sexta-feira, 2 de julho de 2010

1355 - HISTÓRIA DO LIVRO

A Livro Lido
História da Livro Lido
A Livro Lido surgiu com a idéia de trazer mais cultura a cidade de Curitiba. Inaugurada no dia 12 de abril de 1997, estando a mais de 10 anos no mercado de livros usados, contando com um acervo bastante diferenciado, com obras selecionadas a dedo. Aqui você encontra desde os quadrinhos da turma da Mônica até obras raras.

A loja se diferencia em sua organização, temos sempre o maximo de cuidado com nosso acervo, desde a procedencia dos nossos livros a manutenção com os mesmos, que um a um, sao revizados e limpos, antes de disponiveis para a venda.

A Livro Lido é totalmente informatizada desde o inicio, sendo que aderiu as facilidades da internet somente no ano de 2004, atendendo à partir de então, o Brasil e exterior.

Administrada por Andressa Maria Strack e Denizard Reis de Andrade, conta com funcionários bastante atenciosos, procurando sempre melhorar a qualidade de seus serviços.

Em nosso espaço fisico, nossos clientes podem contar com a ajuda dos funcionários ou eles próprios efetuarem a sua pesquisa em nosso sistema de auto-atendimento.

Apos 11 anos em Curitiba, nos mudamos com algumas toneladas de livros, para Maceio - AL, onde ampliamos nossas instalaçoes para Livraria e Cafeteria, com acesso a internet.

Na Livro Lido Café, trabalhamos com uma linha de cafés especiais, tendo um cardápio variado, servindo desde os tradicionais, passando pelos capuccinos e os refrescantes cafés gelados.

Algumas reportagens
Livro Lido Livraria:

Gazeta de Alagoas: http://gazetaweb.globo.com/v2/gazetadealagoas/texto_completo.php?cod=126931&ass=46&data=2008-04-25


Comunicafé: http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=159485&tipo=0#
http://www.primeiraedicao.com.br/?pag=eventos&cod=1097
Café, Artes & Arteiros: http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=162439&tipo=0
Dia do Livro: http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=163279&tipo=15
Dia 15/03/2009: O Jornal: http://www.ojornal-al.com.br/15032009/index.php
lançamento de livro: http://www.tudonahora.com.br/noticia.php?noticia=32199
Premio Espia 2009: Livro Lido "A Melhor Livraria"
http://www.carlitolima.com.br/pag_import/premio.html
13/05/2009: http://www.ojornal-al.com.br/cultura.php

Livro Lido Cafeteria:
http://br.youtube.com/watch?v=f3OtXJXpM8w
Programa Iluminuras:
http://www.youtube.com/watch?v=v2PosusbzkY



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COPYRIGHT DEVIDO AO LIVRO LIDO CAFETERIA.

1354 - HISTÓRIA DO LIVRO

Empirical Empire
Blog Sobre


8 Livros Sobre A História da Tecnologia
August 30, 2007 on 9:22 pm | In Livros | 8 Comments
Sendo um profissional da área e gostando muito de biografias e história, é natural que eu também goste de livros que contam a história da Tecnologia. Seguem alguns livros que li nos últimos anos e que recomendo a qualquer um que se interesse em saber como a tecnologia (não só da informação) se desenvolveu e quem foram as pessoas por trás de tudo isso. Os três primeiros já apareceram no post inicial da série, mas resolvi deixá-los aqui para não se perder o contexto.

1. A Quarter Century of Unix – Peter Salus
Ótimo livro que conta os primeiros 25 anos do Unix, um sistema operacional de computadores. Ao invés de se ater a detalhes técnicos e enfadonhos o autor fala das pessoas por trás da construção do sistema. Quem gosta do Linux vai se deliciar com as histórias dos primórdios do seu avô, o Unix e também da Internet.

2. Rebel Code – Glyn Moody
Na mesma linha do Quarter Century, desta vez é contada a história do Linux. Esqueça a biografia lixo do Linus Torvalds, leia Rebel Code.

3. A Busca – John Battelle
A Busca é um ótimo livro para quem quer saber um pouco mais da história do Google e da evolução que a Internet terá nos próximos anos. Muito bem escrito e envolvente. Segundo o autor ainda estamos nos primórdios do que um sistema de busca na Internet pode nos oferecer; na verdade ela estará integrada ao nosso cotidiano, muito mais do que os adsenses da vida.

4. The Art of UNIX Programming – Eric S. Raymond
Mais um livro que fala do Unix. Mesmo que você não seja adepto deste sistema, pode aprender muito com a filosofia dele. Não é a toa que a Internet de hoje deve muito ao Unix e ao seu modo de ser. Lendo este livro até dá para ouvir a poesia e a elegância traduzidas em linhas de código e transformadas no Unix e na Internet de hoje.

5. The Innovator’s Dilemma – Clayton M. Christensen
Este não é bem um livro de tecnologia; na verdade é de administração. Mesmo assim pode interessar muito aos profissionais da área pois o conceito central fala de como tecnologias inovadoras (chamadas no texto de disruptivas) suplantam as existentes. Os exemplos são de várias áreas, dando uma ótima visão global de como a teoria funciona em outros nichos. De quebra um dos exemplos é sobre a evolução dos discos rígidos

6. A History of Knowledge – Charles Van Doren
Este livro retrata a história do mundo sob a ótica de como o conhecimento se desenvolveu. Também dá imagens de como o futuro pode ser em várias áreas mostrando exemplos do passado e extrapolando estes dados no futuro. Um dos casos são os meios de transporte onde ele mostra quantos quilômetros o homem conseguia se deslocar no passado num período de seis horas e comparando este dado em várias épocas, chegando à conclusão que em pouco tempo viagens intercontinentais de trabalho, com volta no mesmo dia, serão comum na vida de muitas pessoas.



7. Twisty Little Passsages – Nick Monfort
Quem conheceu os computadores na década de 1980 vai se deliciar com Twisty Little Passsages. Ele conta e faz uma análise dos jogos de Interactive Fiction, conhecidos por muitos como Text Adventures. São aqueles jogos da era pré-graficos onde através de descrições e comando através do teclado você interage com um mundo virtual, passando por desafios e descobrindo o ambiente em que se encontra.

8. Inform Designer’s Manual – Graham Nelson
O Inform é um compilador que gera códigos para a Z-Machine, uma máquina virtual onde foram criados vários jogos de Interactive Fiction de uma das empresas mais famosas da época, a Infocom. O livro é muito bem escrito e recomendo não só para quem quiser fazer jogos de IF, mas também para quem gosta de jogá-los. Conta muito da história do gênero.

Outros posts da série:

Os 30 Melhores Livros que Li entre 2001 e 2007
5 Dicas de Livros Eróticos
8 Livros Sobre a Arte de Escrever
Dicas de Livros Sobre a Arte do Surf


8 Comments »
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[...] 8 Livros Sobre a História da Tecnologia [...]

Pingback by Os 30 Melhores Livros que Li Entre 2001 e 2007 | Empirical Empire — 30/08/2007 #

Estou procurando novos livros para alimentar meu Palm e depois minha mente. Fiquei na dúvida se vou atrás destes, ou aqueles do post: livro eróticos!!
Acho que ficarei com os dois…

Comment by Prof.Luís Eduardo — 06/09/2007 #

Oi Luís!

Todos são bons e valem a pena serem lidos. Só depende do seu gosto. Eu ficaria também com os dois!

Comment by Rodrigo Stulzer — 07/09/2007 #

[...] 8 Livros Sobre a História da Tecnologia [...]

Pingback by 5 Dicas de Livros Eróticos | Empirical Empire — 14/09/2007 #

[...] 8 Livros Sobre a História da Tecnologia [...]

Pingback by 8 Dicas de Livros Sobre a Arte de Escrever | Empirical Empire — 25/09/2007 #

Tente o livro Just For Fun – Que conta a história de Linus Torvalds. Gostei dele.

Comment by Estevao — 04/12/2007 #

Olá Estevão!

Já li o Just For Fun. Para dizer a verdade não gostei. Em parte porque a tradução era horrível e outra porque achei que o Linus programa melhor do que conta histórias

Para a história do Linux, o livro Rebel Code é muuuuito melhor.

Abraços!

Comment by Rodrigo Stulzer — 05/12/2007 #

Rodrigo Stulzer

Você encontrou o Livro Just For Fun traduzido para português?
Onde vc encontrou vc lembra, ficaria muito agradecido.

Comment by Daniel — 05/06/2010 #

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1353 - HISTÓRIA DO LIVRO

ED. INFANTIL
ENSINO FUNDAMENTAL: 1ª a 4ª SÉRIES
ENSINO FUNDAMENTAL DE 5ª A 8ª SÉRIE
ENSINO MÉDIO

"Um país se faz com homens e livros".
Monteiro Lobato

O desenvolvimento de atividades relacionadas ao dia do escritor e ao dia do livro reside, sem dúvida, na importância das informações e no prazer que a leitura proporciona a todos. Relacionar essas duas datas é bastante adequado, uma vez que o livro não existe sem o escritor.
O Dia Nacional do Livro é comemorado em 29 de outubro. Essa data foi escolhida para a comemoração, considerando-se a data da fundação da Biblioteca Nacional (29/10/1810), por D. João VI. O grande acontecimento permitiu a popularização do livro, tornando mais fácil o acesso à leitura.
Além das datas já citadas, é fundamental lembrar que o dia 18 de abril foi escolhido para comemorar o Dia do Livro Infantil, por ser esse o dia do nascimento de Monteiro Lobato, um dos precursores da obra literária infantil no Brasil.

