Municipal tivesse sido aprovada uma recomendação ao executivo do Dr. Rui Rio, que elabore um plano social de emergência, com medidas de apoio às famílias mais carenciadas e aquelas que são afectadas pelo desemprego. Provavelmente duas ou três FDZHP´s não sejam suficientes, mas suportamos até hoje o luxo de termos deixado extinguir a única que tínhamos.
Por isso, relembrando o início deste artigo, cá estamos nós a mostrar a quem quiser e se importar, quer agora ou quando se dá ao trabalho de votar em época de eleições, que podem sempre pensar pela própria cabeça e chegarem às vossas conclusões, julgando os nossos dirigentes pelas irresponsabilidades cometidas, neste caso de forma consciente e premeditada. Só falta encontrar uma forma de os fazer pagar por todos os estragos…
a questão da responsabilidade, por ssru
Publicado 05/05/2010 questões essenciais Deixar um Comentário
Tags:cidadania, cidadãos do porto, cidade do porto, cmp, cultura, património da humanidade, planeamento, política, reabilitação social
Ao comentarmos um artigo no blogue “A Cidade Deprimente“, Carlos Romão, o seu autor, coloca-nos uma questão plena: que fazer perante tal? Explicávamos as intenções da Porto Vivo para o edifício fotografado (a casa onde nasceu o pintor Silva Porto) que, em perfeita “roda-livre”, prevê a sua descaracterização. Referimos: “(…) Estaremos próximos de dizer adeus a mais um exemplar da nossa memória colectiva, se tivermos em conta que o edifício é propriedade da Porto Vivo, que a própria SRU prevê no Documento Estratégico da Ponte Nova uma intervenção conjugada de diversas parcelas onde esta se incluí, sendo possível perceber a intenção, demasiado costumeira, de fachadismo que arrasa tudo o resto e ainda que, segundo notícias recentes, dinheiro não irá faltar para todo o tipo de atropelos (…)“. Carlos Romão assegura-nos: “(…) Pela minha parte fotografarei com mais afinco apesar de ter a consciência de que as imagens apenas servirão para memória futura. Uma coisa garanto, o que fotografo não se perderá, ficará em boas mãos (…)“.
À mesa com amigos, depois de respondermos a uma pergunta, exclamaram: Porque é que nunca ninguém nos explicou dessa forma!? Explicámos aos presentes, a pedido, o que pensamos sobre a intervenção que se está a operar no Quarteirão das Cardosas: um descalabro a todos os níveis. Um parque de estacionamento público (?) está neste momento a ser construído, mas ninguém explica que, uma vez que o hotel não tem espaço próprio para os lugares que lhe permite existir como tal, ele terá que afectar lugares que deveriam ser públicos, destinados a nós todos; Para se proceder a esta obra pesada e intrusiva, foi necessário expropriar um número elevado de parcelas, a maioria parcialmente, outros totalmente e podemos dizer que a quase todos os interessados deve ter saído a ‘sorte grande’, porque no final a contestação foi residual, ou seja, foram gastas somas avultadas; À superfície do parque de estacionamento nascerá uma praça interior, como se fosse aquilo que a envolvente não tivesse em excesso, com a Praça da Liberdade, a Praça de Almeida Garrett, a parte pedestre da Rua das Flores e ainda o Largo dos Lóios; Será uma praça com características especiais uma vez que a emoldurá-la estarão todas as traseiras dos prédios que a envolvem; Terá um atravessamento feito com o sacrifício de, pelo menos, esventrar dois edifícios, como se o espaço a percorrer pelo exterior do quarteirão merecesse este agravamento, quer pela distância ou pela fealdade do percurso; A emoldurar o percurso interior estarão “lojas de luxo” (?) como se a fórmula mágica para o sucesso renegasse as lojas que existem em frentes de rua (que agora definham) a favor de espaços interiores de passagem (de luxo). Há uma evidente proeminência para privilegiar os utentes do hotel e mesmo o anunciado, em alternativa, centro de acolhimento turístico (o maior da Europa?), também assim pretende induzir; Em resumo trata-se de uma intervenção “oca”, mais uma zona cinzenta para resolver no futuro. Os nossos amigos, ainda estupefactos, prometeram ficar mais atentos a estas questões.
Consideramos sempre salutar assistir a seminários e conferências para ouvir, discutir e conversar vários temas, enquadramentos e opções sobre o quotidiano social, cultural, histórico, arquitectónico, urbanístico das cidades. Contudo, sempre que o fazemos, é com alguma perplexidade que sentimos estarmos de porta fechada. E no entanto a cidade e os acontecimentos/intervenções arquitectónicas nos centros históricos, no âmbito das SRU’s, estão aí a acontecer e não se ouve o mínimo ruído contestatário, ou eventualmente abonatório, sobre a forma como decorrem essas intervenções. Diríamos que a imagem mais semelhante com o que está a acontecer foi a imagem de uma fachada sobrevivente à catástrofe da Guerra Civil Espanhola, ou, uma eventual simulação de pequenos meteoritos que caem no miolo dos quarteirões para permitir uma nova cidade ainda mais densa, escondida pelas fachadas, que na medida do possível se tentam manter, recriando um CENÁRIO, como um museu urbano em cera, profundamente vazio e falso.
Um nosso leitor, na sequência do artigo anterior, da rubrica “tolerância zero”, enviou-nos o seguinte comentário: “(…) fico pasmado com a informação que nos fornecem neste vosso post. Verdadeiramente pasmado. Não há mesmo nada que nós, cidadãos comuns, possamos fazer em relação a essas obras ilegais? É inacreditável. (…)“
Seria desejável que apenas uma das muitas personalidades mais influentes desta Cidade (e/ou outras) se debruçasse sobre este tema, porque a transformação profunda é actualmente muito rápida apoiada nos fundos europeus que a patrocinam. Ao tempo de Fernando Távora o País precisava de uma Voz crítica sobre “O Problema da Casa Portuguesa”. Neste tempo, HOJE, o país precisa de uma voz crítica sobre “O Problema das Intervenções nos Quarteirões dos Centros Históricos Efectuadas pelas SRU’s”. O contexto político e económico não se afigura o mais propício para que vozes se levantem a criticar. O cenário é bem mais aterrador quando damos conta que vivemos num País estruturalmente desagregado e em risco de falência, também a económica, mas com bancos a terem lucros diários de 4 milhões de euros. Vivemos ainda numa cidade que acordou sobressaltada com quatro corpos carbonizados num prédio do Centro Histórico, com vistas privilegiadas para o seu ex-libris e que apenas nos arrancou, quando muito, uma dobra na testa ou um esgar de tristeza, já esquecido. Nada mais. Nada mudou. Nada nunca muda…
A Ordem dos Arquitectos, a Ordem dos Engenheiros, os Arqueólogos, os Historiadores, as Faculdades, as pessoas de todas essas instituições a título individual, ninguém. Álvaro Siza nada diz de concreto, Souto Moura, Germano Silva, etc., gente com estatuto bastante, com idade e desimpedimento suficiente para não serem incomodados por se pronunciarem, sabendo o impacte que tem as suas opiniões. E depois temos o Conselho Consultivo da Porto Vivo: Agostinho Barrias, Artur Santos Silva, Eduardo Guimarães de Oliveira Fernandes, Emídio Gomes, Francisco José Barata Fernandes, Helder Pacheco, José Angelo Novais Barbosa, José Diogo Marques dos Santos, Luís Braga da Cruz, Luís Valente de Oliveira, Manuel Fernando Macedo Alves Monteiro, Manuel Joaquim Pinho Moreira de Azevedo, Miguel Veiga, Nuno Grande, ninguém se interroga! Temos ainda os partidos políticos, que não batem à porta da Porto Vivo e perguntam o que está a ser feito e em que condições, que mudanças se estão a operar na estrutura da Cidade, certamente de uma forma irreversível.
A comunicação social também não está isenta e faz parte, em nossa opinião, do grande grupo silencioso de instituições e pessoas que não erguem a voz e não questionam o caminho para onde nos dirigimos. Quando o faz é de forma irresponsável e atrapalhada, induzindo os públicos em erros no seu processo de formação de opinião. Atente-se no exemplo de uma notícia, de um jornal abrangente como o Metro, quando diz “Ourivesaria renovada em tempo recorde – Edifício histórico recuperado em sete dias“. Sabemos bem que não é assim, mas quem por lá passou ficou com a certeza do quanto este discurso é errado. O autor deste projecto também tem responsabilidades, sendo quem é, mas sobretudo não devia ter cedido à tentação de encapotar um licenciamento (alteração das fachadas do rés-do-chão e sobreloja) através do programa de comparticipação das obras, o RECRIA.
Sem perder a honestidade mental, que é o nosso único trunfo, a nossa responsabilidade passa por expormos os assuntos dizendo verdades, podendo dizer mentiras, mas não o fazendo.
a tolerância zero #6, por ssru
Publicado 22/04/2010 tolerância zero Deixar um Comentário
Tags:centro histórico, cmp, construção, documento estratégico, igespar, legislação, mouzinho da silveira, obras ilegais, património da humanidade, porto vivo, quarteirão prioritário, reabilitação urbana, rui rio, sistema construtivo, sru
Lamentamos imenso ter que o referir, mas até agora ainda ninguém conseguiu contradizer o que aqui vimos a afirmar, ninguém nos mostrou que estamos enganados, que se trata de uma injustiça quando espetamos os dedos nas feridas abertas do Centro Histórico do Porto. Já nos chamaram muita coisa, até comunistas, imaginem!?… atiraram-nos inúmeros impropérios, perseguem-nos como cães danados, mas ninguém pode concluir que somos ignorantes, ressabiados, ou desprovidos de razão.
Prova de tudo isto são os artigos dedicados às inúmeras obras ilegais que, neste caso, florescem pelos quarteirões da responsabilidade da Porto Vivo, numa rubrica a que damos o nome de ‘tolerância zero’, essa mesma que deveríamos dedicar ao assunto, mas que ninguém quer saber. Pois é, ainda não recebemos nenhuma prova de estarmos equivocados, vinda das partes visadas, que poderá justificar-se porque nos ignoram, mas certamente será também por ignorarem todos os restantes cidadãos do Porto e as leis que regem o País.
Pela ‘milionésima’ vez o Dr. Rui Rio, Presidente da Câmara Municipal do Porto, reformulou a macro-estrutura camarária e segundo as notícias que vieram nos jornais, a aposta desta feita será na fiscalização. Não sabemos se a Porto Vivo tem ou não alguma fiscalização (embora essa seja uma das suas principais tarefas segundo a legislação), mas pelas amostras, a existir não será de grande préstimo. Sabemos que as obras ilegais existem em toda a cidade, mas aqui neste centro existe uma instituição que consome inúmeros recursos à cidade e por isso, não deveriam existir (ao menos por isso) tantas irregularidades.
Em último caso caberá ao Presidente da Câmara responder, como é possível que debaixo das suas barb… do seu nariz, permita que casos como estes ainda aconteçam, sabendo que todos os olhos de dentro e de fora da cidade se viram para a Baixa e para o Centro Histórico?
O primeiro caso é para vos falar de um sujeito que se gaba de ser dono da Rua de Mouzinho e da Rua das Flores e que diz não precisar de fazer projectos, nem licenciamentos. Não está para isso! A sua marca parece ser a cor com que pinta os caixilhos dos seus prédios, um ‘bom azul’. Há umas semanas atrás, em plena luz do dia, ao subirmos a Rua das Flores em direcção ao metro de S. Bento, reparamos que estava estacionada uma carrinha à sua porta e descarregavam-se umas vigotas de betão armado para o interior. É sempre assim com este tipo de obras no Centro Histórico, em plena luz, sem medo! Parece que lhe apareceu uma equipa da polícia municipal… mas as obras lá continuam a julgar pelo barulho das máquinas no coberto dos vidros tapados.
A segunda obra de arte contou com a nossa assistência, quando fomos há uns dias almoçar ao “BOBY’S”. Àquela hora o barulho que vinha dos trabalhos que se desenrolavam nos pisos superiores era ensurdecedor e as empregadas pediam desculpa pelo sucedido mas não podiam fazer nada. Lembravam que na semana anterior é que tinha sido bem pior quando o tecto falso, ainda com as lâmpadas agarradas, caiu sobre os clientes e em cima do balcão. Ao nosso olhar interessado o ‘chefe’ lamentou que ao fim de mais de vinte anos tenha aparecido ‘um novo senhorio que os queria pôr de lá para fora’ para ali fazer um ‘hostel’. Foi por isso que começou a fazer as obras mesmo sem licença, provocando todo aquele barulho de propósito àquela hora. A virar costas ainda larga um “se fosse só o barulho… o pior é o resto!”, que nos deixou suspensos.
O terceiro caso também é em Mouzinho, claro, logo ali junto aos semáforos, em plena luz dos dias, bem sabem. Nada de especial ver uma carrinha em cima do passeio a carregar entulho, excepto quando esse entulho inclui vigas de madeira. Levaram as escadas que ligavam os pisos, as vigas dos pavimentos, as paredes interiores, os rebocos. Colocaram já umas vigas de aço! Tudo isto se percebe espreitando pelos vidros das montras sujos de poeira. E tudo isto está sujeito a licença para a execução deste tipo de obras em qualquer parte da cidade, quanto mais aqui neste lugar, património da humanidade. A ausência de placa de obra vem, para já, indiciar que estamos, infelizmente, certos.
Tem a palavra o Dr. Rui Rio, no âmbito das suas competências, certamente das suas responsabilidades, mas também pela imagem de seriedade, rigor e rectidão que cultiva e que os seus apoiantes ainda (?) lhe apregoam.
a razão de ser, por ssru
Publicado 11/04/2010 centro histórico Deixar um Comentário
Tags:centro histórico, cidadania, cmp, construção, cultura, igespar, legislação, obras ilegais, património da humanidade, planeamento, plano estratégico, política, porto vivo, reabilitação urbana, rui loza, unesco
As notícias desta semana são avassaladoras e tiram-nos a barriga da fome. Se motivos fossem necessários para existirmos, aquelas são uns excelentes exemplos.
Muito ponderamos sobre a nossa actuação e se valerá a pena esta exposição, ainda que sob anonimato, não deixa de ser uma exposição por vezes prejudicada e incómoda para nós. Interrogamo-nos tantas vezes se valerá o esforço de remar contra esta maré que se encontra carregada de péssimos marinheiros, piratas em busca do ouro fácil, barões das especiarias de beira-rio.
A velocidade a que os desastres acontecem e saltam (felizmente) para a ribalta das notícias, assume frequentemente um efeito perverso e desmotivador que nos remete para a nossa insignificância, o nosso viver comezinho nesta rua do centro histórico que é igual a tantas outras, cheia de problemas de todo o tipo, sobretudo os sociais. Mas vamos aos assuntos:
PS e CDU temem consequências da “cidade subterrânea”
http://jornal.publico.pt/noticia/07-04-2010/ps-e-cdu-temem-consequencias-da-cidade-subterranea-19141073.htm
Este fantasma dura já há imenso tempo e nem com os nossos votos natalícios ele desapareceu. Ninguém foi capaz de dizer ao arquitecto Rui Loza que o que saiu da sua cabeça, preparando-se para ser realidade, é uma tremenda insanidade, mesmo que a Europa nos ‘ajude’ a pagar o bolo. Só alguém que abomina o Centro Histórico do Porto pode conceber algo desta magnitude, certamente coadjuvado por uns bobos da corte que orbitam pela Porto Vivo e pela CMP e colaboram nesta ignomínia. Para breve as nossas razões e explicações.
Esplanada de Parada Leitão abre hoje sob suspeita de ilegalidade
http://jornal.publico.pt/noticia/07-04-2010/esplanada-de-parada-leitao-abre-hoje-sob-suspeita-de-ilegalidade-19140992.htm
Que história rocambolesca esta, sendo que o mais curioso é que a obra é mesmo ilegal. Não é por os serviços camarários da via pública a terem aprovado, que ela assume a necessária legalidade para se poder materializar. E vejam, só agora, depois de pronta ou de iniciarem a construção é que foram pedir a opinião da tutela nacional! Sintomático! Este novelo está na calha para ser desenrolado, em breve.
Movimento pelos jardins do Palácio não desistiu de referendar o centro de congressos
http://jornal.publico.pt/noticia/07-04-2010/movimento-pelos-jardins-do-palacio-nao-desistiu-de-referendar-o-centro-de-congressos-19140827.htm
Já escrevemos aqui sobre este assunto e nessa ocasião surgiu a ideia dos novos corpos poderem aproveitar a construção do parque de estacionamento. Dada a ilegalidade que infesta todo este processo, mesmo com a reconhecida qualidade do autor do projecto, endereçamos um apelo ao Movimento para que não desista de ver reconhecido um direito de pertença da cidade aos seus cidadãos.
Ex-trabalhadores não entraram no Rivoli
http://jornal.publico.pt/noticia/07-04-2010/extrabalhadores-nao-entraram-no-rivoli-19141001.htm
Por fim e para não deixar de falar em ilegalidades, alguém poderá explicar-nos como é que uma situação destas acontece? Como é que os responsáveis por esta autarquia se permitem a este dislate? Trata-se de um processo com relativas semelhanças com o despedimento que há uns tempos aconteceu na FDZHP, alguém se lembra disso? Para onde foi esta mão-de-obra qualificada?
Em resumo, que podemos nós fazer perante tudo isto, esta força destruidora que é indiferente a tudo o que atrapalhe a sua visão saloia do lucro.
Para começar podemos existir! E depois esperar que alguém nos oiça…
o dia do Centro Histórico, por ssru
Publicado 01/04/2010 centro histórico Deixar um Comentário
Tags:baixa do porto, centro histórico, cidadania, cmp, construção, documento estratégico, igespar, mouzinho da silveira, património, porto vivo, quarteirão prioritário, reabilitação urbana
Há um ano atrás a administração da SSRU propôs-se assinalar a 1 de Abril, a passagem dos anos sobre a degradação dos centros históricos das nossas cidades, como no caso particular do Porto, instituindo o “Dia Nacional das Cidades com Centros Históricos Degradados”.
1 de Abril é sem dúvida o dia adequado para a efeméride, uma vez que vivemos ‘A GRANDE MENTIRA’, que reside no esforço que os nossos dirigentes anunciam empregar na preservação do Património Mundial, quando as provas inegáveis indicam o contrário, ou seja, ‘UMA REABILITAÇÃO ADIADA’.
Em contraponto com o dia 28 de Março, em que se festejou e comemorou o “Dia Nacional dos Centros Históricos”, instituído em 1993 num convénio celebrado entre o Governo e a Associação Portuguesa de Municípios com Centro Histórico, o nosso objectivo é assinalar a passagem de mais um ano sobre a degradação de um património comum, quase sempre de forma irreversível.
Estendemos este convite a toda a Blogosfera Nacional para se juntarem a nós, assinalando da forma que acharem conveniente a necessidade e o direito a um centro de cidade reabilitado, um CENTRO HISTÓRICO VIVO.
A SSRU propõe a publicação de um artigo que demonstre a nossa preocupação perante a passividade dos responsáveis pela preservação e salvaguarda de um património que é de todos.
Sem dificuldade, consideramos que essa preocupação ressalta e fica resumida, nestas duas imagens que se seguem.
Subitamente, este edifício (já vosso conhecido) tornou-se o centro das atenções da maioria das câmaras fotográficas do Mundo, chegando certamente a ser o edifício de arquitectura não monumental mais fotografado do Centro Histórico do Porto.
O feito é conseguido, não à custa de uma reabilitação exemplar, digna de um património da humanidade, mas tão simplesmente pelas figuras de papelão alaranjadas que um artista acidental colocou nas janelas, sem imaginar naquilo que a sua obra viria a tornar-se.
A antiga e mal afamada Hospedaria de Mouzinho aguarda por uma reabilitação patrimonial que lhe devolva a alma e a funcionalidade, talvez mais um hotel para a Baixa do Porto, talvez à espera que o vento lhe sopre de feição sem o deixar cair.
Esta estranha forma de reabilitar, por outro lado, ainda não nos deixa perceber totalmente a extensão do crime que está a ser cometido nestes edifícios do Centro Histórico do Porto, com o regresso sempre presente do velho fantasma do ‘Fachadismo’. Dá para perceber pelos camiões de betão que enchem os silos da argamassa e pelos pormenores construtivos que espreitam por detrás do véu, mas cremos que só depois dele cair se perceberá.
Como na maioria dos crimes só à posteriori descobriremos até onde os criminosos foram capazes de levar a sua sodomia.
Na maioria dos países civilizados, com sociedades organizadas e cidadãos em estado de alerta para as questões do Património, da Identidade e da Memória, esse tipo de pessoas costuma ser punido.
Não aqui!
a máquina de fazer notícias, por ssru
Publicado 30/03/2010 media Deixar um Comentário
Tags:abzhp, centro histórico, cidadania, cultura, jornalismo, política, reabilitação, zona histórica
Somos um país de inventores e depois de inventarmos uma máquina que faz espanhóis, eis que surge uma para fabricar notícias, muitas notícias, com um conteúdo mais ou menos necessário, para não dizer desinteressante, repetidas vezes sem conta até nos cansarmos.
É algo bastante estranho mas real e palpável, porque apenas nas primeiras 12 semanas deste ano, já vamos numas mãos cheias delas.
Surpreendente, dadas as características da máquina, que ela consiga produzir assim tanto! Ainda se fosse uma máquina política, ou social, ou até desportiva, bom seria que fosse cultural, pelo menos… mas não! É o que é! Mas isso torna tudo ainda mais incomum e esquisito.
Alguns dirão (e muito bem) que se trata de iniciativa e voluntarismo e que deve ser louvada. Outros apelidam como um constante circo mediático (e com razão), considerando tratar-se de um comportamento impróprio.
A nós, assalta-nos esta desassombrada realidade, que nos remete para uma evidente falta de capacidade das restantes máquinas, que permitem que esta tome tantas vezes o seu lugar e por elas fale e seja tantas vezes a própria notícia.