Antes de iniciar qualquer atividade sobre as datas em questão, necessário se faz contextualizá-las, buscando explicar o motivo de seu surgimento, isso faz com que os alunos percebam a importância de se lembrar fatos marcantes da história do País.
As sugestões de atividades que seguem, encontram-se separadas por níveis de ensino, mas isso não impede que o professor as adapte para qualquer uma das faixas etárias, ou ainda, realize apenas parte delas.




Educação Infantil


- Promova momentos bastante estimulantes de contato com os livros. Organize um ambiente bastante acolhedor, com tapetes e almofadas, para que as crianças sintam-se bem à vontade e confortáveis.
Solicite aos alunos que, no dia determinado, tragam de casa uma almofada de que gostam muito, para ser utilizada nesta atividade.
O professor poderá organizar um círculo, a "Roda da leitura", na qual as crianças sentadas confortavelmente ouvirão histórias. Caberá ao professor destacar as informações fundamentais sobre o livro, tais como autor, ilustrador, título, explorando primeiramente a capa. Questionar a turma sobre o que imaginam sobre a história a partir do título, da ilustração da capa, etc.
Uma variante possível é deixar que as crianças que já sabem ler, realizem a leitura ou contem uma história de um livro lido pela família. É importante que os livros sejam sempre mostrados aos alunos, mesmo que ainda não dominem a leitura.
Outra possibilidade é o trabalho com livros que trazem apenas ilustrações e cujas histórias são criadas pelas próprias crianças. Isso poderá ser feito na Roda da Leitura, ou ainda em duplas, quando um aluno contará a história para outro colega e vice-versa.
Aproveite o programa diário "Sítio do Pica-pau Amarelo", baseado na obra de Monteiro Lobato, e questione os alunos sobre os personagens, o cenário onde as histórias se desenvolvem.
Se for possível providenciar alguns episódios da primeira versão do programa, passe-os para a turma e, na seqüência, mostre um episódio atual. Solicite que observem as semelhanças e diferenças.
Solicite que verifiquem se, em suas casas, há alguma obra infantil de Monteiro Lobato e tragam para a escola.
Procure levar o maior número possível de obras para mostrá-las aos alunos. Não esqueça de explicar quem foi Monteiro Lobato e qual sua importância para a literatura.
Faça uma enquete a fim de verificar qual o personagem preferido pela turma, ou ainda deixe que os alunos perguntem aos colegas de outras turmas.
Após o resultado final, determine o dia do personagem mais votado. Nesse dia, os alunos deverão se caracterizar da maneira mais semelhante ao personagem criado por Monteiro Lobato.
Não esqueça de fotografar e filmar as crianças para discutir com elas as várias formas encontradas para a caracterização.
Para saber mais sobre Monteiro Lobato acesse Lobato.

- Procure estabelecer contato com outras escolas, a fim de que seus alunos possam conhecer outras bibliotecas escolares, e ofereça o espaço da biblioteca de sua escola para que ela também seja visitada.
Esta atividade poderá ser precedida da elaboração de convites com a descrição de alguma atividade (leitura de alguma história escolhida pela turma para os visitantes) que será realizada na biblioteca.
Também, após a visita, os alunos poderão enviar aos colegas de outras escolas cartões de agradecimentos com sugestões de livros que já leram, ou ouviram a leitura e que julgaram interessantes.

- Existem personagens bastante marcantes, por apresentarem características que chamam a atenção dos leitores. Os escritores Mary e Eliardo França produziram algumas obras cujos personagens alegres e coloridos - Os Pingos - são a diversão da criançada.
Proponha o acesso ao link UOL, onde seus alunos poderão conhecer os autores, os personagens e ainda ouvir algumas histórias.
Na seqüência, leve-os à biblioteca, a fim de que procurem livros com desses personagens. É importante que o professor verifique antecipadamente a existência dos livros ou providencie-os em outras bibliotecas.
Após ler as histórias, proponha aos alunos a confecção dos Pingos com massa de modelar ou balões.




Ensino Fundamental - 1ª a 4ª série


- Promova visitas a livrarias e a bibliotecas de grande porte que existam em sua cidade. É fundamental que se verifique antes se há alguma programação especial (comumente organizadas por estas instituições) para que a turma possa participar.
Realize uma visita planejada, com instrutores dos próprios locais e, se possível, oriente seus alunos a se cadastrarem nessas bibliotecas, a fim de que possam realizar empréstimos posteriores.
Nas livrarias, os alunos poderão realizar um levantamento de preços de alguns livros que mais lhes chamaram a atenção e posteriormente voltarem com os pais para a aquisição.
A visita a livrarias e bibliotecas deve iniciar o mais cedo possível, pois, dessa forma, se desenvolverá o hábito da freqüência a esses locais.

- Explique aos alunos que, com o advento da Internet, alguns livros passaram a ser divulgados virtualmente, os chamados e-books. Oriente-os que acessem alguns dos endereços sugeridos a seguir, observando com atenção os personagens, o enredo, conhecendo os autores, etc.



Enchanted Forest
Estórias e descrição dos personagens.

Dominhoca
Livro virtual infantil com possibilidade de comunicação (e-mail) com o autor.

UOL
Para conhecer a escritora Tatiana Belinky, suas obras e algumas histórias (com animação).

Ruth Rocha
Para conhecer a escritora Ruth Rocha, suas obras e algumas histórias (com animação).

UOL
História cujo final foi escolhido entre vários enviados por crianças.

Ipanema
Literatura infantil com texto de Marisa Prado e ilustrações de Ziraldo. É possível enviar comentário sobre a obra para autora e ilustrador.

Virtual books
O Rato Rogério - Não é preciso baixar o arquivo, basta que no final da página se escolha o botão Ler o livro, além disso, é possível conhecer um pouco do autor e da ilustradora e se corresponder com eles.

- O reconhecimento dos ambientes onde se desenvolve uma história são fundamentais para a posterior criação de novas histórias. Além dos ambientes, também a caracterização dos personagens é parte do processo de criação.
Proponha aos alunos que pesquisem na biblioteca da escola ou em casa, livros que possuam um mesmo personagem (bruxas, princesas, mães, animais, monstros, etc.) e determinem as características comuns a cada um desses personagens.
A seguir, oriente-os para que escolham um desses personagens e criem novas características para ele. O personagem deverá ser representado por meio de desenhos, ou confeccionado com material de sucata.
Para encerrar, os alunos deverão criar uma história com esse personagem, ilustrando-a de acordo com as situações descritas, observando as expressões faciais dos personagens.
Essas histórias deverão compor um livro coletivo da turma, que poderá ser reproduzido para ser entregue aos pais e amigos.
Para a entrega, organize uma sessão de autógrafos, em que os alunos assinam sua obra e fazem uma dedicatória aos visitantes.
Esta atividade, além de estimular a leitura, faz com que os alunos percebam que todos podem ser escritores.

- Proponha aos alunos a confecção de marcadores de livros, com materiais diversos e diferentes técnicas (dobradura, pintura, recorte e colagem de papéis, barbantes, ilustrações, etc.).
Os alunos poderão produzir uma quantidade maior de marcadores para presentear colegas de outras turmas.
No endereço abaixo, poderão ser encontradas algumas sugestões para a realização desta atividade.





Ensino Fundamental - 5ª a 8ª série


- Ao estimular o gosto pela leitura, a escola deve criar condições para que os alunos aprendam a cuidar dos livros, a organizá-los nas prateleiras, a mantê-los em bom estado. Não basta apenas oferecer bibliotecas com um acervo variado, se os alunos não se encontram preparados para utilizá-lo.
Solicite à turma que acesse o endereço sugerido abaixo e leia as dicas de como cuidar adequadamente dos livros:
TO

Oriente-os para que elaborem cartazes com dicas de como preservar o acervo da biblioteca. Esses cartazes deverão ser colocados na própria biblioteca e distribuídos por outros ambientes da escola.

- Proponha aos alunos a elaboração de uma galeria com a fotografia, e dados sobre a vida e as obras de escritores brasileiros.
Para isso, cada aluno poderá escolher um escritor, realizar a pesquisa e registrar os dados solicitados.
Os trabalhos poderão ser organizados em forma de uma linha do tempo, de acordo com a data de nascimento do escritor.
Se possível, realize a exposição dos trabalhos em um local próximo à biblioteca, ou ainda, deixe-os expostos nesse ambiente.
Abaixo, algumas sugestões de sites com biografias de escritores brasileiros:
Agir editora
Catálogo de obras e biografias de autores como Ariano Suassuna, Lygia Bojunga, etc.