01 Janeiro – Cheias motivam associação
01 Janeiro – Bares empenhados em consórcio de animação
10 Janeiro – Fórum vai debater alternativas à Red Bull Air Race
21 Janeiro – Videovigilância para “exportação”
31 Janeiro – Ribeira fechada ao trânsito no próximo mês
01 Fevereiro – Anarquia instalada na cidade
03 Fevereiro – Proibição de trânsito na Ribeira divide opiniões
03 Fevereiro – “Estamos a favor mas com certas condições”
04 Fevereiro – Segurança em risco na animação nocturna no Porto
11 Fevereiro – 12 espaços de dança sem segurança
19 Fevereiro – Freguesias a tutelar esplanadas
23 Fevereiro – Discoteca Swing está à venda
01 Março – Rio sobe 5 metros e lança o pânico
02 Março – Mais uma noite sem dormir
05 Março – Autarquia do Porto vota terça-feira protocolo para apoio ao sistema da Ribeira
06 Março – Câmara quer apoiar sistema da Ribeira
06 Março – Associação de bares do Porto acusa governo civil de ser hostil
08 Março – Associação de bares defende gravação de imagens 24 horas por dia
08 Março – Associação de bares defende gravação de imagens 24h/dia
08 Março – Associação de bares do Porto defende gravação de imagens 24 horas por dia – Porto, (Lusa)
08 Março – Associação de bares do Porto defende gravação de imagens 24 horas por dia
08 Março – Videovigilância/Porto: Associação de bares defende gravação de imagens 24 horas por dia
08 Março – Porto: Associação de bares defende gravação de imagens 24 horas por dia
09 Março – Videovigilância em Santa Catarina
09 Março – Ribeira – Câmara do Porto apoia com cinco mil euros
09 Março – Santa Catarina poderá ser a próxima zona a receber câmaras de videovigilância
09 Março – Associação de Bares e PSP pedem 24 horas de vigilância
10 Março – Bares criticam hostilidade
16 Março – Lei perversa à porta de bares
20 Março – Videovigilância foi vandalizada
27 Março – Comerciantes exigem que Red Bull seja na Ribeira
o inútil excesso, por ssru
Publicado 25/02/2010 media Deixar um Comentário
Tags:cidadania, cultura, jornalismo, património, reabilitação
Excesso insuportável de palavras inúteis, por PEDRO TADEU (DN)
«Uma mulher rodeada por quilómetros de terra, lama, pedra e destroços tenta, com um pequeno ramo de árvore, desenterrar qualquer coisa minúscula no lodaçal. Um monte de automóveis desfeitos, empoleirado numa pilha de troncos e barro, ameaça desabar sobre o telhado vermelho de um edifício. Um cão busca, por debaixo de uma montanha de escombros, o odor de um cadáver. Uma tromba avassaladora de líquido castanho corre, desabrida, por uma viela. É um gigante Adamastor que tudo destrói, em luta por espaço e mais espaço e mais espaço. Há falta de proporções humanas nos cataclismos dos dias de hoje.
Um miúdo de galochas e camisola interior contempla, plácido, sentado num tijolo, a persiana daquele que há minutos era o seu quarto. A janela espreita cá para fora, como um olho improvável, que a casa está lá em baixo, soterrada. Um corpo escondido por um lençol branco é levado sem vida, sem cor, numa maca carregada por bombeiros de capacete garrido, amarelo. Um braço estendido tira das águas revoltas um homem que luta contra o afogamento. Há excesso de imagens comoventes nas tragédias dos dias de hoje.
Procuramos sempre culpados. Antigamente era a fúria divina provocada pela nossa suposta vida licensiosa. Agora, que Deus já não tem fúrias e os pecados da carne são uma irrelevância moral, racionalizamos a hecatombe com a denuncia do pecado da imprevidência: sofremos, morremos, perdemos o que conquistámos à vida porque construímos onde não devemos, porque manipulamos a natureza a golpes de toneladas de betão e ferro, porque desafiamos o clima com agressões de fumo, gasolina e CO2. Há excesso de má consciência na civilização tecnológica dos dias de hoje.
Esquecemos a trica política. Guardamos o rancor para outro dia. Abraçamos o maior inimigo. Prometemos corrigir os erros do passado. Inventamos actos solidários de homenagem aos que foram embora. Destinamos milhões para pagar prejuízos. E vamos à missa. Há excesso de rituais normalizados nos dias políticos de hoje.
Nada há para dizer e, no entanto, ninguém pára de falar. Falou o Presidente. Falou o primeiro-ministro. Falou o líder do Governo Regional da Madeira. Falou o ministro. Falou o homem da Protecção Civil. Falou o comandante dos bombeiros. Falou o comentador profissional. E os jornalistas não se calam, horas e horas e horas a fio. Há demasiadas palavras inúteis na linguagem destes tempos que correm.
Maldita profissão esta, que me obriga, sem respeito pela morte, a somar as minhas palavras, mais palavras inúteis, ao ruído insuportável que me cerca…»
nota: Apenas para referir que o sublinhado do texto é nosso e que a fotografia é do JNonline. Só isso, nem mais uma palavra a acrescentar…
a feira nova, por ssru
Publicado 14/02/2010 aliados Deixar um Comentário
Tags:baixa do porto, cidadania, cidade do porto, cmp, cultura, igespar, património, planeamento, política, reabilitação, zona histórica
A Praça Nova está, mais uma vez, transformada num recinto de feira de província. Os carrosséis com a sua chinfrineira habitual, as tendas do pão doce e as “roulotes” das farturas com os odores tão característicos, os espectáculos brejeiros de encher o olho, mais pelas dançarinas do que por outros dotes que concorram à atenção dos espectadores e uma inovação, com poucos anos, nas feiras novas – os insufláveis coloridos, que fazem os prazeres da pequenada.
A Avenida dos Aliados, centro cívico da cidade, templo da nossa civilidade ocupado por vendilhões, quando tantos locais bem mais indicados serviriam de pouso para mais uma sodomia.
Não cremos que seja propositado, que este executivo faça tudo isto só para nos humilhar e agradar às cortes de Lisboa (não vamos por aí), achamos que é mesmo por ignorância e falta de sensibilidade, de DIGNIDADE.
Viva o Carnaval, que quando nasce é para todos…
E hoje que é ‘Dia dos Namorados’, podemos levar os nossos pares a dar uma volta naquele cisne ou no carro dos bombeiros, delícia suprema…
o não-património #5, por ssru
Publicado 28/01/2010 não-património Deixar um Comentário
Tags:baixa do porto, centro histórico, cidade do porto, cmp, cruarb, igespar, imobiliário, joaquim branco, não-património, política, praça de lisboa, reabilitação urbana, sru, vitória
A Praça de Lisboa representa para nós o paradigma da negação, uma contradição em termos, certamente um ‘caso-de-estudo’ pelo aspecto negativo!
É uma não-praça, um não-topónimo, um não-espaço comercial, um não-programa funcional, um não-exemplo de gestão do bem público, um não-lugar, enfim… um não-património. Sozinha encerra em si mesma e num só tempo ‘a degradação – a má reabilitação – o abandono negligente’ e por isso, ao contrário do que tem acontecido com esta rubrica, à “Praça do Anjo” iremos dedicar um só longo artigo.
A Praça – 1. lugar público e amplo geralmente rodeado de edifícios e onde desembocam várias ruas; largo; rossio; 2. largo onde se realiza uma feira ou um mercado [http://www.infopedia.pt/pesquisa.jsp], afiguram-se como as definições que melhor se ajustam ao caso em apreço.
"O Porto de Outros Tempos, Edição BPMP"
Tanto se disse e escreveu sobre a Praça de Lisboa, ou o Clérigos Shopping, ou o Mercado do Anjo, que acreditamos não trazer muito mais para acrescentar. Mas vamos tentar, esclarecendo a nossa perspectiva sobre o assunto e começando do início.
momento 1
O período de ocupação filipina representou para o Porto um momento importante na consolidação do poder civil e no incremento de trabalhos públicos. Filipe II reforçou a administração regional e o poder dos juizes, sendo prova disso a ordem de construir uma casa para a Relação e Cadeia em 1603, edifício que ruiu no século XVIII, dando lugar à imponente obra de João de Almada. A escolha do Campo do Olival para localização de uma obra deste calibre revela a importância que é concedida à urbanização deste subúrbio, realçando ainda preocupações no reordenamento dos espaços públicos envolventes, criando as primeiras alamedas do Olival, com a plantação de árvores e bancos para repouso.
extracto da planta de 1813
Com a restauração da independência surgem certas dificuldades para o poder civil, em contraste com o poder eclesiástico que continua a demonstrar um papel dinamizador, lançando importantes obras de assistência como em 1672 a do Recolhimento do Anjo, realçando de novo a importância concedida à zona do Olival. Por esta altura começam-se a desenhar algumas directrizes que irão ser desenvolvidos pelos Almadas, um século mais tarde
Por volta de 1762, a criação da Junta da Obras Públicas coincide com a intenção de centralizar num único departamento a direcção do desenvolvimento urbanístico do Porto. A primeira Junta é presidida por João de Almada e dela também faziam parte elementos camarários. Mal comparando, estaríamos a falar da primeira SRU da cidade (o que tem a sua piada), sendo que uma das preocupações foi a angariação de fundos através da criação de impostos sobre os vinhos, valendo-se dos rendimentos da Companhia de Agricultura e Vinhos do Douro.
O plano estratégico de desenvolvimento e expansão da cidade, que se começa a vislumbrar em 1784 numa extensa lista de melhoramentos, introduz a necessidade de criação de normas relativas à construção de edifícios, à composição das fachadas, obedecendo a uma regularidade tipológica de inspiração neoclássica.
extracto da planta de 1839
Com a vitória liberal em 1834, inicia uma nova fase da vida do Porto, onde se afirmava uma burguesia mercantil, enriquecida pela apropriação dos bens do clero que tinham sido nacionalizados e vendidos em hasta pública.
A atenção aos aspectos formais do desenvolvimento urbanístico é reforçada nomeadamente no reapetrechamento estrutural da cidade e a consolidação do tecido urbano, onde também se inserem as iniciativas de regular o abastecimento de géneros, concentrando as diversas feiras espalhadas pela cidade, em locais estrategicamente posicionados, como aconteceu em 1837-1839 com o Mercado do Anjo, criado para abastecer a zona central. Era aqui que se vendiam os frescos produtos hortícolas que as lavradeiras traziam dos arredores da cidade, chamando a si imensa população residente vizinha.
extracto da planta de 1892
No início do período republicano, o Mercado do Anjo perspectiva uma modernização com um projecto de Marques da Silva, apenas residualmente concretizado. A posterior construção de mercados periféricos, como o do Bom Sucesso, vieram alterar a importância e a função do Mercado do Anjo precipitando-o para a obsolência.
cruarb - fichas de obras
O tempo passava e este espaço central, de formato triangular, sobrava entre a dignidade das frentes urbanas vizinhas (clérigos, universidade e livraria Lello).
momento 2
Seria útil perceber que o entendimento destas questões históricas aqui introduzidas, fazem parte dos cânones que devem presidir a qualquer projecto de requalificação ou regeneração de um tecido urbano com esta singularidade.
Algo que manifestamente não encontrámos na intervenção promovida em 1992 pelo CRUARB, num projecto da autoria dos arquitectos António Moura, Luís Oliveira e Susana Barbosa, sendo prova física disso mesmo (para além de outras variáveis mais rebuscadas) o estado de degradação em que a praça se encontrava, volvidos apenas uns insignificantes (em arquitectura) 14 anos, até ao seu inqualificável abandono.
Este projecto cedo evidenciou fragilidades na estruturação e articulação com a envolvente, fechando-se em si mesmo e com uma alma diminuída pelo constante desinteresse das autoridades camarárias que parecem ter assumido um criminoso desleixo como factor para justificar a alienação deste moribundo espaço.
A iniciativa artística e comercial fervilha e, com a fibra que sempre a caracterizou através da história da cidade, recusa baixar os braços, mostrando aos responsáveis os caminhos evidentes para a resolução do problema. À volta da praça (onde deviam estar) pululam inúmeras actividades como o “Mercadinho dos Clérigos”, o “Se esta Rua Fosse Minha”, o mercado “Porto Belo” (como se a importação do nome fosse vital, quando existem outros bem mais tradicionais como a ‘Feira da Ladra’, que já se realizou, em tempos, aqui perto) e até a “Feira dos Passarinhos” é instalada no ‘descampado que se plantou’ em frente ao edifício da antiga Cadeia da Relação (??).
Parece clara a falha da ligação da praça com a Rua das Carmelitas onde principiam as Ruas da Galeria de Paris e de Cândido dos Reis. A entrada do estacionamento virado para os Clérigos, parece nunca ter levantado dúvidas a quase ninguém. A ocupação do espaço central da praça com um restaurante (?) e a deslocação da fonte da “Anja” para um canto, só parece esquisito a alguns.
Afigura-se evidente que o esforço da Cidade na recuperação daquele espaço poderia ser significativamente menor. Facilmente um conjunto de técnicos, mais ou menos dotado conseguiria recuperar aquela Praça com o que ela tinha e ‘fazer melhor’.
momento 3
“Desinteressadamente” a avidez de Privados aparece do Nada, de mãos-dadas com a CMP/SRU, percebendo a oportunidade num território central e economicamente aliciante. Não nos debruçaremos sequer na possibilidade do caderno de encargos do concurso público que se gerou, ser delineado de tal forma que só um concorrente e poucos mais pudessem responder, nem nas relações de amizade ou outras que os intervenientes teriam com os dirigentes da SRU ou da CMP. Para este artigo não será tão relevante. Fiquemo-nos apenas pelo facto da cidade estar até hoje, refém de um gigantesco Nó-Cego.
E do Nada aparece um projecto com ondas, de uma arquitectura-ovni, que se desliga de todos os valores históricos, patrimoniais e arquitectónicos da envolvente.
http://www.porto.taf.net/dp/node/3571
Com a curiosidade macabra de ser do mesmo autor que faz um sea life/oceanário sem ondas, em frente à ondulação marítima do Atlântico, transportando essa eventual falta de contextualização para uma espécie de “novo oceanário” com ondas, erigido no cimo do monte, esperando que a Torre dos Clérigos aguente tamanha sodomia.
Para completar o abstruso ramalhete, o espaço destinava-se a potenciar a extinção da mais famosa livraria do País e arredores. Felizmente que a crise económica não tem só aspectos negativos, pois o tubarão foi à falência antes de comer o peixinho colorido (o nosso “Nemo”).
Em conclusão, há dinheiro para inventar o absurdo e no entanto a Galeria de Paris há 100 anos à espera de dinheiro para uma cobertura, quase sem desenho arquitectónico (com estes arquitectos é melhor ser um mestre-de-obras… [nunca pensámos dizer isto na nossa vida]), para aliviar e proteger das intempéries uma zona social e comercial por excelência.
Haja Deus e Saúde, protecção mental para aqueles que ainda se preocupam, talvez demasiado, em esclarecer estas coisas das arquitecturas.
e agora… algo diferente, por ssru
Publicado 15/01/2010 diversos Deixar um Comentário
Tags:cidadania, património da humanidade, reabilitação, solidariedade
Haiti: Vale da Sombra da Morte, no Aventar
Nesta terça (11), a devastação assolou o Haiti. Deixou lacunas ao partir famílias e corações. Dentre as possíveis centenas de vítimas do terremoto, há quem chora a perda. Prantos são feitos. Lamentações, ditas. A fragilidade humana exposta, está amostra para que se veja o que se foi. Do pó, reduzidos às cinzas.
A morte é uma violência. Ela rompe com um ciclo de expectativa, de sonhos e de realizações. Em fração de segundos, um futuro, pensado para o distante, é interrompido sumariamente. Incompreensível e injusta, ela – a morte – possui ferrão doloroso cheio de veneno e provoca feridas excrucitantes.
Esses momentos de catástrofe demonstram que só a solidariedade vinda de um coração fraterno é o refúgio onde podem ser abrigadas as lágrimas de almas quebradas. Há 6 anos, um tsunami varreu o Oceano Índico. Milhares se foram. O sentimento aterrorizante de impotência é desesperador. E ainda assim, a morte jamais fica saciada.
Lá, na América Central, não morreram haitianos ou cidadãos de quaisquer outras nacionalidades, morreram pessoas. Morreu gente como nós: pais, mães, irmãos, irmãs, filhas, filhos, tios, tias, avós, avôs, trabalhadores, estudantes, empresários, mendigos, ricos, viúvos, solteiros, casados… Morreu, ali, um pouco de cada um de nós. Uma parte da humanidade.
CHICO JUNIOR
Chico Junior é brasileiro, graduado em jornalismo e em teologia, autor do blog Polipensamento
http://www.aventar.eu/aventar/wp-content/uploads/2010/01/haiti_1401.jpg
nota a 18 Janeiro 2010: Apesar de tudo, acreditamos que a maior prova de compaixão não consiste em expormos gratuitamente o sofrimento alheio. Algo que a avidez da “comunicação” actual não compreende, bombardeando-nos constantemente com imagens de horror (como um jornalista a falar para a câmara e a apontar para uma mão que sobra debaixo de uma laje de betão).
o que disse? como?…, por ssru
Publicado 12/01/2010 zona histórica Deixar um Comentário
Tags:cidade do porto, cmp, documento estratégico, igespar, planeamento, política, porto vivo, sru, zona histórica
(… certamente estarão lembrados daquilo que dissemos no primeiro artigo)
O concurso internacional de ideias para a Frente Ribeirinha esteve, pelos vistos ainda está, nas ‘bocas-do-mundo’ e disso se fez grande alarido e se tirou igual proveito.
A Porto Vivo e/ou a CMP (traduzindo: os contribuintes) gastaram imenso dinheiro em meios e em recursos humanos a preparar e a lançar o concurso que “iria revolucionar toda a frente do Rio Douro”; despendeu, sabe-se lá quanto, em despesas de representação e logística; gastou nos montantes destinados aos prémios; ‘tratou’ principescamente (costuma ser assim) e andou com o júri ao colo; fez eco de tudo isto nos ‘media’, que por sua vez também custa dinheiro em ‘comunicação e imagem’; com pompa e circunstância envolveu diversas instituições em diferentes cerimónias; enfim… criou tantas expectativas, pelo menos nos que ainda acreditam. E então agora é isto?
http://www.portovivosru.pt/concurso/galeria/imgs_grandes/15.jpg
“(…) Frente ribeirinha do Douro não terá projecto único – A Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) já não vai fazer um projecto global para a frente ribeirinha do Porto. Em 2007, a SRU lançou um concurso internacional de ideias, ganho pelo arquitecto portuense Pedro Balonas. Após o anúncio do vencedor (que recebeu um prémio monetário de 50 mil euros), esperava-se que a SRU desenvolvesse um documento estratégico que incorporasse ideias da proposta de Pedro Balonas e, eventualmente, algumas ideias de outros projectos apresentados a concurso. Já não será assim.
O presidente do conselho de administração da Porto Vivo, Arlindo Cunha, garante que a revitalização da frente ribeirinha da cidade não está parada, houve apenas uma mudança de metodologia. “Andamos a reflectir na melhor metodologia para abordar o assunto. Decidimos incorporar as ideias que ali surgiram nos vários quarteirões, à medida que vamos trabalhando”, diz. E acrescenta: “Optámos por não fazer uma zona especial da frente ribeirinha, extremamente comprida e atravessando vários quarteirões. Faz mais sentido abordar os vários troços da frente [urbana] no contexto espacial em que se inserem.” As soluções apresentadas, pelos vários concorrentes, para a marginal ou para a ligação com Gaia não terão, por enquanto, qualquer desenvolvimento.
Para já, a nova metodologia escolhida pela SRU ainda não teve qualquer repercussão nas dezenas de propostas apresentadas a concurso. Arlindo Cunha lembra que, recentemente, a Porto Vivo aprovou os documentos estratégicos para os quarteirões Cais das Pedras – Igreja e Cais das Pedras – Cristelo, inseridos na área abrangida pelo concurso de ideias, mas admite que nenhuma das soluções encontradas para o local se baseou nos resultados daquele concurso. O responsável da SRU garante, contudo, que as ideias apresentadas ao concurso não foram em vão – os 2.º e 3.º classificados receberam 20 mil e 15 mil euros – e que algumas ainda serão utilizadas, quer nos quarteirões, quer na nova Área de Reabilitação Urbana (ARU) que está a ser criada, por força da nova legislação para a reabilitação.
Obra em 40 frentes – A nova ARU “englobará toda a zona histórica” e substituirá a lógica de criar documentos estratégicos para quarteirões. Mas aqueles que já estão aprovados ou em vias de aprovação não vão parar. “Estamos num período transitório, mas o trabalho não vai parar. Estamos, neste momento, a trabalhar em cerca de 40 frentes e é na obra que nos queremos concentrar agora”, garante Arlindo Cunha.
O concurso de ideias lançado em 2007, e que Balonas venceu em Fevereiro de 2008, abrangia toda a área marginal entre a Rua de D. Pedro V e a Ponte de D. Maria I. As soluções encontradas pelo arquitecto para impulsionar a atractividade da zona, melhorando a qualidade urbanística, a qualidade paisagística e a mobilidade e estacionamento, foram consideradas as mais “consistentes” pelo júri do concurso, ainda que algumas se revelassem, de imediato, de difícil concretização. Pedro Balonas sugeriu a criação de duas pontes pedonais, ligando Porto e Vila Nova de Gaia, a instalação de um hotel no edifício da Alfândega, a ligação ao Passeio das Virtudes através de um elevador e a criação de um centro de artes nos velhos armazéns de Miragaia. Para já, nenhuma destas, ou das restantes propostas do arquitecto, está a ser desenvolvida.
Contactado pelo PÚBLICO, Balonas considerou a opção da SRU – de não realizar um projecto global tendo por base o concurso de ideias – “um desperdício”. O arquitecto promete questionar a Porto Vivo sobre esta solução, e acrescenta: “Há um concurso público que foi ganho e que tem de ser concretizado. Ou, pelo menos, é preciso que se explique por que foi abandonado”.
Financiamento do Estado idêntico à de Lisboa será mais difícil - Em Maio do ano passado, o presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, utilizou o anunciado investimento governamental na frente ribeirinha de Lisboa para criticar o centralismo do poder, exigindo que um apoio similar fosse dado à Invicta. “Há anos que acontecem coisas destas, mas agora exagerou-se um pouco”, disse então o autarca durante uma reunião da assembleia municipal, em referência aos 400 milhões de euros que o Estado se propunha investir em Lisboa. Rui Rio conseguiu que Francisco Assis (o actual líder parlamentar do PS, que na altura era vereador da oposição no município), ficasse do seu lado, defendendo mesmo que a importância estratégica da marginal portuense era “em tudo igual” à da capital. Mas essa reivindicação pode agora cair por terra. Na altura, o então vereador do Urbanismo, Lino Ferreira, avisou: “Só podemos pensar em financiamento quando este se puder enquadrar no projecto que há-de vir a surgir, e que ainda não há”. Agora, de acordo com as explicações de Arlindo Cunha, não vai mesmo haver projecto. O responsável da SRU reconhece que a ausência de um projecto global para a frente ribeirinha do Douro dificulta a exigência, junto do Governo, de um financiamento idêntico ao que foi usado em Lisboa, mas ressalva que não o inviabiliza. “O investimento poderá ser feito ao nível da Área de Reabilitação Urbana, em vez da frente ribeirinha”, diz.(…)”
Então também não há responsabilidades, nem responsáveis? É só assim?… Não sabiam se tinham dinheiro antes de lançar o concurso? Andamos a brincar às casinhas e aos projectinhos? Só com os oitenta e cinco mil euros dos prémios já tinham acabado com aquela vergonha que, a custo, se mantém em pé em plena Mouzinho da Silveira.
Olhem lá, se de vez em quando, antes de fazer asneiras, estivessem quietinhos e caladinhos! Não era muito melhor?
os políticos às vezes têm razão…, por ssru
Publicado 31/12/2009 media Deixar um Comentário
Tags:cidadania, cidade do porto, cmp, cultura, jornalismo, legislação, política, reabilitação, rui rio
A época é festiva e longe de nós qualquer intuito de passá-la nas habituais lamúrias e lamentos, do tipo “os políticos são todos da mesma laia”, “o ano é novo mas os políticos são velhos” e por aí adiante.
Há, certamente, nesta triste e bisonha Portugália, políticos que, às vezes, estão cobertos de razão. Portugauleses serão eles, pois então, lutando ainda e sempre contra o invasor chico-esperto!…
Pacheco Pereira é um deles. De espada em punho, o (único?) ideólogo social-democrata lá vai brandindo argumentos e desfilando causas e análises. Em algumas, vá, uma quantas, acerta. As suas teses sobre o “situacionismo” no jornalismo desta Portugália enfadonha e dorminhoca são conhecidas e, normalmente, bem fundamentadas. Descontando-lhe uma certa verve intelectualóide que roça, muitas vezes sem necessidade, alguma arrogância, Pacheco Pereira suporta as suas análises numa amostra normalmente consistente de provas de que o jornalismo que por cá se pratica participa do adormecimento da sociedade, alinha facilmente com os poderosos, não investiga, não agita, não questiona, não faz pensar. É dócil e meigo, e perpetua com isso os ignaros e a ignorância individual e colectiva, como há tempos aqui defendemos.
Mas Pacheco Pereira tem, provavelmente, um problema: as lentes. Porque mesmo que não as use, ele só se mostra interessado em ver “uma” parte da realidade. Seria interessante que observasse, por exemplo, esta notícia. Sem essas lentes pré-coloridas, ele veria certamente o ridículo de uma cópia barata e mal arranjada do trabalho de levantamento analítico que ele mesmo faz, na qual alguém pago pelo dinheiro dos contribuintes se distraiu e nos quis distrair com uma argumentação sem pés nem cabeça, talvez própria de quem muito preza a subserviência silenciosa dos media e muito gostaria que esta também se aplicasse a si, em todos os momentos e instantes.
Mas há, felizmente, excepções. De facto, ao contrário do que Pacheco Pereira faz, ou seja, ao contrário de pesquisar, elencar e dissecar um conjunto crescente de textos e discursos jornalísticos que dão corpo e fundamentação às suas teses do “situacionismo”, que só são validáveis a partir desse conjunto vasto de informação publicada e nunca de episódios soltos ou isolados, a notícia publicada no site oficial da Câmara Municipal do Porto acusa um jornal (o Público) de, através da selecção editorial de uma fotografia (!), em que se vê o presidente da autarquia em pleno uso da palavra, estar a violar “regras éticas e deontológicas a que está obrigado, uma vez que a ilustração em causa não tem relevo para a notícia, antes pelo contrário, pretende apenas induzir uma imagem falsa e negativa da pessoa em causa, neste caso, do Presidente da Câmara Municipal do Porto” (sic).
Mas a hilariante denúncia vai mais longe, explicando que “o problema não é o facto da fotografia ter sido tirada, mas sim ter sido propositadamente escolhida entre centenas de flashes disparados, fazendo com que o Presidente da Câmara do Porto apareça aos olhos dos leitores como uma figura desprovida de bom senso e intolerante na forma como se exprime, tentando retirar-lhe dignidade e sentido de estado” (sic). Estaremos, pois, perante uma verdadeira “pérola” que empalideceria qualquer semiólogo encartado desta pobre e (ainda assim) triste Portugália. É, seguramente, mais uma “pérola” que, essa sim, de facto, nos deveria fazer a todos duvidar, mais uma vez, do auto-proclamado “sentido de estado” do seu mentor.
Não haverá mais nada em que aplicar os parcos dinheiros públicos? De facto, alguns políticos, às vezes, têm razão… Portugauleses serão eles, porque os ignaros romanos já parecem ter tomado totalmente de assalto a aldeia, e, poção mágica que nos livre deles, nem vê-la!
nota a 12 de Julho de 2010: Interpretando a foto abaixo, extraída desta notícia, será lícito concluirmos que afinal esta posição do Sr. Presidente até é bastante comum, talvez fruto de muitas aulas de retórica e dicção em frente ao espelho…
os nossos votos, por ssru
Publicado 23/12/2009 diversos Deixar um Comentário
Tags:centro histórico, cmp, igespar, património mundial, política, unesco, zona histórica
Desejamos a todos Festas Felizes e Votos de um Natal repleto de valores, como a solidariedade, a compaixão, a fraternidade e a tolerância. À nossa Família e aos nossos Amigos os votos de um Santo Natal…
e que o Menino Jesus não permita que os ‘homens maus’ construam uma ‘cidade subterrânea’ debaixo da Igreja da Misericórdia.
a chacota vidrada, por ssru
Publicado 14/12/2009 património da humanidade Deixar um Comentário
Tags:centro histórico, cmp, construção, cultura, documento estratégico, igespar, património, porto vivo, reabilitação, sistema construtivo
“Caros amigos, espero sinceramente que esteja a ficar também do vosso agrado. Cumprimentos. ”
Foi desta forma que o Pedro Lopes, do Hard Club, se dirigiu à SSRU, dando conta da fase dos trabalhos de aplicação do novo revestimento cerâmico nas paredes interiores do edifício do Mercado de Ferreira Borges, juntando as excelentes fotografias. Muito obrigados ao Pedro.
Recentemente tivemos a oportunidade de ver de perto este trabalho e está muito bem acabado, criando um efeito cénico bastante agradável: o azulejo vermelho ferro com o metal da estrutura no mesmo tom, evidenciando as diferenças das texturas e das formas dos elementos (num e noutro sentido).
A chacota (ou biscoito) executada manualmente, apresenta formas irregulares, eventualmente pequenas imperfeições ou alteração nas dimensões e é por ventura mais espessa que a normal chacota de azulejo industrial; o que não significa um material menos nobre, pelo contrário este é o material mais caro e a sua utilização está normalmente associada à execução de obras com motivos antigos ou necessariamente no restauro de obras antigas. É a base ideal para produzir obras de motivos rústicos ou estilo século XVII ou XVIII.
A Majólica é uma técnica de produção vinda de Itália e introduzida na Península Ibérica em meados do século XVI. Não é simples clarificar a origem do termo; talvez uma locução italiana para Maiorca, porto de onde eram exportados os azulejos, ou uma metamorfose do termo Opera di Mallica usado desde o século XV para designar a mercadoria italiana exportada do porto de Málaga. O termo faiança, utilizado a partir do século XVII, tem origem no centro italiano Faenza onde era produzida esta cerâmica. A majólica veio revolucionar a produção do azulejo pois permite a pintura directa sobre a peça já cozida. Após a primeira cozedura é colocada sobre a placa um líquido espesso (branco opaco) à base de esmalte estanífero (estanho, óxido de chumbo, areia rica em quartzo, sal e soda) que vitrifica na segunda cozedura. O óxido de estanho oferece à superfície (vidrado) uma coloração branca translúcida na qual é possível aplicar directamente o pigmento solúvel de óxidos metálicos em cinco escalas de cor: azul cobalto, verde bronze, castanho manganésio, amarelo antimónio e vermelho ferro (que por ser de difícil aplicação pouco surge nos exemplos iniciais). Os pigmentos são imediatamente absorvidos, o que elimina qualquer possibilidade de correcção da pintura (designada decoração ao grande fogo). O azulejo é então colocado novamente no forno com temperatura mínima de 850°C revelando, só após a cozedura, as respectivas cores utilizadas. (ver excelente artigo na Wikipédia).
Se está bonito? Está! Se havia necessidade? Não, principalmente sem a autorização do senhorio!
Mas Pedro, a questão dos azulejos é menor comparada com a solução arquitectónica, essa sim, inviabilizando um espaço que se queria multifuncional e polivalente. E aquela empena toda do vizinho a olhar para nós…
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centro histórico do porto
por fernando távora, arquitecto
«Dir-se-ia que, perdido o pé, nos afundamos num mundo que desconhecemos porque não é nosso, porque é consumido por nós. No mundo natural, no mundo visual, no mundo cultural, o homem vê desaparecerem os seus elementos de identificação, o seu território, o seu sistema de relações.»
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«Uma cidade pode ser apenas um rio, uma torre, uma rua com varandas de sal e gerânios de espuma.(...) Uma cidade pode ser um coração, um punho.»
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A Sociedade Secreta que manda no mundo
A sociedade secreta The Illuminati decide o destino do mundo?
Pelo menos é o que afirmam o jornalista Jonathan Vankin, o escritor e ex-apresentador da BBC de Londres David Icke, o eminente pesquisador Anthony Sutton e o economista brasileiro Armindo Augusto Abreu.
A Ordem dos Illuminati foi fundada em 1 de março de 1776, por Adam Weishaupt, professor de Direito Canônico da Universidade Ingolstadt, na Alemanha, que adotou o nome simbólico de Spartacus.
Adam tinha um programa político que incluía a abolição das monarquias. Mas seu grande objetivo era a criação de uma Nova Ordem Mundial.
Nos idos de 1900, conforme Walter Rathenau, principal executivo da General Electric na Alemanha, os Illuminati, em número de trezentos, dirigiam os destinos da Europa.
Pois o filme revela a ação decisiva dos Illuminati no assassinato de John Kennedy e nas duas “Guerras” do Golfo. Mostra ainda como membros da sociedade secreta Skull & Bones influiram nas eleições presidenciais de 2000 e 2004 nos Estados Unidos.
A propósito a Skull & Bones é conhecida como “A Irmandade da Morte”. Ela nasceu na Universidade de Yale, em 1833, como um braço da Thule, confraria ocultista alemã, que teria iniciado Adolf Hitler nos mistérios do satanismo.
A Skull tem em seus quadros políticos famosos, como os Bush – pai e filho – e empresários de ponta. E é dominada pelos clãs financeiros dos Rockefellers, J.P.Morgan, Taft, Stinsom, Whitney, Bundy, Harriman, Weyerhaeuser, Sloane, Pillsbury, Payne, e Wadsworth. Seu objetivo seria o de estabelecer uma ditadura global.
Se quiser assistir a um excelente documentário sobre The Illuminati pode baixá-lo, por partes, nestes links.
http://www.4shared.com/file/30662172/8ce8c67c/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart01.html
http://www.4shared.com/file/30662155/20ba315d/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart02.html
http://www.4shared.com/file/30662136/efe9c761/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart03.html
http://www.4shared.com/file/30662126/f6f2f620/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart04.html
http://www.4shared.com/file/30662125/6ffba79a/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart05.html
http://www.4shared.com/file/30764127/6fc24acf/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart06.html
http://www.4shared.com/file/30764122/1fa8be40/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart08.html
http://www.4shared.com/file/30764125/81cc2be3/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart07.html
http://www.4shared.com/file/30899993/424fb7c/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart09.html
http://www.4shared.com/file/30899981/f331ab11/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart10.html
http://www.4shared.com/file/30899975/73c473c7/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart11.html
http://www.4shared.com/file/30900008/f6a15c6c/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart12.html
http://www.4shared.com/file/30899996/744e0ff3/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart13.html
http://www.4shared.com/file/30603807/8bee0d7e/CODEC_PARA_VER_O_DOCUMENTARIO_E_VIDEOS.html
Codec para ver o documentário:
http://www.4shared.com/file/30603807/8bee0d7e/CODEC_PARA_VER_O_DOCUMENTARIO_E_VIDEOS.html
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3 to “A Sociedade Secreta que manda no mundo”
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junho 5, 2010 às 5:13 pmSaiba como entrar para uma sociedade secreta online em http://esfereaperene.ning.com/
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fevereiro 14, 2009 às 2:18 amIsto é muito grave,não podemos ficar parados sem que toda população fique sem saber da verdade…
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A Sociedade Secreta que manda no mundo
A sociedade secreta The Illuminati decide o destino do mundo?
Pelo menos é o que afirmam o jornalista Jonathan Vankin, o escritor e ex-apresentador da BBC de Londres David Icke, o eminente pesquisador Anthony Sutton e o economista brasileiro Armindo Augusto Abreu.
A Ordem dos Illuminati foi fundada em 1 de março de 1776, por Adam Weishaupt, professor de Direito Canônico da Universidade Ingolstadt, na Alemanha, que adotou o nome simbólico de Spartacus.
Adam tinha um programa político que incluía a abolição das monarquias. Mas seu grande objetivo era a criação de uma Nova Ordem Mundial.
Nos idos de 1900, conforme Walter Rathenau, principal executivo da General Electric na Alemanha, os Illuminati, em número de trezentos, dirigiam os destinos da Europa.
Pois o filme revela a ação decisiva dos Illuminati no assassinato de John Kennedy e nas duas “Guerras” do Golfo. Mostra ainda como membros da sociedade secreta Skull & Bones influiram nas eleições presidenciais de 2000 e 2004 nos Estados Unidos.
A propósito a Skull & Bones é conhecida como “A Irmandade da Morte”. Ela nasceu na Universidade de Yale, em 1833, como um braço da Thule, confraria ocultista alemã, que teria iniciado Adolf Hitler nos mistérios do satanismo.
A Skull tem em seus quadros políticos famosos, como os Bush – pai e filho – e empresários de ponta. E é dominada pelos clãs financeiros dos Rockefellers, J.P.Morgan, Taft, Stinsom, Whitney, Bundy, Harriman, Weyerhaeuser, Sloane, Pillsbury, Payne, e Wadsworth. Seu objetivo seria o de estabelecer uma ditadura global.
Se quiser assistir a um excelente documentário sobre The Illuminati pode baixá-lo, por partes, nestes links.
http://www.4shared.com/file/30662172/8ce8c67c/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart01.html
http://www.4shared.com/file/30662155/20ba315d/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart02.html
http://www.4shared.com/file/30662136/efe9c761/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart03.html
http://www.4shared.com/file/30662126/f6f2f620/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart04.html
http://www.4shared.com/file/30662125/6ffba79a/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart05.html
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http://www.4shared.com/file/30899975/73c473c7/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart11.html
http://www.4shared.com/file/30900008/f6a15c6c/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart12.html
http://www.4shared.com/file/30899996/744e0ff3/THE_ILLUMINATI_VOL_1_-_COMPLETOpart13.html
http://www.4shared.com/file/30603807/8bee0d7e/CODEC_PARA_VER_O_DOCUMENTARIO_E_VIDEOS.html
Codec para ver o documentário:
http://www.4shared.com/file/30603807/8bee0d7e/CODEC_PARA_VER_O_DOCUMENTARIO_E_VIDEOS.html
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Sugestões e Opiniões
Conheça a Maçonaria
"Todo mundo pode fazer história; só um grande homem pode escrevê-la".
Oscar Wilde.
(ouça esta introdução na voz de Walker Blaz)
1. O que é a Maçonaria de nossos dias?
2. A Maçonaria é uma sociedade secreta?
3. A Maçonaria é uma religião?
4. A Maçonaria é anti-religiosa?
5. A Maçonaria é ateísta ou meramente agnóstica?
6. A Maçonaria é um partido político?
7. A Maçonaria é uma sociedade de auxílios mútuos?
8. A Maçonaria é uma ideologia ou um "ismo"?
9. Então o que é a Maçonaria?
10. Qual é a missão da Maçonaria?
11. A Maçonaria convida as pessoas para se filiarem a ela?
12. Porque a Maçonaria não inicia mulheres?
13. Por que são chamados de templos os locais de reunião?
14. A Maçonaria Universal obedece a uma autoridade máxima?
15. Símbolos da Maçonaria
Leia também:
>> Sou a Maçonaria (texto do PGM Erwin Seignemartin)
>> Texto de Fernando Pessoa sobre a Maçonaria
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1. O que é a Maçonaria de nossos dias?
A Maçonaria é uma Ordem Universal formada de homens de todas as raças, credos e nacionalidades, acolhidos por suas qualidades morais e intelectuais e reunidos com a finalidade de construírem uma Sociedade Humana, fundada no Amor Fraternal, na esperança com amor à Deus, à Pátria, à Família e ao Próximo, com Tolerância, Virtude e Sabedoria e com a constante investigação da Verdade e sob a tríade LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE, dentro dos princípios da Ordem, da Razão e da Justiça, o mundo alcance a Felicidade Geral e a Paz Universal.
2. A Maçonaria é uma sociedade secreta?
A Maçonaria não é uma sociedade secreta, no sentido como tal termo é geralmente empregado. Uma sociedade secreta é aquela que tem objetivos secretos e oculta a sua existência assim como as datas e locais de suas sessões. O objetivo e propósito da Maçonaria, suas leis, história e filosofia tem sido divulgados em livros que estão à venda em qualquer livraria. Os únicos segredos que a maçonaria conserva são as cerimônias empregadas na admissão de seus membros e os meios usados pelos Maçons para se conhecerem.
3. A Maçonaria é uma religião?
A Maçonaria não é uma religião no sentido de ser uma seita, mas é um culto que une homens de bons costumes. A Maçonaria não promove nenhum dogma que deve ser aceito taticamente por todos, mas inculca nos homens a prática da virtude, não oferecendo panacéias para a redenção de pecados. Seu credo religioso consiste apenas em dois artigos de fé que não foram inventados por homens, mas que se encontram neles instintivamente desde os mais remotos tempos da história: A existência de Deus e a Imortalidade da Alma que tem como corolário a Irmandade dos Homens sob a Paternidade de Deus.
4. A Maçonaria é anti-religiosa?
A Maçonaria não é contra qualquer religião. Ela ensina e pratica a tolerância, defendendo o direito do homem praticar a religião ed seu agrado. A Maçonaria não dogmatiza as particularides do credo e da religião. Ela reconhece os benefícios e a bondade assim como a verdade de todas as religiões, combatendo, ao mesmo tempo, as suas inverdades e o fanatismo.
5. A Maçonaria é ateísta ou meramente agnóstica?
A Maçonaria não é ateísta nem agnóstica. O ateu é aquele que diz não acreditar em Deus enquanto o agnóstico é aquele que não pode afirmar, conscientemente, se Deus existe ou não. Para ser aceito e ingressar na Maçonaria, o candidato deve afirmar a crença em Deus.
6. A Maçonaria é um partido político?
A Maçonaria não é um partido político. Ela não tem partido. Em princípio, a maçonaria apóia o amor à Pátria, respeito às leis e à Ordem, propugnando pelo aperfeiçoamento das condições humanas. Os maçons são aconselhados a se tornarem cidadãos exemplares e a se afastarem de movimentos cuja tendência seja a de subverter a paz e a ordem da sociedade, e se tornarem cumpridores das ordens e das leis do país em que estejam vivendo, sem nunca perder o dever de amar o seu próprio país. A maçonaria promove o conceito de que não pode existir direito sem a correspondente prestação de deveres, nem privilégios sem retribuição, assim como privilégios sem responsabilidade.
7. A Maçonaria é uma sociedade de auxílios mútuos?
A Maçonaria não é uma sociedade de auxílios mútuos, ela não garante à ninguém a percepção de uma soma fixa e constante a nenhum de seus membros, na eventualidade de uma desgraça ou calamidade pode reclamar tal auxílio. Entretanto, a Maçonaria se empenha para que nenhum de seus membros sofra necessidades ou seja um peso para os outros. O Maçom necessitado recebe de acordo com as condições e as possibilidades dos demais membros da Ordem.
8. A Maçonaria é uma ideologia ou um "ismo"?
A Maçonaria nem é uma ideologia, nem um "ismo". Ela não se envolve com as sutilezas da filosofia política, religiosa ou social. Mas, ela reconhece que todos os homens tem uma só origem, participam da mesma natureza e tem a mesma esperança e, por conseguinte, devem trabalhar em união para o mesmo objetivo - a felicidade e bem estar da sociedade.
9. Então o que é a Maçonaria?
A Maçonaria é uma organização mundial de homens que, utilizando-se de formas simbólicas dos antigos construtores de templos, voluntariamente se uniram para o propósito comum de se aperfeiçoarem na sociedade. Admitindo em seu seio, homens de caráter, sem consideração à sua raça, cor ou credo, a Maçonaria se esforça para constituir uma liga internacional de homens dedicados a viverem em paz, harmonia e afeição fraternal.