Carlos Drummond

Moderna
Biografias de alguns escritores e suas obras

Leia Brasil

ONG que promove o estímulo à formação de leitores.
Possui uma grande lista de autores e suas biografias, bem como algumas entrevistas.

- Em todos os lugares existem escritores, alguns já famosos, outros anônimos. Procure valorizar os escritores da comunidade e convide-os para divulgarem suas obras e para uma entrevista.

Prepare o grupo para a realização da entrevista, lembrando-o de que é importante que busquem saber como iniciou a produção do escritor, qual o gênero preferido, qual o tempo necessário para cada tipo de produção, etc.

- Solicite aos alunos a elaboração de um jornal com sugestões de livros, indicações de acordo com faixas etárias diferenciadas, gêneros variados, bem como biografias de escritores.
Esse jornal poderá ser realizado semanalmente por grupos diferentes da turma e divulgado entre os alunos da escola, na biblioteca e ainda para pessoas da comunidade

- Proponha aos alunos a confecção de caixas de histórias. Cada caixa deverá conter um livro de literatura infantil, o cenário e os personagens correspondentes à história selecionada. Os personagens e cenário poderão ser confeccionados com material de sucata.
Essas caixas deverão ser utilizadas pelos alunos para contar histórias para as crianças da Educação Infantil e das séries iniciais do Ensino Fundamental.
Para isso, leve todos os alunos para um espaço amplo da escola e organize pequenos grupos de crianças, para que possam ouvir os contadores de história.



Ensino Médio


Proponha aos alunos a leitura do texto "O futuro do livro na era digital", acessando o endereço: Terra
Após a leitura, promova um debate sobre o assunto, solicitando aos alunos que se
posicionem em relação aos aspectos positivos e negativos do advento dos e-books.

- Muitos são os prêmios entregues aos escritores brasileiros, entre os mais conhecidos, encontra-se o Prêmio Jabuti.
Esse prêmio, concedido anualmente pela Câmara Brasileira do Livro, foi criado em 1958 e é considerado o prêmio literário brasileiro mais importante da atualidade.
Neste ano, os finalistas do prêmio concorrem em 16 categorias como romance, literatura infantil e juvenil, "Livro do Ano", nas áreas de Ficção e Não-Ficção, produção gráfica, capa, tradução e ilustração, entre outras.
Para que os alunos conheçam mais sobre esse prêmio, os concorrentes e os vencedores, solicite que acessem Cbl e selecionem a seção Prêmios e Concursos.
Verifique com a turma se algum dos alunos leu alguma das obras premiadas, caso isso tenha acontecido solicite que comente.
Proponha à turma que selecione algumas dessas obras para a leitura e a realização de uma crítica literária que será relatada ao grupo.

- Proponha aos alunos o desafio de selecionar uma obra de um escritor brasileiro, realizar a leitura e resumí-la. Na seqüência, introduzir novos personagens na trama, de modo a criar versões pessoais para histórias clássicas.
Organize momentos em que a turma possa ouvir a nova versão criada por cada aluno. É importante que o aluno crie uma forma diferente de relatá-la ao grupo.
Se possível, filme as apresentações e discuta com o grupo os pontos positivos, bem como aqueles em que precisam avançar, em apresentações posteriores.

- Organize com os alunos uma campanha de arrecadação de livros para doação a instituições carentes. Essa campanha deverá ser planejada pelos alunos, que deverão pensar em formas de divulgação na própria escola e na comunidade, formas de coleta e armazenamento do material, bem como na entrega da doação.
Após selecionarem as instituições que receberão o material doado, os alunos poderão planejar atividades diferenciadas para a utilização desse material.

- Ações de voluntariado podem ser desenvolvidas com os alunos, que poderão tornar-se contadores de histórias em creches, orfanatos e até asilos.
Proponha aos alunos a seleção de alguns livros adequados a faixas etárias distintas, e a criação de formas de apresentá-los (leitura dramatizada, teatro, uso de fantoches, etc.).
Solicite que o próprio grupo escolha algumas instituições e planeje como será a apresentação, bem como com que freqüência essas visitas acontecerão.
O resultado desse tipo de atividade será extremamente gratificante para todos os envolvidos.

- Proponha aos alunos a comunicação virtual entre eles, enviando cartões com indicações de leituras, escritores e sites sobre o assunto.
É possível encontrar cartões específicos do dia do livro.



Texto para reflexão:
Kplus

Olhai os livros na estante
Gabriel Perissé

No dia 29 de outubro comemoramos o Dia Nacional do Livro.
E de tanto contemplar os livros do meu pequeno escritório, senti a irresistível vontade de fazer um sermão:

Brasileiras e brasileiros... olhai os livros por um instante! Celebremos o dia do livro nacional! Pensemos com carinho nesse objeto subjetivo, nessa fonte da eterna inquietude, nesse micro-universo feito de papel e letras.
Olhai os livros de banda, mais caros do que muitas vezes o nosso bolso pode agüentar. Olhai os milhões de leitores esperando o milagre da multiplicação das livrarias.
Olhai as editoras (mal) tratando o livro como bem comercial, o que nem sempre faz bem à literatura nacional.
Olhai os poucos livros que dizem tanto e os muitos que nada acrescentam (mas que mesmo assim são livros, e merecem um olhar de amor, de compaixão).
Olhai os livros, portanto, sabendo que nas listas dos mais vendidos é possível encontrar "livros" com fotos de leões cansados, patos perplexos, porquinhos simpáticos, livros coisa nenhuma - enquanto outros, nas prateleiras baixas das estantes escondidas, guardam segredos que nos tornariam mais humanos.
Olhai os livros nos sebos, contai os livros nos dedos, amai os livros inteiros, amontoai os livros no quarto, na sala, no vosso banheiro!
Olhai os livros e vede: não falam, nem ouvem, e no entanto fazem o leitor mais eloqüente e mais atento ao mundo que o cerca. (E ao mundo que abriga em seu peito.)
Olhai os livros e vede: não cantam, não voam, e no entanto fazem o leitor espantar os males, sobrevoar terras e mares.
Olhai os livros e escolhei os que intensificam a vossa personalidade.
Olhai os livros e comprai os que podem trazer poesia para a prosa do vosso dia-a-dia.
Olhai os livros num canto, à espera de serem "ligados" pela nossa inteligência e imaginação.
Olhai os livros enquanto há tempo, pois chegará um tempo em que poderão se esgotar.
Olhai os livros mal traduzidos, mal revisados, mal distribuídos, mal prefaciados.
Olhai os livros abandonados e esquecidos, os livros menosprezados, empilhados no escuro, por cupins corroídos.
Olhai os livros em paz, mesmo que estejamos em guerra.
Olhai os livros apocalípticos, os poéticos, os livros que nos alegram ou deprimem, os livros que nos livram de todo mal.
Olhai os livros na estante, esse artigo de primeiríssima necessidade!


Saiba mais:

Escaleno
Na seção 2, Poesias animadas e na seção 8, Livros Infantis (histórias e ilustrações)

Canal kids
Alguns livros infantis, suas histórias e ilustrações

Canal kids
Alguns personagens marcantes da literatura infantil (O Menino Maluquinho, Pequeno Príncipe,etc.)

Caracol.imaginário
Contos e fábulas

Doce de letra

Academia

Escola de escritores
Campanha plante um livro

Companhia das letras

Kplus
Entrevista com Ziraldo

Atual editora
Livros didáticos e literários

Vila
Seção Projetos - Selecionar o Projeto Críticas Literárias 2000, que mostra o trabalho de resenhas,
críticas de alunos de 5ª série.

Capitu
Dedicado aos interessados em literatura brasileira, este site reúne notícias, trechos de livros,
artigos e grupos de discussão sobre o assunto

Secrel
Poesias

Moderna

1352 - HISTÓRIA DO LIVRO

Portal do Espírito Mapa do Site | Pesquisa no Site
Página principal » Artigos » Amílcar Del Chiaro Filho

O Livro dos Espíritos e a História
Amílcar Del Chiaro Filho

Poucas vezes avaliamos a luta heróica para se divulgar e implantar uma idéia. Por exemplo: quando lemos O Livro dos Espíritos não fazemos idéia da extraordinária jornada do pensamento humano para chegar até este ponto.

Esta jornada teve início com a chegada do homem na Terra, desde as épocas mais recuadas, passando pelas várias idades da humanidade, como a idade da pedra polida, pré-história, a invenção da escrita, pelas outras fases como a litolatria, a fitolatria, a zoologia, o politeísmo, o Código de Hamurabi, o Monoteísmo de Moisés com o seu código de Talião - olho por olho - dente por dente, trazendo os princípios da justiça, e a defesa do mais fraco contra a força do mais forte, com o Torá.

Surge, então, a era dos profetas hebreus, com suas linguagens austeras, implantando a justiça pelo medo do castigo. A história foi pisada pelas patas dos cavalos dos bárbaros, como Tarmelão, Gengis Khan, e brilhou no ferro das espadas de grandes conquistadores, como Alexandre, Amílcar Barca, Anibal, Júlio César.