10. Qual é a missão da Maçonaria?
A missão da Maçonaria é a de "fazer amigos, aperfeiçoar suas vidas, dedicar-se às boas obras, promover a verdade e reconhecer seus semelhantes como homens e irmãos".
A missão da Maçonaria ainda é a prática das virtudes e da caridade, é confortar os infelizes, não voltar as costas à miséria, restaurar a paz de espírito e a paz aos desamparados e dar novas esperanças aos desesperançados.
11. A Maçonaria convida as pessoas para se filiarem a ela?
A Maçonaria não "convida" ninguém, mesmo aos mais qualificados para se tornarem um membro da Ordem. Aquele que deseja entrar para ela, deve manifestar esse desejo espontaneamente, declarando que livre e conscientemente deseja participar dela.
A Maçonaria não prende nenhum homem a juramentos incompatíveis com sua consciência o liberdade de pensar.
12. Porque a Maçonaria não inicia mulheres?
Tendo evoluído da Maçonaria Operativa que erguia templos no período da construção de catedrais, a Maçonaria adotou a antiga regulamentação que provia o seguinte: "As pessoas admitidas como membros de uma Loja devem ser homens bons e de princípios virtuosos, nascidos livres de idade madura, sem vínculos que o privem de pensar livremente, sendo vedada a admissão de mulheres assim como homens de comportamento duvidoso ou imoral.
A regularidade da maçonaria se deve ao fato de se ater aos seus princípios básicos e imutáveis regidos por mandamentos, entre os quais se inclui o que acima se disse.
13. Por que são chamados de templos os locais de reunião?
Os lugares onde os maçons se reúnem são chamados de templos porque, embora não sendo uma religião ou reunindo-se em uma igreja, a Maçonaria preserva religiosamente os direitos de cada indivíduo praticar a religião ou credo de sua preferência, mantendo-se eqüidistante das diferentes seitas ou credos. Ela ensina a todos como respeitar e tolerar as religiões diversas de seus membros.
14. A Maçonaria Universal obedece a uma autoridade máxima?
Nem mesmo em um país como os Estados Unidos que agora se compõe de 50 Estados e conta com cerca de 4 milhões de Maçons, obedece a Maçonaria a uma autoridade suprema. A Maçonaria em cada país ou em cada estado de uma Federação é regulada e dirigida por uma Grande Loja independente e soberana.
15. Símbolos e Simbolismo na Maçonaria
Conheça os símbolos mais usados pela maçonaria na nossa página sobre o simbolismo.
Visite também:
Filatelia Maçônica - Selos postais sobre maçonaria
Essência filosófica da maçonaria
Maçons ilustres
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Fonte: Conferência "Maçonaria - Sua História, Objetivos e Princípios" - Erwin Seignemartin - 28-09-1979
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Texto de Fernando Pessoa sobre a Maçonaria
Este é um trecho do artigo que Fernando Pessoa publicou no Diário de Lisboa, no 4.388 de 4 de fevereiro de 1935, contra o projeto de lei, do deputado José Cabral, proibindo o funcionamento das associações secretas, sejam quais forem os seus fins e organização.
A Maçonaria compõe-se de três elementos: o elemento iniciático, pelo qual é secreta; o elemento fraternal; e o elemento a que chamarei humano – isto é, o que resulta de ela ser composta por diversas espécies de homens, de diferentes graus de inteligência e cultura, e o que resulta de ela existir em muitos países, sujeita portanto a diversas circunstâncias de meio e de momento histórico, perante as quais, de país para país e de época para época reage, quanto à atitude social, diferentemente.
Nos primeiros dois elementos, onde reside essencialmente o espírito maçônico, a Ordem é a mesma sempre e em todo o mundo. No terceiro, a Maçonaria – como aliás qualquer instituição humana, secreta ou não – apresenta diferentes aspectos, conforme a mentalidade de Maçons individuais, e conforme circunstâncias de meio e momento histórico, de que ela não tem culpa.
Neste terceiro ponto de vista, toda a Maçonaria gira, porém, em torno de uma só idéia – a "tolerância"; isto é, o não impor a alguém dogma nenhum, deixando-o pensar como entender. Por isso a Maçonaria não tem uma doutrina. Tudo quanto se chama "doutrina maçônica" são opiniões individuais de Maçons, quer sobre a Ordem em si mesma, quer sobre as suas relações com o mundo profano. São divertidíssimas: vão desde o panteísmo naturalista de Oswald Wirth até ao misticismo cristão de Arthur Edward Waite, ambos tentando converter em doutrina o espírito da Ordem. As suas afirmações, porém, são simplesmente suas; a Maçonaria nada tem com elas. Ora o primeiro erro dos Antimaçons consiste em tentar definir o espírito maçônico em geral pelas afirmações de Maçons particulares, escolhidas ordinariamente com grande má fé.
O segundo erro dos Antimaçons consiste em não querer ver que a Maçonaria, unida espiritualmente, está materialmente dividida, como já expliquei. A sua ação social varia de país para país, de momento histórico para momento histórico, em função das circunstâncias do meio e da época, que afetam a Maçonaria como afetam toda a gente. A sua ação social varia, dentro do mesmo país, de Obediência para Obediência, onde houver mais que uma, em virtude de divergências doutrinárias – as que provocaram a formação dessas Obediências distintas, pois, a haver entre elas acordo em tudo, estariam unidas. Segue daqui que nenhum ato político ocasional de nenhuma Obediência pode ser levado à conta da Maçonaria em geral, ou até dessa Obediência particular, pois pode provir, como em geral provém, de circunstâncias políticas de momento, que a Maçonaria não criou.
Resulta de tudo isto que todas as campanhas antimaçônicas – baseadas nesta dupla confusão do particular com o geral e do ocasional com o permanente – estão absolutamente erradas, e que nada até hoje se provou em desabono da Maçonaria. Por esse critério – o de avaliar uma instituição pelos seus atos ocasionais porventura infelizes, ou um homem por seus lapsos ou erros ocasionais – que haveria neste mundo senão abominação? Quer o Sr. José Cabral que se avaliem os papas por Rodrigo Bórgia, assassino e incestuoso? Quer que se considere a Igreja de Roma perfeitamente definida em seu íntimo espírito pelas torturas dos Inquisidores (provenientes de um uso profano do tempo) ou pelos massacres dos albigenses e dos piemonteses? E contudo com muito mais razão se o poderia fazer, pois essas crueldades foram feitas com ordem ou com consentimento dos papas, obrigando assim, espiritualmente, a Igreja inteira.
Sejamos, ao menos, justos. Se debitamos à Maçonaria em geral todos aqueles casos particulares, ponhamos-lhe a crédito, em contrapartida, os benefícios que dela temos recebido em iguais condições. Beijem-lhe os jesuítas as mãos, por lhes ter sido dado acolhimento e liberdade na Prússia, no século dezoito – quando expulsos de toda a parte, os repudiava o próprio Papa – pelo Maçom Frederico II. Agradeçamos-lhe a vitória de Waterloo, pois que Wellinton e Blucher eram ambos Maçons. Sejamos-lhe gratos por ter sido ela quem criou a base onde veio a assentar a futura vitória dos Aliados – a "Entente Cordiale", obra do Maçom Eduardo VII. Nem esqueçamos, finalmente, que devemos à Maçonaria a maior obra da literatura moderna – o "Fausto" do Maçom Goeth.
Acabei de vez. Deixe o Sr. José Cabral a Maçonaria aos Maçons e aos que, embora o não sejam, viram, ainda que noutro Templo, a mesma Luz. Deixe a Antimaçonaria àqueles Antimaçons que são os legítimos descendentes intelectuais do célebre pregador que descobriu que Herodes e Pilatos eram Vigilantes de uma Loja de Jerusalém.
Fernando Pessoa
(leia aqui o artigo completo)
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1. O que é a Maçonaria de nossos dias?
2. A Maçonaria é uma sociedade secreta?
3. A Maçonaria é uma religião?
4. A Maçonaria é anti-religiosa?
5. A Maçonaria é ateísta ou meramente agnóstica?
6. A Maçonaria é um partido político?
7. A Maçonaria é uma sociedade de auxílios mútuos?
8. A Maçonaria é uma ideologia ou um "ismo"?
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10. Qual é a missão da Maçonaria?
11. A Maçonaria convida as pessoas para se filiarem a ela?
12. Porque a Maçonaria não inicia mulheres?
13. Por que são chamados de templos os locais de reunião?
14. A Maçonaria Universal obedece a uma autoridade máxima?
15. Símbolos da Maçonaria
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>> Sou a Maçonaria (texto do PGM Erwin Seignemartin)
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1. O que é a Maçonaria de nossos dias?
A Maçonaria é uma Ordem Universal formada de homens de todas as raças, credos e nacionalidades, acolhidos por suas qualidades morais e intelectuais e reunidos com a finalidade de construírem uma Sociedade Humana, fundada no Amor Fraternal, na esperança com amor à Deus, à Pátria, à Família e ao Próximo, com Tolerância, Virtude e Sabedoria e com a constante investigação da Verdade e sob a tríade LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE, dentro dos princípios da Ordem, da Razão e da Justiça, o mundo alcance a Felicidade Geral e a Paz Universal.
2. A Maçonaria é uma sociedade secreta?
A Maçonaria não é uma sociedade secreta, no sentido como tal termo é geralmente empregado. Uma sociedade secreta é aquela que tem objetivos secretos e oculta a sua existência assim como as datas e locais de suas sessões. O objetivo e propósito da Maçonaria, suas leis, história e filosofia tem sido divulgados em livros que estão à venda em qualquer livraria. Os únicos segredos que a maçonaria conserva são as cerimônias empregadas na admissão de seus membros e os meios usados pelos Maçons para se conhecerem.
3. A Maçonaria é uma religião?
A Maçonaria não é uma religião no sentido de ser uma seita, mas é um culto que une homens de bons costumes. A Maçonaria não promove nenhum dogma que deve ser aceito taticamente por todos, mas inculca nos homens a prática da virtude, não oferecendo panacéias para a redenção de pecados. Seu credo religioso consiste apenas em dois artigos de fé que não foram inventados por homens, mas que se encontram neles instintivamente desde os mais remotos tempos da história: A existência de Deus e a Imortalidade da Alma que tem como corolário a Irmandade dos Homens sob a Paternidade de Deus.
4. A Maçonaria é anti-religiosa?
A Maçonaria não é contra qualquer religião. Ela ensina e pratica a tolerância, defendendo o direito do homem praticar a religião ed seu agrado. A Maçonaria não dogmatiza as particularides do credo e da religião. Ela reconhece os benefícios e a bondade assim como a verdade de todas as religiões, combatendo, ao mesmo tempo, as suas inverdades e o fanatismo.
5. A Maçonaria é ateísta ou meramente agnóstica?
A Maçonaria não é ateísta nem agnóstica. O ateu é aquele que diz não acreditar em Deus enquanto o agnóstico é aquele que não pode afirmar, conscientemente, se Deus existe ou não. Para ser aceito e ingressar na Maçonaria, o candidato deve afirmar a crença em Deus.
6. A Maçonaria é um partido político?
A Maçonaria não é um partido político. Ela não tem partido. Em princípio, a maçonaria apóia o amor à Pátria, respeito às leis e à Ordem, propugnando pelo aperfeiçoamento das condições humanas. Os maçons são aconselhados a se tornarem cidadãos exemplares e a se afastarem de movimentos cuja tendência seja a de subverter a paz e a ordem da sociedade, e se tornarem cumpridores das ordens e das leis do país em que estejam vivendo, sem nunca perder o dever de amar o seu próprio país. A maçonaria promove o conceito de que não pode existir direito sem a correspondente prestação de deveres, nem privilégios sem retribuição, assim como privilégios sem responsabilidade.
7. A Maçonaria é uma sociedade de auxílios mútuos?
A Maçonaria não é uma sociedade de auxílios mútuos, ela não garante à ninguém a percepção de uma soma fixa e constante a nenhum de seus membros, na eventualidade de uma desgraça ou calamidade pode reclamar tal auxílio. Entretanto, a Maçonaria se empenha para que nenhum de seus membros sofra necessidades ou seja um peso para os outros. O Maçom necessitado recebe de acordo com as condições e as possibilidades dos demais membros da Ordem.
8. A Maçonaria é uma ideologia ou um "ismo"?
A Maçonaria nem é uma ideologia, nem um "ismo". Ela não se envolve com as sutilezas da filosofia política, religiosa ou social. Mas, ela reconhece que todos os homens tem uma só origem, participam da mesma natureza e tem a mesma esperança e, por conseguinte, devem trabalhar em união para o mesmo objetivo - a felicidade e bem estar da sociedade.
9. Então o que é a Maçonaria?
A Maçonaria é uma organização mundial de homens que, utilizando-se de formas simbólicas dos antigos construtores de templos, voluntariamente se uniram para o propósito comum de se aperfeiçoarem na sociedade. Admitindo em seu seio, homens de caráter, sem consideração à sua raça, cor ou credo, a Maçonaria se esforça para constituir uma liga internacional de homens dedicados a viverem em paz, harmonia e afeição fraternal.
10. Qual é a missão da Maçonaria?
A missão da Maçonaria é a de "fazer amigos, aperfeiçoar suas vidas, dedicar-se às boas obras, promover a verdade e reconhecer seus semelhantes como homens e irmãos".
A missão da Maçonaria ainda é a prática das virtudes e da caridade, é confortar os infelizes, não voltar as costas à miséria, restaurar a paz de espírito e a paz aos desamparados e dar novas esperanças aos desesperançados.
11. A Maçonaria convida as pessoas para se filiarem a ela?
A Maçonaria não "convida" ninguém, mesmo aos mais qualificados para se tornarem um membro da Ordem. Aquele que deseja entrar para ela, deve manifestar esse desejo espontaneamente, declarando que livre e conscientemente deseja participar dela.
A Maçonaria não prende nenhum homem a juramentos incompatíveis com sua consciência o liberdade de pensar.
12. Porque a Maçonaria não inicia mulheres?
Tendo evoluído da Maçonaria Operativa que erguia templos no período da construção de catedrais, a Maçonaria adotou a antiga regulamentação que provia o seguinte: "As pessoas admitidas como membros de uma Loja devem ser homens bons e de princípios virtuosos, nascidos livres de idade madura, sem vínculos que o privem de pensar livremente, sendo vedada a admissão de mulheres assim como homens de comportamento duvidoso ou imoral.
A regularidade da maçonaria se deve ao fato de se ater aos seus princípios básicos e imutáveis regidos por mandamentos, entre os quais se inclui o que acima se disse.
13. Por que são chamados de templos os locais de reunião?
Os lugares onde os maçons se reúnem são chamados de templos porque, embora não sendo uma religião ou reunindo-se em uma igreja, a Maçonaria preserva religiosamente os direitos de cada indivíduo praticar a religião ou credo de sua preferência, mantendo-se eqüidistante das diferentes seitas ou credos. Ela ensina a todos como respeitar e tolerar as religiões diversas de seus membros.
14. A Maçonaria Universal obedece a uma autoridade máxima?
Nem mesmo em um país como os Estados Unidos que agora se compõe de 50 Estados e conta com cerca de 4 milhões de Maçons, obedece a Maçonaria a uma autoridade suprema. A Maçonaria em cada país ou em cada estado de uma Federação é regulada e dirigida por uma Grande Loja independente e soberana.
15. Símbolos e Simbolismo na Maçonaria
Conheça os símbolos mais usados pela maçonaria na nossa página sobre o simbolismo.
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Fonte: Conferência "Maçonaria - Sua História, Objetivos e Princípios" - Erwin Seignemartin - 28-09-1979
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Texto de Fernando Pessoa sobre a Maçonaria
Este é um trecho do artigo que Fernando Pessoa publicou no Diário de Lisboa, no 4.388 de 4 de fevereiro de 1935, contra o projeto de lei, do deputado José Cabral, proibindo o funcionamento das associações secretas, sejam quais forem os seus fins e organização.
A Maçonaria compõe-se de três elementos: o elemento iniciático, pelo qual é secreta; o elemento fraternal; e o elemento a que chamarei humano – isto é, o que resulta de ela ser composta por diversas espécies de homens, de diferentes graus de inteligência e cultura, e o que resulta de ela existir em muitos países, sujeita portanto a diversas circunstâncias de meio e de momento histórico, perante as quais, de país para país e de época para época reage, quanto à atitude social, diferentemente.
Nos primeiros dois elementos, onde reside essencialmente o espírito maçônico, a Ordem é a mesma sempre e em todo o mundo. No terceiro, a Maçonaria – como aliás qualquer instituição humana, secreta ou não – apresenta diferentes aspectos, conforme a mentalidade de Maçons individuais, e conforme circunstâncias de meio e momento histórico, de que ela não tem culpa.
Neste terceiro ponto de vista, toda a Maçonaria gira, porém, em torno de uma só idéia – a "tolerância"; isto é, o não impor a alguém dogma nenhum, deixando-o pensar como entender. Por isso a Maçonaria não tem uma doutrina. Tudo quanto se chama "doutrina maçônica" são opiniões individuais de Maçons, quer sobre a Ordem em si mesma, quer sobre as suas relações com o mundo profano. São divertidíssimas: vão desde o panteísmo naturalista de Oswald Wirth até ao misticismo cristão de Arthur Edward Waite, ambos tentando converter em doutrina o espírito da Ordem. As suas afirmações, porém, são simplesmente suas; a Maçonaria nada tem com elas. Ora o primeiro erro dos Antimaçons consiste em tentar definir o espírito maçônico em geral pelas afirmações de Maçons particulares, escolhidas ordinariamente com grande má fé.
O segundo erro dos Antimaçons consiste em não querer ver que a Maçonaria, unida espiritualmente, está materialmente dividida, como já expliquei. A sua ação social varia de país para país, de momento histórico para momento histórico, em função das circunstâncias do meio e da época, que afetam a Maçonaria como afetam toda a gente. A sua ação social varia, dentro do mesmo país, de Obediência para Obediência, onde houver mais que uma, em virtude de divergências doutrinárias – as que provocaram a formação dessas Obediências distintas, pois, a haver entre elas acordo em tudo, estariam unidas. Segue daqui que nenhum ato político ocasional de nenhuma Obediência pode ser levado à conta da Maçonaria em geral, ou até dessa Obediência particular, pois pode provir, como em geral provém, de circunstâncias políticas de momento, que a Maçonaria não criou.
Resulta de tudo isto que todas as campanhas antimaçônicas – baseadas nesta dupla confusão do particular com o geral e do ocasional com o permanente – estão absolutamente erradas, e que nada até hoje se provou em desabono da Maçonaria. Por esse critério – o de avaliar uma instituição pelos seus atos ocasionais porventura infelizes, ou um homem por seus lapsos ou erros ocasionais – que haveria neste mundo senão abominação? Quer o Sr. José Cabral que se avaliem os papas por Rodrigo Bórgia, assassino e incestuoso? Quer que se considere a Igreja de Roma perfeitamente definida em seu íntimo espírito pelas torturas dos Inquisidores (provenientes de um uso profano do tempo) ou pelos massacres dos albigenses e dos piemonteses? E contudo com muito mais razão se o poderia fazer, pois essas crueldades foram feitas com ordem ou com consentimento dos papas, obrigando assim, espiritualmente, a Igreja inteira.
Sejamos, ao menos, justos. Se debitamos à Maçonaria em geral todos aqueles casos particulares, ponhamos-lhe a crédito, em contrapartida, os benefícios que dela temos recebido em iguais condições. Beijem-lhe os jesuítas as mãos, por lhes ter sido dado acolhimento e liberdade na Prússia, no século dezoito – quando expulsos de toda a parte, os repudiava o próprio Papa – pelo Maçom Frederico II. Agradeçamos-lhe a vitória de Waterloo, pois que Wellinton e Blucher eram ambos Maçons. Sejamos-lhe gratos por ter sido ela quem criou a base onde veio a assentar a futura vitória dos Aliados – a "Entente Cordiale", obra do Maçom Eduardo VII. Nem esqueçamos, finalmente, que devemos à Maçonaria a maior obra da literatura moderna – o "Fausto" do Maçom Goeth.
Acabei de vez. Deixe o Sr. José Cabral a Maçonaria aos Maçons e aos que, embora o não sejam, viram, ainda que noutro Templo, a mesma Luz. Deixe a Antimaçonaria àqueles Antimaçons que são os legítimos descendentes intelectuais do célebre pregador que descobriu que Herodes e Pilatos eram Vigilantes de uma Loja de Jerusalém.
Fernando Pessoa
(leia aqui o artigo completo)
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George W. Bush É Declaradamente Membro da Sociedade Secreta Iluminista Caveira e Ossos!
Recursos úteis para sua maior compreensão
Título do Livro 1
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Título do Livro 2
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Título do Livro 3
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Título do Livro 4
O atual presidente norte-americano é tão comprometido com a Nova Ordem Mundial quanto seu antecessor.
A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?
Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!
Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma
Agora você está com a
"THE CUTTING EDGE"
Resumo da Notícia: "Ingrediente Secreto", The Witness News, Curtis Dickinson, Editor, julho de 1999.
De acordo com Robert Goldsborough, do Washington Dateline, o governador George Bush tem um 'ingrediente secreto que o ajudará em seus esforços para se tornar o próximo presidente norte-americano — a participação em uma sociedade que é ainda mais secreta e restrita que a Maçonaria'. A sociedade é conhecida não-oficialmente pelo nome de Skull and Bones [Caveira e Ossos] e/ou A Ordem, e seus membros são normalmente conhecidos como 'Bonesmen'.
"A Ordem foi fundada na Universidade de Yale, em 1833, e a participação nela é uma tradição na família Bush. O governador Bush ingressou na Caveira e Ossos em 1968; seu pai, o ex-presidente George Herbert Walker Bush, ingressou em 1948; e seu avô, o ex-senador Prescott S. Bush, ingressou em 1917."