Espalhou-se pelo mundo com as legiões romanas, e consagrou altares nos sacrifícios de vários cultos, de Baal a Jeová, de Zeus a Júpiter. Passou por corações mansos e pacíficos como Buda, Confucio, culminando numa manjedoura com Jesus de Nazaré, que, ao caminhar pelas estradas do mundo, deixou desprender-se de suas sandálias poeira de estrelas, que nunca mais puderam ser apagadas.

Veio depois a diáspora e os judeus se espalharam pelo mundo, levando em seus corações as esperanças de uma pátria. Maomé surge no Levante e ergue o estandarte do islamismo.

Depois aconteceu a terrível nódoa das cruzadas, e mais à frente a negra noite da idade média, com o Tribunal da Santa Inquisição, quando, em nome de Jesus de Nazaré, que deu sua própria vida para iluminar o mundo, torturou-se e matou-se em defesa da fé e da salvação das almas.

Coisa maravilhosa foi a invenção da imprensa e a reforma protestante, marcos indeléveis desta caminhada, pois, sem elas, não haveria o Espiritismo.

Nesta caminhada fabulosa veio a revolução francesa, os Iluministas e grandes inteligências. Infelizmente houve, também, a mancha da escravidão negra e o colonialismo explorador das nações fortes sobre as fracas, até que o plano espiritual determina que os espíritos invadam a Terra, e surge a primeira ponta de lança desta invasão a aldeia de Hidesvylle, com as meninas Fox e o espírito Charles Rosma.

É chegado o momento! Em abril de 1857 é lançada em Paris a primeira edição deste livro que agora compulsamos e consultamos em nossa língua, com todas as facilidades e toda a liberdade. Mas para chegar a esse direito de ser livre, quanto sangue foi derramado, quantos morreram, quantas fogueiras da intolerância foram acesas e alimentadas com a carne humana, e com os ideais daqueles que caminham à frente da humanidade.

Por tanto, meu amigo e minha amiga; reverencie este livro! Ame-o profundamente, pois ele não é somente um livro impresso, é toda uma história apaixonante e de extrema coragem. Se você penetrá-lo com o seu olhar, além das suas páginas, verá todo esse caminhar da humanidade. Depois dele ainda aconteceram muitas guerras, e duas conflagrações mundiais, mas com certeza, você que o leu e meditou nos seus ensinamentos, já não é mais o mesmo.

Agora você sabe de onde veio, o que faz na Terra e para onde vai quando deixá-la. Hoje você sabe que a morte não existe, pois esse livro matou a morte, e agora você sabe que é imortal, e porque, mas sobretudo para quê.

Apure a sua audição parapsiquica, encoste seus ouvidos espirituais na capa deste livro e ouvirá os gemidos da história, o sibilar das flechas, o tropel dos cavalos, o bater das ondas no casco dos navios de Colombo, o troar dos canhões, as terríveis explosões atômicas sobre Iroshima e Nagazaki, o lamento dos negros nos porões dos navios negreiros, os discursos de Sócrates e Platão, o cântico dos anjos: Glória a Deus Nas Alturas e Paz na Terra, e Boa Vontade para com os homens. Mas sobretudo o Sermão da Montanha, as bem aventuranças...

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1351 - HISTÓRIA DO LIVRO

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O Livro dos Espíritos e a História
Amílcar Del Chiaro Filho

Poucas vezes avaliamos a luta heróica para se divulgar e implantar uma idéia. Por exemplo: quando lemos O Livro dos Espíritos não fazemos idéia da extraordinária jornada do pensamento humano para chegar até este ponto.

Esta jornada teve início com a chegada do homem na Terra, desde as épocas mais recuadas, passando pelas várias idades da humanidade, como a idade da pedra polida, pré-história, a invenção da escrita, pelas outras fases como a litolatria, a fitolatria, a zoologia, o politeísmo, o Código de Hamurabi, o Monoteísmo de Moisés com o seu código de Talião - olho por olho - dente por dente, trazendo os princípios da justiça, e a defesa do mais fraco contra a força do mais forte, com o Torá.

Surge, então, a era dos profetas hebreus, com suas linguagens austeras, implantando a justiça pelo medo do castigo. A história foi pisada pelas patas dos cavalos dos bárbaros, como Tarmelão, Gengis Khan, e brilhou no ferro das espadas de grandes conquistadores, como Alexandre, Amílcar Barca, Anibal, Júlio César.

Espalhou-se pelo mundo com as legiões romanas, e consagrou altares nos sacrifícios de vários cultos, de Baal a Jeová, de Zeus a Júpiter. Passou por corações mansos e pacíficos como Buda, Confucio, culminando numa manjedoura com Jesus de Nazaré, que, ao caminhar pelas estradas do mundo, deixou desprender-se de suas sandálias poeira de estrelas, que nunca mais puderam ser apagadas.

Veio depois a diáspora e os judeus se espalharam pelo mundo, levando em seus corações as esperanças de uma pátria. Maomé surge no Levante e ergue o estandarte do islamismo.

Depois aconteceu a terrível nódoa das cruzadas, e mais à frente a negra noite da idade média, com o Tribunal da Santa Inquisição, quando, em nome de Jesus de Nazaré, que deu sua própria vida para iluminar o mundo, torturou-se e matou-se em defesa da fé e da salvação das almas.

Coisa maravilhosa foi a invenção da imprensa e a reforma protestante, marcos indeléveis desta caminhada, pois, sem elas, não haveria o Espiritismo.

Nesta caminhada fabulosa veio a revolução francesa, os Iluministas e grandes inteligências. Infelizmente houve, também, a mancha da escravidão negra e o colonialismo explorador das nações fortes sobre as fracas, até que o plano espiritual determina que os espíritos invadam a Terra, e surge a primeira ponta de lança desta invasão a aldeia de Hidesvylle, com as meninas Fox e o espírito Charles Rosma.

É chegado o momento! Em abril de 1857 é lançada em Paris a primeira edição deste livro que agora compulsamos e consultamos em nossa língua, com todas as facilidades e toda a liberdade. Mas para chegar a esse direito de ser livre, quanto sangue foi derramado, quantos morreram, quantas fogueiras da intolerância foram acesas e alimentadas com a carne humana, e com os ideais daqueles que caminham à frente da humanidade.

Por tanto, meu amigo e minha amiga; reverencie este livro! Ame-o profundamente, pois ele não é somente um livro impresso, é toda uma história apaixonante e de extrema coragem. Se você penetrá-lo com o seu olhar, além das suas páginas, verá todo esse caminhar da humanidade. Depois dele ainda aconteceram muitas guerras, e duas conflagrações mundiais, mas com certeza, você que o leu e meditou nos seus ensinamentos, já não é mais o mesmo.

Agora você sabe de onde veio, o que faz na Terra e para onde vai quando deixá-la. Hoje você sabe que a morte não existe, pois esse livro matou a morte, e agora você sabe que é imortal, e porque, mas sobretudo para quê.

Apure a sua audição parapsiquica, encoste seus ouvidos espirituais na capa deste livro e ouvirá os gemidos da história, o sibilar das flechas, o tropel dos cavalos, o bater das ondas no casco dos navios de Colombo, o troar dos canhões, as terríveis explosões atômicas sobre Iroshima e Nagazaki, o lamento dos negros nos porões dos navios negreiros, os discursos de Sócrates e Platão, o cântico dos anjos: Glória a Deus Nas Alturas e Paz na Terra, e Boa Vontade para com os homens. Mas sobretudo o Sermão da Montanha, as bem aventuranças...

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Dia Internacional do Livro Infantil

Hans Christian e um de seus principais personagens – O Patinho Feio

A literatura infantil surgiu no século XVII, no intuito de educar as crianças moralmente.

Em homenagem ao escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, foi criado o dia internacional do livro infantil, que é comemorado na data de seu nascimento, 02 de abril; em virtude das inúmeras histórias criadas por ele.

Dentre as mais conhecidas mundialmente estão “O Patinho Feio”, “O Soldadinho de Chumbo”, “A Pequena Sereia” e “As Roupas Novas do Imperador”.

A data é conhecida e comemorada mundialmente, em mais de sessenta países, como forma de incentivar e despertar nas crianças o gosto pela leitura.

Tanto os clássicos da literatura infantil quanto os livros somente ilustrados, proporcionaram o desenvolvimento do imaginário das crianças, bem como o aspecto cognitivo, desenvolvendo seu aprendizado em várias áreas da vida.

As histórias reportam valores morais e éticos, que levam o sujeito a repensar suas atitudes do cotidiano, numa reflexão que pode modificar sua ação, tornando-a melhor enquanto pessoa.

Segundo Humberto Eco – escritor, filósofo e linguista italiano – a literatura infantil traz sentido aos fatos que acontecem na vida, envolvendo as crianças. Dessa forma, "qualquer passeio pelos mundos ficcionais tem a mesma função de um brinquedo infantil.

As crianças brincam com a boneca, cavalinho de madeira ou pipa a fim de se familiarizar com as leis físicas do universo e com os atos que realizarão um dia".