Que notícia terrível! Ser membro da Caveira e Ossos significa que a pessoa é totalmente Iluminista, pois essa ordem deriva diretamente do grupo Iluminista da Bavária fundado por Adam Weishaupt. Se você está insatisfeito com as políticas e atitudes anticristãs do presidente Clinton, não terá alívio com George W. Bush na presidência; ele não reverterá nenhum dos avanços à Nova Ordem Mundial que ocorreram sob a liderança do presidente Clinton, e provavelmente veremos mais avanços em outras áreas. Geralmente, quando os Illuminati querem um avanço na sociedade americana, tentam colocar um Democrata no poder, mas quando querem um avanço nas Relações Exteriores, tentam colocar um Republicano na presidência. Se George W. Bush foi escolhido para suceder o presidente Clinton, isso deve indicar que avanços significativos estão planejados na política internacional.
A Sociedade Secreta Caveira e Ossos — Um Rápido Estudo
Em programas anteriores afirmamos que a Nova Ordem Mundial não poderia ser concretizada se não fosse pelas intensas atividades das várias sociedades secretas em todo o mundo. Mencionamos uma sociedade secreta mundial, a Sociedade Irmandade da Morte, cujo símbolo é uma caveira com dois ossos cruzados.
A Sociedade Alemã da Irmandade da Morte é a Sociedade de Thule. Adolf Hitler ingressou nessa sociedade em 1919, tornando-se um adepto [um ocultista avançado], sob a liderança de Dietrich Eckhart. Posteriormente, a Sociedade de Thule selecionou Hitler como seu líder da Nova Ordem Mundial, como Eckhart revelou no seu leito de morte, dizendo, "Sigam Hitler, ele dançará, mas eu dei a melodia. Eu o iniciei na Doutrina Secreta, abri seus centros de visão, e lhe dei os meios de comunicar-se com os poderes." [Trevor Ravencroft, The Spear of Destiny (leia a resenha), pág. 91].
Em agosto de 1990, o então presidente norte-americano George Bush anunciou que o mundo estava entrando em uma Nova Ordem Mundial. Bush é um adepto em uma Sociedade Americana de Irmanndade da Morte, a Skull and Bones [Caveira e Ossos], que existe na Universidade de Yale. Como mencionamos anteriormente, a Nova Ordem Mundial de Bush é virtualmente congênere à de Hitler; o ponto de conexão-chave é a participação comum em suas respectivas Sociedades de Irmandade da Morte. [Bill Cooper, Behold a Pale Horse (leia a resenha), pág. 81; Anthony Sutton, Introduction to the Order, pág. 7] O símbolo da Caveira e Ossos é também uma caveira com dois ossos cruzados, mas com o misterioso número '322' embaixo.
Ao iniciarmos nosso estudo, lembre-se que todos os membros da Caveira e Ossos são tão satânicos quanto era Adolf Hitler. Essa é uma premissa que deixa as pessoas extremamente chocadas, pois nem o ex-presidente Bush nem seu filho, o governador do Texas, George W. Bush, "parecem" como Adolf Hitler. Lembre-se, porém, da solene advertência de Jesus referente à enganação no fim dos tempos. "Acautelai-vos, que ninguém vos engane." [Mateus 24:4] Jesus repetiu essa advertência a respeito da enganação sem precedentes dizendo: "E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos." [Mateus 24:11]. Novamente, pela terceira vez, advertiu: "Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos." [Mateus 24:24] Quando Deus repete alguma coisa três vezes nas Escrituras, é porque está enfatizando aquilo o máximo possível.
Aqui, Deus está nos dizendo que no fim dos tempos, permitirá que o povo de Satanás perpetre a mais bem sucedida enganação da história. Você será uma das vítimas? Leia este artigo atentamente e dê ouvidos às advertências.
Vamos provar que a participação de George Bush e de seu filho, o governador do Texas, George W. Bush na Caveira e Ossos é idêntica ao satanismo de Adolf Hitler na Sociedade de Thule. Ambas essas sociedades secretas são idênticas, e praticam a mais tenebrosa Magia Negra para invocar os poderes satânicos.
A Sociedade Secreta de Thule — Uma Visão Geral
Vamos iniciar com uma rápida visão geral da Sociedade de Thule, começando com um estudo de suas práticas e da história relevante. Os membros eram satanistas que praticavam a Magia Negra — isso significa que estavam "unicamente preocupados em elevar suas consciências por meios de rituais para conhecer as inteligências malignas e não-humanas no universo; e obter de meios de comunicar-se com essas inteligências." [Ravencroft, pág. 161].
Concentre-se nessa aparentemente inocente palavra, rituais. Os cristãos consideram ritual um serviço da igreja, e desse modo, não compreendem seu significado ocultista. O Dicionário de Nova Era define ritual como "uma cerimônia para restaurar o equilíbrio com a natureza... e trazer de volta a harmonia e o sagrado perdido." Lembre-se, estamos lidando com o mundo satânico, em que o bem é chamado de mal e o mal de bem. O sagrado mencionado aqui é um sagrado satânico. Os rituais são literalmente atividades proscritas destinadas a permitir que o poder demoníaco flua pelos participantes. Essas atividades são cânticos, orações encantatórias e ações cuidadosamente planejadas. O efeito tem um poder devastador, pois a força demoníaca vem sobre os participantes, provocando uma experiência espiritual falsificada que literalmente transforma suas vidas. Nunca despreze a palavra ritual, pois é uma palavra do poder satânico.
Os membros da Sociedade de Thule praticavam uma forma de magia sexual derivada de uma loja freqüentada por Aleister Crowley, que era reconhecido como o maior adorador de Satanás do século XIX. "A origem dessa... magia medieval... pode ser rastreada ao maçom Robert Little, que fundou a Societas Rosicruciana, em 1865... [Ravenscroft, Spear of Destiny, págs. 164-65] Embora as perversões sexuais que eram praticadas sejam ofensivas demais para mencionar, os resultados não são. O autor Ravenscroft diz que "A indulgência nos rituais mais sadistas despertava uma visão penetrante no funcionamento das Inteligências do Mal e concedia poderes mágicos fenomenais." [Ibidem, pág. 167] Essa é a Sociedade de Thule.
Ravenscroft registra os efeitos em Hitler: "... a perversão sexual teve um lugar central em sua vida... uma perversão sexual monstruosa era o centro de toda sua existência, a fonte de seus poderes mediúnicos e clarividentes, e a motivação para todos os atos com os quais perpetrou uma vingança sadista contra a humanidade." [Ibidem, pág. 171].
O ato final de Eckhart foi iniciar Hitler em um "ritual monstruoso e sadista de magia... após o qual ele ficou sexualmente impotente. A impotência de Hitler tinha uma profunda base psicológica. Ele atingia a satisfação sexual por meio dos extremos do sadismo e do masoquismo..." [Ravenscroft, págs. 155, 173] Essa impotência provocou um golpe final devastador na estrutura psicológica de Hitler, tornando-o o assassino sadista que a história registra.
Procurando um Super-Homem Espiritual
Os membros da Sociedade de Thule acreditavam na "comunicação com uma hierarquia de super-homens — Os Chefes Secretos da Terceira Ordem" [Ibidem] A qualidade que torna esses seres super-homens era a espiritualidade ocultista. Além disso, criam na Doutrina Secreta, da senhora Helena Blavatsky, que ensina que certos super-homens sobreviveram à destruição da Atlântida com seus altos níveis de consciência intactos. Esses super-homens eram arianos. Essas duas crenças combinadas em uma por meio da Sociedade de Thule e de Adolf Hitler, culminaram nos campos de concentração nazistas. [Ibidem, pág. 166] Quando um grupo de pessoas incorpora na sua estrutura de crenças espirituais que é inerentemente superior a outro grupo de pessoas, é inevitável que o genocídio seja promovido assim que possível.
A Sociedade de Thule mantinha regularmente sessões ocultistas, durante as quais os membros comunicavam-se com os demônios que se mascaravam de uma pessoa morta ou que simplesmente apareciam como o espíritos-guia das pessoas. "Dietrich Eckhart, Alfred Rosenberg e Adolf Hitler invocavam a manifestação do Anticristo nas sessões mediúnicas do Grupo de Thule em Munique." [Ravenscroft, Spear of Destiny, pág. 168] Echkart acreditava que recebera a revelação de seu espírito-guia que teria o privilégio de treinar o futuro Grande, o Anticristo. Desde o início, Eckhart acreditava que Hitler seria o Anticristo. Portanto, não escondeu dele nenhum conhecimento ocultista, ritual ou perversão em seus esforços de equipá-lo para sua tarefa. Quando o treinamento terminou, Hitler acreditava que tinha "renascido" com aquela força e decisão sobre-humanas que precisaria para cumprir seu mandato... ordenado para ele." [Ravenscroft, págs. 93-94]. Hitler literalmente considerava essa sensação igual à experiência do novo nascimento de um cristão.
Mais Paralelos da Caveira e Ossos com a Sociedade de Thule, de Adolf Hitler
Vejamos agora os rituais e crenças da Caveira e Ossos. Pouco se sabe realmente sobre a Caveira e Ossos, pois o segredo desde que foi fundada em 1833 é tão completo quanto o de qualquer sociedade secreta no mundo. No entanto, ela possui todos os requisitos de uma verdadeira sociedade secreta:
Foi formada em segredo e todas as suas atividades são realizadas em segredo.
O ingresso é somente por convite. Os membros potenciais são cuidadosamente investigados para saber se são adequados, antes de serem convidados a participar.
A primeira noite do novo membro, que é chamado de iniciado, é criticamente importante. Ele jura obediência e lealdade total à sociedade secreta. Os compromissos são firmados sob juramentos sérios, alguns dos quais seriam mortais, se executados, exatamente como na Maçonaria. A primeira noite também é importante, pois prende o iniciado à sociedade por meio do ritual, dos juramentos e das confissões.
A Caveira e Ossos também incorpora atividades sexuais em suas práticas. "A morte ritualística do iniciado será tão medonha quanto o uso de esqueletos humanos e psicologia ritual puderem tornar..." [revista Esquire, "The Last Secrets of Skull and Bones', Ron Rosenbaum, pág. 89] A perversão sexual faz parte da psicologia ritual. Ron Rosenbaum, autor do artigo da revista Esquire, disse que na noite de iniciação, "... se alguém pudesse escalar a torre de Weir Hall, o singular castelo diante do pátio da Caveira e Ossos, poderia ouvir estranhos gritos e gemidos vindos do interior do túmulo enquanto os quinze novos iniciados eram obrigados a passar pelo que soava como uma experiência traumática..." [Esquire, setembro de 1976, pág. 86].
Além disso, os iniciados "deitavam-se nus em caixões e contavam seus mais profundos e ocultos segredos sexuais, como parte da iniciação." [Esquire, pág. 85]. Essas experiências nos caixões incorporavam dor sexual e resultava em nascer de novo na Ordem, como mencionamos anteriormente, [Cooper, pág. 95]. Os participantes recebem uma carga de forças poderosas, que transformam totalmente suas vidas. Esse tipo de ritual é satanismo clássico. Anton LaVey diz em seu livro The Satanic Rituals: Companion to the Satanic Bible [Os Rituais Satânicos: Livro Acompanhante para a Bíblia Satânica]:
"A cerimônia do renascimento ocorre em um grande caixão. É similar ao simbolismo do caixão que... pode ser encontrado na maioria dos rituais nas lojas." [pág. 57].
Não se engane sobre este fato: Qualquer organização que utilize esse ritual do caixão para simular o novo nascimento está praticando satanismo, incluindo a Caveira e Ossos.
A Caveira e Ossos acredita que na noite da iniciação, o iniciado "morre para o mundo e renasce para a Ordem..." [Esquire, setembro de 1977, pág. 89] Lembra-se da crença de Hitler que tinha renascido após sua iniciação e o treinamento ritualístico? Esse termo é comum no satanismo. Durante a Campanha Presidencial em 1988, uma repórter da televisão perguntou ao vice-presidente George Bush se ele era um cristão. Ele inicialmente vacilou, mas depois respondeu, "Se você quer dizer, nascido de novo, então sim, sou um cristão". O então vice-presidente Bush respondeu de uma maneira que foi fiel à sua formação ocultista e ao mesmo tempo enganou os crédulos cristãos.
Da mesma forma como os cristãos nascidos de novo passam pelo ritual do batismo por imersão na água para demonstrar que morreram para o antigo estilo de vida e renasceram para uma nova vida, os ocultistas também têm um ritual para demonstrar a mesma transformação na vida. Rosenbaum continua sua exposição sobre a experiência do novo nascimento, "Então, entrar e sair do caixão é um jornada simbólica pelo outro mundo para renascer, o que ocorre no salão 322. Ali, a Ordem veste o cavaleiro recém-nascido com o traje especial, implicando que dali para frente, ele se ajustará à missão da Ordem." [Ibidem, págs. 89, 148] A descrição desse ritual é tão ocultista quanto qualquer outra que já li, e verdadeiramente revela que a Caveira e Ossos é satânica.
O Compromisso é Feito com os Objetivos de Satanás, Não com o País
Uma das facetas mais sérias desse ritual falsificado de novo nascimento é que o iniciado jura um compromisso à Ordem Secreta que transcende qualquer compromisso feito posteriormente na vida. O autor cristão Bill Cooper descreve esse fato perturbador sucintamente, "... os membros da Ordem (Caveira e Ossos) fazem um juramento que os exime de qualquer aliança a qualquer país, ou rei, ou governo, ou constituição, e isso inclui a negação de qualquer juramento subseqüente que precisarem fazer. Eles juram compromisso somente com a Ordem e com seu objetivo de uma Nova Ordem Mundial... de acordo com o juramento que Bush fez quando foi iniciado na Caveira e Ossos, seu juramento posterior ao ser empossado como Presidente dos Estados Unidos não significa nada." [Cooper, Behold a Pale Horse, págs. 81-82]. Como o juramento do presidente ocorreu após o juramento feito na Caveira e Ossos, ele não vale o papel em que estava escrito. Esse tipo de compromisso é realmente poderoso. De fato, quando Ron Rosenbaum iniciou a pesquisa necessária para escrever o artigo para a Esquire, foi advertido sobre o poder da Caveira e Ossos, "O poder da Caveira e Ossos é inacreditável. Eles têm suas mãos em todas as alavancas de poder neste país."
Como o presidente Bill Clinton é membro da sociedade secreta Rhodes Society, também considera que seu compromisso maior é com essa Ordem, não com os Estados Unidos da América. Seu juramento como presidente também não significa nada para ele. Agora sabemos por que ele pôde fazer as coisas hediondas que fez desde que foi empossado, em 1993.
A única coisa importante com relação à Caveira e Ossos é seu objetivo de alcançar uma Nova Ordem Mundial. Em conjunção com essa compreensão, lembre-se de outra crença das sociedades secretas, a de que o fim justifica os meios. Nova Ordem Mundial foi também o nome da sociedade ariana utópica de Hitler. Em seus escritos e discursos, Hitler usava constantemente esse título da sua sociedade planejada uma vez que tivesse conquistado o mundo. Quando o presidente Bush usou o termo, Nova Ordem Mundial, em seu discurso em 16/8/1990, ao condenar a invasão iraquiana ao Kuwait, foi o segundo grande político do século XX a usar o termo. Hitler foi o primeiro.
Não se deixe enganar: A Nova Ordem Mundial de Bush e de Clinton é idêntica à de Hitler!
Raízes Diretas da Caveira e Ossos com os Iluministas Bávaros
Ao continuar com sua pesquisa, Rosenbaum encontrou fortes e inequívocos vínculos entre a Caveira e os Iluministas da Bavária. Os Iluministas bávaros eram parte dos Mestres dos Illuminati originais, que foram criados pelo ex-sacerdote jesuíta Adam Weishaupt. Primeiro, Rosenbaum descobriu documentos que detalhavam a origem da Caveira na Alemanha. Esses documentos diziam, "A Caveira é um capítulo de um corpo de uma Universidade Alemã..." O documento descrevia em profundidade seu relacionamento com essa sociedade secreta alemã (a Sociedade de Thule), o que levou à fundação da Caveira e Ossos, em 1832.
Em segundo lugar, Rosenbaum descobriu que, "acima dos muros em forma de arco, acima da cripta do salão sagrado da Caveira, o 322, há uma pintura de caveiras com símbolos maçônicos em volta. Acima dessa pintura há uma frase, em alemão, que diz, "Quem é o tolo, quem é o sábio, o mendigo, o rei? Seja pobre ou rico, todos são iguais na morte." Isso significa que somente as obras feitas nesta vida é que importam; na morte, todos os homem compartilham o mesmo destino. Essa frase é muito consistente com os ensinos das sociedades secretas, mostrando suas filosofias orientadas para as obras.
Terceiro, Rosenbaum descobriu uma "fotografia tenebrosa da sala do altar em uma das lojas maçônicas em Nuremberg que está intimamente associada com o Iluminismo. Tenebrosa porque no centro da sala do altar, à qual se chega passando-se por um corredor de esqueletos humanos pendurados, há um caixão, acima do qual estão... uma caveira e ossos cruzados exatamente iguais ao arranjo do osso maxilar e dos fêmures no emblema oficial da Caveira e Ossos. {Finalmente}, a caveira e os ossos cruzados eram o selo oficial de outra loja Iluminista..." [Esquire, pág. 88].
É também chocante observar que os guardas dos campos de concentração nazistas tinham esse emblema da Caveira e Ossos em seus uniformes. Novamente, temos uma vívida ligação entre a sociedade de Hitler com a Caveira e Ossos.
Sem dúvida, definimos que a Caveira e Ossos é uma Sociedade de Irmandade da Morte, que está vinculada diretamente aos Mestres dos Illuminati. Não é de se admirar que o presidente George Bush tenha proclamado a Nova Ordem Mundial.
Resultados Históricos da Busca da Nova Ordem Mundial por Adolf Hitler
Estudamos as filosofias comuns e os vínculos religiosos entre a Sociedade de Thule e a Caveira e Ossos. Precisamos agora estudar os resultados históricos da tentativa da Sociedade de Thule de estabelecer uma Nova Ordem Mundial. Após a Sociedade de Thule selecionar Adolf Hitler como seu líder para a Nova Ordem Mundial, enfrentou o problema da implementação prática desse objetivo.
Eles perceberam que seus planos para domínio mundial requeriam o controle do poder militar alemão; no entanto, as forças armadas são controladas por aqueles que detêm o poder político, e a Alemanha era uma democracia. Portanto, a Sociedade de Thule criou o Partido Nazista. Os espíritos-guia da Sociedade de Thule tornaram-se os espíritos-guia do Partido Nazista. Em apenas dez tumultuosos anos, Hitler galgou até o mais alto cargo político, a partir do qual ascendeu à posição de ditador absoluto em 1933. Em 1938, Hitler iniciou sua Solução Final para o problema judaico, dando início ao Holocausto. Em 1939, ele iniciou a Segunda Guerra Mundial, que durou até meados de 1945. Enquanto li os resultados a seguir, lembrei-me das palavras de Tiago: "Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte." Por volta de 1945, o pecado oculto concebido pela Sociedade de Thule tinha chegado à sua total conclusão. Estes são os resultado: [A fonte é The Webser Family Encyclopedia, volume 19, 1984, págs. 492-3].
* Exércitos enormes foram mobilizados em todo o mundo:
Rússia — 12,5 milhões de homens
EUA — 12,4 milhões de homens
Alemanha — 10 milhões de homens
Japão — 6 milhões de homens
França — 5 milhões de homens
Grã-Bretanha — 4,7 milhões de homens
Itália — 4 milhões de homens
China — 3,8 milhões de homens
Canadá — 1,1 milhão de homens
Total mundial de homens mobilizados: 59,5 milhões.
O número total de mortos foi quase incompreensível:
Rússia — 10 milhões de soldados e 10 milhões de civis
Alemanha — 3 milhões de soldados e 500 mil civis
Japão — 2 milhões de soldados e 500 mil civis
Itália — 330 mil soldados e 80 mil civis
Grã-Bretanha — 350 mil soldados e 60 mil civis
França — 200 mil soldados e 200 mil civis
China — 1,3 milhão de soldados, não há estimativas sobre o número de civis
Polônia — 600 mil soldados e 5 milhões de civis
Estados Unidos — 390 mil soldados (a perda de vidas de civis foi muito pequena)
Total em perdas de vidas humana: 18,2 milhões de soldados e 16,3 milhões de civis, totalizando mais de 34 milhões de mortes. Quando você acrescenta os 18 milhões de mortes nos campos de concentração, verifica que mais de 52 milhões de pessoas pereceram como resultado final das práticas ocultistas e dos objetivos da Nova Ordem Mundial dessa Irmandade Alemã de Sociedade da Morte, a Sociedade de Thule. Os 6 milhões de judeus que morreram com a Solução Final de Hitler, representavam dois terços da população judaica mundial.
A Segunda Guerra Mundial Armou o Cenário Para o Anticristo
Hitler chegou perto de ganhar a Segunda Guerra Mundial, mas o tempo de Deus ainda não estava esgotado. Entretanto, alguns dos efeitos resultantes da Segunda Guerra Mundial serviram para preparar o palco para o ímpeto atual em direção à Nova Ordem Mundial.
Em seu livro The Externalization of the Hierarchy [A Exteriorização da Hierarquia], Alice Bailey diz que o mundo precisa ser unido regionalmente antes de poder ser unido globalmente. Stalin repetiu esse conceito pouco antes de morrer, em 1953. A Segunda Guerra Mundial certamente forneceu o ímpeto para esse tipo de reorganização. O mundo foi reorganizado militarmente com a OTAN, na Europa, o Pacto de Varsóvia, na Europa Oriental, e a SEATO, na Ásia. A regionalização econômica também ocorreu seguindo o mesmo padrão. Diversas regionalizações culturais, econômicas e religiosas foram criadas desde a Segunda Guerra Mundial.
A forma infantil do Governo Global foi criada como as Nações Unidas, em 1948. Um esforço similar foi orquestrado após a Primeira Guerra Mundial, mas foi torpedeado pela Rússia czarista. Uma das primeiras ações das Nações Unidas foi criar a nação de Israel, cumprindo assim as profecias referentes ao retorno do povo de Israel à sua terra prometida nos últimos dias.
Progressos tecnológicos tremendos foram alcançados como parte do esforço de guerra. A bomba atômica foi criada, o avião a jato, o foguete e as telecomunicações modernas. O autor de Nova Era Allen Neuharth, em seu livro Nearly One World, diz que essas invenções levaram o mundo para o limiar do governo, economia e religião globais, isto é, a Nova Ordem Mundial.
Essa breve revisão dos efeitos pós-Segunda Guerra mostra claramente que muito foi feito para armar o palco para a Nova Ordem Mundial. Vamos agora revisar alguns dos objetivos que as sociedades secretas têm para a Nova Ordem Mundial. Tenha em mente que a Caveira e Ossos é a força motriz e é a "primeira entre as iguais" entre todas as outras sociedades secretas e todas as organizações abertas que estão compromissadas com essa nova ordem.
Um governo mundial — a única resposta para os problemas do homem.
Uma economia mundial.
Uma força militar global e permanente.
Uma religião mundial — As ações malignas do homem são historicamente atribuídas às divisões em muitas diferentes religiões. Portanto, muita ênfase está sendo colocada na reunificação em uma única religião. O atual Movimento Ecumênico está liderando as ações em busca desse importante objetivo. Em um seminário em Boston, em agosto de 1991, o diretor da Sociedade Teosófica da Nova Inglaterra afirmou que no momento apropriado na história, o papa católico romano viajará a Jerusalém para participar de uma conferência religiosa mundial. Em seu discurso, declarará que todas as religiões do mundo devem ser unificadas em uma só. Assim, o plano de Alice Bailey, definido há mais de cinqüenta anos, será cumprido, isto é, o Grande reinstituirá a Antiga Religião de Mistérios como a Religião da Nova Ordem Mundial. "Esses mistérios, quando restaurados, unificarão todas as fés." [The Externalization of the Hierarchy, pág. 573, escrito em 1946.]
O Número de Mortes Provocadas Pelo Nazismo Multiplicado Por 72
Um dos planos mais básicos após a implantação da Nova Ordem Mundial é a redução drástica da população, dos atuais seis bilhões para somente dois bilhões, por volta do ano 2000 [Constance Cumbey, Hidden Dangers of the Rainbow (leia a resenha)]. Assim, o aborto e o controle da natalidade foram identificados desde cedo como necessários para iniciar a redução da população. A ênfase atual sobre os efeitos devastadores do homem sobre a Terra, sobre o aquecimento global e sobre a poluição destina-se a convencer as pessoas que somente unidos, a ação drástica por parte das Nações Unidas conseguirá salvar o planeta do colapso.
Entretanto, o ano 2000 está próximo. Como essa redução drástica será obtida em um prazo de tempo tão curto? A resposta básica é guerra.
Alice Bailey, em seu livro The Externalization of the Hierarchy, pág. 548, diz que a bomba atômica será entregue ao Governo Global e será usada contra qualquer nação que se recusar a seguir a Nova Ordem Mundial.
Bill Cooper, em seu livro Behold a Pale Horse, cita um documento da sociedade secreta Bilderberg, que é um braço da Caveira e Ossos. "Como a maior parte do público não exercitará a restrição econômica... precisamos tomar o controle do mundo pelo uso das armas silenciosas da economia em uma forma de guerra silenciosa e reduzir os níveis perigosos de consumo até um nível seguro por meio de um processo benevolente de escravidão e de genocídio." [pág. 49] Como alguém pode pensar que escravidão e genocídio sejam benevolentes? Esse era exatamente o pensamento de Adolf Hitler quando estava planejando sua Nova Ordem Mundial. Ele iria livrar o mundo de tudo o que era indesejável por meio da guerra benevolente. Vimos os resultados horríveis anteriormente; entretanto, os números são pequenos quando comparados com a morte planejada de quatro bilhões de pessoas.
Portanto, quando Jesus Cristo avaliar todas as ações no dia do juízo diante do Grande Trono Branco, provavelmente julgará a matança de quatro bilhões de pessoas durante a Nova Ordem Mundial de Bush e de Clinton como setenta e duas vezes mais merecedora de punição que os cinqüenta e tantos milhões de mortos durante a Nova Ordem Mundial de Adolf Hitler!
Neste ponto, você pode protestar dizendo que a Nova Ordem Mundial está sendo alcançada pacificamente. É verdade, e quando estiver totalmente implementada, cumprirá a profecia bíblica que diz:
"Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão." [1 Tessalonicenses 5:3].
Além disso, esses planos, se executados, também cumprirão a profecia bíblica em Apocalipse 6:4, que diz "E saiu outro cavalo, vermelho; e ao que estava assentado sobre ele foi dado que tirasse a paz da terra, e que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada."
Assim, vemos que os objetivos da Nova Ordem Mundial das sociedades secretas, uma das quais é a Caveira e Ossos, quando completado, cumprirá muitas profecias bíblicas.
Informações Atualizadas em 18/9/2001
Durante a campanha presidencial de 2000, George W. Bush lançou muita luz sobre sua participação no passado e na atualidade na Caveira e Ossos. Em 1/8/2000, o candidato republicano George W. Bush foi entrevistado por Walter Isaacson na CNN. Essa reportagem, publicada no site de CNN, tem o título "George W. Bush: 'My Heritage is Part of Who I Am'". Os resultados para aqueles que têm o discernimento bíblico são chocantes e definitivos.
Durante a entrevista, Isaacson perguntou ao candidato a respeito da sua experiência na Caveira e Ossos. Essa foi a oportunidade perfeita para George W. Bush declarar seu rompimento com a Caveira e Ossos. Como revelamos anteriormente neste artigo, a Caveira e Ossos é profundamente satânica; sua sociedade alemã congênere, a Sociedade de Thule, treinou Adolf Hitler na mais profunda e tenebrosa Magia Negra satânica. Se George W. Bush fosse realmente um cristão nascido de novo, essa oportunidade foi perfeita para ele se arrepender de seu envolvimento passado e revelar corajosamente os planos anticristãos terríveis que a Caveira e Ossos impôs aos EUA nos últimos 170 anos. George W. Bush se arrependeu e rompeu suas ligações?
Não! Veja:
TIME: "Mas os senhores [George Bush e George W. Bush] certamente compartilharam a mesma formação. Além da Universidade Yale, até mesmo a Caveira e Ossos. O senhor sente algum desconforto ou arrependimento por ter ingressado em um clube secreto da elite, como a Caveira?"
Bush: "Nenhum desconforto ou arrependimento. Foi honroso. Eu estava indiferente. Não via a participação como uma grande herança familiar. Não encarei a coisa com toda essa seriedade."
TIME: "Desmistifique-a um pouco para aqueles que possam pensar que seja uma cruz entre a Loja Maçônica e a Comissão Trilateral. Seu pai compareceu à cerimônia de iniciação, como seu avô compareceu na iniciação dele?"
Bush: "Sem revelar todos os grandes segredos? Tenho alguns de meus antigos companheiros de clube que poderiam desmistificá-la imediatamente. Meu pai não me incentivou. Alguém que estava um ano à frente me incentivou. Houve uma cerimônia de admissão. Não me lembro se meu pai compareceu ou não. Acho que não."
Que resposta brilhante! Com apenas algumas frases curtas, George W. Bush enterrou todos os fatos mais profundos e tenebrosos sobre a Caveira e Ossos, dando uma resposta fria e quase leviana. Em vez de aproveitar essa oportunidade para realmente dizer a verdade sobre a Caveira e Ossos, e demonstrar seu arrependimento pela sua ligação passada com ela, e falar sobre suas aspirações anticristãs globais, ele simplesmente acrescentou sua participação nessa sociedade à ladainha geral das experiências que moldaram seu caráter e sua personalidade!
Essa resposta revela a verdade acerca de George W. Bush e a falta de credibilidade da sua afirmação de ser um cristão nascido de novo. Desde 1776, a presidência dos EUA é a posição política mais importante no mundo dos Mestres dos Illuminati. O símbolo ocultista da pirâmide incompleta no verso da nota de um dólar, com o Olho de Hórus [Lúcifer] no alto, revela a verdade sobre esse fato. Se alguém assumir o cargo e voltar-se contra os Illuminati, será assassinado.
Temos o exemplo de apenas um presidente que voltou-se contra os Iluministas durante o tempo em que exerceu o cargo; o nome dele era John F. Kennedy. Considere estes fatos, com o pano de fundo que Kennedy foi assassinado em novembro de 1963:
Primavera de 1963: Kennedy anunciou que iria retirar as forças norte-americanas da Guerra do Vietnã.
Setembro de 1963: Kennedy anunciou que traria 1.000 "garotos americanos" para casa até o natal.
12 de novembro de 1963 [dez dias antes de ser assassinado], o presidente Kennedy surpreendeu seus ouvintes na Universidade de Colúmbia ao declarar: "O elevado cargo de Presidente vem sendo usado para fomentar um plano para destruir as liberdades americanas, e antes de terminar meu mandato, preciso informar os cidadãos a respeito dessa situação." [Plague, Pestilence, and the Pursuit of Power: The Politics of Global Disease, de Steven Ransom, pág. 103].
O presidente Kennedy estava planejando usar os poderes de seu cargo de presidente para informar o povo norte-americano a respeito do plano dos Iluministas de nos escravizar, e apenas dez dias depois, foi assassinado. Entretanto, esse assassínio, foi perpetrado de acordo com o número favorito dos Iluministas, o onze. Kennedy foi assassinado:
Em novembro, o décimo primeiro mês;
No dia 22 [11 x 2];
Em Dallas, que está situada no paralelo 33 [11 x 3];
Na Praça Dealey, o local em que havia uma antiga loja maçônica durante a época da Revolução para a libertação do Texas do domínio mexicano.
Kennedy foi assassinado com a assinatura acompanhante dos Iluministas, da mesma forma como o número 11 formou a assinatura Iluminista no ataque ao World Trade Center e ao Pentágono, em 11/9/2001. [Leia o artigo N1538, "Mais Assinaturas Ocultistas no Ataque às Torres Gêmeas e ao Pentágono".].
Se George W. Bush realmente fosse um cristão nascido de novo, teria seguido o mesmo rumo que Kennedy escolheu, revelar o plano dos Iluministas, que é patrocinado pela Caveira e Ossos. O fato de não ter feito nada semelhante, mostra ao cristão que tem discernimento tudo o que precisa saber a respeito de George W. Bush. Não há perdão sem arrependimento, e não vimos George W. Bush demonstrar arrependimento pelo seu envolvimento com a Caveira e Ossos.
Nenhum arrependimento. Agora você conhece a verdade acerca de George W. Bush. Você é corajoso o suficiente para ver essa verdade? Verdadeiramente, como diz o ditado, "o pior cego é aquele que não quer ver".
O tempo está realmente muito curto.
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Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.
Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.
Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.
Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.
Fale conosco direcionando sua mensagem a um dos membros da equipe de voluntários.
Se desejar visitar o site "The Cutting Edge", dê um clique aqui: http://www.cuttingedge.org
Que Deus o abençoe.
Data da publicação: 22/9/2001
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COPYRIGHT TEXTOEXATO.COM
George W. Bush É Declaradamente Membro da Sociedade Secreta Iluminista Caveira e Ossos!
Recursos úteis para sua maior compreensão
Título do Livro 1
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Título do Livro 2
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Título do Livro 3
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Título do Livro 4
O atual presidente norte-americano é tão comprometido com a Nova Ordem Mundial quanto seu antecessor.
A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?
Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!
Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma
Agora você está com a
"THE CUTTING EDGE"
Resumo da Notícia: "Ingrediente Secreto", The Witness News, Curtis Dickinson, Editor, julho de 1999.
De acordo com Robert Goldsborough, do Washington Dateline, o governador George Bush tem um 'ingrediente secreto que o ajudará em seus esforços para se tornar o próximo presidente norte-americano — a participação em uma sociedade que é ainda mais secreta e restrita que a Maçonaria'. A sociedade é conhecida não-oficialmente pelo nome de Skull and Bones [Caveira e Ossos] e/ou A Ordem, e seus membros são normalmente conhecidos como 'Bonesmen'.
"A Ordem foi fundada na Universidade de Yale, em 1833, e a participação nela é uma tradição na família Bush. O governador Bush ingressou na Caveira e Ossos em 1968; seu pai, o ex-presidente George Herbert Walker Bush, ingressou em 1948; e seu avô, o ex-senador Prescott S. Bush, ingressou em 1917."
Que notícia terrível! Ser membro da Caveira e Ossos significa que a pessoa é totalmente Iluminista, pois essa ordem deriva diretamente do grupo Iluminista da Bavária fundado por Adam Weishaupt. Se você está insatisfeito com as políticas e atitudes anticristãs do presidente Clinton, não terá alívio com George W. Bush na presidência; ele não reverterá nenhum dos avanços à Nova Ordem Mundial que ocorreram sob a liderança do presidente Clinton, e provavelmente veremos mais avanços em outras áreas. Geralmente, quando os Illuminati querem um avanço na sociedade americana, tentam colocar um Democrata no poder, mas quando querem um avanço nas Relações Exteriores, tentam colocar um Republicano na presidência. Se George W. Bush foi escolhido para suceder o presidente Clinton, isso deve indicar que avanços significativos estão planejados na política internacional.
A Sociedade Secreta Caveira e Ossos — Um Rápido Estudo
Em programas anteriores afirmamos que a Nova Ordem Mundial não poderia ser concretizada se não fosse pelas intensas atividades das várias sociedades secretas em todo o mundo. Mencionamos uma sociedade secreta mundial, a Sociedade Irmandade da Morte, cujo símbolo é uma caveira com dois ossos cruzados.
A Sociedade Alemã da Irmandade da Morte é a Sociedade de Thule. Adolf Hitler ingressou nessa sociedade em 1919, tornando-se um adepto [um ocultista avançado], sob a liderança de Dietrich Eckhart. Posteriormente, a Sociedade de Thule selecionou Hitler como seu líder da Nova Ordem Mundial, como Eckhart revelou no seu leito de morte, dizendo, "Sigam Hitler, ele dançará, mas eu dei a melodia. Eu o iniciei na Doutrina Secreta, abri seus centros de visão, e lhe dei os meios de comunicar-se com os poderes." [Trevor Ravencroft, The Spear of Destiny (leia a resenha), pág. 91].
Em agosto de 1990, o então presidente norte-americano George Bush anunciou que o mundo estava entrando em uma Nova Ordem Mundial. Bush é um adepto em uma Sociedade Americana de Irmanndade da Morte, a Skull and Bones [Caveira e Ossos], que existe na Universidade de Yale. Como mencionamos anteriormente, a Nova Ordem Mundial de Bush é virtualmente congênere à de Hitler; o ponto de conexão-chave é a participação comum em suas respectivas Sociedades de Irmandade da Morte. [Bill Cooper, Behold a Pale Horse (leia a resenha), pág. 81; Anthony Sutton, Introduction to the Order, pág. 7] O símbolo da Caveira e Ossos é também uma caveira com dois ossos cruzados, mas com o misterioso número '322' embaixo.
Ao iniciarmos nosso estudo, lembre-se que todos os membros da Caveira e Ossos são tão satânicos quanto era Adolf Hitler. Essa é uma premissa que deixa as pessoas extremamente chocadas, pois nem o ex-presidente Bush nem seu filho, o governador do Texas, George W. Bush, "parecem" como Adolf Hitler. Lembre-se, porém, da solene advertência de Jesus referente à enganação no fim dos tempos. "Acautelai-vos, que ninguém vos engane." [Mateus 24:4] Jesus repetiu essa advertência a respeito da enganação sem precedentes dizendo: "E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos." [Mateus 24:11]. Novamente, pela terceira vez, advertiu: "Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos." [Mateus 24:24] Quando Deus repete alguma coisa três vezes nas Escrituras, é porque está enfatizando aquilo o máximo possível.
Aqui, Deus está nos dizendo que no fim dos tempos, permitirá que o povo de Satanás perpetre a mais bem sucedida enganação da história. Você será uma das vítimas? Leia este artigo atentamente e dê ouvidos às advertências.
Vamos provar que a participação de George Bush e de seu filho, o governador do Texas, George W. Bush na Caveira e Ossos é idêntica ao satanismo de Adolf Hitler na Sociedade de Thule. Ambas essas sociedades secretas são idênticas, e praticam a mais tenebrosa Magia Negra para invocar os poderes satânicos.
A Sociedade Secreta de Thule — Uma Visão Geral
Vamos iniciar com uma rápida visão geral da Sociedade de Thule, começando com um estudo de suas práticas e da história relevante. Os membros eram satanistas que praticavam a Magia Negra — isso significa que estavam "unicamente preocupados em elevar suas consciências por meios de rituais para conhecer as inteligências malignas e não-humanas no universo; e obter de meios de comunicar-se com essas inteligências." [Ravencroft, pág. 161].
Concentre-se nessa aparentemente inocente palavra, rituais. Os cristãos consideram ritual um serviço da igreja, e desse modo, não compreendem seu significado ocultista. O Dicionário de Nova Era define ritual como "uma cerimônia para restaurar o equilíbrio com a natureza... e trazer de volta a harmonia e o sagrado perdido." Lembre-se, estamos lidando com o mundo satânico, em que o bem é chamado de mal e o mal de bem. O sagrado mencionado aqui é um sagrado satânico. Os rituais são literalmente atividades proscritas destinadas a permitir que o poder demoníaco flua pelos participantes. Essas atividades são cânticos, orações encantatórias e ações cuidadosamente planejadas. O efeito tem um poder devastador, pois a força demoníaca vem sobre os participantes, provocando uma experiência espiritual falsificada que literalmente transforma suas vidas. Nunca despreze a palavra ritual, pois é uma palavra do poder satânico.
Os membros da Sociedade de Thule praticavam uma forma de magia sexual derivada de uma loja freqüentada por Aleister Crowley, que era reconhecido como o maior adorador de Satanás do século XIX. "A origem dessa... magia medieval... pode ser rastreada ao maçom Robert Little, que fundou a Societas Rosicruciana, em 1865... [Ravenscroft, Spear of Destiny, págs. 164-65] Embora as perversões sexuais que eram praticadas sejam ofensivas demais para mencionar, os resultados não são. O autor Ravenscroft diz que "A indulgência nos rituais mais sadistas despertava uma visão penetrante no funcionamento das Inteligências do Mal e concedia poderes mágicos fenomenais." [Ibidem, pág. 167] Essa é a Sociedade de Thule.
Ravenscroft registra os efeitos em Hitler: "... a perversão sexual teve um lugar central em sua vida... uma perversão sexual monstruosa era o centro de toda sua existência, a fonte de seus poderes mediúnicos e clarividentes, e a motivação para todos os atos com os quais perpetrou uma vingança sadista contra a humanidade." [Ibidem, pág. 171].
O ato final de Eckhart foi iniciar Hitler em um "ritual monstruoso e sadista de magia... após o qual ele ficou sexualmente impotente. A impotência de Hitler tinha uma profunda base psicológica. Ele atingia a satisfação sexual por meio dos extremos do sadismo e do masoquismo..." [Ravenscroft, págs. 155, 173] Essa impotência provocou um golpe final devastador na estrutura psicológica de Hitler, tornando-o o assassino sadista que a história registra.
Procurando um Super-Homem Espiritual
Os membros da Sociedade de Thule acreditavam na "comunicação com uma hierarquia de super-homens — Os Chefes Secretos da Terceira Ordem" [Ibidem] A qualidade que torna esses seres super-homens era a espiritualidade ocultista. Além disso, criam na Doutrina Secreta, da senhora Helena Blavatsky, que ensina que certos super-homens sobreviveram à destruição da Atlântida com seus altos níveis de consciência intactos. Esses super-homens eram arianos. Essas duas crenças combinadas em uma por meio da Sociedade de Thule e de Adolf Hitler, culminaram nos campos de concentração nazistas. [Ibidem, pág. 166] Quando um grupo de pessoas incorpora na sua estrutura de crenças espirituais que é inerentemente superior a outro grupo de pessoas, é inevitável que o genocídio seja promovido assim que possível.
A Sociedade de Thule mantinha regularmente sessões ocultistas, durante as quais os membros comunicavam-se com os demônios que se mascaravam de uma pessoa morta ou que simplesmente apareciam como o espíritos-guia das pessoas. "Dietrich Eckhart, Alfred Rosenberg e Adolf Hitler invocavam a manifestação do Anticristo nas sessões mediúnicas do Grupo de Thule em Munique." [Ravenscroft, Spear of Destiny, pág. 168] Echkart acreditava que recebera a revelação de seu espírito-guia que teria o privilégio de treinar o futuro Grande, o Anticristo. Desde o início, Eckhart acreditava que Hitler seria o Anticristo. Portanto, não escondeu dele nenhum conhecimento ocultista, ritual ou perversão em seus esforços de equipá-lo para sua tarefa. Quando o treinamento terminou, Hitler acreditava que tinha "renascido" com aquela força e decisão sobre-humanas que precisaria para cumprir seu mandato... ordenado para ele." [Ravenscroft, págs. 93-94]. Hitler literalmente considerava essa sensação igual à experiência do novo nascimento de um cristão.
Mais Paralelos da Caveira e Ossos com a Sociedade de Thule, de Adolf Hitler
Vejamos agora os rituais e crenças da Caveira e Ossos. Pouco se sabe realmente sobre a Caveira e Ossos, pois o segredo desde que foi fundada em 1833 é tão completo quanto o de qualquer sociedade secreta no mundo. No entanto, ela possui todos os requisitos de uma verdadeira sociedade secreta:
Foi formada em segredo e todas as suas atividades são realizadas em segredo.
O ingresso é somente por convite. Os membros potenciais são cuidadosamente investigados para saber se são adequados, antes de serem convidados a participar.