Todos os anos a Internacional Board on Books for Young People, oferece o troféu “Hans Christian”, como sendo o prêmio Nobel desse gênero, algumas escritoras brasileiras já foram homenageadas, como Lygia Bojunga, no ano de 1982, e Ana Maria Machado, em 2000.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Abril - Datas Comemorativas - Brasil Escola

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quinta-feira, 1 de julho de 2010

1350 - HISTÓRIA DO LIVRO

profpaulo:políticaeducaçaoartefotoppeditoração

segunda, 18 setembro, 2006
HISTÓRIA DO LIVRO http://www.escritoriodolivro.org.br/bibliografia/bibliografia.html

Uma iniciativa do Escritório do Livro Organizada por Dorothée de Bruchard,
com a colaboração de Aníbal Bragança.
Atualizada em junho de 2006. 363 entradas. HISTÓRIA DO LIVRO | LIVRO & IMPRENSA NO BRASIL | EDIÇÃO & EDITORAÇÃO | TIPOGRAFIA & TIPÓGRAFOS | ENCADERNAÇÃO, CONSERVAÇÃO & RESTAURO | ILUSTRAÇÃO & GRAFISMOS
ARTE & DESIGN | BIBLIOFILIA, SEBOS & BIBLIOTECAS
MEMÓRIA EDITORIAL | LEITURA | TRADUÇÃO
O LIVRO NA FICÇÃO | PERIÓDICOS
MANUAIS & REFERÊNCIAS RESENHAS APOIO:
CASA DE RUI BARBOSA - HORTA - SUMMUS - ZAHAR - PLANETA - EDUSP
MERCADO DE LETRAS - METALIVROS - AUTÊNTICA - ÁTICA - EDUSC
ED.UFSC - HUCITEC - RECORD - ROCCO - ARX - FUTURA - SENAC-SP
ED. UFRGS - EDUNISC - OLHO D'ÁGUA - CIA. DAS LETRAS - CARRENHO
ROSARI - MAUAD - ATELIÊ - ED.UNESP - ITAÚ CULTURAL - COM-ARTE
Portugal : CAMINHO - ALMEDINA - ESTAMPA - COLIBRI - VERBO
Espanha : INDEX BOOK - França : VIVIANE HAMY

História do Livro

Arns, D. Paulo Evaristo.
A Técnica do Livro segundo S. Jerônimo.
Tradução de Cleone Augusto Rodrigues.
RJ: Imago, 1993.
Belo, André.
História & Livro e Leitura.
Belo Horizonte: Autêntica, 2002.

O livro é uma das fontes mais ricas de que o historiador dispõe. Nele encontramos idéias do seu autor, as marcas do lugar social de onde escreveu, os indícios da produção e da venda da obra, do trabalho de ilustração, de grafismo, a materialidade e espiritualidade do livro.

Bernd, Zila (org)
Arnaldo Campos, Luiz Antônio de Assis Brasil, Gérard Gonfroy, Eunice Jacques, Moacyr Scliar e Armindo Trevisan.
A Magia do papel.
Porto Alegre: Marprom, 1994. Port/inglês.

Patrocinado pela Riocell, o livro reúne artigos sobre o papel. Destaque para a segunda parte, "Mágicas Travessias", em que Armindo Trevisan, Arnaldo Campos e Gérard Gonfroy abordam a história do papel e sua importância para a história da cultura letrada.
Excerto

Bowman, Alan K. & Woolf, Greg (orgs.).
Cultura escrita e poder no Mundo Antigo.
Tradução de Valter Lellis Siqueira.
São Paulo: Ática, 1998.

Desde seus inícios, a escrita esteve a serviço do poder. Porém, a forma de exercê-lo pode variar bastante de império para império e de sociedade para sociedade. Os antropólogos, sociólogos ou historiadores que colaboram com essa obra exploram exatamente a relação entre poder e cultura escrita: o poder sobre os textos, mas também o poder exercido por meio de seu uso, em distantes e distintas sociedades.

Burke, Peter.
Uma História social do conhecimento - de Gutenberg a Diderot
Tradução de Plínio Dentzien.
Rio de Janeiro: Zahar, 2003.

Adotando uma abordagem socio-cultural e baseando-se em textos escritos entre os séculos XVI e XVIII, Burke examina o caminho percorrido pelo conhecimento humano desde a invenção da prensa tipográfica por Gutenberg até a publicação da Enciclopédia francesa de Diderot e d'Alembert, e as transformações na organização do saber na Europa no início da era moderna.
Veja outro artigo de Peter Burke outro artigo de Peter Burke

Campos, Arnaldo.
Breve História do Livro.
Porto Alegre: Mercado Aberto, 1994.
Canaveira, Rui.
História das Artes Gráficas
Lisboa: 3 volumes, ilustrados.

Vol. 1 (1994) e vol. 2 (1996):
Associação Portuguesa das Indústrias Gráficas e Transformadoras de Papel.
O primeiro volume, Dos Primórdios a 1820, e o segundo, A Revolução Industrial e a Indústria Gráfica, dão um excelente panorama do assunto, desde a evolução da escrita até as tecnologias que revolucionaram a imprensa no último século, em Portugal e no mundo.

O terceiro volume (Lisboa: Edição do autor, 2001), aborda mais detidamente o aspecto artístico da atividade gráfica, das pequenas tipografias "artísticas" do final do século XIX aos estilos tipográficos, a encadernação, e os mestres modernos da tipografia.

Os 3 volumes podem ser adquiridos, no Brasil, na Associação Brasileira de Indústrias Gráficas - ABIGRAF/SP. Seu texto integral está, além disso, disponível no site Página Gráfica
Contato com o autor: ruicanaveira@mail.telepac.pt

Canfora, Luciano.
Livro e Liberdade.
Tradução de Antonio de Padua Danesi.
SP: Ateliê Editorial / RJ: Casa da Palavra, 2003.

Antiga e múltipla é a relação entre livro e liberdade: da biblioteca que enlouqueceu Dom Quixote aos bibliômanos de carne e osso; da destruição da Biblioteca de Alexandria às fogueiras de livros nazistas; da perseguição a autores pela Inquisição à formação das modernas bibliotecas. Na História e na Literatura, exemplos do permanente poder do livro.
Resenha

Curtius, Ernst Robert.
Literatura Européia e Idade Média Latina.
Trad. de Paulo Rónai e Teodoro Cabral.
São Paulo: Hucitec / Edusp, 1996.

Obra do crítico e professor das universidades de Marburgo, Heildelberg e Bonn, é um clássico dos estudos literários. Suas análises sobre a literatura medieval são exemplos de uma erudição excepcional, além de terem difundido a idéia de uma continuidade entre as heranças culturais greco-romanas e renascentistas.
Destaque para o capítulo "O Livro como símbolo".

Darnton, Robert.
O Beijo de Lamourette - mídia, cultura e revolução.
Tradução de Denise Bottmann.
SP: Companhia das Letras, 1990.

É um livro que nos fala da história, dos meios de comunicação, e da história dos meios de comunicação. Destaque para a parte III: "A Palavra Impressa", sobre "o que é história dos livros" ou "primeiros passos para uma história da leitura".

Darnton, Robert.
Edição e Sedição: o universo da literatura clandestina no século XVIII.
Tradução de Myriam Campello.
SP: Companhia das Letras, 1992.
Darnton, Robert.
O Iluminismo como negócio - história da publicação da Enciclopédia, 1775-1800.
Tradução de Laura Teixeira Motta e Maria Lúcia Machado (textos franceses).
SP: Companhia das Letras, 1996.

Edições piratas, alterações de texto efetuadas por editores ou revisores, contrafações, traições, contrabando, propaganda mentirosa, utilização de privilégios, são alguns dos ingredientes do longo processo de edição da Enciclopédia de Diderot e d'Alembert, que se revela, para além de um projeto coletivo de intelectuais corajosos, como um retrato vivo do mundo dos negócios no início dos tempos modernos.

Darnton, Robert e Roche, Daniel (orgs).
Revolução Impressa - a imprensa na França (1775-1800)
Trad. de Marcos Maffei Jordan
São Paulo: Edusp, 1996.

O papel que a tipografia desempenhou na Revolução Francesa é a questão central deste livro que focaliza a liberação da imprensa no período revolucionário e suas conseqüências para o mercado editorial e o público leitor da época. A coletânea reúne colaborações de diversos estudiosos do tema, que apontam a prensa tipográfica como um dos mais importantes instrumentos para o surgimento de uma nova cultura política. Os ensaios, acompanhados de reproduções de capas, instrumentos de impressão, panfletos, descrevem a indústria editorial do Antigo Regime, examinam os efeitos da revolução no modo como editores, impressores e livreiros passaram a conduzir seus negócios, e analisam a relação dos produtos impressos com o movimento revolucionário.

Desbordes, Françoise.
Concepções sobre a escrita na Roma Antiga.
Tradução de Fulvia Moretto e Guacira M. Machado.
São Paulo: Ática, 1995.

Recupera as vozes de autores e gramáticos como Suetônio, Varrão e Plínio, entre outros — O que pensavam eles a respeito da escrita? Mostrando a teoria e evolução da língua latina, e através de tratados de ortografia que estabelecem as regras para a passagem do oral ao escrito e de preceitos para a criação e leitura, a autora chega ao conceito de "voz escrevível", aquela que pode ser escrita.

Earp, Fábio Sá; Kornis, George.
A Economia da cadeia produtiva do livro.
Rio de Janeiro: BNDES, 2005.

O livro é resultado parcial da pesquisa O desenvolvimento da cadeia produtiva do livro no Brasil em perspectiva internacional comparada: propostas de ações públicas e privadas na construção de uma agenda de transformação setorial, encomendada pelo BNDES ao Grupo de Pesquisa em Economia do Entretenimento do Instituto de Economia da UFRJ.
Apresenta dados da economia do livro no Brasil e no mundo - volume de vendas, panorama da edição, distribuição e difusão, problemas da cadeia produtiva, sem deixar de abordar o impacto das novas tecnologias.
O texto integral está disponível no site do BNDES

Eisenstein, Elizabeth L.
A Revolução da cultura impressa - os primórdios da Europa Moderna.
Tradução de Osvaldo Biato.
São Paulo: Ática, 1998. Ilustrada, p & b.

Panorama das grandes mudanças nas comunicações no século XV, onde a autora explora a passagem do texto manuscrito para o impresso no contexto dos três principais movimentos que marcaram a Europa Moderna: o Renascimento, a Reforma e o surgimento da ciência moderna, revelando os múltiplos efeitos da cultura impressa na vida intelectual do Ocidente.

Escarpit, Robert.
Sociologie de la Littérature.
Paris: PUF, Col. Que Sais-je?, 1973.
Febvre, Lucien e Martin, Henri-Jean.
O Aparecimento do Livro.
Trad: Fulvia Moretto e Guacira M. Machado.
SP: Editora da UNESP / Hucitec, 1992.
Furtado, José Afonso
O Papel e o pixel
Do impresso ao digital: continuidades e transformações.
Florianópolis: Escritório do Livro, 2006.
Florianópolis: Escritório do Livro, 2006.

O estudioso português traça um extenso panorama das profundas transformações trazidas ao mundo do livro e da comunicação, quer no nível da produção, quer da sociologia da literatura e da leitura, apresentando ainda vastíssima e atualizada bibliografia internacional sobre o tema.
Veja Mais
Resenha

Guedes, Fernando
Os Livreiros em Portugal e as suas associações desde o século XV até nossos dias.
Lisboa: Editorial Verbo, 1993. Ilustrado.

Estudo de conjunto da profissão dos "ministros da sabedoria", abrangendo suas várias etapas: livreiros e mercadores de livros; editores e impressores; privilégios reais; os livreiros na bandeira do Arcanjo S. Miguel; os livreiros do rei e da Universidade; a Confraria de Santa Catarina dos Livreiros; os regimentos do ofício de livreiro; declínio e morte das corporações; o liberalismo e o século XX.

Guedes, Fernando
O Livro e a leitura em Portugal - subsídios para a sua História, séculos XVIII-XIX.
Lisboa: Editorial Verbo, 1987. Ilustrado.

Bonita edição realizada no ano do quinto centenário da imprensa em Portugal, onde o autor parte do estudo de três livrarias centenárias portuguesas (destaque para a Bertrand), e envereda pela pesquisa do movimento editorial, analisa publicações e leituras, detém-se no fenômeno dos "gabinetes de leitura" e observa o papel social do escritor.

Labarre, Albert.
Histoire du Livre.
Paris: PUF, Col. Que sais-je? 3.ed, 1979.
Martins, Wilson.
A Palavra Escrita - história do Livro, da imprensa e da biblioteca.
SP: Ática, 2a ed., 1996.
McMurtrie, Douglas C.
O Livro.
Tradução de Maria Luísa Saavedra Machado.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 3a ed., 1997.

Excelente história do livro com ênfase nas artes envolvidas em sua feitura.
Excerto

Oliveira, José Teixeira de.
A Fascinante História do Livro.
vol. I: RJ: Cátedra, 1984.
vols. II (1985), III (1987) e IV (1989): RJ: Kosmos.
Pacheco, José.
A Divina Arte Negra e o Livro Português - séculos XV e XVI.
Lisboa: Vega, s/data.
Portella, Eduardo (org).
Reflexões sobre os Caminhos do Livro.
Trad. Guilherme João de Freitas.
São Paulo: Unesco / Ed. Moderna, 2003.

Ensaios de pensadores do mundo inteiro acerca dos novos rumos do livro. Diz Eduardo Portella na introdução: "A história do livro não pode ser, de modo algum, a crônica de uma morte anunciada. Deixemos de lado, portanto, a ilusão fundamentalista, a crença na relíquia tombada, bem como a antevisão apocalíptica.
Indicação de Rosa Freire d'Aguiar

Verger, Jacques.
Homens e Saber na Idade Média.
Tradução de Carlota Boto.
Bauru/SP: Edusc, 1999.

Quando a sociedade medieval se torna mais complexa, no fim da Idade Média, são os detentores do saber que emergem como os melhores fautores do Estado Moderno. Lúcido ensaio sobre os sistemas de educação da Europa Medieval, com destaque para o capítulo III: "Os Livros", que descreve o conteúdo das bibliotecas e a evolução do manuscrito ao impresso.
Excerto

Villaça, Nízia.
Impresso ou eletrônico? - um trajeto de leitura.
RJ: Mauad, 2002.

"Este livro pretende refletir sobre alguns aspectos da passagem da cultura impressa à eletrônica e algumas de suas implicações filosóficas, políticas, sociológicas, sublinhando a importância do lugar da arte literária na antecipação do imaginário da Web e a importância das negociações que estas passagens exigem do corpo diante dos novos desafios aos processos de subjetivação." (a autora, na Introdução)

Zumthor, Paul.
A Letra e a voz.
Tradução de Amália Pinheiro e Jerusa Pires Ferreira.
SP: Companhia das Letras, 1993.

Numa época letrada, dominada pela leitura silenciosa, esquecemos que na origem de tudo o que se escreve está a voz. O autor explora aqui a complexidade da relação entre letra e voz em todo o Ocidente medieval, estendendo suas observações a algumas práticas poéticas do Extremo Oriente, África e Nordeste brasileiro.
Destaque para o capítulo 5: "A Escritura".

Para sugestões, clique em contato......................... Volta para o alto da página
Livro & Imprensa no Brasil

Abreu, Alzira Alves de.
A Modernização da Imprensa (1970-2000).
Rio de Janeiro: Zahar, 2002.
Coleção Descobrindo o Brasil.
Rio de Janeiro: Zahar, 2002.
Coleção Descobrindo o Brasil.

Em meio ao processo de transição política que conduzia à democracia, a imprensa brasileira enfrentava grandes transformações tecnológicas, empresariais e de formação do pessoal, a diversificação das publicações e dos leitores. Esse livro acompanha o processo com clareza e objetividade até a nova etapa inaugurada com a internet.

Abreu, Márcia.
Os Caminhos dos livros.
São Paulo: Fapesp; Campinas: ALB / Mercado de Letras, 2003.

Rio de Janeiro, período colonial. A vida não era fácil para quem queria ler um livro. A Coroa Portuguesa impediu a impressão no Brasil até que a Família Real se transferisse para cá no período das invasões napoleônicas. Antes e depois da mudança, o contato com os livros era fortemente controlado por organismos de censura, mas as obras chegavam às mãos daqueles que as buscavam. Os caminhos dos livros conta uma parte dessa história, acompanhando a atuação da censura em Portugal e no Brasil, apresentando os livros pelos quais havia maior interesse, buscando pistas sobre os modos de ler e sobre as pessoas que habitavam o mundo dos livros.

Abreu, Márcia.
Histórias de Cordéis e Folhetos.
Campinas: Mercado de Letras / ALB, 1999.
Andrade, Olympio de Souza.
O Livro Brasileiro desde 1920.
Rio de Janeiro: Cátedra / Brasília: INL, 1978. 2a ed. rev.
Bragança, Aníbal.
Livraria Ideal - do cordel à bibliofilia.
Niterói: Pasárgada / EdUFF, 1999.

É uma história de livros, livrarias, livreiros e leitores no Brasil. O livreiro italiano Silvestre Mônaco e sua livraria são símbolos de uma era, que começou com a expansão do mercado editorial brasileiro, até os anos 60, de um sistema de ensino então adotado, de formação intelectual. Não lamenta, mas constata e analisa a perda da hegemonia do livro, nas duas últimas décadas. É uma história compacta, abrangente, da formação do Brasil neste século. (Mauro Dias, in O Estado de São Paulo).
a.braganca@uol.com.br

Bragança, Aníbal & Santos, Maria Lizete dos (orgs).
A Profissão do Poeta & Carta aos Livreiros do Brasil.
Rio de Janeiro: Imprensa Oficial, 2002.