A primeira noite do novo membro, que é chamado de iniciado, é criticamente importante. Ele jura obediência e lealdade total à sociedade secreta. Os compromissos são firmados sob juramentos sérios, alguns dos quais seriam mortais, se executados, exatamente como na Maçonaria. A primeira noite também é importante, pois prende o iniciado à sociedade por meio do ritual, dos juramentos e das confissões.
A Caveira e Ossos também incorpora atividades sexuais em suas práticas. "A morte ritualística do iniciado será tão medonha quanto o uso de esqueletos humanos e psicologia ritual puderem tornar..." [revista Esquire, "The Last Secrets of Skull and Bones', Ron Rosenbaum, pág. 89] A perversão sexual faz parte da psicologia ritual. Ron Rosenbaum, autor do artigo da revista Esquire, disse que na noite de iniciação, "... se alguém pudesse escalar a torre de Weir Hall, o singular castelo diante do pátio da Caveira e Ossos, poderia ouvir estranhos gritos e gemidos vindos do interior do túmulo enquanto os quinze novos iniciados eram obrigados a passar pelo que soava como uma experiência traumática..." [Esquire, setembro de 1976, pág. 86].
Além disso, os iniciados "deitavam-se nus em caixões e contavam seus mais profundos e ocultos segredos sexuais, como parte da iniciação." [Esquire, pág. 85]. Essas experiências nos caixões incorporavam dor sexual e resultava em nascer de novo na Ordem, como mencionamos anteriormente, [Cooper, pág. 95]. Os participantes recebem uma carga de forças poderosas, que transformam totalmente suas vidas. Esse tipo de ritual é satanismo clássico. Anton LaVey diz em seu livro The Satanic Rituals: Companion to the Satanic Bible [Os Rituais Satânicos: Livro Acompanhante para a Bíblia Satânica]:
"A cerimônia do renascimento ocorre em um grande caixão. É similar ao simbolismo do caixão que... pode ser encontrado na maioria dos rituais nas lojas." [pág. 57].
Não se engane sobre este fato: Qualquer organização que utilize esse ritual do caixão para simular o novo nascimento está praticando satanismo, incluindo a Caveira e Ossos.
A Caveira e Ossos acredita que na noite da iniciação, o iniciado "morre para o mundo e renasce para a Ordem..." [Esquire, setembro de 1977, pág. 89] Lembra-se da crença de Hitler que tinha renascido após sua iniciação e o treinamento ritualístico? Esse termo é comum no satanismo. Durante a Campanha Presidencial em 1988, uma repórter da televisão perguntou ao vice-presidente George Bush se ele era um cristão. Ele inicialmente vacilou, mas depois respondeu, "Se você quer dizer, nascido de novo, então sim, sou um cristão". O então vice-presidente Bush respondeu de uma maneira que foi fiel à sua formação ocultista e ao mesmo tempo enganou os crédulos cristãos.
Da mesma forma como os cristãos nascidos de novo passam pelo ritual do batismo por imersão na água para demonstrar que morreram para o antigo estilo de vida e renasceram para uma nova vida, os ocultistas também têm um ritual para demonstrar a mesma transformação na vida. Rosenbaum continua sua exposição sobre a experiência do novo nascimento, "Então, entrar e sair do caixão é um jornada simbólica pelo outro mundo para renascer, o que ocorre no salão 322. Ali, a Ordem veste o cavaleiro recém-nascido com o traje especial, implicando que dali para frente, ele se ajustará à missão da Ordem." [Ibidem, págs. 89, 148] A descrição desse ritual é tão ocultista quanto qualquer outra que já li, e verdadeiramente revela que a Caveira e Ossos é satânica.
O Compromisso é Feito com os Objetivos de Satanás, Não com o País
Uma das facetas mais sérias desse ritual falsificado de novo nascimento é que o iniciado jura um compromisso à Ordem Secreta que transcende qualquer compromisso feito posteriormente na vida. O autor cristão Bill Cooper descreve esse fato perturbador sucintamente, "... os membros da Ordem (Caveira e Ossos) fazem um juramento que os exime de qualquer aliança a qualquer país, ou rei, ou governo, ou constituição, e isso inclui a negação de qualquer juramento subseqüente que precisarem fazer. Eles juram compromisso somente com a Ordem e com seu objetivo de uma Nova Ordem Mundial... de acordo com o juramento que Bush fez quando foi iniciado na Caveira e Ossos, seu juramento posterior ao ser empossado como Presidente dos Estados Unidos não significa nada." [Cooper, Behold a Pale Horse, págs. 81-82]. Como o juramento do presidente ocorreu após o juramento feito na Caveira e Ossos, ele não vale o papel em que estava escrito. Esse tipo de compromisso é realmente poderoso. De fato, quando Ron Rosenbaum iniciou a pesquisa necessária para escrever o artigo para a Esquire, foi advertido sobre o poder da Caveira e Ossos, "O poder da Caveira e Ossos é inacreditável. Eles têm suas mãos em todas as alavancas de poder neste país."
Como o presidente Bill Clinton é membro da sociedade secreta Rhodes Society, também considera que seu compromisso maior é com essa Ordem, não com os Estados Unidos da América. Seu juramento como presidente também não significa nada para ele. Agora sabemos por que ele pôde fazer as coisas hediondas que fez desde que foi empossado, em 1993.
A única coisa importante com relação à Caveira e Ossos é seu objetivo de alcançar uma Nova Ordem Mundial. Em conjunção com essa compreensão, lembre-se de outra crença das sociedades secretas, a de que o fim justifica os meios. Nova Ordem Mundial foi também o nome da sociedade ariana utópica de Hitler. Em seus escritos e discursos, Hitler usava constantemente esse título da sua sociedade planejada uma vez que tivesse conquistado o mundo. Quando o presidente Bush usou o termo, Nova Ordem Mundial, em seu discurso em 16/8/1990, ao condenar a invasão iraquiana ao Kuwait, foi o segundo grande político do século XX a usar o termo. Hitler foi o primeiro.
Não se deixe enganar: A Nova Ordem Mundial de Bush e de Clinton é idêntica à de Hitler!
Raízes Diretas da Caveira e Ossos com os Iluministas Bávaros
Ao continuar com sua pesquisa, Rosenbaum encontrou fortes e inequívocos vínculos entre a Caveira e os Iluministas da Bavária. Os Iluministas bávaros eram parte dos Mestres dos Illuminati originais, que foram criados pelo ex-sacerdote jesuíta Adam Weishaupt. Primeiro, Rosenbaum descobriu documentos que detalhavam a origem da Caveira na Alemanha. Esses documentos diziam, "A Caveira é um capítulo de um corpo de uma Universidade Alemã..." O documento descrevia em profundidade seu relacionamento com essa sociedade secreta alemã (a Sociedade de Thule), o que levou à fundação da Caveira e Ossos, em 1832.
Em segundo lugar, Rosenbaum descobriu que, "acima dos muros em forma de arco, acima da cripta do salão sagrado da Caveira, o 322, há uma pintura de caveiras com símbolos maçônicos em volta. Acima dessa pintura há uma frase, em alemão, que diz, "Quem é o tolo, quem é o sábio, o mendigo, o rei? Seja pobre ou rico, todos são iguais na morte." Isso significa que somente as obras feitas nesta vida é que importam; na morte, todos os homem compartilham o mesmo destino. Essa frase é muito consistente com os ensinos das sociedades secretas, mostrando suas filosofias orientadas para as obras.
Terceiro, Rosenbaum descobriu uma "fotografia tenebrosa da sala do altar em uma das lojas maçônicas em Nuremberg que está intimamente associada com o Iluminismo. Tenebrosa porque no centro da sala do altar, à qual se chega passando-se por um corredor de esqueletos humanos pendurados, há um caixão, acima do qual estão... uma caveira e ossos cruzados exatamente iguais ao arranjo do osso maxilar e dos fêmures no emblema oficial da Caveira e Ossos. {Finalmente}, a caveira e os ossos cruzados eram o selo oficial de outra loja Iluminista..." [Esquire, pág. 88].
É também chocante observar que os guardas dos campos de concentração nazistas tinham esse emblema da Caveira e Ossos em seus uniformes. Novamente, temos uma vívida ligação entre a sociedade de Hitler com a Caveira e Ossos.
Sem dúvida, definimos que a Caveira e Ossos é uma Sociedade de Irmandade da Morte, que está vinculada diretamente aos Mestres dos Illuminati. Não é de se admirar que o presidente George Bush tenha proclamado a Nova Ordem Mundial.
Resultados Históricos da Busca da Nova Ordem Mundial por Adolf Hitler
Estudamos as filosofias comuns e os vínculos religiosos entre a Sociedade de Thule e a Caveira e Ossos. Precisamos agora estudar os resultados históricos da tentativa da Sociedade de Thule de estabelecer uma Nova Ordem Mundial. Após a Sociedade de Thule selecionar Adolf Hitler como seu líder para a Nova Ordem Mundial, enfrentou o problema da implementação prática desse objetivo.
Eles perceberam que seus planos para domínio mundial requeriam o controle do poder militar alemão; no entanto, as forças armadas são controladas por aqueles que detêm o poder político, e a Alemanha era uma democracia. Portanto, a Sociedade de Thule criou o Partido Nazista. Os espíritos-guia da Sociedade de Thule tornaram-se os espíritos-guia do Partido Nazista. Em apenas dez tumultuosos anos, Hitler galgou até o mais alto cargo político, a partir do qual ascendeu à posição de ditador absoluto em 1933. Em 1938, Hitler iniciou sua Solução Final para o problema judaico, dando início ao Holocausto. Em 1939, ele iniciou a Segunda Guerra Mundial, que durou até meados de 1945. Enquanto li os resultados a seguir, lembrei-me das palavras de Tiago: "Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte." Por volta de 1945, o pecado oculto concebido pela Sociedade de Thule tinha chegado à sua total conclusão. Estes são os resultado: [A fonte é The Webser Family Encyclopedia, volume 19, 1984, págs. 492-3].
* Exércitos enormes foram mobilizados em todo o mundo:
Rússia — 12,5 milhões de homens
EUA — 12,4 milhões de homens
Alemanha — 10 milhões de homens
Japão — 6 milhões de homens
França — 5 milhões de homens
Grã-Bretanha — 4,7 milhões de homens
Itália — 4 milhões de homens
China — 3,8 milhões de homens
Canadá — 1,1 milhão de homens
Total mundial de homens mobilizados: 59,5 milhões.
O número total de mortos foi quase incompreensível:
Rússia — 10 milhões de soldados e 10 milhões de civis
Alemanha — 3 milhões de soldados e 500 mil civis
Japão — 2 milhões de soldados e 500 mil civis
Itália — 330 mil soldados e 80 mil civis
Grã-Bretanha — 350 mil soldados e 60 mil civis
França — 200 mil soldados e 200 mil civis
China — 1,3 milhão de soldados, não há estimativas sobre o número de civis
Polônia — 600 mil soldados e 5 milhões de civis
Estados Unidos — 390 mil soldados (a perda de vidas de civis foi muito pequena)
Total em perdas de vidas humana: 18,2 milhões de soldados e 16,3 milhões de civis, totalizando mais de 34 milhões de mortes. Quando você acrescenta os 18 milhões de mortes nos campos de concentração, verifica que mais de 52 milhões de pessoas pereceram como resultado final das práticas ocultistas e dos objetivos da Nova Ordem Mundial dessa Irmandade Alemã de Sociedade da Morte, a Sociedade de Thule. Os 6 milhões de judeus que morreram com a Solução Final de Hitler, representavam dois terços da população judaica mundial.
A Segunda Guerra Mundial Armou o Cenário Para o Anticristo
Hitler chegou perto de ganhar a Segunda Guerra Mundial, mas o tempo de Deus ainda não estava esgotado. Entretanto, alguns dos efeitos resultantes da Segunda Guerra Mundial serviram para preparar o palco para o ímpeto atual em direção à Nova Ordem Mundial.
Em seu livro The Externalization of the Hierarchy [A Exteriorização da Hierarquia], Alice Bailey diz que o mundo precisa ser unido regionalmente antes de poder ser unido globalmente. Stalin repetiu esse conceito pouco antes de morrer, em 1953. A Segunda Guerra Mundial certamente forneceu o ímpeto para esse tipo de reorganização. O mundo foi reorganizado militarmente com a OTAN, na Europa, o Pacto de Varsóvia, na Europa Oriental, e a SEATO, na Ásia. A regionalização econômica também ocorreu seguindo o mesmo padrão. Diversas regionalizações culturais, econômicas e religiosas foram criadas desde a Segunda Guerra Mundial.
A forma infantil do Governo Global foi criada como as Nações Unidas, em 1948. Um esforço similar foi orquestrado após a Primeira Guerra Mundial, mas foi torpedeado pela Rússia czarista. Uma das primeiras ações das Nações Unidas foi criar a nação de Israel, cumprindo assim as profecias referentes ao retorno do povo de Israel à sua terra prometida nos últimos dias.
Progressos tecnológicos tremendos foram alcançados como parte do esforço de guerra. A bomba atômica foi criada, o avião a jato, o foguete e as telecomunicações modernas. O autor de Nova Era Allen Neuharth, em seu livro Nearly One World, diz que essas invenções levaram o mundo para o limiar do governo, economia e religião globais, isto é, a Nova Ordem Mundial.
Essa breve revisão dos efeitos pós-Segunda Guerra mostra claramente que muito foi feito para armar o palco para a Nova Ordem Mundial. Vamos agora revisar alguns dos objetivos que as sociedades secretas têm para a Nova Ordem Mundial. Tenha em mente que a Caveira e Ossos é a força motriz e é a "primeira entre as iguais" entre todas as outras sociedades secretas e todas as organizações abertas que estão compromissadas com essa nova ordem.
Um governo mundial — a única resposta para os problemas do homem.
Uma economia mundial.
Uma força militar global e permanente.
Uma religião mundial — As ações malignas do homem são historicamente atribuídas às divisões em muitas diferentes religiões. Portanto, muita ênfase está sendo colocada na reunificação em uma única religião. O atual Movimento Ecumênico está liderando as ações em busca desse importante objetivo. Em um seminário em Boston, em agosto de 1991, o diretor da Sociedade Teosófica da Nova Inglaterra afirmou que no momento apropriado na história, o papa católico romano viajará a Jerusalém para participar de uma conferência religiosa mundial. Em seu discurso, declarará que todas as religiões do mundo devem ser unificadas em uma só. Assim, o plano de Alice Bailey, definido há mais de cinqüenta anos, será cumprido, isto é, o Grande reinstituirá a Antiga Religião de Mistérios como a Religião da Nova Ordem Mundial. "Esses mistérios, quando restaurados, unificarão todas as fés." [The Externalization of the Hierarchy, pág. 573, escrito em 1946.]
O Número de Mortes Provocadas Pelo Nazismo Multiplicado Por 72
Um dos planos mais básicos após a implantação da Nova Ordem Mundial é a redução drástica da população, dos atuais seis bilhões para somente dois bilhões, por volta do ano 2000 [Constance Cumbey, Hidden Dangers of the Rainbow (leia a resenha)]. Assim, o aborto e o controle da natalidade foram identificados desde cedo como necessários para iniciar a redução da população. A ênfase atual sobre os efeitos devastadores do homem sobre a Terra, sobre o aquecimento global e sobre a poluição destina-se a convencer as pessoas que somente unidos, a ação drástica por parte das Nações Unidas conseguirá salvar o planeta do colapso.
Entretanto, o ano 2000 está próximo. Como essa redução drástica será obtida em um prazo de tempo tão curto? A resposta básica é guerra.
Alice Bailey, em seu livro The Externalization of the Hierarchy, pág. 548, diz que a bomba atômica será entregue ao Governo Global e será usada contra qualquer nação que se recusar a seguir a Nova Ordem Mundial.
Bill Cooper, em seu livro Behold a Pale Horse, cita um documento da sociedade secreta Bilderberg, que é um braço da Caveira e Ossos. "Como a maior parte do público não exercitará a restrição econômica... precisamos tomar o controle do mundo pelo uso das armas silenciosas da economia em uma forma de guerra silenciosa e reduzir os níveis perigosos de consumo até um nível seguro por meio de um processo benevolente de escravidão e de genocídio." [pág. 49] Como alguém pode pensar que escravidão e genocídio sejam benevolentes? Esse era exatamente o pensamento de Adolf Hitler quando estava planejando sua Nova Ordem Mundial. Ele iria livrar o mundo de tudo o que era indesejável por meio da guerra benevolente. Vimos os resultados horríveis anteriormente; entretanto, os números são pequenos quando comparados com a morte planejada de quatro bilhões de pessoas.
Portanto, quando Jesus Cristo avaliar todas as ações no dia do juízo diante do Grande Trono Branco, provavelmente julgará a matança de quatro bilhões de pessoas durante a Nova Ordem Mundial de Bush e de Clinton como setenta e duas vezes mais merecedora de punição que os cinqüenta e tantos milhões de mortos durante a Nova Ordem Mundial de Adolf Hitler!
Neste ponto, você pode protestar dizendo que a Nova Ordem Mundial está sendo alcançada pacificamente. É verdade, e quando estiver totalmente implementada, cumprirá a profecia bíblica que diz:
"Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão." [1 Tessalonicenses 5:3].
Além disso, esses planos, se executados, também cumprirão a profecia bíblica em Apocalipse 6:4, que diz "E saiu outro cavalo, vermelho; e ao que estava assentado sobre ele foi dado que tirasse a paz da terra, e que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada."
Assim, vemos que os objetivos da Nova Ordem Mundial das sociedades secretas, uma das quais é a Caveira e Ossos, quando completado, cumprirá muitas profecias bíblicas.
Informações Atualizadas em 18/9/2001
Durante a campanha presidencial de 2000, George W. Bush lançou muita luz sobre sua participação no passado e na atualidade na Caveira e Ossos. Em 1/8/2000, o candidato republicano George W. Bush foi entrevistado por Walter Isaacson na CNN. Essa reportagem, publicada no site de CNN, tem o título "George W. Bush: 'My Heritage is Part of Who I Am'". Os resultados para aqueles que têm o discernimento bíblico são chocantes e definitivos.
Durante a entrevista, Isaacson perguntou ao candidato a respeito da sua experiência na Caveira e Ossos. Essa foi a oportunidade perfeita para George W. Bush declarar seu rompimento com a Caveira e Ossos. Como revelamos anteriormente neste artigo, a Caveira e Ossos é profundamente satânica; sua sociedade alemã congênere, a Sociedade de Thule, treinou Adolf Hitler na mais profunda e tenebrosa Magia Negra satânica. Se George W. Bush fosse realmente um cristão nascido de novo, essa oportunidade foi perfeita para ele se arrepender de seu envolvimento passado e revelar corajosamente os planos anticristãos terríveis que a Caveira e Ossos impôs aos EUA nos últimos 170 anos. George W. Bush se arrependeu e rompeu suas ligações?
Não! Veja:
TIME: "Mas os senhores [George Bush e George W. Bush] certamente compartilharam a mesma formação. Além da Universidade Yale, até mesmo a Caveira e Ossos. O senhor sente algum desconforto ou arrependimento por ter ingressado em um clube secreto da elite, como a Caveira?"
Bush: "Nenhum desconforto ou arrependimento. Foi honroso. Eu estava indiferente. Não via a participação como uma grande herança familiar. Não encarei a coisa com toda essa seriedade."
TIME: "Desmistifique-a um pouco para aqueles que possam pensar que seja uma cruz entre a Loja Maçônica e a Comissão Trilateral. Seu pai compareceu à cerimônia de iniciação, como seu avô compareceu na iniciação dele?"
Bush: "Sem revelar todos os grandes segredos? Tenho alguns de meus antigos companheiros de clube que poderiam desmistificá-la imediatamente. Meu pai não me incentivou. Alguém que estava um ano à frente me incentivou. Houve uma cerimônia de admissão. Não me lembro se meu pai compareceu ou não. Acho que não."
Que resposta brilhante! Com apenas algumas frases curtas, George W. Bush enterrou todos os fatos mais profundos e tenebrosos sobre a Caveira e Ossos, dando uma resposta fria e quase leviana. Em vez de aproveitar essa oportunidade para realmente dizer a verdade sobre a Caveira e Ossos, e demonstrar seu arrependimento pela sua ligação passada com ela, e falar sobre suas aspirações anticristãs globais, ele simplesmente acrescentou sua participação nessa sociedade à ladainha geral das experiências que moldaram seu caráter e sua personalidade!
Essa resposta revela a verdade acerca de George W. Bush e a falta de credibilidade da sua afirmação de ser um cristão nascido de novo. Desde 1776, a presidência dos EUA é a posição política mais importante no mundo dos Mestres dos Illuminati. O símbolo ocultista da pirâmide incompleta no verso da nota de um dólar, com o Olho de Hórus [Lúcifer] no alto, revela a verdade sobre esse fato. Se alguém assumir o cargo e voltar-se contra os Illuminati, será assassinado.
Temos o exemplo de apenas um presidente que voltou-se contra os Iluministas durante o tempo em que exerceu o cargo; o nome dele era John F. Kennedy. Considere estes fatos, com o pano de fundo que Kennedy foi assassinado em novembro de 1963:
Primavera de 1963: Kennedy anunciou que iria retirar as forças norte-americanas da Guerra do Vietnã.
Setembro de 1963: Kennedy anunciou que traria 1.000 "garotos americanos" para casa até o natal.
12 de novembro de 1963 [dez dias antes de ser assassinado], o presidente Kennedy surpreendeu seus ouvintes na Universidade de Colúmbia ao declarar: "O elevado cargo de Presidente vem sendo usado para fomentar um plano para destruir as liberdades americanas, e antes de terminar meu mandato, preciso informar os cidadãos a respeito dessa situação." [Plague, Pestilence, and the Pursuit of Power: The Politics of Global Disease, de Steven Ransom, pág. 103].
O presidente Kennedy estava planejando usar os poderes de seu cargo de presidente para informar o povo norte-americano a respeito do plano dos Iluministas de nos escravizar, e apenas dez dias depois, foi assassinado. Entretanto, esse assassínio, foi perpetrado de acordo com o número favorito dos Iluministas, o onze. Kennedy foi assassinado:
Em novembro, o décimo primeiro mês;
No dia 22 [11 x 2];
Em Dallas, que está situada no paralelo 33 [11 x 3];
Na Praça Dealey, o local em que havia uma antiga loja maçônica durante a época da Revolução para a libertação do Texas do domínio mexicano.