Volume em homenagem a Geir Campos, reúne 13 pequenos ensaios e depoimentos de vários autores, além de poemas e outros textos inéditos do próprio Geir Campos.
Veja mais
Excerto
a.braganca@uol.com.br / mlizete@terra.com.br

Camargo, Ana Maria de Almeida & Moraes, Rubens Borba de.
Bibliografia da Impressão Régia do Rio de Janeiro.
São Paulo: Edusp / Kosmos, 1993. 2 vols.

A obra identifica as publicações dos primeiros anos do funcionamento da Impressão Régia, de 1808 a 1822. Organizados cronologicamente, os títulos são acompanhados de estudo de Rubens Borba de Moraes sobre a história da Impressão Régia e sua produção.
"Esta obra preenche uma lacuna de informação sobre os primórdios da tipografia no Brasil, e ainda nos dá, indiretamente, um retrato da sociedade que se formou no Rio de Janeiro com a vinda de D. João VI." (José Mindlin)

Camargo, Mário de (org).
Gráfica - Arte e indústria no Brasil - 180 anos de história.
Bauru/SP: Edusc/ São Paulo: Bandeirantes, 2003.
Bela edição, lindamente ilustrada, que narra os 180 anos da história gráfica brasileira, apresentando o universo de nossa cultura gráfica, sua passagem de "arte" para "indústria", incluindo vários depoimentos e experiências. A obra fala de cartazes publicitários e de cinema, de revistas e de livros, com fartas reproduções de capas de diversos períodos.


Camargo, Susana (coord).
A Revista no Brasil.
SP: Editora Abril, 2000.

Edição comemorativa dos 50 anos da Abril, traz um bom panorama, ilustradíssimo, dos duzentos anos de história das revistas brasileiras.

Campos, Arnaldo; Mendonça, Renato (org)
Um Livreiro de todas as letras.
Entrevista a Renato Mendonça.
Prefácio de Charles Kiefer.
Florianópolis: Escritório do Livro / Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2006.
Col. Memória do Livro, vol. 6.
Veja Mais
Excerto

Campos Jr, Celso / Denis Moreira / Giancarlo Lepiani / Maik R. Lima.
Nada mais que a verdade - a extraordinária história do jornal Notícias Populares.
São Paulo: Carrenho Editorial, 2002.

"Basta falar no Notícias Populares — ou NP para os mais íntimos — que as pessoas começam a sorrir. Mesmo quem nunca abriu o jornal (precisava abrir?) ainda se lembra de casos como o do bebê-diabo, de algumas manchetes antológicas, como BROXA TORRA O PÊNIS NA TOMADA, ou das suas orgiásticas edições de Carnaval.
Esse sorriso paira em quase todas as páginas [do livro], e é fácil imaginar o quanto [os autores] se divertiram ao escrevê-lo. Mas, se tantas vezes o NP transformou tragédias reais em motivo de risada, este livro faz o percurso inverso. Todo o folclore em torno do jornal, que os autores recuperam generosamente, vai aos poucos se cobrindo de melancolia." (Marcelo Coelho, no prefácio)

Carneiro, Maria Luiza Tucci.
Livros proibidos, idéias malditas
- o Deops e as idéias silenciadas.
São Paulo: Proin-USP / Fapesp / Ateliê Editorial, 2. ed ampliada, 2002. Ilustrado.

A destruição de um livro pelo DEOPS se processava em etapas distintas: em primeiro lugar proibia-se sua circulação junto à sociedade (posse e leitura), seguida da ordem e do ato da apreensão. Confiscadas, as obras "suspeitas" eram relacionadas pelos investigadores que anexavam uma amostragem aos autos policiais. (...) Com base em critérios aleatórios, elaborava-se uma longa listagem de títulos e autores, hoje documentos exemplares para conhecermos as práticas de leituras vigentes no nosso passado.(excerto)

Carneiro, Maria Luiza Tucci (org).
Minorias Silenciadas - história da censura no Brasil.
São Paulo: Fapesp / Imprensa Oficial / Edusp, 2002.

Fruto do Simpósio Minorias Silenciadas, organizado em 1997, na USP, por Maria Luiza Tucci Carneiro como parte do colóquio Direitos Humanos no Limiar do século XXI, coordenado por Renato Janine Ribeiro, a obra reúne ensaios sobre a censura à atividade intelectual e artística em diferentes momentos da história brasileira, desde o período colonial até os anos posteriores ao golpe militar de 1964. Conta com a colaboração de especialistas de diversas áreas.
Destaque, na área do livro, para os artigos "Censura literária e inventividade dos leitores no Brasil colonial", de Luiz Carlos Villalta, e "Política, religião e moralidade: a censura de livros no Brasil de D. João VI", de Leila Mezan Algranti.

Castro, Renato Berbert de.
A Tipografia Imperial e Nacional da Bahia (Cachoeira, 1823 - Salvador, 1831).
SP: Ática, 1984.
Costa, Cacilda Teixeira da.
Livros de Arte no Brasil - edições patrocinadas.
São Paulo: Itaú Cultural, 2000.

Catálogo dos livros de arte produzidos no Brasil com patrocínio empresarial. O excelente ensaio introdutório, além de oferecer um bom panorama da história do livro de arte patrocinado entre nós, sugere algumas reflexões sobre o assunto, como a motivação do patrocinador e as leis de incentivo.

Costa, Cristiane.
Pena de aluguel - Escritores jornalistas no Brasil (1904-2004).
SP: Companhia das Letras, 2005.
SP: Companhia das Letras, 2005.

Radiografia da vida literária e jornalística no Brasil. Ecoando uma pergunta de João do Rio (O jornalismo é um fator positivo para a arte literária?), a autora expõe os fatores econômicos que fazem com que o sonho de viver de escrever pareça tão ilusório nos dias de hoje quanto no início do século XIX.

Cruz, Heloisa de Faria.
São Paulo em papel e tinta
- periodismo e vida urbana (1890-1915)
São Paulo: Imprensa Oficial / Educ, 2002.

"Trata-se, aqui, da pequena imprensa paulistana na passagem do século XIX para o XX, diversificada e cheia de possibilidades para o historiador, (...) que a autora apresenta como experiência cultural que também é prática de classe." (Marcos Silva, no prefácio)

Cruz, Heloisa de Faria (org).
São Paulo em revista - Catálogo de publicações da Imprensa cultural e de variedades paulistana (1870-1930)
São Paulo: Arquivo do Estado / Imprensa Oficial / Cedic / PUC, 1997.

Instrumento de pesquisa que reúne referências sobre uma gama extremamente variada de publicações da imprensa periódica que vieram a público na cidade de São Paulo. Na invenção da mordernidade urbana, das novas formas de sociabilidade e sensibilidade, essas publicações ganham a cidade, transformam-se no suporte impresso das mais variadas concepções e práticas culturais.

El Far, Alessandra.
O Livro e a leitura no Brasil.
Rio de Janeiro: Zahar, 2006.
Coleção Descobrindo o Brasil.

Pequena obra que recupera e esclarece alguns pontos da história do livro e da leitura em nosso país, desde a proibição da impressão no período colonial até os dias de hoje, quando presenciamos a venda de livros em bancas de jornal e estações de metrô. Um percurso que envolve editoras, livrarias, escritores e, é claro, os leitores.

El Far, Alessandra.
Páginas de sensação -
Literatura popular e pornográfica do Rio de Janeiro (1870-1924).
SP: Companhia das Letras, 2004.
SP: Companhia das Letras, 2004.

Florescia em finais do século XIX e começo do XX certa literatura popular largamente consumida por uma crescente população carioca alfabetizada. Dentre esses, a autora seleciona os chamados "romances de sensação" e "romances para homens", com trama sensacional que desafiava os rígidos padrões de uma sociedade patriarcal. O leitor penetra assim no universo das publicações e da literatura popular.

Fischer, Luís Augusto.
50 Anos de Feira do Livro -
vida cultural em Porto Alegre, 1954-2004.
Porto Alegre: L&PM, Col. pocket, 2004.
Porto Alegre: L&PM, Col. pocket, 2004.

Linha do tempo que apresenta sucintamente os principais fatos que marcaram, em Porto Alegre e no Brasil, a história, a cultura, a literatura, e a Feira do Livro nesses seus 50 anos de existência.

Gonçalo Júnior.
A Guerra dos gibis - A formação do mercado editorial brasileiro e a censura aos quadrinhos (1933-64).
SP: Companhia das Letras, 2004.
SP: Companhia das Letras, 2004.

Embora fizessem a festa da garotada e dos editores Adolfo Aizen e Roberto Marinho, os gibis, chegados ao Brasil como novidade americana a partir dos anos 30, causavam arrepios nos guardiões da moral, tubarões da imprensa e raposas da política, que em coro pediam censura urgente às revistinhas. Outros enxergavam nelas potenciais educativos. Na heróica Guerra dos gibis envolveram-se grandes figuras da vida nacional...

Gonçalo Júnior.
O Homem Abril - Cláudio de Souza e a história da maior editora brasileira de revistas.
SP: Opera Graphica, 2005. Ilustrado.
SP: Opera Graphica, 2005. Ilustrado.