Kennedy foi assassinado com a assinatura acompanhante dos Iluministas, da mesma forma como o número 11 formou a assinatura Iluminista no ataque ao World Trade Center e ao Pentágono, em 11/9/2001. [Leia o artigo N1538, "Mais Assinaturas Ocultistas no Ataque às Torres Gêmeas e ao Pentágono".].
Se George W. Bush realmente fosse um cristão nascido de novo, teria seguido o mesmo rumo que Kennedy escolheu, revelar o plano dos Iluministas, que é patrocinado pela Caveira e Ossos. O fato de não ter feito nada semelhante, mostra ao cristão que tem discernimento tudo o que precisa saber a respeito de George W. Bush. Não há perdão sem arrependimento, e não vimos George W. Bush demonstrar arrependimento pelo seu envolvimento com a Caveira e Ossos.
Nenhum arrependimento. Agora você conhece a verdade acerca de George W. Bush. Você é corajoso o suficiente para ver essa verdade? Verdadeiramente, como diz o ditado, "o pior cego é aquele que não quer ver".
O tempo está realmente muito curto.
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Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.
Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.
Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.
Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.
Fale conosco direcionando sua mensagem a um dos membros da equipe de voluntários.
Se desejar visitar o site "The Cutting Edge", dê um clique aqui: http://www.cuttingedge.org
Que Deus o abençoe.
Data da publicação: 22/9/2001
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2506 - SOCIEDADE SECRETA
Sociedade secreta
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Sociedades secretas são grupos de pessoas que se reúnem em segredo com um propósito em comum,quase nunca revelado.Seus membros nem sempre são anônimos.
Índice [esconder]
1 Clubes primitivos e sociedades secretas da Pré-História
1.1 Auto-seleção - o Princípio
1.2 Motivos para o secretismo
1.3 Controle Sexual
1.4 A moral e disciplina
1.5 Primeiras sociedades femininas
1.6 Fomento da evolução social
1.7 Juramento e rituais de iniciação
1.8 Evolução e início dos partidos políticos
1.9 Evolução para organizações de caridade e religiões
2 Sociedades secretas e semi-secretas mais conhecidas
3 Ver também
[editar] Clubes primitivos e sociedades secretas da Pré-História
[editar] Auto-seleção - o Princípio
As associações em segredo começaram, nos primórdios, com a consangüinidade, esta determinou os primeiros grupos sociais; os clãs de parentescos aumentaram por associação. Os casamentos inter tribais foram o próximo passo para a amplificação dos grupos, e a tribo complexa resultante foi o primeiro verdadeiro corpo político. O próximo avanço, no desenvolvimento social, foi a evolução dos cultos religiosos e dos clubes políticos. Estes, inicialmente, surgiram como sociedades secretas, e originalmente, eram integralmente religiosos; posteriormente, eles tornaram-se reguladores. A princípio, eles eram clubes de homens; mais tarde, grupos femininos apareceram. E, em breve, eles dividiram-se em duas classes: a político-social e a místico-religiosa.
[editar] Motivos para o secretismo
Havia muitas razões para que essas primeiras sociedades fossem secretas, tais como:
A finalidade de praticarem ritos religiosos minoritários.
O propósito de preservar valiosos segredos do “espírito” ou do comércio.
O desfrute de algum talismã ou magia especial.
O fato em si, de serem secretas essas sociedades, conferia a todos os seus membros o poder do mistério sobre o resto da tribo. Os iniciados eram a aristocracia social da sua época. Depois da iniciação, os meninos caçavam com os homens; enquanto antes eles colhiam plantas com as mulheres. E era a humilhação suprema, uma desgraça tribal, fracassar nas provas da puberdade e, assim, ser obrigado a permanecer fora da morada dos homens, ficando com as mulheres e as crianças, e ser considerado afeminado. Além disso, aos não iniciados não era permitido casar.
[editar] Controle Sexual
Os povos primitivos ensinavam muito cedo aos seus adolescentes o controle sexual. Tornou-se costume levar os meninos para longe dos pais, desde a puberdade até o casamento; a educação e o aperfeiçoamento deles eram confiados às sociedades secretas dos homens. E uma das funções primordiais desses clubes era manter o controle dos jovens adolescentes, impedindo, assim, filhos ilegítimos.
A prostituição comercializada começou quando esses clubes de homens pagavam dinheiro pelo uso de mulheres de outras tribos. Contudo, os grupos mais antigos eram notavelmente isentos de licenciosidades sexuais.
A cerimónia de iniciação, na puberdade, em geral durava um período de cinco anos. Muita auto-tortura e incisões dolorosas faziam parte dessas cerimónias. A circuncisão foi praticada, inicialmente, como um rito de iniciação de uma dessas fraternidades secretas. As marcas tribais eram feitas no corpo como uma parte da iniciação da puberdade; a tatuagem teve a sua origem com essas insígnias de membro da sociedade. Essas torturas, junto com muita privação, tinham o intuito de endurecer esses jovens, de impressioná-los com a realidade da vida e das suas inevitáveis dificuldades. Esse propósito foi mais bem alcançado com os jogos atléticos e as disputas físicas que surgiram posteriormente.
[editar] A moral e disciplina
No entanto, as sociedades secretas de fato visavam o aperfeiçoamento da moral do adolescente; um dos propósitos principais das cerimónias da puberdade era fazer os rapazes compreenderem que eles deviam deixar as mulheres dos outros homens em paz.
Seguindo esses anos de disciplina rigorosa e aperfeiçoamento, um pouco antes do casamento, os rapazes em geral eram libertados por um curto período de lazer e liberdade, depois do que voltavam para casar e aceitar toda uma vida de sujeição aos tabus tribais. E esse rito antigo continuou até os tempos modernos, sob a tola desculpa de uma despedida das “loucuras da juventude”.
[editar] Primeiras sociedades femininas
Muitas tribos posteriores aprovaram a formação de clubes secretos femininos, e o propósito deles era preparar as adolescentes para serem esposas e para a maternidade. Depois da iniciação, as meninas tornavam-se aptas para o casamento e lhes era permitido comparecer à “festa das noivas”, a festa das debutantes daqueles dias. Os grupos femininos contra o casamento logo passaram a existir.
Em breve, os clubes não secretos apareceram, quando grupos de homens solteiros e de mulheres celibatárias formaram as suas organizações separadas. Essas associações realmente foram as primeiras escolas. E, conquanto os clubes de homens e de mulheres fossem frequentemente dados a perseguir-se uns aos outros, algumas tribos avançadas, depois do contato com os instrutores mais experiêntes, experimentaram a educação mista, tendo escolas para ambos os sexos.
[editar] Fomento da evolução social
As sociedades secretas contribuíram para a instauração das castas sociais, principalmente por causa do carácter misterioso das suas iniciações. Os membros dessas sociedades usavam máscaras, inicialmente, para afastar os curiosos dos seus rituais de luto – o culto dos ancestrais. Mais tarde, esse ritual transformou-se em pseudo-sessões espíritas, nas quais, segundo se dizia, apareciam fantasmas. As antigas sociedades de “renascimento” usavam emblemas e empregavam uma linguagem secreta especial; e também renegavam certas comidas e bebidas. Atuavam como uma polícia noturna e, assim funcionavam numa ampla gama de atividades sociais.
[editar] Juramento e rituais de iniciação
Todas as associações secretas impunham um juramento, o guardar do silêncio, e ensinavam a guardar os segredos. Essas ordens impressionavam e controlavam as multidões; e também atuavam como sociedades de vigilância, praticando, assim, a lei do linchamento. Elas foram os primeiros espiões, quando as tribos estavam em guerra, e a primeira polícia secreta, durante os tempos de paz. E, melhor ainda, mantinham os reis inescrupulosos em estado de insegurança. Para contrabalançar, os reis criaram a sua própria milícia secreta.
[editar] Evolução e início dos partidos políticos
Essas sociedades deram nascimento aos primeiros partidos políticos. O primeiro governo partidário foi “o forte” versus “o fraco”. Nos tempos antigos, uma mudança na administração só ocorria depois de uma guerra civil, dando, assim, prova abundante de que os fracos se haviam transformado em fortes.
Esses clubes eram utilizados pelos mercadores para cobrar os seus débitos, e pelos governantes, para coletar os impostos. A tributação tem sido uma longa luta, uma das suas primeiras formas foi o dízimo, um décimo da caçada, ou dos espólios. As taxas, originalmente, eram cobradas para manter a casa do rei, mas concluiu-se que eram mais fáceis de ser colectadas se disfarçadas em oferendas para sustentar o serviço do templo.
[editar] Evolução para organizações de caridade e religiões
Pouco a pouco, essas associações secretas transformaram-se nas primeiras organizações de caridade e, posteriormente, nas primeiras sociedades religiosas – as precursoras das igrejas. Finalmente, algumas dessas sociedades tornaram-se inter-tribais, formando as primeiras fraternidades internacionais.
[editar] Sociedades secretas e semi-secretas mais conhecidas
AMORC - A Antiga e Mística Ordem Rosacruz (AMORC) é uma fraternidade formada por homens e mulheres, sem distinção de crença ou etnia, não religiosa, não dogmática, apartidária, que tem como objetivo o estudo das leis místicas universais, para o aperfeiçoamento da humanidade e de cada indivíduo. Fundada nos EUA, em 1915, por Harvey Spencer Lewis, ela também é conhecida por seu nome em Latim, Antiquus Mysticusque Ordo Rosæ Crucis. A AMORC é a maior fraternidade rosacruz existente, em número de membros e de países em que possui membros ativos. Esta denominação é a simplificação de Antiga e Arcana Ordem da Rosa Vermelha e da Cruz Dourada.
Illuminati - Sociedade secreta fundada para combater a tirania. Influiu de modo decisivo nas revoluções francesa e russa. [carece de fontes?] A maçonaria, para sobreviver no pós revolução francesa, obrigou-se a adotar seus princípios iluministas. [carece de fontes?]
S.S.C - Sociedade secreta usada em algumas situações por cristãos que de certo modo dariam suas vidas para que a Igreja triunfasse. Atualmente se envolveram em questões políticas e sociais e não ganhou o apoio do Vaticano. A questão política abordada aqui se diz respeito à eleição francesa apoiando a candidata Ségolène Royal.
Ku Klux Klan - organização que apoiava e fomentava o racismo, o apartheid e a abolição dos direitos da população negra, utilizando métodos pouco ortodoxos para dispersar protestos de direitos humanos.
Maçonaria - A maçonaria é uma associação de carácter universal, cujos membros cultivam a filantropia, justiça social, aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia e igualdade, aperfeiçoamento intelectual e fraternidade, é assim uma associação iniciática, filosófica, filantrópica e educativa. Os maçons estruturam-se e reúnem-se em células autónomas, designadas por oficinas, ateliers ou (como são mais conhecidas e correctamente designadas) Lojas, "todas iguais em direitos e honras, e independentes entre si.
Ordem DeMolay - A Ordem DeMolay é uma organização filosófica, fraternal e iniciática, para jovens - do sexo masculino - com idade compreendida entre os 12 e os 21 anos. Fundada nos Estados Unidos dia 18 de Julho de 1919 pelo Maçom Frank Sherman Land, é patrocinada e apoiada pela Maçonaria, oficialmente desde 1921, que na maioria dos casos cede espaço para as reuniões dos Capítulos DeMolay e Conventos da Ordem da Cavalaria, denominações das células da organização.
Skull and Bones - A Skull and Bones é uma sociedade secreta estudantil dos Estados Unidos da América, fundada em 1832. Foi introduzida na Universidade de Yale por William Huntington Russell e Alphonso Taft em 1833.
[editar] Ver também
Ku Klux Klan
Máfia
Lista de sociedades secretas
Ordo Templi Orientis
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Categoria: Sociedades secretas
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Índice [esconder]
1 Clubes primitivos e sociedades secretas da Pré-História
1.1 Auto-seleção - o Princípio
1.2 Motivos para o secretismo
1.3 Controle Sexual
1.4 A moral e disciplina
1.5 Primeiras sociedades femininas
1.6 Fomento da evolução social
1.7 Juramento e rituais de iniciação
1.8 Evolução e início dos partidos políticos
1.9 Evolução para organizações de caridade e religiões
2 Sociedades secretas e semi-secretas mais conhecidas
3 Ver também
[editar] Clubes primitivos e sociedades secretas da Pré-História
[editar] Auto-seleção - o Princípio
As associações em segredo começaram, nos primórdios, com a consangüinidade, esta determinou os primeiros grupos sociais; os clãs de parentescos aumentaram por associação. Os casamentos inter tribais foram o próximo passo para a amplificação dos grupos, e a tribo complexa resultante foi o primeiro verdadeiro corpo político. O próximo avanço, no desenvolvimento social, foi a evolução dos cultos religiosos e dos clubes políticos. Estes, inicialmente, surgiram como sociedades secretas, e originalmente, eram integralmente religiosos; posteriormente, eles tornaram-se reguladores. A princípio, eles eram clubes de homens; mais tarde, grupos femininos apareceram. E, em breve, eles dividiram-se em duas classes: a político-social e a místico-religiosa.
[editar] Motivos para o secretismo
Havia muitas razões para que essas primeiras sociedades fossem secretas, tais como:
A finalidade de praticarem ritos religiosos minoritários.
O propósito de preservar valiosos segredos do “espírito” ou do comércio.
O desfrute de algum talismã ou magia especial.
O fato em si, de serem secretas essas sociedades, conferia a todos os seus membros o poder do mistério sobre o resto da tribo. Os iniciados eram a aristocracia social da sua época. Depois da iniciação, os meninos caçavam com os homens; enquanto antes eles colhiam plantas com as mulheres. E era a humilhação suprema, uma desgraça tribal, fracassar nas provas da puberdade e, assim, ser obrigado a permanecer fora da morada dos homens, ficando com as mulheres e as crianças, e ser considerado afeminado. Além disso, aos não iniciados não era permitido casar.
[editar] Controle Sexual
Os povos primitivos ensinavam muito cedo aos seus adolescentes o controle sexual. Tornou-se costume levar os meninos para longe dos pais, desde a puberdade até o casamento; a educação e o aperfeiçoamento deles eram confiados às sociedades secretas dos homens. E uma das funções primordiais desses clubes era manter o controle dos jovens adolescentes, impedindo, assim, filhos ilegítimos.
A prostituição comercializada começou quando esses clubes de homens pagavam dinheiro pelo uso de mulheres de outras tribos. Contudo, os grupos mais antigos eram notavelmente isentos de licenciosidades sexuais.
A cerimónia de iniciação, na puberdade, em geral durava um período de cinco anos. Muita auto-tortura e incisões dolorosas faziam parte dessas cerimónias. A circuncisão foi praticada, inicialmente, como um rito de iniciação de uma dessas fraternidades secretas. As marcas tribais eram feitas no corpo como uma parte da iniciação da puberdade; a tatuagem teve a sua origem com essas insígnias de membro da sociedade. Essas torturas, junto com muita privação, tinham o intuito de endurecer esses jovens, de impressioná-los com a realidade da vida e das suas inevitáveis dificuldades. Esse propósito foi mais bem alcançado com os jogos atléticos e as disputas físicas que surgiram posteriormente.
[editar] A moral e disciplina
No entanto, as sociedades secretas de fato visavam o aperfeiçoamento da moral do adolescente; um dos propósitos principais das cerimónias da puberdade era fazer os rapazes compreenderem que eles deviam deixar as mulheres dos outros homens em paz.
Seguindo esses anos de disciplina rigorosa e aperfeiçoamento, um pouco antes do casamento, os rapazes em geral eram libertados por um curto período de lazer e liberdade, depois do que voltavam para casar e aceitar toda uma vida de sujeição aos tabus tribais. E esse rito antigo continuou até os tempos modernos, sob a tola desculpa de uma despedida das “loucuras da juventude”.
[editar] Primeiras sociedades femininas
Muitas tribos posteriores aprovaram a formação de clubes secretos femininos, e o propósito deles era preparar as adolescentes para serem esposas e para a maternidade. Depois da iniciação, as meninas tornavam-se aptas para o casamento e lhes era permitido comparecer à “festa das noivas”, a festa das debutantes daqueles dias. Os grupos femininos contra o casamento logo passaram a existir.
Em breve, os clubes não secretos apareceram, quando grupos de homens solteiros e de mulheres celibatárias formaram as suas organizações separadas. Essas associações realmente foram as primeiras escolas. E, conquanto os clubes de homens e de mulheres fossem frequentemente dados a perseguir-se uns aos outros, algumas tribos avançadas, depois do contato com os instrutores mais experiêntes, experimentaram a educação mista, tendo escolas para ambos os sexos.
[editar] Fomento da evolução social
As sociedades secretas contribuíram para a instauração das castas sociais, principalmente por causa do carácter misterioso das suas iniciações. Os membros dessas sociedades usavam máscaras, inicialmente, para afastar os curiosos dos seus rituais de luto – o culto dos ancestrais. Mais tarde, esse ritual transformou-se em pseudo-sessões espíritas, nas quais, segundo se dizia, apareciam fantasmas. As antigas sociedades de “renascimento” usavam emblemas e empregavam uma linguagem secreta especial; e também renegavam certas comidas e bebidas. Atuavam como uma polícia noturna e, assim funcionavam numa ampla gama de atividades sociais.
[editar] Juramento e rituais de iniciação
Todas as associações secretas impunham um juramento, o guardar do silêncio, e ensinavam a guardar os segredos. Essas ordens impressionavam e controlavam as multidões; e também atuavam como sociedades de vigilância, praticando, assim, a lei do linchamento. Elas foram os primeiros espiões, quando as tribos estavam em guerra, e a primeira polícia secreta, durante os tempos de paz. E, melhor ainda, mantinham os reis inescrupulosos em estado de insegurança. Para contrabalançar, os reis criaram a sua própria milícia secreta.
[editar] Evolução e início dos partidos políticos
Essas sociedades deram nascimento aos primeiros partidos políticos. O primeiro governo partidário foi “o forte” versus “o fraco”. Nos tempos antigos, uma mudança na administração só ocorria depois de uma guerra civil, dando, assim, prova abundante de que os fracos se haviam transformado em fortes.
Esses clubes eram utilizados pelos mercadores para cobrar os seus débitos, e pelos governantes, para coletar os impostos. A tributação tem sido uma longa luta, uma das suas primeiras formas foi o dízimo, um décimo da caçada, ou dos espólios. As taxas, originalmente, eram cobradas para manter a casa do rei, mas concluiu-se que eram mais fáceis de ser colectadas se disfarçadas em oferendas para sustentar o serviço do templo.
[editar] Evolução para organizações de caridade e religiões
Pouco a pouco, essas associações secretas transformaram-se nas primeiras organizações de caridade e, posteriormente, nas primeiras sociedades religiosas – as precursoras das igrejas. Finalmente, algumas dessas sociedades tornaram-se inter-tribais, formando as primeiras fraternidades internacionais.
[editar] Sociedades secretas e semi-secretas mais conhecidas
AMORC - A Antiga e Mística Ordem Rosacruz (AMORC) é uma fraternidade formada por homens e mulheres, sem distinção de crença ou etnia, não religiosa, não dogmática, apartidária, que tem como objetivo o estudo das leis místicas universais, para o aperfeiçoamento da humanidade e de cada indivíduo. Fundada nos EUA, em 1915, por Harvey Spencer Lewis, ela também é conhecida por seu nome em Latim, Antiquus Mysticusque Ordo Rosæ Crucis. A AMORC é a maior fraternidade rosacruz existente, em número de membros e de países em que possui membros ativos. Esta denominação é a simplificação de Antiga e Arcana Ordem da Rosa Vermelha e da Cruz Dourada.
Illuminati - Sociedade secreta fundada para combater a tirania. Influiu de modo decisivo nas revoluções francesa e russa. [carece de fontes?] A maçonaria, para sobreviver no pós revolução francesa, obrigou-se a adotar seus princípios iluministas. [carece de fontes?]
S.S.C - Sociedade secreta usada em algumas situações por cristãos que de certo modo dariam suas vidas para que a Igreja triunfasse. Atualmente se envolveram em questões políticas e sociais e não ganhou o apoio do Vaticano. A questão política abordada aqui se diz respeito à eleição francesa apoiando a candidata Ségolène Royal.
Ku Klux Klan - organização que apoiava e fomentava o racismo, o apartheid e a abolição dos direitos da população negra, utilizando métodos pouco ortodoxos para dispersar protestos de direitos humanos.
Maçonaria - A maçonaria é uma associação de carácter universal, cujos membros cultivam a filantropia, justiça social, aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia e igualdade, aperfeiçoamento intelectual e fraternidade, é assim uma associação iniciática, filosófica, filantrópica e educativa. Os maçons estruturam-se e reúnem-se em células autónomas, designadas por oficinas, ateliers ou (como são mais conhecidas e correctamente designadas) Lojas, "todas iguais em direitos e honras, e independentes entre si.
Ordem DeMolay - A Ordem DeMolay é uma organização filosófica, fraternal e iniciática, para jovens - do sexo masculino - com idade compreendida entre os 12 e os 21 anos. Fundada nos Estados Unidos dia 18 de Julho de 1919 pelo Maçom Frank Sherman Land, é patrocinada e apoiada pela Maçonaria, oficialmente desde 1921, que na maioria dos casos cede espaço para as reuniões dos Capítulos DeMolay e Conventos da Ordem da Cavalaria, denominações das células da organização.
Skull and Bones - A Skull and Bones é uma sociedade secreta estudantil dos Estados Unidos da América, fundada em 1832. Foi introduzida na Universidade de Yale por William Huntington Russell e Alphonso Taft em 1833.
[editar] Ver também
Ku Klux Klan
Máfia
Lista de sociedades secretas
Ordo Templi Orientis
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade_secreta"
Categoria: Sociedades secretas
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