Cláudio de Souza foi, por cerca de 25 anos, um dos mais destacados funcionários da Editora Abril, passando por quase todos os departamentos da empresa. Apaixonado por quadrinhos, lançou gibis que ainda existem como Mickey, Mônica, Cebolinha, e tantos outros. Curiosamente, seu nome é omitido entre os "fazedores de revistas" mencionados na Revista do Brasil [vide acima, nesta seção], um dos motivos que levou o autor a retraçar, através de sua biografia, a história da editora com suas inúmeras e saborosas histórias.
Contato com o autor: goncalo.junior@uol.com.br

Hallewell, Laurence.
O Livro no Brasil (sua história).
Trad. de Maria da Penha Villalobos e Lólio Lourenço de Oliveira.
SP: Edusp / T.A.Queiroz, 1985.

REEDIÇÃO, revista, atualizada e ampliada.
Trad. de Maria da Penha Villalobos, Lólio Lourenço de Oliveira e Geraldo Gerson de Souza.
Formato 24x30 cm. 816 pp.
SP: Edusp, 2005.
Primeiro e mais completo panorama histórico da indústria editorial brasileira. Escrito originalmente em 1975, foi publicado pela primeira vez no Brasil em 1982, e para esta segunda edição passou por extensa revisão do autor britânico. Retrata com precisão, clareza e riqueza de dados estatísticos o desenvolvimento das editoras brasileiras e os problemas econômicos, sociais e políticos que enfrentaram para sobreviver. Oferece um relato minucioso das obras e dos autores publicados pelas editoras comerciais e oficiais, além de tabelas, cronogramas e dados comparativos detalhados sobre população, importação, tarifas, preços, salários, exportação, produção de papel, traduções e comércio livreiro.
Belissima edição, que conta ainda com inúmeras reproduções a cores de livros que são parte importante da indústria editorial brasileira.

Ipanema, Marcello & Ipanema, Cybelle.
A Tipografia na Bahia: documentos sobre suas origens e o empresário Silva Serva.
RJ: Instituto de Comunicação Ipanema, 1977. Knychala, Catarina Helena.
O Livro de Arte Brasileiro - (Teoria, história, descrição: 1808-1980).
RJ: Presença/Pró-Memória/INL, 1983.
Lajolo, Marisa & Zilberman, Regina.
O Preço da Leitura - Leis e números por detrás das letras.
São Paulo: Ática, 2002. Ilustr. p & b.

Resenha

Lajolo, Marisa e Zilberman, Regina.
A Formação da Leitura no Brasil.
São Paulo: Ática,1996. Lajolo, Marisa e Zilberman, Regina.
A Leitura rarefeita: livro e leitura no Brasil.
São Paulo: Brasiliense, 1991.
Lima, Guilherme Cunha.
O Gráfico Amador - As Origens da Moderna Tipografia Brasileira.
RJ: Editora UFRJ, 1997. Ilustrado p&b.

Resenha

Lima, Yone Soares de.
A Ilustração na produção literária - São Paulo, década de vinte.
São Paulo: IEB / USP, 1985.
Lindoso, Felipe.
O Brasil pode ser um país de leitores?
Prefácio de Sérgio Machado
SP: Summus Editorial, 2004.

Fruto da longa experiência do autor como antropólogo, jornalista, editor e assessor da CBL, a obra apresenta um histórico da indústria editorial no Brasil e analisa todo o conjunto de ações que fazem (ou fariam) do livro um produto, de consumo sim, mas diferenciado quanto aos resultados que traz para os indivíduos e para o país.
"Felipe Lindoso reflete sobre a evolução do processo de formação de nossa nacionalidade, visto, sobretudo, do ponto de vista editorial" (Sérgio Machado)

Lins, Osman.
Guerra sem testemunhas: o escritor, sua condição e a realidade social.
São Paulo: Ática, Col. Ensaios, 1974.
Lopes, Moacir.
A Situação do escritor e do livro no Brasil.
Rio de Janeiro: Cátedra, 1978.
Lyons, Martyn e Leahy, Cyana.
A Palavra impressa: histórias da leitura no século XIX.
Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 1999. Lyra, Helena Cavalcanti de
Com Homero Senna, Ivette Maria S. do Couto e Plínio Doyle.
História de revistas e jornais literários
- Índice da Revista Brasileira.
RJ: Fund. Casa de Rui Barbosa, Vol. II, 1995.

No presente volume estão reunidos e comentados os índices das sete "fases" da Revista Brasileira entre 1855 e 1980, indicadas pelos nomes de seus diretores.

Martins, Ana Luiza.
Revistas em Revista - Imprensa e práticas culturais em tempos de República, São Paulo (1890-1922)
São Paulo: Edusp / Imprensa Oficial / Fapesp, 2001.

Trabalho raro de classificação temática e crítica das revistas como fonte histórica, Revistas em Revista recupera parte do universo mental da efervescente São Paulo na virada do século XIX para o XX, investigando a ampliação do público leitor e, sobretudo, a força da revista como impresso decisivo na passagem do consumo do jornal para o livro. A autora revela aspectos insuspeitos de nossa história cultural, como a definição da forma revista na perspectiva de sua historicidade, sua presença nas bibliotecas da época, a profissionalização do escritor e os gêneros literários em voga, assim como as políticas de alfabetização popular e o público leitor em formação. Do ponto de vista técnico, Ana Luiza examina a constituição do parque gráfico e os dramas da incipiente indústria papeleira do país, as conseqüências da proliferação da imagem e as inúmeras estratégias de venda do produto, atreladas aos modelos iniciais de propaganda e de publicidade no Brasil.

Matos, Felipe.
Uma Ilha de leitura - Notas para uma história da cidade através de suas livrarias, livreiros e livros (Florianópolis, 1830-1960)
Florianópolis: UDESC (História), 2005
(Trabalho de conclusão de curso, inédito em livro).
Florianópolis: UDESC (História), 2005
(Trabalho de conclusão de curso, inédito em livro).

Trabalho de caráter introdutório à História Editorial da cidade de Florianópolis, fazendo uma cartografia de tipografias, livrarias, livreiros e livros. Pretende demonstrar a emergência do leitor na antiga freguesia de Nossa Senhora do Desterro e na Florianópolis da primeira metade do século XX, através do surgimento dos primeiros gabinetes tipográficos e estabelecimentos comerciais que vendiam livros, buscando romper com um discurso historiográfico que caracteriza a Desterro/Florianópolis como uma "paisagem de cores mortas", onde tudo é anacrônico e lento, na qual "o resto do mundo morria silencioso", a despeito da inundação de cultura impressa que lentamente revolucionou os hábitos da cidade, e dos livros que circulavam pela ilha através de suas livrarias.

Contato com o autor: felipematos@hotmail.com
Excerto

Meyer, Marlyse (org)
Do Almanak aos almanaques.
Textos de Jean-François Botrel, Jerusa Pires Ferreira, Maria Coleta Oliveira, Machado de Assis.
São Paulo: Ateliê Editorial, 2001. Ilustrado.

Livro de referência que resguarda a memória e a atualidade do importante veículo de comunicação que é o almanaque, que sempre ocupou um papel significativo no mercado editorial brasileiro.

Mira, Maria Celeste
O Leitor e a banca de revistas
- a segmentação da cultura no século XX.
SP: Olho d'Água, 2001.

Para descobrir "quem lê tanta revista?", a autora parte de O Cruzeiro, a "revista da família brasileira", até chegar, no final do século XX, à proclamada "revista personalizada". Analisa os modelos de revista mais importantes do Brasil e do mundo, sua relação com grupos de leitores/consumidores e os movimentos sociais e culturais que os constituem como segmentos de mercado e alteridades.
Resenha

Miranda, Francisco Gonçalves.
Memória histórica da Imprensa Nacional.
RJ: Imprensa Nacional, 1922.
Nunes, José Horta.
Formação do leitor brasileiro: imaginário da leitura no Brasil colonial.
Campinas/SP: Ed. Unicamp, 1994. Oliveira, Lívio Lima de.
O livro de preço acessível no Brasil
- o caso da coleção "L&PM Pocket".
São Paulo: ECA - USP, 2002 (dissertação de mestrado, inédita em livro).

O trabalho estuda as estratégias de edição de livros a preços acessíveis, monstrando experiências com esse tipo de livro nos EUA (desde o século XIX), na Europa (desde o século XV) e no Brasil (a partir do final do século XIX). Apresenta um estudo de caso da editora L&PM e faz algumas recomendações para a produção de livros a preços acessíveis.

Contato com o autor: livio.lima@uol.com.br
Veja artigo do autor




postado por paulo alexandre cordeiro de vasconcelos as 02:23:54





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1 comentários:

Escritório do Livro:

Olá,

Acabamos de descobrir, atônitos, que a Bibliografia do site do Escritório do Livro está quase integralmente reproduzida no seu blog, sem que sequer tenhamos sido consultados!

Vimos solicitar, em atenção à lei dos direitos autorais, que seja imediatamente retirada.

Obrigado.


25/11/2006 16:56:44
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